Quem acompanha a política do Distrito Federal mais de perto tem ciência de que atualmente o advogado Lucas Kontoyanis é um dos nomes mais respeitados no quesito construção de nominatas. Sua fama se consolidou após a construção do Avante em 2018, quando de uma única vez elegeu um vice-governador e dois deputados distritais: João Cardoso e Reginaldo Sardinha, além de ter ajudado na construção da pré-candidatura, candidatura e vitória do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB)

Foto: Facebook.

A fórmula de Lucas é conhecida por muitos, mas somente ele tem conseguido repeti-la nas últimas eleições, elegendo candidatos com as menores votações. Reginaldo Sardinha, por exemplo, foi eleito na última eleição com 6.738 (seis mil setecentos e trinta e oito) votos.

Agora, Lucas Kontoyanis assumiu a presidência do PMN-DF e já está com a sua nominata pronta para 2022. Para alguns, o partido é nanico, mas Kontoyanis é um especialista em eleger deputados distritais em partidos considerados pequenos. Faltando um ano para as próximas eleições, ele foi o primeiro a movimentar o tabuleiro político de maneira intencional, definindo uma posição clara sobre que caminho seguirá.

No que se refere a segurança pública, o PMN terá vários Policiais Civis, Militares e Bombeiros em condições de serem eleitos.

O grupo empreendedor responsável pelo projeto do  Antares Polo Aeronáutico anuncia oficialmente, no próximo dia 19 de outubro durante lançamento da pedra fundamental do empreendimento, o nome do empresário Francisco Lyra como gestor operacional do novo aeroporto executivo, que está sendo erguido na cidade de Aparecida de Goiânia,em Goiás

Foto; Divulgação.

Com mais de 45 anos de atuação no setor da aviação, Lyra é CEO do terminal de aviação geral do Aeroporto Internacional de Guarulhos e da C FLY Aviation, empresa especializada na venda e compra de aeronaves executiva e na gestão de frotas aéreas.

Além das mais de 17.000 horas de vôo  em e aviões e aeronaves executivas, Francisco Lyra possui participação em vários e importantes projetos ligados ao setor da aviação, como a fundação do Aeroporto Catarina, na região metropolitana de São Paulo, primeiro terminal aeroportuário internacional, de propriedade e investimento 100% privado.


Compromisso de governo, medida determinada pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), para atender as 35 carreiras do GDF terá investimento de R$ 1 bilhão ao ano na folha de pagamento

Fotos: Renato Alves.

"Em nossa gestão jamais se cogitou ou ouviu falar em atraso de salários. Pelo contrário, honramos os pagamentos devidos e enfrentamos uma pandemia que perdura até este momento. Ainda criamos o plano de saúde, uma demanda de décadas dos nossos servidores"Governador Ibaneis Rocha

O Governo do Distrito Federal (GDF) começa a pagar, em abril de 2022, a terceira parcela do reajuste dos salários dos servidores. Ao todo, serão contemplados pelo menos 200 mil trabalhadores, entre 150 mil que estão na ativa e pouco mais de 50 mil inativos. O anúncio foi feito na tarde desta quinta-feira (14) pelo secretário de Economia André Clemente, em coletiva de imprensa no Palácio do Buriti.

Serão atendidas 35 das 43 carreiras do funcionalismo público distrital. Por terem regime próprio de remuneração, ficam de fora as forças de segurança – como o Corpo de Bombeiros e as polícias Militar e Civil, incluindo agentes e delegados -, pagas pelo Fundo Constitucional; o Procon; a Procuradoria Geral do Distrito Federal; os auditores da Receita e os defensores públicos.

O pagamento da terceira parcela do reajuste era compromisso do governador Ibaneis Rocha feito ainda em 2019 e foi possível graças ao reajuste das finanças públicas e ao ambiente fiscal favorável a investimentos criado ao longo dos últimos 2 anos e 9 meses.

O secretário André Clemente reforçou que o cumprimento do compromisso do governo só foi possível por todo o trabalho de construção econômica, feito desde o início de 2019, com o fortalecimento do ambiente fiscal, a atração de investimentos para o Distrito Federal, o crescimento da arrecadação e o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e das metas que recompuseram as forças de trabalho, além de muitos ajustes tributários | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

"Em nossa gestão jamais se cogitou ou ouviu falar em atraso de salários. Pelo contrário, honramos os pagamentos devidos e enfrentamos uma pandemia que perdura até este momento. Ainda criamos o plano de saúde, uma demanda de décadas dos nossos servidores", declarou o governador Ibaneis Rocha em sua conta no Twitter.

"Com a redução de impostos, conseguimos aumentar a arrecadação, trazer mais empresas, aumentar a quantidade dos postos de trabalho e nem mesmo a pandemia conseguiu inibir o crescimento e os efeitos desse ambiente econômico e fiscal favoráveis"André Clemente, secretário de Economia

Espera
O reajuste salarial para o funcionalismo foi concedido por meio da Lei 5.192/2013. A proposta era aplicar os percentuais – que variam de acordo com cada categoria – em três parcelas anuais. As de 2013 e 2014 foram incorporadas aos contracheques dos servidores. Na gestão seguinte, já em 2015, a alegação de falta de recursos e limitações da Lei de Responsabilidade Fiscal impediram o pagamento da última parcela do aumento.

Nos próximos dias, o governador Ibaneis Rocha vai enviar à Câmara Legislativa uma mensagem solicitando um ajuste no projeto de lei orçamentária de 2022 incorporando o aumento das despesas com o reajuste da folha de pagamento.

O orçamento do GDF, que em 2019 era de R$ 40 bilhões, saltou para uma projeção de mais de R$ 47 bilhões em 2022. Já o Produto Interno Bruto (PIB), que era de 1,1% no primeiro ano de governo, está estimado em 5% para este ano. Enquanto isso, a receita de pessoal com nomeação de aprovados em concursos e pagamento de vacâncias fechou no primeiro quadrimestre de 2021 em 41,39% da receita líquida – ainda com folga do limite imposto de 44,10% para os gastos com contracheques.

De acordo com André Clemente, o cumprimento desse compromisso do governo só foi possível por todo o trabalho de construção econômica, feito desde o início de 2019, com o fortalecimento do ambiente fiscal, a atração de investimentos para o Distrito Federal, o crescimento da arrecadação e o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e das metas que recompuseram as forças de trabalho, além de muitos ajustes tributários.

"Com a redução de impostos, conseguimos aumentar a arrecadação, trazer mais empresas, aumentar a quantidade dos postos de trabalho e nem mesmo a pandemia conseguiu inibir o crescimento e os efeitos desse ambiente econômico e fiscal favoráveis", disse Clemente.


A dupla sertaneja de Minas Gerais que está conquistando o Brasil, Bruno & Lucas, acaba de anunciar mais uma novidade para os fãs. Felizes pelo sucesso que o single Beija ou Passa está causando nas rádios de todo o país e pela repercussão do clipe no YouTube, os artistas já presenteiam o público com a segunda faixa do novo EP. Intitulada como Stalkeando, a composição, criada por Bruno, traz em sua letra uma abordagem dos relacionamentos atuais embasados na convivência através das redes sociais, onde os casais que brigam, se bloqueiam na internet, mas mesmo assim continuam vendo escondido o que um e o outro fazem. O trabalho já pode ser ouvido por meio das principais plataformas digitais.

Bruno comenta a letra criada por ele e destaca que a situação retratada no trabalho é comum nos relacionamentos atuais. "É uma composição moderna e os arranjos trazem o público a curtir bem ao estilo sertanejo universitário. O verbo stalkear faz parte do vocabulário de muitas pessoas e nessa era digital, em que tudo pode ser observado, perder de vista a pessoa amada se tornou quase que impossível. E quando acontece o término, mas o sentimento continua, se os amados se encontram, é álcool no fogo e cama bagunçada é tudo de novo", brinca Bruno, fazendo alusão ao trecho da canção.

O lançamento de Stalkeando mostra que a dupla segue focada no objetivo de difundir o trabalho por todo o país. "Temos trabalhado há muito tempo para que este momento pudesse se tornar possível. A caminhada do artista é longa e cheia de obstáculos, mas, junto com o meu parceiro Lucas, arregaçamos as mangas e colocamos a mão na massa. E agora chegou o momento de disponibilizar ao público o que temos produzido. Além de Beija ou Passa e Stalkeando, muitas novidades estão por vir, como clipe, DVD e shows", finaliza Lucas.

Confira a letra de Stalkeando

Tô vendo aqui você acabou de bloquear alguém que um dia já chegou a escutar queixar de relacionamentos infeliz

Então pode ir parando de me stalkear já vi perfil até da França e do Catar diz aí pra que fingir pro sentimento

Que você me odeia eu te odeio você sabe tudo isso é falso

Mas é que a gente evita de se ver pra não causar transtorno nesse quarto

Refrão

Quando a gente se encontra é álcool no fogo e cama bagunçada é tudo de novo mas é melhor assim a gente fica longe e vai fingindo de bobo

Sobre Bruno & Lucas

Para os amantes da boa música sertaneja, Bruno & Lucas chegam com um trabalho inovador, trazendo referências do sertanejo raiz juntamente com o sertanejo universitário de uma forma muito especial. A dupla segue conquistando o público de Minas Gerais, mostrando que isso tudo é só o começo.

Belorizontino, com 33 anos, Bruno teve seu primeiro contato com a viola caipira aos 17 e bastou um simples ponteado para se apaixonar profundamente pela música.  De Lajinha, Lucas, com 32 anos, sempre teve uma grande referência musical em casa, já que seu pai era sanfoneiro e ele sempre o acompanhava nos forrós da sua cidade. E foi bem nessa época, com apenas 8 anos de idade, que começou sua jornada no mundo musical.

Bruno & Lucas se conheceram através de amigos em comum do mundo musical e bastou tocarem juntos uma vez para nascer essa bela parceria que está estabelecida até hoje. A antiga dupla, Bruno Bahia e Rock Sanfoneiro, que futuramente se tornaria Bruno & Lucas, ficou muito conhecida no interior de Minas Gerais passando por várias cidades e conquistando fãs por onde passavam.

Em 2017, eles lançaram as suas primeiras músicas autorais: Dia da Maldade e Volta Aê tocaram em várias rádios de Minas Gerais e Goiás. No final de 2019, houve algumas mudanças na dupla, que assumiu o formato atual e passou a se chamar Bruno & Lucas, produzindo mais alguns trabalhos autorais e conquistando o público por onde passam. O ano de 2021 se tornou um grande marco, com a gravação do primeiro DVD ao vivo, intitulado como Na Pegada D'us Brutos, gravação de EP e o alcance nacional de Beija Ou Passa nas plataformas digitais e rádios.

Acompanhe Bruno & Lucas nas redes sociais:

YouTube: https://www.youtube.com/c/BrunoeLucas

Instagram: https://www.instagram.com/brunoelucasofc/

Facebook: https://www.facebook.com/brunoelucasofc/

 

Ouça Bruno & Lucas no Spotify: https://open.spotify.com/artist/4OeQiUM2dZc90rPGQgEecx

 


Livre de vírus. www.avast.com.

Subsíndico e conselheiro atuam junto ao síndico para manter convivência e finanças em ordem



O síndico não pode e nem deve ser a única pessoa a gerenciar o condomínio. Além de precisar de alguém para dividir tarefas e cobrir sua ausência, ele pode contar com indivíduos para solucionar problemas, fiscalizar as contas e representar os interesses dos moradores.

Estas funções podem ser exercidas por subsíndicos e conselheiros --cargos não considerados como profissão, que costumam ser preenchidos pelos próprios condôminos. "São muito utilizados em condomínios de grande porte para auxiliar o síndico em atividades como aprovação de contas, deliberações sobre melhorias e pautas da assembleia", explica a advogada Márcia Gomes da Silva.
Ainda, nos empreendimentos com diversos prédios, pode existir um subsíndico por torre, explica Alexandre Callé, especialista em direito condominial.

O histórico edifício Copan, no centro de São Paulo, que em 2022 completa 60 anos, finalmente conseguiu do Conpresp a liberação para a realiz Karime Xavier/FolhapressMais

Embora esta função no condomínio apareça na legislação brasileira, ela não é regulamentada --ou seja: suas atribuições, limites e remuneração variam de acordo com a convenção do prédio. O documento define se o subsíndico vai atuar apenas quando o síndico está ausente ou agir como um auxiliar; se ele pode ser um inquilino, e se será pago em dinheiro, com desconto ou isenção na taxa condominial ou por alguma outra compensação.

O funcionamento dos conselheiros é similar: eles costumam ser moradores, eleitos por assembleia, que garantem que as contas e a administração do condomínio estão operando da forma correta. Quando o conselheiro é encarregado de fiscalizar a parte financeira, ele é chamado de conselheiro fiscal. A lei prevê a existência de três, com mandato de dois anos.

Existe ainda o conselheiro consultivo, que, apesar de também figurar na legislação, é bem menos comum. Seu papel é ajudar o síndico a tomar decisões e resolver problemas administrativos. "Atualmente, o conselho consultivo está praticamente em extinção", nota Márcia. "Mas caso seja exigido na Convenção, ele deve ser mantido".

Ainda, se o morador membro de um conselho não seja considerado apto para o trabalho, uma votação em assembleia pode tirá-lo do cargo. "Se é o conselho que fiscaliza as contas, e se é o subsíndico que ajuda a fazer cumprir as regras, nada mais justo do que essas pessoas não sejam um problema para o condomínio", diz Callé.

Os papéis do subsíndico e dos conselheiros

Subsíndico, o que faz?
Substitui o síndico em caso de ausência, com as mesmas atribuições

Quem pode ser?
Costumam ser moradores do próprio condomínio, inclusive inquilinos, caso a convenção permita
Caso haja mais de um síndico (por exemplo, um por torre), pode haver mais de um subsíndico
É eleito e deposto em assembleia

Regulamentação
Não há obrigação legal de ter um subsíndico no condomínio; sua presença e funções são regulamentadas pela convenção
Por não ser regulamentada como profissão, não recebe salário; a convenção pode definir uma remunieração, que pode ser isenção ou desconto na taxa condominial ou pagamento em dinheiro
O subsíndico não assume o cargo de síndico automaticamente em caso de algum impedimento do titular, como destituição, morte ou mudança. Deve ser convocada assembleia para eleição de um novo síndico

Conselheiros

Conselheiros fiscais:

São os "olhos" dos moradores sobre as contas do condomínio
Suas atribuições, outros detalhes são definidos na convenção

O que fazem:

Fiscalizam as contas
Alertam e questiona o síndico sobre irregularidades
Podem ajudar a escolher agências bancárias e seguradoras do condomínio
Registram reuniões em ata
Passam todas as sugestões ou decisões internas para autorização do síndico


Quem pode ser:

Composto por três condôminos com mandato de dois anos
É recomendável que inadimplentes, sejam eles moradores ou inquilinos, não façam parte do Conselho
Podem existir suplentes para cobrir cada membro em caso de ausência ou renúncia

Conselheiros consultivos:

Menos comuns, costumam diferir do Conselho Fiscal apenas nas funções
Em vez de fiscalizar as contas do condomínio, auxiliam na solução de problemas administrativos; não tomam decisões, mas participam das conversas com o síndico


Fontes: https://agora.folha.uol.com.br/sao-paulo/2021/10/moradores-podem-ajudar-a-administrar-e-fiscalizar-contas-do-condominio.shtml
 Alexandre Callé, advogado especializado em direito imobiliário; Márcia Gomes, sócia do escritório Gomes & Lima

Anderson Marcos dos Santos*


O Brasil é o segundo país com mais mortes por covid, superando 590 mil óbitos, ficando atrás somente dos EUA. Algumas das razões desse fracasso estão aparecendo agora nas investigações feitas pela CPI da pandemia, que vem apontando para diversos crimes que teriam sido cometidos por autoridades públicas. Outras razões estão evidentes desde o primeiro caso no país, entre elas, o negacionismo, a falta de coordenação nacional ao combate à doença, o incentivo à aglomeração e ao não uso de máscara pelo presidente da República e, principalmente, o atraso na compra das vacinas.

Os governos estaduais e municipais também têm sua parcela de culpa, seja por endossar as práticas do governo federal, seja pela falta de coragem em adotar medidas mais duras na contenção da transmissão do vírus. As ações mais efetivas foram tomadas visando apenas o controle de leitos nas UTIs, e não a circulação do vírus.

Recentemente, outra medida de combate à pandemia começou a ser implantada em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, e até em estados como o Rio Grande do Norte. Trata-se do passaporte vacinal, uma medida jurídica que, com variações em cada localidade, permite a realização de eventos com grande número de pessoas e locais de uso coletivo — como academias, cinemas e locais turísticos, desde que vacinadas com pelo menos uma dose da vacina.

Tal ação foi contestada judicialmente sob o argumento de que viola a liberdade individual de locomoção, o que, por enquanto, vem sendo acertadamente negada pelos tribunais do país. A liberdade de locomoção não é direito absoluto, aliás, como nenhum é. Nem está sendo atingida de maneira absoluta. A limitação parcial desse direito individual pode e deve acontecer quando se está diante da necessidade da proteção de um bem maior como é a saúde pública e o bem-estar coletivo. Contudo, não parece ser a legalidade da medida o problema da adoção do passaporte vacinal, mas sim, a finalidade e a eficácia desse documento.

Não existe fundamentação, do ponto de vista sanitário, para a medida. Não serve como incentivo para a vacinação, a adesão dos brasileiros à vacina está próxima de 90%, e o baixo número de vacinados se dá pela escassez de vacinas, e não pela falta de procura. Ao contrário, o passaporte vacinal, da forma como está normatizado, é um risco no combate à pandemia. Por um lado, porque é concedido a pessoas com apenas a primeira dose da vacina, sem a imunização completa, por outro, pode gerar uma falsa sensação de segurança e incentivar a circulação desprotegida.

A única justificativa para a sua adoção é a econômica, ao permitir o funcionamento de setores que estão com restrições ou fechados desde o começo da pandemia. Então, para não resultar em aumento da transmissão do vírus, o passaporte deveria ser restrito àqueles com imunização completa, além de exigir outras medidas, como o uso obrigatório de máscaras adequadas e limite de ocupação, conforme o tamanho do espaço e a circulação de ar.

Apesar das boas intenções que possam existir na criação das normas que instituem o passaporte vacinal, a medida repete os erros que, teimosamente, insistimos em cometer. Parece faltar coragem para enfrentar a pandemia obedecendo as orientações da ciência e sobrar populismo, com medidas ineficazes, quando não agravantes, em relação à pandemia.

O controle da pandemia precisa de ampliação da cobertura vacinal, ações de mobilização social para evitar aglomerações e cuidados de higiene, medidas objetivas, como distribuição de máscaras adequadas para o transporte público e o combate a toda forma de negacionismo ou charlatanismo.

*Anderson Marcos dos Santos, doutor em Sociologia, mestre em Direito, é coordenador adjunto e professor do mestrado em Direito da Universidade Positivo (UP). 

anderson.santos@up.edu.br

Preparação para o exame precisa incluir leituras sobre conhecimentos gerais que podem ser cobrados na redação


Créditos: Divulgação


Todos os anos, a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é uma das principais preocupações dos estudantes que se preparam para a prova. Afinal, a redação sozinha é responsável por garantir até mil pontos para aqueles que alcançarem a nota máxima. Saber escrever bem é muito importante para conquistar esses pontos, mas não é o único fator para o sucesso. Além de respeitar as normas gramaticais e saber usar corretamente a pontuação, também é necessário ter conhecimentos sobre o tema proposto na prova.

Dentro de todo um universo de assuntos possíveis, alguns se destacam por serem atuais ou estarem muito relacionados ao cotidiano do país. Em 2020, por exemplo, o tema escolhido foi “o estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira”. No ano anterior, 2019, por sua vez, o tema foi “a democratização do acesso ao cinema no Brasil”. Mas e este ano, quais assuntos podem ser cobrados dos estudantes na redação? Para o professor de História e coordenador editorial do Sistema Positivo de Ensino, Norton Nicolazzi Junior, a principal característica do tema da redação é apresentar um problema da sociedade brasileira e pedir para que o estudante proponha uma solução. "Por isso, é importante saber quais assuntos foram debatidos no país no último ano e ler muito a respeito de cada um deles”. O especialista seleciona alguns pontos sobre os quais é aconselhável se aprofundar para o Enem 2021.

  1. Ensino a distância

A pandemia de covid-19 trouxe uma série de desafios para a educação brasileira. Um dos maiores problemas foi a questão do ensino a distância, necessário para evitar a propagação do coronavírus. Muitas escolas, principalmente da rede pública de ensino, não tinham a infraestrutura necessária para assegurar o aprendizado das crianças e adolescentes. Na outra ponta, boa parte desses estudantes não tinham acesso à internet ou a equipamentos de informática de qualidade para prosseguir com seus estudos. “Mesmo com o avanço da vacinação, esse é um assunto que deve permanecer na pauta da discussão pública por algum tempo. Afinal, não há certeza de que esta seja a última pandemia pela qual passaremos nos próximos anos, de modo que será preciso pensar estratégias positivas de ensino a distância ou ensino híbrido”, comenta Nicolazzi.

  1. Futuro dos monumentos históricos

Não apenas no Brasil, mas em todo o mundo, estátuas e outros monumentos prestam homenagem às mais diversas figuras históricas. Nos últimos anos, uma parte da sociedade civil passou a questionar algumas dessas homenagens. Muitas delas fazem menção a escravocratas, por exemplo, o que, na visão de muitos pensadores, seria como premiá-los por todo o horror que causaram historicamente. Em São Paulo, a estátua do bandeirante Manuel de Borba Gato foi incendiada em protesto ao papel que essa figura histórica teve na construção do Brasil. O monumento foi inaugurado em 1963 em homenagem ao bandeirante, responsável por tomar terras e escravizar negros e indígenas nos séculos XVII e XVIII. A proposta é substituir esses monumentos por outros, que façam alusão a personagens negros, mulheres e outras figuras importantes para a luta antirracista.

  1. Evasão escolar

Não é de hoje que a evasão escolar é um problema no Brasil. Tampouco ela tem como causa única a pandemia de covid-19. No entanto, as dificuldades que muitos estudantes encontraram para se concentrar durante as aulas on-line e para ter acesso à internet de qualidade potencializaram o processo de evasão. De acordo com o estudo “Enfrentamento da cultura do fracasso escolar, do Fundo de Emergência Internacional das Nações Unidas para Infância (Unicef), 1,38 milhão de estudantes com idades entre 6 e 17 anos abandonaram os estudos em 2020, o que representa 3,8% do total de jovens brasileiros em idade escolar. “A evasão é um problema antigo, mas que tem estado muito em evidência durante a pandemia. Ainda não há respostas certeiras para essa situação, o que pode levar esse assunto a ser cobrado de quem vai prestar o Enem”, afirma Nicolazzi. Importante saber também a diferença entre evasão e abandono escolar, para não confundir durante a construção do discurso.

  1. Superexposição a meios digitais

Segundo uma pesquisa do App Annie Intelligence, o brasileiro passa, em média, 5,4 horas por dia em frente à tela do celular. O país está em primeiro lugar no ranking mundial, seguido pela Indonésia e pela Índia (2º e 3º lugares, respectivamente). As consequências desse comportamento são inúmeras e vão desde prejuízos à visão até agravamento de transtornos que afetam a saúde mental. Quando se trata de crianças e adolescentes, a problemática é ainda mais séria. E, quanto mais a tecnologia evolui, maior a tendência de permanecer cada vez mais tempo olhando para meios digitais. Por esse motivo, para o especialista, esse também pode ser o tema da redação do Enem 2021.

  1. Democratização do acesso a museus

Em 2019, um levantamento realizado pelo instituto Oi Futuro apontou que as classes A e B são 82% do total de frequentadores dos museus brasileiros. Isso significa que mais de 80% das pessoas que têm acesso às salas cheias de arte, sons e história pertencem ao grupo com rendimento familiar de mais de R$ 9.980,00 por mês. Analisando dessa forma, uma das conclusões a que se pode chegar é que quem tem menos condições financeiras também tem menos acesso a esses espaços culturais. “Esse é um tema bem geral, mas que pode ser cobrado porque o interesse dos brasileiros por museus virtuais, durante a pandemia, cresceu 50%. Ou seja, talvez a solução seja dar condições para que as pessoas conheçam os ambientes de museu”, pondera o especialista.

  1. Crise Hídrica

Falta água e, consequentemente, energia elétrica no Brasil. Embora a crise hídrica esteja sendo mais comentada nos últimos meses, especialistas já alertavam há muito mais tempo que um cenário como esse poderia acontecer. As possíveis causas e as duras consequências desse problema são inúmeras. "Essa é uma reflexão que passa pelas mudanças climáticas, por estratégias dos órgãos públicos e também pela responsabilidade individual. Todos os ingredientes que costumam compor o tema da redação do Enem", alerta Nicolazzi.

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Sobre o Sistema Positivo de Ensino

É o maior sistema voltado ao ensino particular no Brasil. Com um projeto sempre atual e inovador, ele oferece às escolas particulares diversos recursos que abrangem alunos, professores, gestores e também a família do aluno com conteúdo diferenciado. Para os estudantes, são ofertadas atividades integradas entre o livro didático e plataformas educacionais que o auxiliam na aprendizagem. Os professores recebem propostas de trabalho pedagógico focadas em diversos componentes, enquanto os gestores recebem recursos de apoio para a administração escolar, incluindo cursos e ferramentas que abordam temas voltados às áreas de pedagogia, marketing, finanças e questões jurídicas. A família participa do processo de aprendizagem do aluno recebendo conteúdo específico, que contempla revistas e webconferências voltados à educação.

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