A ideia central do Sicoob DFMil é unir forças para alcançar objetivos coletivos. No Sicoob DFMil, você é dono do negócio, tem atendimento personalizado, taxas de juros reduzidas e participação nos resultados. Para quem busca rentabilidade acima da média e não abre mão da segurança e da liquidez, nós temos boas opções de investimentos. Mas, os benefícios não acabam por aqui  



O Sicoob DFMil atende a Segurança Pública do Distrito Federal, as administradoras e/ou síndicos de condomínios. O diferencial é que, no Sicoob DFMil, o condomínio vai economizar em taxas e despesas. Além disso, a nossa cooperativa não tem fins lucrativos e visa atender aos interesses dos associados. Por isso, um representante do condomínio tem direito ao voto nas Assembleias do Sicoob DFMil.

Além das vantagens citadas, confira mais 7 benefícios de escolher o Sicoob DFMil:

1 - Cobrança bancária — as menores tarifas do mercado;

2 - Atendimento personalizado e humanizado — seja com o atendente prestando suporte pelo WhatsApp, por ligação ou por e-mail;

3 - Atendimento agilizado — as demandas dos síndicos são resolvidas em tempo hábil;

4 - Prestação de serviços a domicílio — quando a situação não pode ser resolvida por ligação, e-mail, WhatsApp ou aplicativo Sicoob, nosso consultor leva nossos serviços até os condomínios;

5 - Equipe especializada em condomínios — equipe preparada para atender as necessidades dos síndicos e administradoras de condomínios;
 
6 - Seguro de edificação e residencial — as melhores cotações com custo benefícios, para os condôminos e para o condomínio;

7 - Financiamento para obras ou energia fotovoltaica — as menores taxas e os melhores prazos, para realização de obras condominiais.

O Sicoob DFMil facilita a vida do síndico e auxilia na redução dos custos dos condomínios.

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"É uma vitória que divido com toda minha equipe da Secretaria de Saúde, após articulações que vinham de longa data", destaca governador sobre aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária



O governador Ronaldo Caiado celebrou a autorização, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), dada ao Governo do Estado para importação excepcional de 142 mil vacinas Sputnik V, produzidas pela Rússia. Goiás tornou-se um dos estados do Centro-Oeste a avançar na negociação de imunizante alternativo para a população.

"É uma vitória que divido com toda minha equipe da Secretaria da Saúde, após articulações que vinham de longa data", disse, durante coletiva de imprensa, após vistoria da reforma e ampliação da Praça de Esportes do Setor Pedro Ludovico, em Goiânia.

O aval da agência foi divulgado nesta terça-feira (15/06). Caiado explicou que o Governo Federal está abrindo a Estados e empresários a possibilidade de aquisição, uma vez que o processo de vacinação avança, conforme as etapas estipuladas pelo Plano Nacional de Imunização.

O governador também respondeu sobre a eficácia dos imunizantes disponíveis. "Todas as vacinas que puderam ser levadas aos brasileiros foram autorizadas pela Anvisa. Não é uma pessoa, na tese do achismo, que vai determinar qual pode ou não ser tomada", alertou. "A Anvisa dando a palavra final, Goiás já será beneficiado com a compra da vacina."

Os imunizantes vão ser utilizados em 71 mil goianos com a primeira dose e o reforço, o que equivale a 1% da população. "Esse é o limite permitido pela agência para estados que pediram autorização. O importante é vacinar a nossa gente", disse Caiado. "A Anvisa impõe regras que, enquanto não forem atendidas, não se pode falar em datas de recebimento das vacinas", afirmou. Ele também disse que outras negociações estão em andamento, mas só adiantará detalhes quando munido de acertos concretos.

"Não lançamos factóides para criar expectativas na população. É preciso muita cautela com as especulações", frisou o governador. Sobre o encontro ontem com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, que veio a Goiânia, disse que todos os aspectos da pandemia fizeram parte da conversa. "Dentro do planejamento, segue aquela nossa previsão", afirmou, sobre projeção de aplicar primeira dose das vacinas em toda população de Goiás acima de 18 anos até final do mês de setembro.

Autorização
O aval foi concedido pela maioria da Diretoria Colegiada da Anvisa, mediante condicionantes e assinatura de termo de compromisso para o deferimento do Licenciamento de Importação (LI) da vacina. "A maior parte das ressalvas depende da Rússia. Nós tramitamos ao mesmo tempo a autorização e a contratação. Com a decisão favorável, já estamos na fase de assinatura do contrato", assegura o secretário de Estado da Saúde de Goiás, Ismael Alexandrino.

Entre as obrigações, estão a utilização da vacina apenas na imunização de indivíduos adultos com idade entre 18 e 60 anos, não sendo indicada para gestantes, puérperas, lactantes e indivíduos com comorbidades, entre outras deliberações.

Os lotes das imunobiológicos importados somente poderão ser destinados ao uso após análise laboratorial e liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde.

Após o uso desse primeiro lote, do imunizante desenvolvido pelo Instituto Gamaleya da Rússia, a Anvisa avaliará os dados de monitoramento do uso da vacina, para decidir quanto aos próximos quantitativos a serem importados.

A Anvisa já tinha deliberado sobre pedidos anteriores de importação excepcional da vacina Sputnik V provenientes dos estados. Essa autorização tem regras diferentes das que valem para outras doses aplicadas no Brasil. Desta vez, além de Goiás, também conseguiram decisão favorável Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Amapá e Paraíba.



Por determinação do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), são cerca de 1,4 mil obras por todo o DF, sendo 200 de grande porte. Investir em obras é sinônimo de geração de emprego e renda para o Governo do Distrito Federal (GDF). Desde o início da gestão, o poder Executivo local garantiu 30 mil oportunidades de trabalho na capital. Mesmo com a pandemia do novo coronavírus, os serviços não pararam. Atualmente, são 1,4 mil obras, sendo 200 de grande porte. O investimento é de R$ 2,6 bilhões


Fotos: Acácio Pinheiro.

"O governador Ibaneis determinou que tirássemos do papel o máximo de obras que fosse possível, obedecendo a limitação orçamentária e financeira da Secretaria de Economia", comenta o secretário de Governo, José Humberto Pires. "Continuamos dessa forma este ano, deixando também tudo pronto para 2022", adiantou.

Apenas na construção do Túnel de Taguatinga, por exemplo, 1,7 mil pessoas foram contratadas. A expectativa é de empregar mais 200 para o novo turno diário de trabalho, até as 22h. "Lançamos na semana passada as obras na Avenida Hélio Prates, com previsão de gerar 875 ocupações. Também podemos destacar os serviços de infraestrutura de Vicente Pires, com 1,2 mil trabalhadores e a reforma da W3 Sul, com 500 operários", lembrou o secretário de Obras e Infraestrutura, Luciano Carvalho.  

A construção de dois viadutos na Estrada Setor Policial Militar (ESPM); o alargamento do viaduto da Estrada Parque Taguatinga e da Estrada Parque (EPCT); a Rota de Segurança do Setor de Inflamáveis; a reforma do Setor de rádio e TV Sul e do Parque da Cidade e a construção de Unidades de Pronto Atendimento empregaram mais de mil pessoas.

"Houve um grande esforço para colocar o DF novamente na posição de poder investir, mas o resultado todos podem ver com tantas obras em todas as regiões. Hoje o caixa está sob controle e os investimentos não vão parar", garante o secretário de economia, André Clemente.

Uma das maiores obras viárias já feitas na história do Distrito Federal, o Complexo Viário Governador Joaquim Roriz – que compreende o Trevo de Triagem Norte (TTN) e a Ligação Torto-Colorado (LTC) – garantiu a oportunidade de emprego de 770 pessoas.

Pequenas obras, grandes benefícios
Além de gerar emprego com grandes construções, como é o caso das Unidades Básicas de Saúde (800) e dos hospitais de campanha (300), a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) tem pequenas reformas por toda a cidade.

"São serviços de pavimentação, drenagem, plantio de grama, construção de calçadas e meios-fios. Para o morador, é uma grande conquista", destaca o presidente da Novacap, Fernando Leite.



O vice-presidente da CLDF também pediu agilidade na tramitação do PL 743/2019, de sua autoria, que cria a Política Distrital de Transporte sobre Trilhos



O deputado Rodrigo Delmasso (Republicanos), na sessão extraordinária remota da Câmara Legislativa (CLDF) desta quarta-feira (16), defendeu a "revisão total" do Plano Diretor do Transporte Urbano no Distrito Federal, a fim de tornar o transporte sobre trilhos o principal modal de Brasília, em vez do rodoviário. "O investimento não é alto em comparação ao que vai trazer benefícios para o DF", argumentou. Segundo o distrital, a topografia plana favorece este tipo de transporte que, para ele, é a solução ideal para a mobilidade de Brasília. "O DF precisa inovar e, no transporte, isso significa trazer os trilhos", reforçou.

O vice-presidente da CLDF também pediu agilidade na tramitação do PL 743/2019, de sua autoria, que cria a Política Distrital de Transporte sobre Trilhos. "Precisamos investir em monotrilho, trens urbanos, metrôs: todos os tipos de tecnologias já disponíveis existentes no mundo", defendeu. Delmasso ressaltou que a população tem enfrentado um "grande calvário" diariamente no transporte público, com ônibus lotados e demora no deslocamento. "Não dá para um cidadão sair de Planaltina e demorar duas horas até o Plano Piloto. É de extrema importância o investimento em transporte público de massa aqui no DF", afirmou.


Na sessão ordinária desta quarta-feira, dia 16 de junho, o Plenário do Tribunal de Contas do Distrito Federal elegeu o seu novo corregedor da Corte. O Conselheiro Manoel de Andrade assume o cargo imediatamente, havendo tomado posse na sessão que o elegeu. O mandato tem duração até o dia 31 de dezembro de 2022



São atribuições do corregedor, entre outras: instaurar sindicâncias e processos administrativos para apurar falta grave ou invalidez de servidor do Tribunal; receber e processar reclamações contra os membros do Plenário e os servidores do Tribunal; auxiliar o presidente, nas funções de fiscalização e supervisão da ordem e da disciplina do Tribunal e de seus Serviços Auxiliares, propondo providências para acabar com irregularidades porventura constatadas; e, ainda, propor ao presidente a adoção de medidas para o aperfeiçoamento do controle sobre o andamento dos processos, a fim de evitar excesso injustificado de prazos ou a excessiva duração do processo.


 
Hoje é dia de Cidades e Condomínios. A 5º temporada do Programa Cidades e Condomínios do DF, apresentado pelo jornalista Paulo Melo, está repleta de novidades. O programa recebe nesta quarta-feira, 16 de junho, José Eduardo Pereira Filho, secretário de Desenvolvimento Econômico do GDF, e a deputada federal, Alê Silva. O programa vai ao ar às 18h na TVCOMDF, canal 12 da NET e nos canais do Facebook e Youtube



O programa tem o slogan – a união entre as cidades e os condomínios. "O projeto do programa Cidades & Condomínios é mais um braço da nossa campanha de fortalecimento da comunicação das cidades e dos condomínios com os seus moradores", comenta Paulo Melo.

Apresentado com muita descontração, o programa recebe personalidades das cidades e dos condomínios de todo o Brasil, com debate regado ao bom entretenimento do telejornalismo, que recebe lideranças, síndicos, empresários, especialistas e políticos, falando sobre o trabalho em cidades, condomínios, gestão, legislação, manutenção, responsabilidade social e política.

Os convidados do programa de hoje são: José Eduardo Pereira Filho, secretário de Desenvolvimento Econômico do GDF.  Formado em Direito pela Universidade Federal do Piauí. Atualmente faz mestrado em Direitos Sociais e Processos Reivindicatórios, no Centro Universitário IESB. O piauiense José Eduardo Pereira Filho, responde atualmente pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal. Possui vasta experiência profissional, tendo atuado como Vice-Presidente de Governo do Banco do Brasil, entre janeiro/2017 a janeiro/2019, membro do Conselho Curador da FBB – Fundação Banco do Brasil (2017 – 2019) e Presidente da Junta Comercial do Estado do Piauí (2013 – 2014), dentre outras posições de relevância no serviço público e privado. É membro do conselho de administração do SEBRAE/DF e do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal – CONPLAN. E atua, ainda, como Conselheiro Fiscal do Banco de Brasília (BRB).O advogado quer atender bem as grandes empresas e atrair investimentos para o DF. "A nossa Secretaria tem o papel de funcionar como balcão único de atendimento das grandes empresas para garantir atendimento diferenciado com foco na agilidade das demandas relacionadas a manutenção ou atração de investimentos, com reporte ao Governador e Secretário de Governo", comentou o secretário de Desenvolvimento Econômico.

A outra convidada é a deputada federal, Alê Silva: Ter fé e acreditar no impossível é a principal lição que a vida ensinou à deputada federal Alê Silva, que desde criança venceu uma série de obstáculos, que não eram comuns naquela época. Alessandra Silva Ribeiro enfrentou os primeiros desafios como menina de rua, ao lado da família biológica, em Petrópolis, no Rio de Janeiro, vivendo numa área remanescente de Mata Atlântica, ameaçada pelo crescimento de favelas, como a que ela morou no bairro Meio da Serra, próximo a Majé.  Entre o trabalho na roça e os estudos foram muitas interrupções na vida de Alê Silva, com 16 anos retomou os estudos no 5º ano, fez supletivo e em dois anos concluiu o ensino fundamental. Depois no período de 1 ano e meio finalizou os estudos do ensino médio. Ao se tornar maior, 21 anos, Alê Silva voltou para Minas Gerais para rever a tia Ana Maria Vieira e resolveu ficar para iniciar um curso superior na Faculdade de Direito do Vale do Rio do Doce (Fadivale). "Dediquei muito aos estudos e, assim que me formei em 2000, logo na primeira tentativa fui aprovada no Exame da Ordem. A partir daí comecei a trabalhar como advogada", explica.

Alê Silva entrou na política em 2018, faltando apenas dois dias para encerrar o prazo de filiação para concorrer ao pleito eleitoral e conquistou o respeito dos eleitores por colocar em prática aquilo que ela sempre desejou que os políticos fizessem: ser verdadeiros e transparentes. "Eu já tive algumas fases na minha vida, e uma delas era não gostar de política. Porém, com o advento da internet, comecei a avaliar alguns perfis políticos de direita, conservadores e me identifiquei com eles. Na verdade, descobri que não gostava é de politicagem e de politiqueiros e me reconheci como uma ativista política", conta a parlamentar mineira, que estreou na política ocupando uma vaga no Congresso Nacional.

A deputada federal Alê Silva foi eleita com 48.043 votos nas eleições gerais de 7 de outubro de 2018. Com mandato válido até 2022, hoje ela é a legítima representante do povo mineiro na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Seu posicionamento firme e a forma aguerrida de fiscalizar constantemente a aplicação dos recursos fazem com que Alê Silva sofra ataques nas redes sociais. Para a deputada federal, se não fosse assim, o trabalho não estaria surtindo nenhum tipo de efeito.

#Cidades
#Condomínios

 

Marcelo Abreu Ducroquet, é infectologista e professor do curso de Medicina da Universidade Positivo.
Divulgação

                                                           

                                                             Marcelo Abreu Ducroquet*

Em um período de apenas dez dias, recebemos duas notícias surpreendentes. Primeiro, a Copa América na Argentina e Colômbia seria cancelada e, segundo, o Brasil aceitou receber a competição a duas semanas do início. A primeira notícia não é inédita, a história do torneio é marcada pela intermitência e mudanças no cronograma. A segunda é inédita. Quem aceitaria sediar um evento dessa magnitude em cima da hora? Quais são os benefícios de sediar a competição? Quais são os riscos? 

Os benefícios são econômicos e políticos. As pessoas envolvidas na organização da Copa ganharão milhões. Direitos de transmissão e publicidade. Aparentemente, os clubes donos de estádios que recebem jogos também recebem pagamentos. Em tempos normais, um pouco do dinheiro permearia a economia por meio do turismo, aumentaria o faturamento de restaurantes e hotéis. Com mais pessoas visitando o Brasil, aumentaria o número de oportunidades de negócios. Mas neste ano, esses benefícios tendem a ser reduzidos pelas dificuldades de deslocamentos impostas por vários países. Mesmo que o governo brasileiro não imponha restrições de viagem, muitos países não recomendam que seus cidadãos venham ao Brasil neste momento.

Que malefícios a Copa pode trazer? São políticos e sanitários. Os governos estaduais e municipais decretaram restrições à atividade comercial ao longo do último ano. É difícil conciliar essa posição com a realização de um evento esportivo internacional com o qual não tínhamos compromisso. Esse ponto é especialmente relevante. Não tínhamos nenhum compromisso assumido com a realização da Copa América este ano. O governo japonês está enfrentando duras críticas internas pela manutenção dos Jogos Olímpicos. O argumento que estão usando é que o cancelamento representaria um prejuízo de 50 bilhões de dólares. Hotéis programaram ampliações, contrataram funcionários. Pessoas investiram dinheiro, fizeram empréstimos... Não é o nosso caso, soubemos que a Copa seria no Brasil menos de 15 dias antes do início da competição. A situação aqui é oposta. Não houve tempo para preparar nada.

Em relação à questão sanitária, os riscos estão relacionados principalmente à entrada de novas cepas no Brasil. Um dos países mais bem sucedidos no combate à pandemia é a Austrália. Qual é o segredo? Um embargo praticamente completo a entrada de pessoas no país. Realizar um evento internacional é o oposto disso.

O Brasil já se mostra fértil em desenvolver novas cepas, o que acontece, principalmente, pela falta de um plano integrado de combate à pandemia. De acordo com a plataforma de dados genômicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o País tem, atualmente, mais de 90 cepas em território nacional. E o principal desafio com as variantes é o alto grau de transmissão, além dos riscos de mutação. As restrições impostas até aqui não se provaram eficientes, basta olhar a atualização do número de mortes. Portanto, mesmo sem público, a competição vai reunir muitas pessoas - algumas delegações estão vacinadas, mas não completamente. E isso não é garantia de que eles não possam transmitir o vírus. 

Ou seja, com a entrada de mais pessoas, novas linhagens, novas variantes, novas cepas, possíveis mutações, mais pessoas infectadas, mais hospitalizações, mais mortes, mais famílias em luto. E tudo novamente. Até que o Brasil tenha como prioridade a vida. 

O que poderia ter sido feito quanto a Argentina e Colômbia que se recusaram a receber os jogos? A alternativa mais clara seria o cancelamento ou adiamento do evento. Que, aliás, parece ser a alternativa preferida dos jogadores, não pelo risco de contaminação com Covid-19, mas porque a competição é realizada a cada dois anos e atrapalha os compromissos profissionais dos jogadores com seus clubes. Nem eles têm interesse nessa competição.

Esse ano, o melhor seria torcer pelo Brasil e não pela Seleção.

 

*Marcelo Abreu Ducroquet, é infectologista e professor do curso de Medicina da Universidade Positivo.

 

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