As medidas tomadas pelo governador, durante esse longo período de pandemia, são os fatores que estão turbinando a popularidade do emedebista em todos os segmentos sociais do DF



A célebre frase do governador Ibaneis Rocha(MDB), que diz que  o seu governo "é para servir aos pobres, os ricos basta não atrapalhar", vai ao encontro do levantamento feito pelo instituto de pesquisa eleitoral Exata OP, realizado no mês passado que o site teve acesso.

Conforme demonstrativo, o chefe do Executivo local aparece com prestígio em meio às classes sociais de A a E. Ou seja: Ibaneis faz um governo voltado para todos. 

Apesar da devastação na economia mundial, provocada pela pandemia do novo coronavírus, Ibaneis soube fazer uma gestão, em socorro a todos os segmentos da sociedade, ajudando as grande, médias e micros empresas a superar a crise, com as medidas protetivas baixadas para conter o avanço da covid. 

Entre as ações, o governador decidiu postergar o pagamento de impostos, além de propor leis para isentar outros tributos para os setores mais afetados, medidas que ajudaram a aliviar as contas de mais de 37 mil empresas. De salões de beleza, barbearias, esmalterias e outros estabelecimentos, que deixaram de funcionar nos períodos mais trágicos, causados pela pandemia, tiveram o pagamento do ISS (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza), postergado até 2027. 

Os mais de 20 programas como Prato Cheio, Cartão Material Escolar, Programa Creche, Mobilidade Cidadã, Renda Emergencial, Bolsa Alimentação Creche, Programa Alimentação Escolar e Renova-DF, além dos auxílios emergenciais, serviram para proteger as famílias mais vulneráveis do Distrito Federal. Somando tudo, esses  programas beneficiam 218 mil famílias, o que dá mais de 900 mil pessoas. 

Na quinta-feira passada(15), uma  proposta de Ibaneis, aprovada pela CLDF, serviu de alívio para o bolso dos motoristas do DF, com a redução de três pontos percentuais em três anos, a partir de 2022, sobre os preços dos combustíveis. Agora, o próximo passo do governador,  é ter outro projeto, enviado ontem, para ser aprovado pela Câmara Legislativa. A proposta social visa baixar o ICMS de 14 produtos da cesta básica. Mais de três milhões de famílias serão beneficiadas com alimentos mais baratos. Todas  essas iniciativas, tomadas nesse longo período de pandemia, Ibaneis Rocha não deixou de tocar as grandes obras por todo o DF, gerando milhares de empregos e aquecendo a economia. 

O resultado da pesquisa realizada no mês passado pela Exata OP, é uma demonstração de que a população está satisfeita com o governo do emedebista e o credencia para a reeleição em 2022.


A prevenção ao suicídio. Este é o foco do Setembro Amarelo, campanha que teve início no Brasil, no ano de 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e também pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), que vem desde então conscientizando a população sobre a importância de falar sobre o assunto. Uma situação que não é tão abordada é o cuidado necessário às famílias de pessoas com deficiência intelectual. Por esse motivo, o CENSA Betim, instituição que é referência nacional, há 57 anos, no suporte aos indivíduos com a condição, chama a atenção sobre a importância do acompanhamento psiquiátrico, já que conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos por motivos que envolvem a pressão do cotidiano e a depressão, muitas vezes oriundas dos desafios enfrentados durante a vida, como cuidar de uma pessoa que demanda um apoio generalizado nas diversas áreas da vida.

De acordo com Natália Costa, diretora do CENSA Betim, as famílias das pessoas devem procurar ajuda profissional quando sentirem que não estão conseguindo lidar com as situações do dia a dia. "O Setembro Amarelo é necessário lembrar a sociedade de que todos precisam se cuidar. No caso do círculo familiar das pessoas com deficiência, lembro que a rotina demanda cuidados específicos e pode ser bem exaustiva, tanto física quanto psicologicamente. O acompanhamento profissional é muito eficaz para nos ajudar a ter resistência para o enfretamento das adversidades da vida", comenta.

Segundo Natália Costa, não somente os familiares precisam ter um acompanhamento psiquiátrico e psicológico, mas também, os filhos com deficiência. "No caso das pessoas com deficiência, o acompanhamento profissional é fundamental para a aquisição de uma melhor qualidade de vida. Temos casos aqui no CENSA de indivíduos acompanhados pela nossa equipe transdisciplinar, que inclui psicóloga e psiquiatra, que apresentaram uma melhora substancial do quadro emocional e consequentemente maior sucesso nas interações sociais. Isso só reforça a importância deste tipo de trabalho. Portanto, seja para a sociedade como um todo, ou para as famílias de pessoas com deficiência, ao menor sintoma de depressão, procure ajuda", recomenda.

CENSA Betim

O CENSA foi fundado em 1964 pela educadora Ester Assumpção, mulher à frente de seu tempo, que trabalhou com Helena Antipoff no Instituto Pestalozzi. Dona Ester, como era carinhosamente chamada, acolhia em seu próprio lar crianças com deficiência cujas famílias não podiam fixar residência em Belo Horizonte. Assim nasceu o CENSA, de um sonho, um ideal de uma educadora, cujo desejo de cuidar e amparar crianças com deficiência e suas famílias era genuíno e se materializou em quatro instituições por ela fundadas: CENSA, APEX, Instituto Ester Assumpção e Clínica São José. "Lembrar de Ester Assumpção é honrar nossas raízes, zelar por esse legado que recebi e sinto-me privilegiada de servir com afinco e alegria. Sou da terceira geração de gestoras de uma organização que nasceu, primeiro no coração de uma mulher magnífica, e se materializou através de muitas mãos, sendo hoje referência nacional no atendimento transdisciplinar da pessoa com deficiência intelectual na idade adulta", pontua Natália Costa.

Natália Costa lembra que milhares de pessoas tiveram suas vidas transformadas pelo CENSA. "Nesses 57 anos, mais de dois mil alunos com deficiência intelectual já passaram por aqui, o que ajudou não só as famílias dos educandos, estimulando a inclusão e a educação, como também na formação de mão de obra especializada, já que antigamente o local abrigava o hospital Nossa Senhora D'Assumpção, que possuía residência médica na área de psiquiatria", relembra. Com cerca de 100 educandos atualmente, a instituição possui uma equipe de profissionais da área da saúde e educação que somam esforços para criar condições favoráveis para o desenvolvimento e a inclusão desses indivíduos. Além disso, o CENSA é um espaço de formação e parceria com escolas públicas e privadas, além de faculdades e universidades. Seus profissionais estão sempre engajados na produção científica de artigos, livros e teses e, com isso, se mantêm atualizados na busca de soluções estruturadas para pessoas com deficiência intelectual e seus familiares.

CENSA Betim

Local: Rodovia Fernão Dias, Km 494 – S/N Betim – MG

Instagram: @censabetim

Facebook: https://www.facebook.com/censabetim/

Site: www.censabetim.com.br



As tecnologias têm trazido bastante comodidade na vida das pessoas. No entanto, nem todos os setores da economia conseguem garantir a confiança para o consumidor através de um robô digital. E quando o assunto é negociação de imóveis, seja para comprar, vender ou alugar, a atuação humana é indispensável, conforme apontam Glauce Santos e Dyogo Vieira, diretores da RE/MAX Rio de Janeiro – Zona Norte, regional da maior franquia imobiliária do mundo. Eles destacam que, mesmo com todo o movimento que existe a respeito da substituição do profissional em negociações por aplicativos, nada sobressai sua expertise, conforme posicionamento do sistema COFECI-CRECI, que já alertou que qualquer nova unidade imobiliária tem o dever de obedecer aos parâmetros estabelecidos pela lei nº 6.530 para o funcionamento. Ou seja, no que diz respeito ao atendimento aos clientes, de acordo com o artigo 3º, só pode ser feito por profissionais corretores de imóveis.

Para Glauce Santos, a presença física do profissional é imprescindível para uma transação imobiliária segura e confiável para ambas as partes. "É importante ter o corretor de imóveis para esclarecer pontos e trazer mais clareza para o cliente. Entendo que a popularização da internet mudou sim os hábitos de compra do consumidor, não só no mercado imobiliário, mas em todos os setores da economia. No entanto, na metodologia adotada pela empresa, essa revolução tecnológica é vista apenas como aliada e parceira, e não como o foco principal dos negócios. Sabemos que muitas pessoas, hoje, utilizam os smartphones e com os clientes imobiliários isso não é diferente, já que boa parte deles fazem esse primeiro contato e busca através do celular pelos sites e internet. Todavia, a segurança para o fechamento de um negócio é conquistada através do atendimento pessoal do corretor com o cliente. Ou seja, frente a frente", comenta a diretora.

Já para Dyogo Vieira, um pouco diferente do que é visto em todo o Brasil, onde a imobiliária é o ponto de apoio ou referência para o cliente, na RE/MAX o corretor é o grande condutor e especialista do negócio. Por isso, ele lembra que as novas tecnologias são importantes para agregar ao método já utilizado, mas jamais dispensam a atuação do profissional. "Com o passar dos anos, temos tido cada vez mais tecnologias para ajudar a vida das pessoas, como esses de imobiliárias que sempre vão existir. No entanto, nós as vemos como facilitadoras do processo do trabalho e do contato com o cliente, mas não como um substituto dele. Para nós, nada conseguirá substituir, verdadeiramente, o papel de um profissional corretor de imóveis que, além de ter toda a sua expertise no negócio, tem uma rede de networking que não é encontrado através de um aplicativo, até porque os aplicativos são programados, não pensam e agem como um humano", diz o diretor.

Qualificação sempre

Sempre antenada no que acontece para alavancar ainda mais o seu crescimento, a empresa investe na qualificação constante de seus corretores associados por meio da Universidade RE/MAX Brasil, plataforma on-line com funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana, e a Academia RE/MAX, com treinamentos mensais e semanais, tanto presenciais, quanto via Google Meet, para os franqueados, Agentes e staffs da regional Zona Norte carioca. Há ainda a Escola RE/MAX, com treinamentos in-loco oferecidos pelos franqueados aos seus Agentes RE/MAX, sem contar com outras plataformas da rede mundial, que oferecem cursos via web em diversos idiomas.

Para Glauce Santos, a excelência do corretor no atendimento ao cliente e relacionamento com os demais colegas dão garantia à profissão diante das inovações tecnológicas. "As novas tecnologias são importantes, mas não devem ser uma preocupação para os corretores atuantes, e sim um desafio. A única forma que eles têm de neutralizar essas intermediações através de aplicativos, se é que isso tem como mesmo, é se mostrar, e ser, cada vez mais, imprescindível nessa intermediação. Ou seja, demostrando ao cliente que está preparado e sempre bem capacitado para entender e atender as necessidades que ele procura. Por isso, na Universidade RE/MAX sempre oferecemos cursos que englobam exatamente as necessidades de mercado", concluem os diretores da regional carioca.

Sobre a RE/MAX

Com 48 anos de atuação, a RE/MAX é uma franquia americana que ganhou notoriedade mundial e se tornou referência em negócios imobiliários em todo o planeta. A marca chegou ao Brasil em 2009, mas hoje a franquia já alcançou 124 países, presente em todos os continentes, com mais de 137 mil corretores em mais de 8.600 unidades franqueadas. A Zona Norte do Rio de Janeiro passou a ter uma regional em 2018, que, só naquela região, conta com oito franquias.

O direcionamento da RE/MAX está presente no lema: "todos ganham", uma máxima que tem permitido a sua liderança, conquista e reconhecimento do mercado. Com esse conceito, a RE/MAX revolucionou o mercado imobiliário. Este sistema permite recrutar e reter os melhores profissionais do mercado, ter equipes motivadas e produtivas, diminuir a rotatividade dos corretores e prestar o melhor serviço aos clientes.

Mais informações: https://remaxriodejaneironorte.com/    


 

                                                                                     Créditos: divulgação


Cirurgia de retirada foi feita com auxílio da robótica que permite melhor visualização e maior precisão de movimentos operatórios


A comerciante Andressa Tauro Imoto, 42 anos, descobriu um tumor no tórax após fazer uma tomografia do pulmão para acompanhar uma lesão causada pela covid-19. Sem nenhum sintoma ou desconforto, a tumoração que estava crescendo próximo à junção da costela com a coluna é incomum e, na maioria dos casos, benigna, com necessidade de tratamento cirúrgico.

“Esse tipo de cirurgia não é usual e optamos em realizá-la com auxílio da robótica pela precisão dos movimentos e melhor visualização das estruturas do tórax”, explica o cirurgião torácico do Hospital Marcelino Champagnat, Liu Estradioto. “O procedimento é realizado por pequenos orifícios no tórax para introdução das pinças cirúrgicas robóticas, com imagem em 3D e em alta definição - full HD. A utilização da plataforma de cirurgia robótica diminui a dor após a cirurgia, o tempo do internamento e ainda permite o retorno em menor tempo às atividades do dia a dia”, complementa o médico. 

“Tive alta após dois dias. Não senti mudanças no geral, já que eu não tinha nenhum desconforto em relação à presença do tumor. Sinto-me muito aliviada e grata por tê-lo descoberto precocemente e evitar prejuízos maiores no futuro”, relata Andressa.

Diagnóstico 

O diagnóstico desse tipo de tumor é feito por meio de exames de imagem, como tomografia computadorizada do tórax ou por ressonância nuclear magnética do tórax. O médico esclarece que, em sua maioria, os pacientes são assintomáticos. Porém, com o tempo, o crescimento do tumor pode gerar compressão de órgãos do tórax e ocasionar sintomas, assim como pode crescer para dentro do canal medular e comprimir a medula espinhal. “Falta de ar, dificuldade de engolir, dor torácica e perda da força são os sintomas mais comuns em um estágio mais avançado do tumor”, explica Estradioto.

Robótica

No Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), o investimento na aquisição da plataforma robótica Da Vinci X foi motivado pela possibilidade de uma visão tridimensional, 20 vezes maior que a humana, que garante movimentos mais precisos.

Ideal para procedimentos que precisam de maior detalhamento anatômico ou cirurgias realizadas em pequenos espaços e cavidades, o robô possui quatro braços, sendo que um deles carrega a câmera, enquanto os outros três ficam livres para portar instrumentos cirúrgicos como pinças, tesouras e bisturi. 

O médico realiza a cirurgia a partir da mesa de controle, com movimentação dos instrumentos feita pelo manuseio de dedais, de forma bem delicada. À medida que move as mãos e os dedos, o robô reproduz os movimentos dentro do corpo do paciente, assim, os gestos são mais precisos, proporcionando uma cirurgia mais segura mesmo em casos de alta complexidade como no tratamento do câncer de pulmão e dos tumores do mediastino.




O Mega Space (Av. das Indústrias, 3000 - Distrito Industrial II, Santa Luzia, Região Metropolitana de BH) será a sede do Vai ter Samba novamente. É que neste sábado, 25 de setembro, a partir das 20h, o primeiro evento de samba e pagode com atrações nacionais no entorno da capital mineira vai agitar o público com os shows de Vitinho, Sorriso Maroto, Mumuzinho, Akatu e Samba Brother. Os ingressos estão disponíveis no site da Central dos Eventos: www.centraldoseventos.com.br.

Sorriso Maroto

Com uma carreira recheada de sucessos, o Sorriso Maroto, um dos maiores expoentes do pagode, trará para o Samba Prime, parte da sua vasta discografia e canções que estão registradas nos últimos trabalhos, como, Ao Cubo Ao Vivo em Cores. O trabalho do cantor Bruno Cardoso e banda traz as canções Outros Ideais, Teoria e Prática, Reprise, 50 Vezes, Me Arrependi, Rolo Compressor e outras para alegrar o público do início ao fim. 

Mumuzinho

Mumuzinho, um dos destaques da música brasileira, também vai alegrar os fãs com suas músicas e toda a sua irreverência. Eu Mereço Ser Feliz, Confiança, Curto Circuito e outras canções que fazem parte da sua história farão parte da apresentação.

Grupo Akatu

Formado atualmente por Angelo (reco e voz), Caique (tantan e voz), Lucas (pandeiro), Lukas Gabriel (voz) e BEG (voz), o Akatu foi criado em 2015 por jovens apaixonados por pagode na capital mineira. Hoje é uma banda em ascensão, que a cada dia ganha mais espaço no cenário musical, inclusive, sendo divulgada até pelo jogador Neymar Jr, graças ao sucesso do projeto Encontro de Gerações, com o grupo Revelação.

Semente boa e mundo melhor: essas são as traduções do nome de origem Tupi, que hoje ecoa entre o público. Há seis anos, o grupo segue conquistando fãs com o seu pagode animado e irreverente. O show é uma mistura de canções autorais, que já estão na ponta da língua do público que acompanha a banda, e hits do samba e pagode, embalados pelo jeito irreverente e animado que os músicos conduzem a apresentação em cima do palco.

Vitinho

O cantor Vitinho é considerado uma das revelações nacionais do samba e pagode. Muito querido em Belo Horizonte, ele, que fez uma participação especial no projeto Encontro de Gerações, do Akatu e Revelação, chega na capital mineira para cantar os seus grandes sucessos no Vai Ter Samba.

Samba Brother

Também para animar a festa, o Grupo Samba Brother vai trazer grandes sucessos do samba e pagode. Conhecidos pelo grande carisma, eles vão tocar Som do Tambor, Traição, Eu Juro, Climatizar e outras canções que o público conhece muito bem. 

Último Vai ter Samba

A temporada do Vai Ter Samba será encerrada com grandes nomes da música brasileira. Estão confirmados os shows de Dilsinho, Turma do Pagode, Suel e Akatu, com as participações especiais de Matheusinho e Adriano Ribeiro. Os ingresso já podem ser adquiridos pelo site da Central dos Eventos: www.centraldoseventos.com.br.

Serviço

Vai Ter Samba

Data: 25 de setembro, sábado

Horário: 20h

Atrações: Mumuzinho, Sorriso Maroto, Grupo Akatu, Vitinho, Samba Brother

Local: Mega Space (Av. das Indústrias, 3000 - Distrito Industrial II, Santa Luzia – MG)

 

Ingressos:

Mesas (para 4 pessoas)

Valor individual: R$70  (1º lote)

 

Obs: Todos as mesas são para 4 pessoas e os ingressos serão vendidos de forma individual.

 

A posição das mesas será por ordem de chegada no evento

 

Lounges (Para 15 pessoas) – R$ 3 mil (1º lote)

 

Obs: Todos os lounges são para 15 pessoas e será vendido apenas o lounge completo com 15 ingressos.

 

Vendas do Lounge: 31 99383-4099 (whastapp)

 

Daniel Moreira*


A pandemia trouxe novas necessidades, além de amplificar as que já existiam no ambiente escolar, e acelerou a revolução digital na Educação. O fechamento das escolas virou toda a comunidade escolar de cabeça para baixo. O currículo não estava adaptado para um novo formato, bem como os professores não estavam preparados para ensinar de maneira remota. Uma pesquisa do Instituto Península revelou que, após seis semanas de isolamento, 83% dos professores brasileiros ainda se sentiam nada, ou pouco, preparados para o ensino remoto. Quase 90% dos docentes nunca tinham dado aula virtualmente antes da pandemia e 55% não tiveram qualquer suporte ou capacitação durante o isolamento social para ensinar fora do ambiente físico da escola.

Já os estudantes, em suas casas, precisaram de muito mais do que uma conexão wi-fi e uma tela para absorver o conteúdo das aulas remotas. Acostumados com milhares de estímulos simultâneos, vimos que é muito difícil mantê-los concentrados por 50 minutos em uma única tela. E os menores, em fase de socialização e alfabetização, tiveram que aprender a brincar e a ler as primeiras palavras à distância. As escolas e os educadores perceberam, então, que a transformação digital não se resume a aplicar a mesma aula em formato digital, mas sim a uma mudança cultural (e estrutural) na maneira de ensinar e aprender dentro e fora da escola.

Com o tempo, a tecnologia se tornou a mais poderosa aliada da escola e dos estudantes, digitalizando diversos processos de aprendizagem. Educação 4.0 e 5.0, realidade virtual, computação em nuvem, IoT, gamificação, ambientes virtuais de aprendizagem, redes sociais, bibliotecas virtuais, realidade aumentada, m-learning, u-learning, metodologias ativas e tantos outros conceitos foram sendo incorporados às práticas de ensino, com o objetivo de reduzir distâncias, aumentar o engajamento, personalizar o aprendizado, facilitar o acesso ao conhecimento, melhorar o desempenho, aumentar o alcance e garantir resultados melhores para todos os envolvidos.

Diante desse cenário, a mudança das escolas e seus mindsets para se adaptar à transformação digital é fundamental. O erro mais comum, porém, não é a resistência à digitalização de processos. A tecnologia, por si só, não é suficiente para a transformação digital. Porque a tecnologia não funciona se o ser humano não souber fazer uso dela. Ou seja, não adianta implantar os melhores materiais didáticos, com recursos de realidade aumentada, gamificação e inteligência artificial, se não tivermos professores capacitados e alunos preparados para usar toda essa tecnologia em benefício do aprendizado. Um plano efetivo de integração de tecnologia requer a participação de todos. É uma mudança estrutural nas escolas, que deixam de ver a tecnologia como um recurso pontual para utilizá-la no cotidiano.

A transformação digital na Educação abrange a complexidade de repensar os processos, os modelos de negócio e a experiência dos alunos, familiares, professores e demais agentes da comunidade escolar por meio de uma completa imersão na tecnologia digital. Os estudantes precisam compreender que esse novo cenário traz mais autonomia para o aprendizado, permitindo que eles tenham um papel de protagonismo. Além disso, os professores devem reconhecer a flexibilidade que a tecnologia oferece, além dos recursos que qualificam os métodos de ensino, produzindo resultados mais satisfatórios.

Importante ter em mente que a transformação digital da escola não acontece de uma só vez, nem tem data para terminar. Ela acontece todos os dias, o tempo todo. É uma adaptação às exigências e às novidades do mundo. É um processo que acontece ao vivo e fica ultrapassado rapidamente. O que não pode sair do foco é a qualidade do serviço educacional prestado. Os alunos devem sentir que estão aprendendo tanto quanto, ou mais, do que antes.

No Brasil, os desafios ainda são gigantes. Mas uma coisa é certa: a tecnologia veio para ficar e não existe mais escolha: nós teremos de nos reinventar. A Educação nunca mais será como antes e não é mais possível voltar atrás. Sejamos todos bem-vindos à Nova Educação.

* Daniel Gonçalves Manaia Moreira é diretor geral da Positivo Soluções Didáticas.

Mozart Neves Ramos*


Uma das razões da falta de efetividade do Plano Nacional de Educação (PNE) quanto ao cumprimento das metas estabelecidas é a dificuldade que o país tem de colocar em prática o regime de colaboração. O Art. 205 da Constituição Federal (CF) é muito claro quando afirma que, para oferecer uma educação de qualidade, é preciso trabalhar em colaboração. Quem melhor faz isso no Brasil é o estado do Ceará. Um dos frutos dessa colaboração entre o estado e os municípios é o exitoso programa de alfabetização das crianças cearenses.

Não é por falta de instrumento que os estados e municípios brasileiros não conseguem colocar em prática o regime de colaboração. O Art. 7º do PNE, em seu inciso 7º, ressalta a existência dos chamados Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADEs) como um instrumento que pode ser estratégico para esta finalidade. Os arranjos são um modelo de trabalho em rede no qual um grupo de municípios com proximidade geográfica e características sociais e educacionais semelhantes buscam trocar experiências, planejar e trabalhar em conjunto – e não mais isoladamente –, somando esforços, recursos e competências para solucionar as dificuldades na área da educação. 

Desde 2009, algumas regiões brasileiras, prefeituras, escolas e educadores já vêm trabalhando de acordo com essa concepção, porém tais iniciativas decorrem muito mais do resultado da articulação da sociedade civil com os municípios do que de uma ação organizada e induzida pelo Ministério da Educação, órgão que poderia coordená-las nacionalmente.

Mas agora surge uma real possibilidade de isso acontecer, em função da homologação, por parte do ministro da Educação Milton Ribeiro, do parecer produzido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) sobre esse tema, que propõe de maneira clara diretrizes operacionais para colocar em prática este valioso instrumento de colaboração entre municípios. E isso se dá num momento muito oportuno, em que mais do que nunca os municípios vão precisar trabalhar em conjunto para vencer os déficits de aprendizagens que foram fortemente ampliados por conta da pandemia.

Esse modelo colaborativo de atuação no campo da educação tem se mostrado particularmente importante para os pequenos municípios brasileiros, que sofrem com a falta de recursos humanos e financeiros. Os resultados verificados nos últimos dez anos podem ser encontrados no livro do pesquisador da FGV-SP Fernando Luiz Abrucio, Cooperação intermunicipal – experiências de arranjos de desenvolvimento da educação no Brasil (Curitiba: Instituto Positivo, 2017). Trabalhando juntos, eles têm conseguido enfrentar com mais eficiência os desafios comuns, especialmente na redução das desigualdades educacionais.

*Mozart Neves Ramos é membro do Conselho Nacional de Educação, titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira da USP-Ribeirão Preto e membro do Conselho de Governança do Instituto Positivo.

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