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Foto Keira Burton


Rapidez na identificação dos sintomas e na busca por socorro especializado influencia no sucesso do tratamento do AVC

 

Popularmente conhecido como derrame, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) é hoje a segunda maior causa de morte entre os brasileiros

 

Dados mostram que o AVC mata cerca de 6 milhões de pessoas no mundo todos os anos. A condição ocorre quando o fluxo de sangue para determinada região do cérebro é subitamente interrompido, causando a morte das células cerebrais. Hoje, Dia Mundial do AVC, o Hospital Brasília, que faz parte da Dasa, maior rede de saúde integrada do país, destaca que apesar da gravidade do quadro, quanto mais cedo o diagnóstico, socorro e tratamento direcionado, menor a possibilidade de sequelas.

Existem dois tipos de AVC, o isquêmico e o hemorrágico que, apesar de apresentarem os mesmos sintomas, se caracterizam de formas distintas. A coordenadora da neurologia do Hospital Brasília, Letícia Rebello, explica que o AVC isquêmico, o mais tipo comum, e que representa 85% dos casos, ocorre por causa da obstrução do fluxo de sangue dentro das artérias, o que impede a passagem de oxigênio para as células cerebrais, que acabam morrendo. “Essa obstrução pode ser desencadeada em um trombo que se forma em cima de uma placa de gordura ou de um coágulo que venha do coração”, esclarece a médica.

Enquanto isso, o AVC hemorrágico é caracterizado pelo rompimento de um vaso cerebral, o que provoca hemorragia dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. Apesar de ser menos frequente que o AVC isquêmico, o AVC hemorrágico tende a ser mais grave e mais letal. 

Quando o paciente é encaminhado imediatamente para o hospital, ele tem mais chances de ser tratado com maior eficiência, evitando sequelas e morte. Para isso, é fundamental reconhecer com rapidez os sinais associados à condição. Tanto o AVC hemorrágico quanto o AVC isquêmico apresentam os mesmos sintomas. São eles: perda de força ou de sensibilidade em um dos lados do corpo, dificuldade para falar, alterações súbitas da visão, vertigem e assimetria do sorriso. “Caso você apresente sintomas de AVC ou acredite que outra pessoa esteja demonstrando sinais da condição, manter a calma e acionar o serviço de emergência são atitudes que devem ser tomadas imediatamente”, alerta a médica.

A prevenção, não apenas do AVC como também de diversas doenças, começa pela adoção de hábitos saudáveis que devem ser incorporados à rotina. A especialista aponta que os principais fatores de risco são hipertensão, diabetes tipo 2, colesterol alto, sobrepeso, tabagismo, uso excessivo de álcool e sedentarismo.

O tratamento depende do tipo de AVC e do tempo de chegada à unidade hospitalar. Pode envolver o uso de medicação endovenosa para dissolver o trombo, cateterismo cerebral para remover o trombo, cirurgia ou apenas cuidados na unidade de terapia intensiva. Mas a conduta deve ser definida por um neurologista. “A reabilitação é feita por equipe multidisciplinar (fonoterapeuta, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, nutricionista, enfermeiros e médicos) e depende do grau de sequela de cada paciente”, finaliza a neurologista.

A equipe de Data & Analytics da Dasa, maior rede de saúde integrada do Brasil, levantou o volume de atendimentos de AVC em seus hospitais do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, considerando o primeiro semestre de 2019, 2020 e 2021. O time constatou uma redução no número de atendimentos em Brasília (19%) e em contrapartida um aumento significativo de casos no Rio de Janeiro (32%) e uma subida menos expressiva em São Paulo (7%), comparando os seis primeiros meses deste ano com os do ano passado. No entanto, em São Paulo, a área de Data & Analytics da Dasa identificou no mesmo período uma queda expressiva de 56% de letalidade (número de óbitos x incidência da doença) por AVC. Já em Brasília e no Rio de Janeiro, o número de casos graves que evoluíram com a letalidade aumentou de forma expressiva em 21%, se comparado o primeiro semestre de 2021 x 2020.


Neste mês, celebra-se o Setembro Amarelo, campanha que joga luz nos transtornos depressivos que podem levar ao suicídio. A data foi criada em 2003 pela Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio e pela Organização Mundial da Saúde. No Brasil, ela é uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida, ligada à Associação Brasileira de Psiquiatria e do Conselho Federal de Medicina. Segundo a associação, todos os dias, 32 pessoas se suicidam, o que configura uma morte a cada 45 minutos.

A psiquiatra convidada pela farmacêutica Prati-Donaduzzi, Luana Zen, explica que a depressão é um transtorno do humor deprimido em que a pessoa apresenta, principalmente, dois sintomas: humor deprimido, que é o sentimento de tristeza, vazio e falta de esperança; e diminuição de interesse e prazer em realizar as atividades diárias, especialmente as que envolvem distração.

“É possível o paciente apresentar apenas um desses dois sintomas, junto com outros como alteração do sono e apetite, fadiga ou intensa perda de energia, sentimentos de inutilidade e culpa, diminuição da capacidade de pensar e se concentrar, ou até mesmo dificuldade para tomar decisões. E o mais sério de todos que são os pensamentos de morte ou até tentativas de suicídio”, exemplifica a médica.

Sobre a relação entre ansiedade e depressão, ela explica que muitas vezes a ansiedade pode ser agravada por um quadro de depressão, devido a tristeza que essa causa. “Não é raro ambos estarem juntos. Algumas vezes o paciente tem a depressão com características e sintomas de ansiedade”, ela afirma.

O que é ansiedade?

Muito tem se debatido sobre os efeitos psicológicos da ansiedade, principalmente entre os jovens, pois pode ser um gatilho para a depressão. A Organização Mundial da Saúde estima que 19 milhões de brasileiros sofrem com a doença, que só piorou durante a pandemia com o isolamento social, e a instabilidade gerada pelo momento.

A ansiedade é considerada uma expectativa apreensiva em relação ao futuro, tendo como os sintomas nucleares o medo e a preocupação excessiva. Há vários transtornos de ansiedade, cada um tendo suas características próprias. “Todos temos ansiedade, que é um sistema de defesa do nosso organismo, mas nos transtornos de ansiedade temos um excesso de sentimento e uma dificuldade no controle da mesma”, afirma a psiquiatra.

Os especialistas consideram que o transtorno de ansiedade generalizada é o mais comum entre os pacientes, que transforma qualquer novidade ou atividade do dia a dia em um motivo de preocupação, o que pode desencadear crises de choro, sensação de falta de ar ou sufocamento. Muitas pessoas chegam a ir ao hospital com crises de ansiedade por achar que está sofrendo algo mais grave, como um ataque cardíaco.

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A doutora Luana Zen explica que as principais características dos transtornos mentais é causar sofrimento e/ou prejuízo na rotina da pessoa, portanto, se a pessoa perceber que está causando problemas no dia a dia, como queda do rendimento no trabalho, ou estar incomodado com os sintomas é muito diferente daquilo que é o habitual para aquela pessoa, é preciso procurar ajuda de um profissional.

“Muitas vezes quem percebe esta diferença são as outras pessoas, e não ela mesma, necessitando que alguém o incentive a procurar ajuda”, afirma a médica. Por isso, o apoio de familiares e pessoas próximas, nesses momentos, é tão importante para a recuperação da pessoa que estiver enfrentando problemas de distúrbios depressivos.


 


                                                                                            Centro de Infusão

Centro de Infusão: o que é e qual sua importância no tratamento oncológico?

 

Entenda o papel de um centro especializado na aplicação de medicamentos para o tratamento de câncer

 

Pessoas que lutam contra o câncer precisam de cuidados especiais e multidisciplinares. Em muitos casos, o tratamento inclui a aplicação de medicamentos específicos, que precisam ser ministrados de forma endovenosa (pelas veias) ou subcutânea (abaixo da primeira camada da pele). “Os centros de infusão são espaços adequados para este tipo de procedimento, oferecendo conforto, segurança e toda uma assistência especial necessária nesses casos”, explica o oncologista e coordenador do Centro de Oncologia da Dasa em Brasília, Fernando Vidigal.

 

O que é um centro de infusão?

O centro de infusão é um espaço dedicado especialmente a atender pessoas que precisam receber medicação endovenosa ou subcutânea: situação bastante frequente em tratamentos de câncer. Entre os medicamentos administrados estão quimioterápicos, medicamentos de suporte, drogas imunossupressoras e imunoterápicos. 

 

Centro de Infusão do Hospital Brasília e da Unidade Águas Claras

Os Centros de Infusão do Hospital Brasília e do Hospital Brasília Unidade Águas Claras priorizam o conforto a quem precisa desses cuidados. Por isso, contamos com espaços confortáveis e personalizados, cabines isoladas, lugar para acompanhante, TV a cabo, banheiro privativo e refeições. “Além disso, nossa equipe multidisciplinar é composta por enfermeiros, médicos e farmacêuticos altamente especializados e aptos a oferecer o melhor tratamento de acordo com as necessidades de cada paciente, pois um dos pilares da Unidade é a tecnologia aliada à abordagem humanizada”, completa o oncologista.

 

O fato de os hospitais pertencerem a uma rede de saúde integrada, que é o caso da Dasa, permite o acompanhamento da trajetória do paciente em todos os momentos: da suspeita de câncer, passando pelo diagnóstico e tratamento, até chegar ao seguimento de cada caso. Tudo isso pode ser feito por meio dos recursos disponíveis nas duas unidades hospitalares da Dasa em Brasília e com o suporte do Laboratório Exame na realização de investigações diagnósticas, por intermédio da análise laboratorial. Veja os diferenciais para o tratamento de pessoas com doenças oncológicas:

 

Navegador de cuidados

Profissional responsável por toda a linha de cuidado do paciente que agiliza a marcação de consultas, exames, diagnósticos, laudos anatomopatológicos e toda a integração do paciente ao sistema. Durante os agendamentos, o navegador leva em consideração o conforto e a comodidade da pessoa sob nossos cuidados. Por exemplo: caso seja necessário colher sangue um dia antes da quimioterapia, o navegador agenda uma coleta domiciliar, para evitar que o paciente precise sair duas vezes de casa.

Serviço de Uber para quem mora longe

Caso o paciente more longe do hospital, é disponibilizado gratuitamente o serviço de Uber, para que ele possa se deslocar com conforto para consultas, tratamentos e exames.

 

Discussão dos casos em tumor board

Reuniões sistemáticas com médicos de diferentes especialidades que analisam cada caso, de modo a oferecer um atendimento personalizado e permitir uma discussão única acerca das peculiaridades da saúde de cada paciente.

 

Manutenção da autoestima dos pacientes

Dispositivos que contribuem para manter a autoestima de pacientes em tratamento, como toucas que evitam a queda de cabelo para pacientes em quimioterapia.

 

Equipe de bem-estar e qualidade de vida

O paciente oncológico é acompanhado de perto por uma equipe multidisciplinar focada em possíveis efeitos colaterais, psicológicos ou físicos, de modo a iniciar o tratamento o mais rápido possível e possibilitar bem-estar ao paciente.

 

Box de infusão isolado e personalizado

Para a segurança e o bem-estar do paciente, o box de infusão – onde ele recebe os medicamentos contra o câncer – é disposto de forma isolada em relação aos demais, a fim de manter distância de outros pacientes. Cada pessoa tratada tem uma equipe multidisciplinar à disposição, incluindo nutricionista, psicólogo e enfermeiro oncológico.

 

Conheça a equipe do Centro de Infusão do Hospital Brasília e do Hospital Brasília Unidade Águas Claras:

Dra. Andresa Melo – hematologista

Dr. Bruno Wance – oncologista

Dr. Diogo Kloppel – hematologista

Dr. Fernando Vidigal – oncologista

Dra. Luciana Martins de Arruda Andrade – reumatologista

Dra. Natália Nasser  Ximenes – neurologista clínica

Dra. Rafaela Carolina Cruz Santos – reumatologista

Dra. Tainá Cândida de Almeida Gontijo Carneiro – reumatologista


 

                                                                                            Karolina Grabowska

Fisioterapia: prevenção e reabilitação


Dia Mundial da Fisioterapia (08/09) ressalta a relevância e abrangência da fisioterapia na saúde humana

 

Engana-se quem pensa que a função do fisioterapeuta é exclusivamente a de reabilitar movimentos. É também, mas envolve diversas outras funcionalidades do corpo, como a respiração, a estética, a dermatologia e até mesmo auxilia no desenvolvimento de equipamentos destinados à terapia. Foi para ressaltar a relevância e abrangência da fisioterapia que foi criado o Dia Mundial da Fisioterapia, celebrado em 8 de setembro.

A data foi instituída em 1996 pela Confederação Mundial de Fisioterapia (WCPT - World Confederation for Physical Therapy), entidade que conta com mais de 250 mil profissionais pelo mundo.

O que é a fisioterapia?

A fisioterapia é a ciência da saúde aplicada à reabilitação física e funcional de órgãos e sistemas, por meio do diagnóstico funcional e tratamento. O profissional da fisioterapia não só atua na reabilitação de diversas funções do paciente, como também trabalha na prevenção de determinadas doenças.

 O fisioterapeuta responsável pelo setor de fisioterapia da UTI, internação e pronto socorro do Hospital Brasília Unidade Águas Claras, Euler Roque Oliveira, é especialista em reabilitação respiratória e cardiovascular. Para ele, a fisioterapia é como “um sopro de ar para os pulmões comprometidos, o sorriso que traz a força muscular para devolver suas principais funções físicas, entre elas os passos da vida”.

No hospital, o fisioterapeuta avalia quantitativa e qualitativamente as disfunções do sistema respiratório, em conjunto com uma equipe multidisciplinar. Juntos, eles trabalham para diminuir os riscos de morte do paciente e o tempo de internação, além de definir as condutas de fornecimento de oxigênio ao paciente.

 Um caso emblemático foi o de uma paciente com 30 anos internada com COVID no hospital, cujos pulmões estavam 75% comprometidos pelo vírus. Depois de 12 dias sedada em ventilação mecânica, quadro de depressão pós extubação, 15 dias sem andar e muitos outros dias de internação, a paciente foi reabilitada por ele e pela equipe do hospital. “Recuperamos por completo suas funções respiratórias e físicas. Em poucos dias ela deverá receber alta, após mais de 60 dias internada”, comemora o fisioterapeuta.

A pandemia causada pelo novo coronavírus, um microorganismo que debilita especialmente o sistema respiratório, e o envelhecimento da população são fatores que evidenciam ainda mais o papel significativo do fisioterapeuta para a saúde das pessoas.

O grupo DASA sabe da importância da fisioterapia para a prevenção de doenças e reabilitação dos seus pacientes em Brasília. Por isso, disponibiliza a especialidade no Hospital Brasília e no Hospital Brasília Unidade Águas Claras. Na Maternidade Brasília, as gestantes contam com fisioterapia pélvica, indicada para fortalecer o assoalho pélvico e prepará-las tanto para a gravidez quanto para o parto.

 

Especialidades da fisioterapia

Ao todo, os fisioterapeutas atuam em 11 áreas. São elas:

·         Cardiologia e Pneumologia

Cuida de pacientes nas fases pré e pós-operatória. Previne e trata doenças respiratórias e cardíacas, além de reabilitar doentes, prescrevendo e aplicando exercícios ligados aos aparelhos respiratório e circulatório.

·         Dermatologia

Aplica massagens e aparelhos de raios infravermelhos, ultravioleta e laser para reduzir lesões e acelerar a cicatrização de queimaduras e cortes cirúrgicos.

·         Estética

Aplica técnicas como massagem em pacientes pós-cirurgia plástica e pós-cirurgia de recuperação da mama.

·         Fisioterapia do trabalho

Previne e trata doenças relacionadas ao trabalho, como as lesões do esforço repetitivo (LER).

·         Fisioterapia esportiva

Previne e reabilita lesões em atletas e em praticantes de atividades esportivas.

·         Grupos especiais

Estimula os músculos de quem sofre limitações de movimento, como idosos e portadores de deficiência física.

·         Indústria de equipamentos

Pesquisa, desenvolve e testa equipamentos para uso em terapia.

·         Neurologia adulta

Auxilia na reabilitação dos pacientes que tiveram derrame cerebral, paralisia e traumatismo de coluna e crânio.

·         Neurologia pediátrica

Auxilia na reabilitação dos portadores de patologias e síndromes como paralisia cerebral e síndrome de Down.

·         Ortopedia e Traumatologia

Acelera a recuperação de movimentos e reduz dores de pacientes com fraturas, traumas ou luxações. Previne e reabilita lesões da coluna vertebral e das articulações causadas por postura incorreta ou esforço repetitivo.

·         Terapia intensiva

Trata pacientes críticos internados em unidades de terapia intensiva, aplicando técnicas para reabilitação respiratória, neurológica e do aparelho musculoesquelético.

 


 

                                                                                            Foto Shutterstock


Relactação: entenda como funciona a técnica para voltar a amamentar

 

Usada para estimular a retomada da produção de leite, o método ajuda muitas mamães na amamentação.

 

Quando o bebê nasce e, por algum motivo, há a interrupção da amamentação, algumas mães podem ter dificuldade para manter a produção de leite materno. A fim de resolver esse problema, é possível utilizar a relactação, uma estratégia para ajudar a estimular da produção de leite humano.

 

A pediatra e gerente médica da Maternidade Brasília, Sandi Sato, ajuda a entender um pouco mais sobre o tema e sua importância para o aleitamento materno.

 

O que é e para que serve a relactação?

relactação é empregada para possibilitar a alimentação do bebê quando a amamentação não pôde ser realizada inicialmente. “É o caso dos bebês prematuros, que não puderam ser amamentados logo ao nascimento", explica a médica. Outra indicação é para quando, por questões de saúde, as mães tiveram que parar de amamentar.

 

Esse processo de relactação tem objetivos específicos (“relactar" é um termo utilizado para mulheres que já amamentaram e/ou produziram leite em algum momento da vida e querem voltar a produzir leite para alimentar o bebê) e também um período com começo, meio e fim. O sucesso do tratamento fica comprovado no momento em que a mãe começa a produzir qualquer quantidade de leite, podendo, assim, diminuir a alimentação do filho com o leite usado anteriormente, seja do banco de leite, seja por meio de fórmulas.


Qual a diferença entre translactação e relactação?

A diferença entre translactação e relactação é que a translactação é uma das técnicas a serem utilizadas para a relactação. É uma forma de estimular a sucção do seio e, consequentemente, a produção de leite materno.


Como funciona a relactação?

A especialista detalha que, depois de uma avaliação clínica e de histórico de amamentação, são definidos modos de estimular a amamentação que incluem incitação à sucção e à produção de leite materno.


Quanto tempo demora a relactação?

Não há como precisar quanto tempo levará a relactação. “Depende de vários fatores, como aceitação do bebê em sugar o seio materno, qualidade dessa sucção e a resposta do organismo da mãe", esclarece a pediatra.


Quando a relactação não é indicada?

A técnica de relactação, por si só, não apresenta contraindicações. Portanto, só não pode ser utilizada caso a mamãe e/ou o bebê tenham contraindicação para a amamentação.



Pediatra da Maternidade Brasília Sandi Sato 

 

Que profissional devo procurar para fazer o procedimento?

A amamentação é sempre um desafio, mas é possível usufruir de ajuda especializada. Com esse intuito, as mamães podem contar com o apoio do Banco de Leite da Maternidade Brasília, que tem profissionais prontos para oferecer orientação presencial ou por telefone sobre como amamentar seu bebê, além de tirar todas as dúvidas que possam surgir nesse período.

 

A Maternidade Brasília e o Banco de Leite da Maternidade Brasília estão prontos para o atendimento, por telefone, das mães que estão amamentando ou que querem fazer sua doação de leite. Entre em contato pelo número (61) 2196-5318.

 


As vitaminas são nutrientes indispensáveis para o bom funcionamento do organismo do corpo humano e para a manutenção da nossa saúde. A maioria delas é encontrada em alguns alimentos, e no caso da vitamina D, é produzida naturalmente no organismo por meio da exposição da pele à luz solar. 

A nutricionista Carla Cotta, convidada pela farmacêutica Prati-Donaduzzi, explica que a vitamina D é essencial para diversas reações metabólicas e orgânicas como a saúde óssea; manutenção das concentrações ideias de cálcio e fósforo no organismo; para a saúde dental, além de ter função hormonal, como regular a insulina.

Outro papel importante da Vitamina D no organismo é de regular as células do sistema imunológico. “As vitaminas têm um papel primordial para as funções biológicas, incluindo o funcionamento adequado do sistema imunológico e do organismo, integralmente”, afirma a nutricionista.

Vitamina D nos alimentos

Aproximadamente 80% da quantidade necessária de vitamina D para o bom funcionamento do organismo são provenientes da exposição à luz dos raios ultravioletas do sol, mas é possível encontrar uma quantidade mais baixa da vitamina em alguns alimentos. Saiba quais são eles: 

  • Gema de ovo;
  • Leite e seus derivados (queijo, manteiga, iogurte);
  • Cogumelos;
  • Peixes gordurosos, como atum, salmão e sardinha;
  • Fígado bovino.

Falta de Vitamina D no organismo

A baixa absorção de vitamina D pode levar a deficiência de cálcio, que acarreta enfraquecimento dos ossos, o que pode resultar em osteoporose, além de alterações hormonais e raquitismo. “Cabe salientar também que a deficiência de Vitamina D está correlacionada ao aumento de ocorrência e prevalência de doenças autoimunes”, reforça a médica.

Os especialistas indicam uma exposição diária ao sol de no mínimo 10 minutos, sem proteção solar, entre o período das 10 da manhã às 3 da tarde, pois este é o momento mais adequado para obter os benefícios dos raios UV. Porém, a maioria da população, principalmente das grandes cidades, tem dificuldade de conseguir se expor ao sol diariamente durante este período. Por isso, existem maneiras de corrigir a deficiência da vitamina D, como fazer uso de suplementos vitamínicos.

O Vigora D faz parte do portfólio de suplementos de vitaminas e minerais da Prati-Donaduzzi, e pode ser utilizado nesses casos. Os suplementos são compostos importantes que auxiliam no equilíbrio e saúde do organismo. “Quando indicado por um especialista, a suplementação é feita com intuito de manter as funções adequadas para saúde, evitando-se riscos de doenças e problemas relacionados à deficiência da vitamina D”, reforça a nutricionista.

Conviver com dores constantes é desafiador e um fardo para muitas pessoas. O que começa como um pequeno incômodo pode se tornar algo persistente afetando diretamente a qualidade de vida de quem lida com essa condição. A Organização Mundial da Saúde (OMS) relata que 30% da população se queixa de dor crônica. Mas o que de fato caracteriza essa condição?

A dor considerada crônica é aquela que persiste por mais de três meses, segundo a maioria dos critérios. Entretanto, há outros indicativos de que, em alguns casos, esse período é maior, podendo ser em torno de seis meses. Roseni Lopes Bueno, anestesiologista e médica convidada pela farmacêutica Prati-Donaduzzi para esclarecer o tema, explica que a dor crônica é considerada uma disfunção do sistema somatossensorial, que persiste além do tempo da lesão. “A dor passa a ser a própria doença e isso afeta a qualidade de vida das pessoas”, afirma.

Tipos de dor crônica

A dor crônica pode manifestar-se em qualquer parte do corpo, em qualquer pessoa, já que pode haver diversas causas, dependendo do seu estágio. Isto será determinado, principalmente, pela avaliação de um médico, baseado em exame físico e exame clínico. Os dois principais tipos de dor crônica são: dor neuropática e a dor nociceptiva ou somática. A dor neuropática é causada por uma disfunção do sistema nervoso, que pode ser no cérebro, na medula ou nos nervos periféricos. As principais causas podem estar ligadas a casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e outras lesões nos nervos.

Já a dor somática está ligada a uma lesão ou inflamação dos tecidos da pele, que é detectada pelo sistema nervoso como uma ameaça. Entre as possíveis causas estão: queimaduras; fraturas; fortes pancadas; tendinite; contraturas musculares e infecções. Dor crônica tem tratamento?

O tratamento envolve muitos cuidados e vai além de só focar na dor; é importante também tratar a causa para obter resultados mais satisfatórios. O tratamento medicamentoso é indicado por meio do uso de analgésicos e pode ser combinado com métodos físicos. Em casos extremos, a cirurgia também é considerada uma possibilidade.

A médica afirma que a fisioterapia e outras terapias como acupuntura e radiofrequência são fundamentais para atenuar a dor. “Melhorar a condição de dor é fundamental para uma boa reabilitação”, reforça a anestesiologista. A adoção de hábitos saudáveis como a prática de atividades físicas – que estejam de acordo com a indicação do médico - e uma alimentação balanceada, também são atitudes indicadas pelos especialistas para ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que convivem com dores constantes.

A fibromialgia é uma doença crônica marcada por dores generalizadas que se intensificam durante o inverno; saiba mais sobre as causas e cuidados

Fibromialgia é uma síndrome dolorosa com diversas manifestações, entre elas, a dor generalizada. A dor na fibromialgia é descrita principalmente como de padrão muscular, mas há outros sintomas associados e que são importantes para o diagnóstico, como fadiga, acordar cansado e perdas cognitivas. De acordo com a Sociedade Brasileira Para Estudo da Dor (SBED), 37% da população brasileira convive com dores crônicas.

O médico anestesiologista, especialista em dor e convidado pela farmacêutica Prati-Donaduzzi, Felipe Chiodini, conta que por muito tempo acreditou-se que a fibromialgia era uma doença puramente psiquiátrica e que funcionava como um espectro de uma síndrome conversiva, dada sua epidemiologia e manifestações compatíveis. No entanto, nos últimos anos, vem-se descobrindo diversas alterações físicas no paciente com fibromialgia.

“Ainda não é possível solicitar um teste de laboratório que a confirme, mas é possível verificar que os pacientes fibromiálgicos podem ter distúrbios neuroendócrinos, do sistema nervoso autonômico e mecanismos exacerbadores de sensibilização periférica e central associados à sua dor”, explica o médico.

Diagnóstico

Os sintomas aparecem, geralmente, entre os 20 e 40 anos e epistemologicamente a síndrome atinge mais mulheres do que homens. Anteriormente, o diagnóstico era feito por palpação nos pontos dolorosos. Atualmente, o diagnóstico envolve uma contagem das áreas em que o paciente tem dor, chegando-se a um resultado chamado de “índice de dor generalizada”. As áreas que contam para o índice de dor generalizada são áreas corpóreas, tais como: parte de cima dos braços, parte de baixo dos braços, tórax, pescoço e mandíbula. Dependendo da gravidade dos sintomas, constata-se também indícios como fadiga, acordar cansado, outras perdas cognitivas, zumbido, tontura, insônia, boa seca e alterações intestinais. Todos esses pontos são considerados para chegar ao diagnóstico definitivo.

Fibromialgia no inverno: os cuidados devem ser intensificados

Durante o inverno, com as temperaturas mais baixas, é comum que as pessoas sintam mais dores nas articulações e, por isso, os sintomas da fibromialgia tendem a aumentar com mudanças climáticas como a queda da temperatura, mas também com aumento e diminuição da umidade do ar e com a chuva.

Portanto, o cuidado com a síndrome deve ser maior no inverno para prevenir as dores mais intensas. O doutor Chiodini alerta que mesmo com o desânimo causado pelas baixas temperaturas, o tratamento deve permanecer o mesmo. O tratamento é composto por atitudes multidisciplinares, ou seja, que combine terapias que ajudam no controle da dor como acupuntura, hidroterapia, pilates, fisioterapia, osteopatia, psicoterapia e técnicas de relaxamento, com o tratamento farmacológico.

“Manter uma boa rotina de exercícios físicos, alimentação saudável, controle de sobrepeso e controle de eventuais sintomas psicológicos associados é primordial”, ressalta o médico.

*Este conteúdo é elaborado pela indústria farmacêutica Prati-Donaduzzi, com o objetivo de levar mais informações sobre saúde à população. A empresa também oferece para médicos, de forma exclusiva, o acesso a conteúdos sobre diversas patologias, entre outros materiais no website: https://www.evolucaoparavida.com.br/. 

(crédito: Minervino Junior/CB/D.A Press)

Lázaro Barbosa de Sousa, acusado de matar quatro pessoas de uma mesma família em Ceilândia, foi morto em troca de tiros com a polícia na manhã desta segunda-feira (28/6), em Águas Lindas de Goiás. O caso tem sido destaque na imprensa há 20 dias. Além de ter conseguido escapar do cerco policial na região do entorno do Distrito Federal e Goiás por tantos dias, o caso despertou a atenção dos moradores e da população devido ao perfil psicológico do acusado que age de forma fria e cruel.

Perplexidade, revolta e impotência são algumas das emoções geradas na maioria das pessoas diante desse tipo de notícia, mas o sentimento mais comum é o medo que desencadeia insegurança, ansiedade e outras reações negativas. A psicóloga Juliana Gebrim explica que o medo se deve sobretudo ao perfil psicológico do acusado que pode levá-lo a cometer atos violentos. “Podemos afirmar que ele é portador de transtorno de personalidade antissocial, comumente conhecido como psicopatia. Essa análise deve-se à forma como comete seus crimes: com absoluta frieza, não apresentando remorso e nenhum tipo de culpa, além de outros traços de personalidade. Existe prazer em causar sofrimentos às vítimas ao manipulá-las, subjugá-las para alcançar seus objetivos. É comum esse tipo de pessoa causar um rastro de destruição por onde passa”, explica Juliana.

Tais ações cometidas por Lázaro levaram a um medo coletivo. Muitas pessoas se sentiram vulneráveis mesmo estando distante do local onde o acusado está sendo procurado. “Nessa situação, a primeira coisa é identificar se o medo real ou irreal. Se alguém mora muito próximo das áreas de busca, é um medo real. Mas se uma pessoa está distante da região onde o acusado está escondido, isso pode ser um medo irreal, pois a leva a imaginar situações de perigo que não existem”, afirma a profissional.

Para lidar com esse sentimento, ela explica que é preciso identificar o que pode ser controlável ou não diante do medo. “No caso Lázaro, as pessoas têm que buscar formas de controle emocional sobre aquilo que é controlável. Por exemplo, evitar deslocamento até as áreas onde o acusado está escondido é uma forma de controle”, enfatiza a psicóloga.

No entanto, o sentimento de insegurança e medo em algumas pessoas pode desencadear prejuízos emocionais mais intensos, como crises de ansiedade e pânico. “As emoções exacerbadas podem trazer danos, principalmente em pessoas que já tiveram algum tipo de experiências violentas. Ao entrar em contato com notícias sobre casos como o do Lázaro, isso pode disparar o que chamamos de gatilhos emocionais - resposta mental que envolve emoções, pensamentos e comportamentos conectados principalmente a experiências passadas. São memórias de vivência”, explica a psicóloga. 

Uma forma de controlar o emocional nesses casos é evitar o excesso de exposição às notícias a respeito. “Escolha fontes confiáveis para se atualizar. Existem muitas fake news circulando. O excesso de informação sobre o assunto, por vezes incorreta e produzida por fontes não verificadas, pode causar prejuízos emocionais”, finaliza Juliana.


 


Recentemente, a atriz Myrian Rios revelou que, devido a um problema genético, perdeu a audição dos dois ouvidos 

A perda gradual da audição é algo comum na rotina da população brasileira e de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), uma a cada dez pessoas podem ser afetadas com essa perda até 2050. Recentemente, casos dessa perda ganharam repercussão nacional como o da atriz Myrian Rios e até Hollywood retratou o tema com o filme O Som do Silêncio. 


Apesar da perda da qualidade auditiva ser comum na população com mais de 80 anos, mais da metade das pessoas que relatam esse tipo de problema ainda estão no mercado de trabalho. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 5% da população mundial sofre com a perda auditiva incapacitada atualmente. 


Para a fonoaudióloga e especialista em audiologia da clínica Microsom, Gilvânia Barbosa essa perda auditiva tão jovem pode ser explicada pelo uso frequente de fones de ouvido e o contato diário com música alta. "Hoje em dia os jovens escutam cada vez mais músicas com o volume máximo no foninho, com o passar dos anos isso traz prejuízos. Além disso, shows e ambientes com muito ruído, como o trabalho em construções e marcenarias, por exemplo, sem o devido cuidado, podem prejudicar a audição", explica. 


Como foi o caso de Ruben, no filme ganhador do Oscar, O Som do Silêncio. Baterista de uma banda de heavy metal, Ruben tinha contato frequente com altos ruídos sem usar protetores no ouvido, o que resultou em uma perda súbita da audição. Mas, com a devida atenção, essas situações podem ser evitadas. 


Os sinais dessa perda podem ser de fácil percepção conta Gilvânia. "Pode começar com um zumbido ou com a sensação de 'ouvido tampado'. Se começar a surgir a necessidade de aumentar o volume para conseguir ouvir com clareza ou deixar de perceber sons do ambiente, essa pessoa precisa procurar um médico especialista para fazer exames", alerta a fonoaudióloga. 


Outro fator a ser levado em consideração, é a genética. A atriz Myrian Rios tinha um histórico familiar de surdez e, com o passar dos anos, ela percebeu uma degradação da sua audição. Aos 62 anos, a atriz recorreu ao uso de um aparelho auditivo através de uma cirurgia. “O uso do aparelho é qualidade de vida, além disso, o seu uso está relacionado à redução de riscos de quadros de demências, uma vez que a audição estimula as conexões neuronais no cérebro”, explica a especialistas da Microsom.


Sobre a Microsom

Referência em saúde auditiva, o grupo Microsom faz parte da história da cidade desde 2001. A clínica tem como objetivo trazer mais conforto aos pacientes com deficiência auditiva, oferecendo tecnologia de ponta. Na capital, a empresária Mariluce Cordeiro está à frente da direção geral, coordenando quatro unidades espalhadas pelo DF.

 

O grupo foi o primeiro a trazer para Brasília, os produtos da linha “VIA AI”, que são aparelhos auditivos com inteligência artificial. Entre as funcionalidades destacamos o sensor de quedas, localizador, tradutor simultâneo e até monitoramento de atividade física e cognitiva. “Nós sempre visamos a melhoria da qualidade de vida de pessoas com deficiência auditiva”, afirma Mariluce.



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ONG SOS Dental cria aplicativo para que pessoas com dor de dente façam consultas de urgência com dentistas

 

A procura por atendimento dentário na rede pública caiu em média 83,5%, desde o início da pandemia, segundo pesquisa feita pelo programa de Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

 

É uma queda absurda num país em que a saúde bucal é deficiente e causa de complicações para várias doenças. No caso de infecções, por exemplo, o sangue e a saliva entram em contato direto aumentando o risco de contaminações graves, com reflexo em outras partes do corpo. "Com esses dados, é possível concluir que o brasileiro está mais exposto ao agravamento de doenças por conta da falta de cuidados e atenção à saúde bucal", avalia o dentista e empresário Marcelo Schettini.

 

O aplicativo SOS Dental é um Guia interativo em que as pessoas, com uma urgência dentária, podem ter uma orientação imediata e gratuito sobre o que fazer para dor de dente, que cuidados devem ter para tratar uma infecção ou como aliviar a dor de dente quebrado. "Mais do que um remédio para dor dente, a ideia desse atendimento inicial é identificar a gravidade dos casos e orientar o paciente sobre o que fazer, se é preciso buscar ajuda profissional imediatamente, qual profissional é o mais indicado para o problema dele e onde encontrar esse tipo de ajuda na região onde ele mora, seja na rede privada ou associada ao SUS".

 

Aplicativo conta com sistema de localização geográfica

 

O crescimento da procura por atendimento on-line, como forma de enfrentar as limitações impostas pelo distanciamento social, é um ponto importante para que o usuário possa se beneficiar da tecnologia usada na plataforma. Os desenvolvedores usaram um sistema de localização baseado no endereço da pessoa e a posição de antenas de telefonia móvel para apontar com precisão os locais disponíveis para onde os casos mais graves possam ser encaminhados. Os dentistas estão de plantão 24 horas e prontos para o atendimento via chat. 

 

Como baixar o aplicativo

 

Disponível para IOS e Android, o aplicativo SOS dental pode ser baixado sem qualquer custo pelo usuário. Uma vez instalado, o paciente, com uma emergência odontológica, solicita um atendimento. De imediato, a plataforma pede que o paciente posicione a câmera para a boca e tire uma foto do dente com problema. Na mesma tela, o usuário descreve o que está sentindo e tecla para falar com um dentista por meio de chat de mensagens. Antes de seguir no atendimento, aparece uma tela de anamnese, no questionário o usuário deve informar se sofre de alguma doença, se tem alergia, se toma algum medicamento de uso contínuo, se está com a boca inchada e com pus. Ele deve informar o nome completo e a cidade onde se encontra. "A rede de dentistas voluntários que temos hoje permite que possamos atender qualquer pessoa, em qualquer dos municípios brasileiros. Essa capilaridade acaba sendo fundamental para viabilizar e potencializar os resultados dos atendimentos", acrescenta Marcelo.

 

Além disso, o aplicativo tem a opção para os dentistas se cadastrarem para receber os clientes sem custo.

 

Parcerias com prefeituras

 

Até julho o acesso ao atendimento dentário emergencial no aplicativo SOS DENTAL será gratuito. Mas a ONG já está em contato com prefeituras que desejam implantar esse modelo de atendimento, permitindo até que a marcação de consultas odontológicas na Rede Pública do município seja feita através da plataforma. "Já iniciamos contatos com prefeituras que se interessaram pelo projeto em diferentes regiões do país, como União dos Palmares, no interior de Alagoas, São João de Meriti, Nova Iguaçu e São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, e nas cidades de São José dos Pinhais e Curitiba, no Paraná, entre outras", afirma o presidente da ONG SOS DENTAL.

 

Um projeto premiado

 

ONG SOS DENTAL foi criada em 2008 para levar atendimento odontológico gratuito para comunidades pobres e logo se tornou um sucesso. Em mais de 10 anos desenvolveu ações que beneficiaram mais de 160 mil pessoas em 29 países da África, Ásia e América Latina. No Brasil, o atendimento em comunidades pobres do Complexo do Alemão, Arará; Pavão-Pavãozinho; Maré; Acari; Caixa D’ água; São Januário; Rocinha e Jacarezinho, no Rio de Janeiro e em comunidades do Rio Purus, no Amazonas, e Mato Grosso, deram a ONG SOS Dental o título dado pelo Sebrae de "melhor negócio do ano" no terceiro setor. E a ser finalista de prêmios reconhecidos como o Brazil Foundation e do Google Negócios Impacto Social. "Cada projeto que a gente desenvolve e cada resultado que alcançamos ficamos mais perto do nosso propósito, que é garantir que o atendimento odontológico no Brasil esteja acessível a todas as pessoas. Hoje 56% dos dentistas estão concentrados em apenas 3 estados. Com uso da tecnologia e iniciativas que promovam a inclusão das pessoas na rede de atendimento, talvez possamos começar a equilibrar esse jogo", finaliza Marcelo.

Sobre SOS Dental

Fundada em 2008, a SOS Dental Social é uma Organização Social de Interesse Público que visa proporcionar atendimento odontológico para as populações pobres. Esta ação só é possível porque a ONG SOS Dental tem um consultório portátil que permite que o paciente seja atendido em qualquer local. Isso significa que nós não servimos apenas as comunidades, mas também as pessoas que tem dificuldades de acesso ao atendimento odontológico, como crianças e adolescentes em internatos, clínicas de reabilitação, creches, escolas, casas de apoio, instituições de caridade e grupos com dificuldades de locomoção.

 

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