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Grupo Choro Prosa leva à Casa Thomas Jefferson da Asa Norte, nesta sexta-feira (1º), a arte de compositoras e intérpretes femininas do gênero musical popular mais antigo do Brasil



Idealizado pelo grupo Choro Prosa para resgatar e homenagear a presença feminina neste gênero musical brasileiro, o projeto Mulheres do Choro - choronas: compositoras e intérpretes será a atração desta semana do projeto Sextas Musicais, da Casa Thomas Jefferson. O espetáculo, que também evoca o Dia Nacional do Choro – celebrado em 23 de abril –, será realizado nesta sexta-feira (1º), às 20h, na Filial Asa Norte do centro binacional, que fica na SGAN 606, com acesso pela L3 Norte – verifique o protocolo covid-19 para comparecimento.

A transmissão ao vivo pelo YouTube da Casa Thomas Jefferson, que tem o apoio da Embaixada dos EUA na realização de seus eventos culturais, será mantida em todos espetáculos. Dessa forma, esse patrimônio de belas apresentações musicais permanecerá disponível online.

Em Mulheres do Choro, serão apresentadas composições de Ademilde Fonseca, Neusa França, Tia Amélia, Rosinha de Valença, Luciana Rabelo, entre outras. O grupo Choro Prosa procura contar histórias que contextualizam esse gênero musical, seus compositores e intérpretes por meio da mescla de obras instrumentais e cantadas.

Historicamente, as mulheres foram distanciadas do fazer musical, privadas ou impedidas de usarem sua arte como ofício. Atualmente, elas ainda encontram dificuldades para atuar no meio da música, pois a presença feminina é, muitas vezes, subjugada ou esquecida. Março, o mês das mulheres, é assim definido para que a reflexão sobre esse tema, nas mais diversas áreas, receba maior atenção.

O projeto Mulheres do Choro - choronas: compositoras e intérpretes é sustentado por três pilares. O primeiro é relembrar as mulheres que tiveram êxito em romper as barreiras impostas pela sociedade numa época e em ambientes nos quais eram discriminadas.

O segundo é fortalecer o sentido de representatividade e reconhecimento, uma vez que trata de um projeto no qual mulheres interpretam e apresentam obras e realizações de outras mulheres.

Por último, o projeto ambiciona promover o aumento do conhecimento e das execuções das obras de compositoras, especialmente nas rodas de choro, que é o ambiente ideal para se conhecer e tocar novas composições.

As musicistas

Thanise Silva, flautista, arranjadora e compositora. Professora na Escola de Música de Brasília, onde recebeu formação em flauta e arranjo. Graduou-se na Universidade de Brasília, onde, atualmente, cursa o mestrado. Durante sua trajetória, tocou com renomados músicos e artistas pelo Brasil, participou de dezenas de gravações de álbuns e arranjou e dirigiu cantores e grupos da cidade. Com os grupos Choro pra Cinco e Fernando César e Regional, realizou shows e workshops pelo Brasil e por países como Alemanha, Bélgica, França, Suíça e Liechtenstein. Entre seus projetos atuais, destaca-se o Thanise Silva e quinteto, o duo com Dudu 7 cordas e os grupos Fernando César e Regional e Trio Aretê.

Juçara Dantas, violonista paraense, foi aluna do curso de violão clássico do Conservatório Carlos Gomes, em Belém, onde se formou em 2011. Aos 17 anos, iniciou sua graduação no curso de Licenciatura em Música da Universidade Federal do Pará, formando-se em 2013. No ano seguinte, passou a integrar o grupo feminino O Charme do Choro, com o qual iniciou a vivência no universo do choro, fazendo shows em festivais e eventos em Belém e outras cidades. Em 2016, mudou-se para Brasília e passou a integrar os grupos Choro da Resistência e Seresteiras, participando de rodas de choro pela cidade. Em 2017, passou a fazer parte do quadro de professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e, em 2018, foi convidada a integrar a Orquestra de Violões de Brasília.

Mariana Sardinha, cavaquinista, bandolinista é graduanda em licenciatura em Música pela Universidade de Brasília. Aos 11 anos, ingressou na Escola de Música de Brasília, onde concluiu o curso básico de guitarra e, mais tarde, o técnico em bandolim. Durante sua trajetória artística e musical, colaborou em diversos projetos musicais e, também, em gravações com artistas da cidade e no EP do Grupo SaiaBamba. Em 2017, tocou no 6º Brazilian Fest Pompano, na Flórida (EUA), com a Banda Maria Vai Casoustras e, em 2019, no Festival Del Fuego, em Santiago de Cuba (Cuba), com o Afoxé Ogum Pá, como percussionista. Mariana tem marcado presença na programação do carnaval da capital desde 2015 com o bloco Essa Boquinha Eu Já Beijei.

Jessica Carvalho, pandeirista, rabequeira e cavaquinista, é uma entusiasta da cultura popular e das rodas de choro brasilienses. Entre convites e parcerias, tocou ao lado de renomados instrumentistas e grupos de choro na capital federal, como Larissa Umaytá, Dudu Maia, Valerinho Xavier, Henrique Neto, Márcio Marinho, entre outros. Jéssica se apresentou nas principais casas de show da cidade com seus projetos de grupos femininos, como As Fulô do Cerrado, com forró e ritmos da cultura popular. Em parceria com o grupo Choro Delas, lidera um projeto de incentivo às mulheres por meio de rodas de choro abertas, movimentando e promovendo a música instrumental feita por mulheres na cena da cidade. Atualmente, ministra aulas de pandeiro na Escola de Choro Raphael Rabello.

Alessandra Terribili, vocalista, cantora e compositora, lançou dois EPs autorais e quatro singles, todos disponíveis nas plataformas digitais. No momento, prepara-se para entrar em estúdio para gravar o primeiro álbum completo. Pesquisadora da história da música brasileira, Alessandra Terribili protagoniza projetos com esse enfoque em Brasília, como as homenagens a Belchior, Clube da Esquina, Clara Nunes e Adoniran Barbosa, entre outros.

Alessandra se apresenta com os shows Canto de Iemanjá e Samba Substantivo Feminino. Ela fez apresentações com sucesso de público e crítica em prestigiadas casas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre e Goiânia, e colaborou com o compositor Sombrinha e o violonista Manassés de Sousa, entre outros renomados artistas.

Em Brasília, cumpe intensa agenda de apresentações com Marcus Moraes, Pedro Vasconcellos, Thanise Silva e Emília Monteiro, entre outros renomados artistas locais em palcos consagrados como Clube do Choro, Sesc, Feitiço das Artes, Casa Thomas Jefferson e diversas casas de relevância cultural na cidade.

Sobre as Sextas Musicais

As Sextas Musicais são um tradicional evento de Brasília. Desde 1987, a Casa Thomas Jefferson, entidade sem fins lucrativos, realiza esses concertos gratuitos e com classificação indicativa livre, mantendo-se fiel à missão de conectar e transformar vidas através de gerações por meio de experiências singulares.

Desde 2020, com a pandemia do novo coronavírus, a Casa Thomas Jefferson adaptou as apresentações para o formato on live streaming. Com produção requintada, qualidade de captação e transmissão de som e imagem, as Sextas Musicais demonstram o compromisso e

o respeito do centro binacional com os artistas profissionais da música que dedicam suas vidas ao estudo e à performance musical e ao público.

Serviço

Sextas Musicais em formato híbrido - on live streaming e público presencial

Data: 1º de abril de 2022

Horário: 20 horas

Local: Casa Thomas Jefferson - Filial Asa Norte

Endereço: SGAN 606, acesso pela Via L3 Norte

Entrada: gratuita



O hit “Boatos” estreia em todas as plataformas digitais no dia 25

O eixo cultural de Brasília já é conhecido por todo o Brasil pelos artistas e talentos que a cidade revela e, a cada dia, novos artistas tentam seu lugar de destaque na capital do país. E não é diferente para a cantora e compositora Mallu Coelho, que aos 18 anos, está lançando um novo single: Boatos.

A brasiliense se dedica à quarta arte desde os 16 anos e tem o sonho de viver da música. "Quando cantei minha primeira música autoral e o público cantou junto comigo, eu me emocionei e percebi que era aquilo que eu queria para a minha vida", relata a cantora. 


Com diversas músicas autorais, a jovem cantora reúne quase 100 mil visualizações em seu canal no YouTube. Entre um dos vídeos mais assistidos, está o da música 'Não Estamos Sós', que já foi assistido mais de 10 mil vezes. No Spotify, Mallu fechou o ano de 2020 com mais de 500 mil streams em suas canções. 


Além disso, sua trajetória musical já levou Mallu a São Paulo e a gravar com artistas de Florianópolis e Porto Alegre. "É muito importante essa gravação com outros artistas, porque há uma troca de experiência. Quem gosta dele pode passar a me ouvir, bem como quem me ouve pode passar a curtir esse outro cantor", conta Mallu.


No dia 25 deste mês, Mallu apresenta mais um lançamento em todas as plataformas digitais. Desta vez, é do clipe de 'Boatos'. Com uma pegada pop e descontraída, o videoclipe foi gravado em Brasília e mostra o momento de uma jovem famosa da capital que precisa lidar com os boatos na internet. 


"Boatos é uma música com a temática romântica, sobre uma situação que acontece muito entre amigos ou até casais: aquele início de sentimento em que nenhum quer assumir que gosta e, no fim, são os amigos que percebem que está rolando um clima e começa aquela fofoca sobre um suposto romance, até que eles se assumem", explica a cantora.


A cantora se diz ansiosa e espera surpreender seu público. "Estou muito ansiosa pelo lançamento e muito feliz com o resultado desse trabalho, o clipe é bem descontraído e a música é bem agitada, espero que todos gostem", conta. 


Lançamento Boatos - Mallu Coelho

Data: 25 de junho

Local: YouTube e Spotify

Canal do YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCWCoKI05Rm0MsJ1Q-SsFvWA 

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