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O ex-jornalista Hélio Doyle  vem desenvolvendo uma cruzada pessoal contra o governador, desde que teve barrados alguns projetos em que atuava como lobista

Por Wellington Moraes

No jargão dos jornalistas, barriga é o mesmo que fake news: informação errada, maldosa, feita para prejudicar alguém.

Foi o que fez ontem o ex-jornalista Hélio Doyle, atual assessor de imprensa de um deputado distrital, ao publicar que o governador Ibaneis Rocha não estava em Brasília durante as manifestações.

O governador está na cidade, acompanhou toda a movimentação na Esplanada dos Ministérios desde a noite de ontem, recebendo informações do Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB).

A desinformação do ex-jornalista acabou publicada num site de notícias que sequer se deu ao trabalho de verificar o fato – e bastava um simples telefonema.

O ex-jornalista vem desenvolvendo uma cruzada pessoal contra o governador, desde que teve barrados alguns projetos em que atuava como lobista.

Ex-secretário de Cristovam Buarque, defenestrado do cargo por ações nunca suficientemente explicadas, Doyle também trabalhou com Joaquim Roriz e com Rodrigo Rollemberg, revelando sua pele de camaleão, que muda de cor de acordo com a conveniência.

Tentou de todas as maneiras fazer parte do governo Ibaneis, com constantes idas ao Palácio do Buriti, todas registradas pela Casa Militar.

Acompanhou empresários e representantes de empresas interessadas em fazer negócios com o governo, que nunca foram para frente por erros, digamos, de origem.

Aliás, o Palácio do Buriti não é apenas motivo de dissabores para Doyle, que saiu expulso pelos três governadores com os quais trabalhou.

Ele costumava ser muito bem recompensado por trabalhos não contabilizados num dos gabinetes do primeiro andar. Por essas e outras, Doyle responde a dois processos por calúnia e difamação movidos pelo governador.

Afinal, liberdade de imprensa só vale para quem tem responsabilidade.

*Wellington Moraes é jornalista e secretário de Comunicação do Governo do Distrito Federal.

Interessados já podem participar do Observatório do Ecossistema de Inovação, novo desafio da Brasil Startups, FAPDF e atores-chave do ecossistema.  

 

O que você acha de alcançar um melhor posicionamento no mercado, poder tomar decisões estratégicas mais bem informadas, se debruçar sobre projetos impactantes e entender quem são os stakeholders ou grupo de interesse do seu negócio? Pois está aberta a temporada de construção de um novo cenário para o ecossistema da inovação no Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE)!


A Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAPDF) e a Associação de Startups e Empreendedores Digitais do Brasil (Brasil Startups) se uniram para a construção do Observatório do Ecossistema da Inovação (Inovatório), maior e mais completo mapeamento e classificação do ecossistema da inovação do DF e RIDE. 


“O Inovatório é uma ação do projeto Startup Brasília 2030 (SBSB2030), iniciativa apoiada pela FAPDF no âmbito do seu Programa de Aquecimento do Ecossistema de Inovação do Distrito Federal. Nosso intuito com a realização do Programa e o apoio a iniciativas como essa é promover o desenvolvimento inteligente e sustentável de Brasília para transformá-la em uma cidade inteligente”, ressalta Marco Antônio Costa Júnior, diretor-presidente da FAPDF. “O GDF aposta na atuação integrada entre governo, setor produtivo, academia e sociedade para transformar a capital federal em um polo produtor de inovação”, completa.


Voltado para diversos atores-chave, como startups, empreendedores, investidores, universidades, coworkings, escolas, influenciadores e prestadores de serviços especializados, o Inovatório irá suprir a falta de dados estruturados e informações atualizadas sobre o universo da inovação. A proposta é conectar empreendimentos, compartilhar dados e contribuir para a elaboração de políticas públicas mais eficientes para a região. Os interessados em participar do mapeamento deverão acessar o endereço eletrônico do Inovatório.

“Empreendedores poderão encontrar em um único lugar e de forma acessível informações e inteligência de dados para conectar e apoiar a tomada de decisão das startups. O Inovatório também vai permitir que os diversos agentes enxerguem a evolução do setor e avaliem o cenário e as tendências para que possam planejar com maior propriedade as ações que deverão potencializar cada vez mais o ambiente de inovação nos seus negócios e na região”, ressalta  o vice-presidente da Brasil Startups e coordenador de implantação do Inovatório, Wendely Leal.

Integração e conhecimento –  O Inovatório vai reunir essas informações e torná-las acessíveis, fornecendo indicadores para consultas de fins diversos; incentivar políticas públicas com bases de dados; e dar suporte a decisões estratégicas do setor público e privado. Será um hub de conteúdo atualizado em tempo real com dados, informações e aprendizados disponibilizados no portal Observatório do Ecossistema de Inovação, canal que vai contribuir para a conexão de empreendedores, possibilitando a troca de experiências, a cocriação e o fortalecimento dos negócios inovadores e startups na região, o diálogo entre os participantes e a construção de um ambiente favorável à inovação. 

A partir disso, será possível atrair novos investidores e parceiros, além de auxiliar o poder público e privado no processo de criação de políticas públicas e na tomada de decisões estratégicas que favoreçam o crescimento e a prospecção das startups na região. “Acreditamos que as startups são atores essenciais para esse processo de transformação, com potencial para gerar soluções para a cidade, oportunidades e ativos econômicos”, destaca o diretor-presidente da FAPDF.

Como participar – Para participar do mapeamento, basta se cadastrar em um ou mais formulários que estão disponíveis no endereço eletrônico do Inovatório: http://inovatorio.org/mapeamento. Caso queira apenas consultar dados, acesse: inovatório.org.

“Ao contribuir  com o mapeamento, os participantes serão beneficiados com dados que irão possibilitar uma maior compreensão sobre as características do ecossistema de startups e poderão sair do campo das suposições na hora de planejar ações futuras”, afirma o coordenador de marketing na Brasil Startups, Daniel Chacal. “Nós vamos trazer informações gerais sobre o perfil  da startup e dos colaboradores, indicadores de aquecimento, impacto da Covid-19, entre outros”, completa.

A proposta está comprometida com a proteção total dos dados dos participantes, a partir do cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que dispõe sobre o tratamento desses dados, inclusive nos meios digitais.


O Sistema de Ensino Aprende Brasil levou, pelo nono ano consecutivo, o prêmio Top Educação na categoria Sistema de Ensino para a Rede Pública. Desde 2013, nenhum sistema de ensino voltado às escolas públicas é tão lembrado quanto o Aprende Brasil.

A premiação é realizada desde 2006. Por meio dela, o público aponta as marcas mais conhecidas do Brasil na área de educação. A votação é espontânea e a lista com os vencedores de todas as categorias fica disponível no site oficial. O Top Educação premia 41 categorias, sendo 30 dedicadas ao ensino básico e 11 ao ensino superior. De acordo com a gerente de marketing e produto da Editora Aprende Brasil, Damila Bonato, o reconhecimento da marca é ainda mais especial em ano de pandemia. “Este foi um período de muitos desafios para a educação, especialmente para a educação pública. Ficamos muito felizes por entender que a população e o mercado de educação continuam reconhecendo a dedicação da nossa equipe para levar um ensino básico de qualidade às nossas crianças mesmo em meio às circunstâncias complexas trazidas pela covid-19”, destaca. Para ela, o fato de o Sistema de Ensino Aprende Brasil ter sido premiado por nove anos consecutivos é motivo de orgulho e estímulo para que os profissionais da marca sigam trabalhando com excelência nos mais de 210 municípios brasileiros parceiros. Com a conquista, a única marca a receber menções em todas as edições do Top Educação segue sendo o Grupo Positivo, do qual a Editora Aprende Brasil faz parte.

Voltado às redes municipais de educação, o Sistema de Ensino Aprende Brasil oferece diversos recursos. Além do material didático completo e contemporâneo, estão incluídos avaliações, sistema de monitoramento, assessoria pedagógica, ambiente virtual de aprendizagem e formação continuada aos professores. Todo esse conjunto atende, hoje, a mais de 290 mil estudantes de mais de 1,6 mil escolas municipais em todo o Brasil. Saiba mais em http://sistemaaprendebrasil.com.br/.

Para conhecer os vencedores de todas as 41 categorias do prêmio Top Educação, acesse: http://premiotopeducacao.com.br/vencedores

"O amor contagia" é selecionada em premiação das melhores iniciativas do Ministério Público brasileiro


Créditos: divulgação


A campanha "O amor contagia" é uma das finalistas da edição 2021 do Prêmio CNMP, promovido pelo Conselho Nacional do Ministério Público. A ação é fruto da união das Promotorias de Justiça do Ministério Público do Paraná e Ministério Público do Trabalho com a UFPR (Universidade Federal do Paraná) e a Funpar (Fundação de Apoio da Universidade Federal do Paraná), e contou com o apoio de instituições como Instituto GRPCOM, Grupo Marista, Instituto Positivo, comissão do Terceiro Setor da OAB-PR e associações da sociedade civil organizadas. 

Criada em março de 2020, a campanha "O amor contagia" arrecadou doações para atender demandas emergenciais na área da saúde e apoiar ações e entidades sociais, como lares e asilos. Aproximadamente 130 instituições assistenciais e 60 hospitais foram beneficiados. "A campanha foi muito exitosa! Arrecadou e distribuiu mais de R$17 milhões em medicamentos, insumos hospitalares, EPIs, cestas básicas e kits de higiene. As instituições assistenciais e os Hospitais filantrópicos, que sobrevivem de doações, passam por grande dificuldade nesse momento de pandemia. Com a campanha, conseguimos mobilizar pessoas e empresas que se juntaram à causa, trazendo enormes benefícios para a sociedade paranaense”, afirma a Promotora de Justiça do Ministério Público do Paraná, Karina Anastacio Faria de Moura Cordeiro.

Para a titular da Promotoria de Justiça das Fundações e do Terceiro Setor de Curitiba e coordenadora da Campanha, o expressivo resultado alcançado demonstra a grandeza e a solidariedade da população paranaense, que confiou na política de transparência e governança da campanha, demonstrando que é possível trocar as incertezas e angústias deste difícil momento de isolamento social por atitudes proativas, que visem ao bem-estar da população mais vulnerável. "A seleção da iniciativa como finalista do prêmio do CNMP demonstra que a instituição pode e deve ser um importante agente de transformação social. Somente a junção de esforços de toda a sociedade nos conduzirá por caminhos de fraternidade e menos desigualdades”, avalia Karina.

A premiação do CNMP tem como objetivo dar visibilidade a ações do Ministério Público brasileiro que se destacaram na promoção e efetivação dos objetivos do Planejamento Estratégico Nacional do MP. Neste ano, 535 trabalhos foram inscritos para concorrer ao prêmio, de unidades ministeriais de todo o país. O resultado oficial será divulgado em 14 de outubro, durante solenidade on-line.

 

Agasus capta R$ 120 milhões em emissão de debêntures

Empresa de locação e serviços de equipamentos de TI, que também atua na venda de equipamentos seminovos, terá mais capacidade de investimento e espera atingir receita de R$ 220 milhões em 2022, após entregar vendas de R$ 80 milhões em 2020 e projetar R$ 140 milhões em 2021



Foto: Luíza Salerno


A Agasus, referência nacional em Hardware as a Service e venda de equipamentos seminovos, que atua há mais de 20 anos no País, anunciou a conclusão da emissão de debêntures para captação de R$ 120 milhões. O recurso será utilizado em duas frentes: compra de equipamentos para locação e melhoria na estrutura de dívidas e capital da companhia. A estruturação da emissão foi coordenada pelo Itaú BBA.

Com prazo de quatro anos, a emissão está sendo feita por meio da Instrução 476 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que dispõe sobre as ofertas públicas distribuídas com esforços restritos e a negociação desses valores mobiliários nos mercados regulamentados. A emissão dos títulos não conversíveis foi bem-sucedida. A demanda pelos papéis superou a oferta em 40%.

“O interesse de grandes nomes na emissão reforça a credibilidade do modelo de negócio da Agasus, bem como em nossa performance. Temos uma visão centrada no cliente, e nosso time tem feito um trabalho incrível em entregar serviços de alta qualidade e com muita rapidez”, avalia Rene Almeida, Co-CEO da Agasus. Segundo o executivo, 70% do valor captado na emissão de debêntures serão utilizados na aquisição de equipamentos para locação, para fortalecer a capacidade de atendimento da empresa e ampliar sua competitividade no mercado. O restante será utilizado para otimizar a estrutura de capital, com aumento da eficiência de geração de caixa da empresa.

A Agasus aluga equipamentos como desktops, notebooks, smartphones e tablets, oferecendo os serviços de setup, logística, service desk e manutenção incluídos nos pacotes de locação. As empresas podem locar em sistema on demand, similar ao que é feito nos serviços de streamings, por sistema de assinatura. Com essa opção, os clientes ficam livres para se concentrar em seu core business. A Agasus ainda atua com a venda de equipamentos seminovos, por meio da divisão Agasus Seminovos, operação que teve início com a aquisição da empresa JR1 em 2020.

Com a captação, a Agasus segue no movimento de expansão dos negócios, projetando faturar R$ 140 milhões no consolidado de 2021, o que representará crescimento de 75% em relação ao volume de R$ 80 milhões apurado no ano passado. “Estamos focados em seguir o ritmo de expansão e concentrados em consolidar a engrenagem do modelo de negócio para pavimentar nossa liderança de mercado no próximo ano”, diz Almeida. Segundo estimativas do executivo, o ritmo de crescimento deve se manter acima de 50% no ano que vem, levando o faturamento ao patamar de cerca de R$ 220 milhões no final de 2022.

Primeira emissão

Esta emissão de debêntures é a segunda operação realizada pela Agasus desde que o fundo de investimentos 220 Capital, que atua pelo modelo search fund –em que empreendedores apoiados por investidores brasileiros e estrangeiros compram empresas de alto potencial com receita anual de até R$ 100 milhões – adquiriu o controle da companhia, em 2019. Na primeira emissão de debêntures, que resultou na captação de R$ 50 milhões, em fevereiro de 2020, a Agasus também visava usar os recursos para investir na aquisição de equipamentos. “A estratégia, no ano passado, nos ajudou a ter estoque suficiente para suprir as altas demandas aceleradas pela pandemia”, explica Almeida. Com as medidas de restrição a partir da eclosão da pandemia no Brasil em março e, consequentemente, o avanço do home office, a Agasus registrou alta de 300% na procura por seus serviços.

Em dois anos de gestão, a Agasus elevou de 65 para 220 o número de funcionários, e consolidou um parque de equipamentos de mais de 110.000 itens, alugados para 1.200 clientes em todo o Brasil. O investimento em um estoque robusto e na diversidade de equipamentos permitiu à Agasus sair na frente da concorrência. Outro fator que catalisou a aceleração da Agasus foi a falta de equipamentos novos em alguns momentos do ano, dadas as rupturas de fornecimento, além da alta na cotação do dólar, que desincentivou ainda mais empresas a alocarem seus recursos na compra de equipamentos de microinformática para seus usuários, apesar da urgência da transformação digital e estruturação de home office.

“O sucesso da primeira emissão de debêntures fez esta ser ainda melhor, com uma demanda de investidores 40% maior do que nossa necessidade de recursos”, ressalta Thomas Acher, Diretor Financeiro da Agasus e responsável por liderar a nova operação. “Além disso, alguns debenturistas da primeira iniciativa optaram por investir novamente e, ainda, conseguimos atrair novos investidores, o que reforça que nosso planejamento para crescimento está no caminho certo”, finaliza Acher.



Salários de R$ 3.360,00, candidatos interessados devem se inscrever, de 9 a 17 próximo, no site: www.selecao.go.gov.br. Seleção será realizada por meio de análise curricular e entrevista



O Governo de Goiás, por meio do Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO) e da Secretaria de Estado da Administração (Sead), abriu Processo Seletivo Simplificado com 100 vagas para examinadores de trânsito em caráter temporário.

As inscrições serão iniciadas no próximo dia 9 e seguem até 17 de setembro. Os candidatos devem pagar uma taxa de R$ 20 para participarem do certame. A remuneração para os cargos será de R$ 3.360,00. Os interessados devem acessar o site: www.selecao.go.gov.br.

A seleção dos candidatos será realizada pela Escola de Governo e compreende duas etapas: 1) análise curricular, com eliminação e classificação dos concorrentes; e 2) entrevista, seguindo o mesmo formato do primeiro estágio.

Para se inscrever o candidato precisa ter o certificado de conclusão de curso de examinador de trânsito, averbado pelo Detran-GO, através da Gerência de Educação para o Trânsito, e cumprir com os demais requisitos para os Examinadores de Trânsito, conforme art. 62 da Resolução nº 789, de 18 de junho de 2020, do Conselho Nacional de Trânsito.

O chamamento é realizado para melhor atender à alta demanda no Estado de Goiás de candidatos à obtenção da Carteira Nacional de Habilitação, adição ou mudança de categoria, que necessitam de exames teóricos e práticos de direção.

O resultado definitivo do certame será divulgado dia 12 de novembro. Os profissionais convocados terão contratos de até três anos, com possibilidade de prorrogação para cinco anos.



Estamos atravessando um dos momentos mais delicados da economia global com a crise do coronavírus. Mas ao olhar para trás, podemos dizer que o "fundo do poço" está cada vez mais longe. E o cooperativismo financeiro tem uma relação intrínseca com a retomada econômica e social do país



Façamos um exercício: se você pudesse retornar no tempo e contar, há dez anos, que a utilização de smartphones para transações bancárias faria parte de seu cotidiano e que, durante uma pandemia, as transferências de valores seriam instantâneas, realizadas em menos de dez segundos... qual seria a reação do público?

Provavelmente você seria chamado de maluco. Afinal, os celulares mal tinham um sistema para entrar em sites e a conexão demorava uma eternidade para te trazer informações. No final da conversa, sua história iria circular por SMS: "o maluco que tinha informações utópicas do futuro".
A nossa realidade foi transformada. Quem não se adaptou, ficou para trás. É por isso que o Sicoob sempre se interessou por conversar sobre ideias embrionárias que poderiam se tornar inovações no futuro.

Seja Pix, Open Banking ou Open Finance. Em todos esses movimentos – e muitos outros – sentamos à mesa quando as discussões se iniciaram. Mesmo com a chegada da pandemia, somos pioneiros em oferecer aos nossos cooperados as novidades do mundo financeiro assim que elas saem do forno.

Quando se iniciou o período de pandemia, pensamos em como facilitar a travessia e fomos um "farol" no meio da tempestade para os cooperados. Desenvolvemos um sistema para liberação de senhas, tokens e aplicativos via reconhecimento facial. Se antes ele tinha que visitar uma agência, com duas semanas de pandemia isso já não era mais necessário. Estavam livres, por exemplo, para fazer renegociação de dívidas ou contratar crédito diretamente pelo App Sicoob.

Outra novidade que surgiu na pandemia, mas que já tinha uma sementinha plantada há algum tempo, foi a possibilidade de realizar assembleias via Sicoob Moob. Desta forma, oferecemos um serviço totalmente seguro para que os cooperados continuassem participando das decisões de suas cooperativas.

Isso sem citar o processo de filiação digital. Em 2018, 478 pessoas entraram no Sicoob desta forma. Até agosto de 2020, foram 10,6 mil no ano, um crescimento de 2.117%. Ainda há muito a caminhar, mas estamos no caminho certo.

Com tantas inovações, notamos um crescimento exponencial no uso dos serviços digitais no Sicoob. Em janeiro de 2020, eram R$ 2,2 milhões em depósitos por boleto. Em setembro do mesmo ano, esse valor cresceu para R$ 38,7 milhões. Em 2020, as transações financeiras digitais de nossos cooperados chegaram a 52,95%, ante a 16,6% em 2016.

Há de se ressaltar ainda o investimento em inclusão digital. Afinal, não basta oferecer um serviço sem auxiliar os que ainda não estão acostumados com o uso da tecnologia. A Alice, atendente virtual do Sicoob, nasceu para isso. E ela já registrou mais de 1 milhão de interações via WhatsApp e App Sicoob, facilitando o uso de nossas ferramentas digitais ao utilizar inteligência artificial a favor dos cooperados.

Também contamos com o apoio da Helen, assistente virtual para pessoas com necessidades especiais. Ela transforma textos em Libras ou voz no site oficial do Sicoob. Inclusão, democracia financeira e uma jornada digital cada vez mais simples e rápida são os nossos motes.

E agora? O que vemos pela frente? Com a chegada do Open Banking, nossas equipes têm trabalhado para oferecer aos cooperados uma ótima experiência e mostrar ao mercado que a porta de entrada para o acesso a uma relação mais leve e justa com o dinheiro é o cooperativismo financeiro. Muitas novidades devem surgir a partir deste ano e temos a certeza de que o Sicoob está preparado para seguir essa jornada, contribuindo para que as cooperativas continuem gerando impacto social positivo para os cooperados e suas comunidades.

A ideia central do Sicoob DFMil é unir forças para alcançar objetivos coletivos. No Sicoob DFMil, você é dono do negócio, tem atendimento personalizado, taxas de juros reduzidas e participação nos resultados. Para quem busca rentabilidade acima da média e não abre mão da segurança e da liquidez, nós temos boas opções de investimentos. Mas, os benefícios não acabam por aqui  

O Sicoob DFMil atende a Segurança Pública do Distrito Federal, as administradoras e/ou síndicos de condomínios. O diferencial é que, no Sicoob DFMil, o condomínio vai economizar em taxas e despesas. Além disso, a nossa cooperativa não tem fins lucrativos e visa atender aos interesses dos associados. Por isso, um representante do condomínio tem direito ao voto nas Assembleias do Sicoob DFMil.

Além das vantagens citadas, confira mais 7 benefícios de escolher o Sicoob DFMil:

1 - Cobrança bancária — as menores tarifas do mercado;

2 - Atendimento personalizado e humanizado — seja com o atendente prestando suporte pelo WhatsApp, por ligação ou por e-mail;

3 - Atendimento agilizado — as demandas dos síndicos são resolvidas em tempo hábil;

4 - Prestação de serviços a domicílio — quando a situação não pode ser resolvida por ligação, e-mail, WhatsApp ou aplicativo Sicoob, nosso consultor leva nossos serviços até os condomínios;

5 - Equipe especializada em condomínios — equipe preparada para atender as necessidades dos síndicos e administradoras de condomínios;
 
6 - Seguro de edificação e residencial — as melhores cotações com custo benefícios, para os condôminos e para o condomínio;

7 - Financiamento para obras ou energia fotovoltaica — as menores taxas e os melhores prazos, para realização de obras condominiais.

O Sicoob DFMil facilita a vida do síndico e auxilia na redução dos custos dos condomínios.

Gostou? Entre em contato com o atendimento de condomínios e faça parte: https://cutt.ly/MnRgeO8



Francisco Araújo falou tudo que lhe foi perguntado na CPI da Covid do Senado. Revelou até nomes de políticos que indicaram empresas para vender insumos a Secretaria de Saúde do DF



O plenário estava completamente vazio:  sem o presidente Omar Aziz, sem relator o Renan Calheiros e sem holofotes.

Foi dessa forma que a CPI da Covid do Senado encerrou na quinta-feira (02), a oitiva do ex-secretário de Saúde do Distrito Federal, Francisco Araújo Filho.

A  pauta da oitiva de Francisco era para apurar que tipo de relacionamento o ex-secretário de saúde do DF tinha com a Precisa Medicamentos, empresa intermediária da venda da vacina indiana Covaxin ao Ministério da Saúde.

A mencionada empresa tornou-se um dos alvos de investigação da CPI da Covid.

O ex-secretário do DF negou que tenha favorecido a Precisa e deixou claro que os testes comprados foram certificados pela Anvisa, agência que avaliza a qualidade de medicamentos no país.

Porém, do meio para o fim dos trabalhos de apuração, a CPI foi transformada em um palco da politicagem de Brasília.

Os senadores José Antônio Reguffe (Podemos), Izalci Lucas (PSDB) e Leila do Vôlei (Cidadania), todos da bancada brasiliense, tentaram a todo custo jogar o nome do governador do DF, Ibaneis Rocha no meio da história.

O palco da CPI, refletia com clareza solar que os três senadores, todos candidatos ao Buriti, em 2022, e opositores de Ibaneis, se uniram em torno de uma só narrativa: envolver o nome do governador no caso que levou à prisão do ex-secretario.

A insistência foi grande, principalmente por parte do senador Izalci.

No entanto, o êxito não foi logrado e o tiro sai pela culatra.

O inquirido desmontou todas as narrativas criadas, deixando os três senadores candidatos ao Buriti sem mais perguntas.

A primeira a desistir foi Leila do Vôlei.  Reguffe ficou sem graça com o que veio depois.

Ao ser apertado pelo senador Eduardo Girão, sobre os pedidos de indicações de empresas que participaram do certame da Secretaria de Saúde do DF, que resultou na operação falso negativo da polícia federal, Francisco Araújo jogou um balde de água fria no relator substituto Izalci  Lucas (veja o video): https://www.youtube.com/watch?v=Nb5oo1tDkqE&t=1s



A Diretoria Colegiada da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) aprovou, nesta quarta-feira (26/8), a revisão do segundo ciclo da sua Agenda Regulatória (AR), referente ao biênio 2021-2022. O objetivo é atualizar os cenários e incorporar novas demandas do ambiente regulatório


Foto: Marcos Oliveira.

O documento aponta seis eixos temáticos: Recursos Hídricos; Água e Esgoto; Drenagem Urbana; Resíduos Sólidos; Econômico Financeiro, e temas transversais. Ao todo, são previstas 31 ações.

Além das diretrizes gerais, a construção da AR levou em consideração fatores como demandas emergentes na sociedade, a alteração do Marco Legal do Saneamento Básico, a nova legislação federal sobre instrumentos de melhoria regulatória, a pandemia causada pela Covid-19 e a redução de recursos orçamentários. Durante o processo de elaboração da proposta, a agência realizou consulta pública para promover a participação da sociedade.

Com o instrumento, a Adasa reafirma seu compromisso com a transparência e eficiência das ações reguladas pelo órgão, pautadas pela tecnicidade e previsibilidade da sua atuação na busca pelo desenvolvimento e melhoria da qualidade dos serviços públicos prestados no Distrito Federal.

Por Luciana Sterzo*


A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD – Lei nº 13.709/2018) foi sancionada e publicada em 2018, entretanto, seus dispositivos entraram em vigor em setembro de 2020, com exceção dos artigos relativos às sanções administrativas pelo descumprimento ao disposto na referida Lei, que acabam de entrar em vigor. As sanções administrativas tiveram sua aplicação adiada para que as organizações pudessem se preparar para estarem em conformidade com as regras estabelecidas. Tal fato ocorreu também em razão da instabilidade provocada pela pandemia do coronavírus e, consequentemente, ao contexto socioeconômico crítico. Além disso, era extremamente necessária a criação da ANPD – Autoridade Nacional de Proteção de Dados, cuja responsabilidade é zelar pela proteção dos dados pessoais, garantir a aplicação e fiscalizar o cumprimento da LGPD.

Com a entrada em vigor dos dispositivos que tratam sobre as sanções administrativas, em caso de tratamento irregular de dados pessoais por descumprimento de obrigações que possam ou levem a causar um incidente de segurança, a ANPD poderá aplicar, de forma gradativa, sanções que variam desde uma simples advertência para adoção de medidas corretivas; multas que podem chegar a até 2% (dois por cento) do faturamento da pessoa jurídica de direito privado, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração; publicização da infração após devidamente apurada e confirmada a sua ocorrência (risco reputacional para a organização); e até a suspensão ou proibição do exercício de atividades relacionadas ao tratamento de dados.

Ademais, com a tentativa de ganhar mais um tempo para aplicação das penalidades administrativas previstas na LGPD, foi proposto o PL 500/21 em fevereiro de 2021, que tem como objetivo o adiamento da aplicação das multas da LGPD para janeiro de 2022. O principal argumento para referido adiamento gira em torno da situação pandêmica que temos vivenciado, vendo a aplicação na atual conjuntura como algo inacessível para as empresas.

Mesmo com a dificuldade que as empresas têm enfrentado com a pandemia de covid-19s, não podemos diminuir a importância do tratamento adequado de dados pessoais e, considerando as diversas ocorrências atuais sobre vazamentos de dados e os danos causados à sociedade, o projeto dificilmente será aprovado. É verdade que a ANPD está bem direcionada em iniciar suas atividades com poder educativo e orientativo, na intenção de obter uma cultura de privacidade, muito mais do que a mera aplicação de sanções.

Porém, é importante destacar que não existem somente as sanções administrativas previstas na LGPD capazes de penalizar os agentes de tratamentos que infringirem a referida Lei. Tem acontecido com bastante frequência, desde o surgimento da LGPD, aplicações de sanções e multas cíveis, penais e trabalhistas previstas em legislação específica por outros órgãos fiscalizadores, como por exemplo o Procon, a Senacom, o Idec, o Ministério Público, o sindicato da categoria, dentre outros.

Recentemente, a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), vinculada ao Ministério da Justiça, determinou a aplicação de multas milionárias a algumas instituições financeiras pelo uso indevido de dados pessoais de clientes. Referidas multas foram aplicadas em decorrência de denúncias do Instituto de Defesa Coletiva e do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a respeito de comportamentos abusivos identificados na oferta e contratação de empréstimos consignados.

De acordo com a Senacon, determinados bancos permitiram que terceiros contratados por instituições financeiras assediassem consumidores idosos, oferecendo empréstimos a partir de dados obtidos sem consentimento prévio. As instituições financeiras multadas estão discutindo judicialmente essas penalizações. Portanto, é importante que as organizações busquem a conformidade o quanto antes, não só para não sofrerem as pesadas sanções previstas na LGPD, mas, principalmente, para estarem adequadas e em consonância com os direitos fundamentais da privacidade e da proteção de dados.

 

* Luciana Sterzo é superintendente Jurídica da Tecnobank.

Daniel Medeiros*


Convivemos com bustos e estátuas como quem espera o ônibus na fila e nem repara em quem está na sua frente ou atrás de você. Os rostos passam, alguns até raspam nossos ombros em suas marchas apressadas, e também seguimos rumo aos nossos compromissos sem fixar a atenção em quase nada. Nas praças, nos parques, em frente a prédios públicos, nos saguões das repartições públicas, nos pátios das universidades, hospitais, estádios de futebol, nos auditórios e teatros, na entrada de algumas cidades, lá estão eles e elas, com seu bronze oxidado, escurecido pelo tempo, as imagens dos personagens que deveriam ser importantes para os que decidiram investir tempo e recursos neles e cuja memória desejavam compartilhar com o futuro, em um esforço de registro permanente, de suspensão do tempo e de fixação dos valores que justificaram a escolha daquela pessoa ou daquele fato.

Há bustos e estátuas que são frutos da vaidade e muitas que são frutos da mistificação; há as que são frutos da propaganda oficial ou do desejo de agradar, como recompensa ou esperança de favores; há as que buscam reconhecer ou desagravar e as que buscam cumprir promessas ou destacar momentos justificadores de mudanças. “Lembrai-vos de 35!”, diz uma dessas esculturas, com um soldado com arma em punho. As homenagens são lembranças e lembretes, papéis com revelações importantes guardadas no meio de livros que empoeiram nas estantes.

Mas então o tempo passa, a cidade muda, as memórias se esfumam, outras se formam ou aquelas mesmas se rearranjam, como as pedrinhas nos caleidoscópios. Algumas das personas retratadas tornam-se personagens de outras narrativas, novas facetas de suas histórias são reveladas, novas fontes são descobertas, novas perguntas são feitas, cujas respostas reposicionam aqueles rostos e aqueles corpos esculpidos em poses majestosas e a visão sobre eles e elas muda de tom. Muitas vezes, o tom de drama se torna raiva, e o herói, desafeto. A estátua que homenageia vira ofensa e acinte. 

Os italianos que chegaram aos EUA nos anos vinte queriam ter um elemento em comum com o novo país, fazer parte. Além da pizza e da tarantela, encontraram no genovês Cristóvão Colombo uma interface com aquela terra. E mandaram erigir estátuas do descobridor. Um século depois, muitas delas foram derrubadas porque Colombo não era mais o italiano que ajudou milhões de europeus a construir histórias em outro continente, mas o facínora que iniciou o extermínio dos povos originários. Uma estátua com pedestal de barro…

Homenageamos quem parece merecer um registro para a posteridade, por ter contribuído ou representando algo importante para nós. É nossa narrativa que queremos reforçar quando escolhemos alguém como especial. Getúlio foi o maior algoz dos comunistas na História do Brasil, um ditador sanguinário, mas hoje muitos o incensam por ter “lutado pelos trabalhadores”. Muitos atacam o projeto de privatização dos Correios, tornado empresa pública, com capital controlado pela União, em 1969, no auge da ditadura militar.

Para muitos paulistas, os bandeirantes desbravaram os sertões, descobriram riquezas e contribuíram decisivamente para a formação territorial brasileira; para muitos paulistas, os bandeirantes eram predadores de índios, destruidores de quilombos e devastadores ambientais. Para a primeira versão deles, mereciam uma homenagem, como a de Victor Brecheret ou Júlio Guerra. Para a segunda versão deles, tinta vermelha na homenagem de Victor Brecheret ou pneus queimando na homenagem de Júlio Guerra.

A História não é memória e derrubar estátuas e bustos não “destroem" a História. História se produz questionando o passado a partir das indagações sempre novas do presente. Ninguém está imune a perder a pose ou cair do cavalo. O importante não é jogar lenha na fogueira. O importante é prestar atenção ao que nos rodeia e não vivermos como quem espera o ônibus na fila e nem repara em quem está na sua frente ou atrás de você. Assim podemos perder o bonde da História e acabarmos, em plena democracia, tão duramente conquistada, dando vivas a quem acha que torturador é herói da Pátria.

* Daniel Medeiros é Doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo.

danielmedeiros.articulista@gmail.com
@profdanielmedeiros

 

**Artigos de opinião assinados não reproduzem, necessariamente, a opinião do Curso Positivo.

 


edição nº 263 da revista BOA VONTADE chega ao público neste mês de setembro, com importantes alertas à sociedade. Primeiro, o grave cenário instaurado no Brasil, em que mais de 116,8 milhões de pessoas passaram de alguma forma pela insegurança alimentar no fim do ano passado, segundo levantamento da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). Desses, 43,3 milhões em falta moderada e 19 milhões estariam em nível mais crítico, passando fome.

Na matéria de capa, constam ainda outros dados atrelados a esse problema e como a Legião da Boa Vontade tem contribuído para combatê-lo: em todas as regiões do país, desde o início da pandemia, a Instituição já distribuiu mais de 7 milhões de quilos em doações. Na reportagem, comoventes histórias de atendidos e fotos que impactam e demonstram a importância de, cada vez mais, as pessoas se juntarem nessa corrente de Solidariedade, para colocar comida no prato de quem mais precisa.

Outro conteúdo que merece igual atenção está na seção “Biosfera”, na qual há o registro dos principais avisos do novo relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), ligado à Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com o documento, as consequências das mudanças climáticas podem ser irreversíveis, como a iminente crise hídrica no Brasil — da qual o pesquisador Pedro Luiz Cortês, professor da Universidade de São Paulo (USP), trata em entrevista exclusiva.

Considerando a necessidade de esclarecer sobre esse tema, o jornalista, radialista e escritor José de Paiva Netto, diretor-presidente da LBV, traz nessa nova edição o artigo “Água e escassez”. Nele, o autor aponta: “Além dos investimentos governamentais, é preciso que haja, por parte dos povos, uma conscientização maior sobre o uso dos recursos hídricos. Água é Vida, sem ela torna-se impossível qualquer tipo de existência. Poluí-la é crime de lesa-humanidade”.

Por falar em vida, pela qual sempre vale a pena lutar, outro conteúdo que merece destaque é a entrevista com o psiquiatra Neury José Botega, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e um dos maiores especialistas em comportamento suicida, que alerta para a prevenção desse mal que cresce entre os mais jovens. Como há décadas brada a LBV, “Viver é melhor!”.

Confira ainda a repercussão do 26º Fórum Internacional de Assistência Social da LBV, que ocorreu, em formato on-line, nos dias 30 e 31 de agosto. Com quase quatro mil inscritos de 14 países, o evento debateu o tema “Desigualdade social e pobreza: impactos psicossociais da pandemia”. Por fim, na seção “Espírito e Ciência”, a psicóloga Sandra Maciel conta como a pesquisa no Brasil estuda memórias de vidas passadas e ressalta a relevância de se debruçar sobre o assunto para a melhora da prática clínica.

Trabalho jornalístico feito com seriedade e ética, com os temas mais relevantes da atualidade tratados à luz da Espiritualidade Ecumênica e mensagens de força e esperança. Tudo isso e muito mais é o que você encontrará neste link: www.revistaboavontade.com.br.

 

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