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Anna Paula Caldeira conversou com a presidente da SBRA em live transmitida pelo perfil da Sociedade no Instagram 


“Sou uma celebridade no mundo científico, mas na vida real não tem nada disso”, disse Anna Paula Caldeira, primeiro bebê a nascer a partir de uma fertilização in vitro (FIV) no Brasil e na América Latina, durante a conversa com a presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), Hitomi Nakagawa, no perfil da SBRA no Instagram (@movimentodafertilidade). Acompanhada da sua mãe, Ilza Caldeira, Anna Paula lembrou de momentos importantes da sua infância e falou sobre sua vida profissional, curiosidades, relação com a mídia e planos para o futuro. 


“Sei o quanto o meu nascimento é especial e importante para a medicina, para as mulheres que não podem ter filhos e para os casais que não podem construir uma família. Mas meus pais sempre trataram isso com muita naturalidade dentro de casa e nunca foi encarado como uma diferença. Então, levo uma vida bem normal”, afirma Anna Paula. 


Formada em Nutrição com pós-graduação em Marketing, ela trabalha atualmente como nutricionista com catering para Yachts e vendas para o setor de saúde e bem-estar.  Apelidada de “proveta” e “provetinha” por colegas da escola, Anna Paula cresceu no Brasil e mudou-se para os EUA há cerca de 5 anos, onde vive com a mãe em Los Angeles, na Califórnia. 


Diferente do que aconteceu com Louise Brown – primeira bebê de proveta do mundo –, que ficou sabendo da própria história somente aos 7 anos, Anna Paula conta que isso sempre fez parte do cotidiano da família. “Desde muito cedo, via minha mãe dando entrevista para falar sobre a nossa história. Até os 9 anos, os repórteres nos procuravam mais em casa, ou seja, só os adultos sabiam da minha história. Um dia eu estava na escola e um amigo me mostrou dados do Guinness Book. Foi assim que os meus colegas ficaram sabendo e começaram a se interessar por ela, despertando a curiosidade da imprensa, que passou a me procurar também na escola”, lembra.


Segundo Caldeira, as pessoas sempre demonstraram muita curiosidade em relação a sua vida. “Querem saber se eu me sinto diferente, se eu tenho todos os dedos das mãos e dos pés e se eu fico doente com frequência. Mas tudo sempre foi muito normal para mim”, lembra.


Anna Paula foi a sexta filha de Dona Ilza, que teve cinco filhos do primeiro casamento. Após se casar pela segunda vez, desejou imensamente uma nova gestação, mas estava impedida em razão de uma infecção adquirida em sua última gravidez, além da laqueadura e da retirada das trompas que realizou na mesma época. “Resolvi procurar o Dr. Nakamura que, assim que olhou para mim, demonstrou que eu não era a melhor candidata para os experimentos. Fui embora, mas voltei um mês depois e disse a ele: ‘Você tem a tecnologia, seus estudos, tempo de pesquisa, mas eu tenho um Deus e eu vou sair grávida daqui’. E foi o que aconteceu”, lembra Ilza.


Segundo ela, a história das duas sempre foi passada com naturalidade para os outros e por isso nunca teve a conotação de especialidade. “Nossa história sempre significou esperança para tanta gente que eu não tinha como omitir e precisava dar um ar natural. Eu ganho alegria ao ver as outras pessoas terem alegria também”, disse. 


Durante a live, a mãe de Anna Paula Caldeira se emocionou ao lembrar de uma história vivida anos atrás quando estava na fila do banco. “Eu estava brincando com uma menininha que devia ter uns três anos de idade e em determinado momento a fila andou. Eu disse para ela ir para perto da mãe dela e foi quando a sua mãe disse: ‘Venha, Anna Paula!’. E eu respondi: ‘Nossa, eu também tenho uma filha que se chama Anna Paula!’. A senhora saiu da fila, me abraçou e disse: ‘Minha filha se chama Anna Paula por causa da sua Anna Paula. Ela também é um bebê de proveta’. Então, no anonimato das pessoas, a história atingiu muita gente”, lembra emocionada. 


Mais informação – Durante a live, Nakagawa perguntou a elas sobre a importância de as pessoas estarem bem informadas sobre os tratamentos de reprodução assistida. Para elas, a mídia é uma excelente aliada neste processo e precisa contribuir mais para o acesso das pessoas às informações sobre o universo da reprodução assistida. “Mesmo ainda sendo um tratamento caro, a imprensa precisa abordar mais a pauta, encontrando um meio termo para a cobertura jornalística. Além de mais acesso ao tratamento, a população precisa estar mais bem informada sobre o assunto”, destacou Ilza.


Congelamento – Anna Paula também contou que recentemente foi questionada pelo doutor Isaac Moise Yadid, médico brasileiro creditado pela SBRA, sobre a possibilidade de realizar a preservação da fertilidade por meio do congelamento de óvulos. Hoje, aos 36 anos, ela disse que ainda não tinha pensado no assunto e não descarta a possibilidade. “Não descarto a possibilidade de ter um filho e se eu precisar fazer um tratamento, farei sem problema. Minha mensagem é para que as pessoas acreditem no amor, acreditem nas histórias que inspiram, acreditem na esperança de ter uma história de amor realizada”, declarou. 


Ela também disse que acredita que o desenvolvimento da ciência possa tornar os tratamentos ainda mais fáceis para homens e mulheres. “Na época da minha mãe, ela tinha que fazer cirurgia toda vez que ia fazer a coleta dos óvulos. Hoje, já está diferente. Então, acredito que a evolução da medicina possa dar mais facilidade ao tratamento e espero que todas as conquistas do progresso humano sejam celebradas e as pessoas possam evoluir nesta reflexão. Que o mundo melhore no sentido dessa busca”, espera. 


No final da conversa, Nakagawa agradeceu as duas pela participação e ressaltou a missão da SBRA com a realização da live. “Como sociedade médica, um dos nossos papéis é promover a atualização médica dos profissionais que atuam na área de reprodução assistida, informar à população e desmistificar uma técnica com a qual muitos podem se beneficiar. Essa é a nossa missão”, finaliza.


Foto: Rafael Fortes



Com o tema “Educação e Emoção”, V Semana Rede Pedagógica conta com especialistas renomados em programação online e gratuita


O papel da escola como ambiente para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais em crianças e adolescentes e a preparação dos professores e demais profissionais de educação para o retorno às aulas no contexto da pandemia pela Covid-19. Esse é o mote da V Semana Rede Pedagógica, promovida pela Rede Pedagógica – maior rede de educadores da América Latina. 


Com o tema “Educação e Emoção”, a programação será realizada de 30 de janeiro a 7 de fevereiro. A capacitação, totalmente gratuita e online, é voltada para professores, coordenadores, orientadores, diretores e outros profissionais da educação que desejam aprender mais, para ensinar ainda melhor. Mais de 300 mil educadores participaram virtualmente das últimas edições do evento.


Nesta edição, a programação da V Semana Rede Pedagógica aborda, entre outros pontos, competências cognitivas e emocionais, literatura, música, brincadeiras, contação de histórias, alfabetização, neurociência e psicologia das emoções. 


Diversos especialistas em educação renomados participam do evento, entre eles, Leo Fraiman, mestre em Psicologia Educacional e do Desenvolvimento Humano pela USP; Celso Antunes, especialista em Inteligência e Cognição, mestre em Ciências Humanas pela USP e autor de mais de 180 livros didáticos; Lino de Macedo, mestre, doutor e livre docente em Psicologia pela USP; José Pacheco, idealizador da Escola da Ponte em Portugal; e Ilan Brenman, escritor de literatura infantil e Doutor em Educação.


De acordo com a diretora pedagógica da Rede, Erika Radespiel, o tema está alinhado aos problemas vivenciados pelos professores nessa pandemia, quando ficaram sem apoio emocional e sem estrutura adequados à nova realidade, e foi pensado, ainda, em razão das competências socioemocionais presentes nas diretrizes propostas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as quais devem ser desenvolvidas entre os estudantes.


“Precisamos falar sobre como será o retorno às aulas. O principal não é o conteúdo, que se recupera. A questão é: como os estudantes estarão emocionalmente ao retornarem para a escola? As instituições de ensino estão preparadas para oferecer esse apoio, tão necessário à saúde e ao bem-estar de sua comunidade? A pandemia evidenciou o quanto é importante se trabalhar as competências socioemocionais já enumeradas na nova BNCC, e é isso que discutiremos na quinta edição do evento”, pontua Erika.


A formação inclui lives interativas no Instagram @redepedagogica, videoaulas e material didático para download na plataforma de cursos online da Rede Pedagógica, a RPEAD, e conta com a participação de especialistas, mestres e doutores em Educação. Os participantes do evento receberão um certificado com registro de 120 horas de atividades.


Para participar desta quinta edição, basta entrar no site https://www.rpead.com.br/courses/v-semana-rede-pedagogica e realizar cadastro do nome completo, endereço eletrônico (e-mail) e senha para acesso aos conteúdos. As inscrições são gratuitas. Nesse endereço, os interessados também podem conferir a programação atualizada do evento.


Serviço:


V Semana Rede Pedagógica

Quando: 30 de janeiro a 7 de fevereiro de 2021

Onde: Instagram @redepedagogica

Programação e inscrições clicando aqui

E-mail: rede@redepedagogica.com.br

 

A presidente da SBRA conversará com Anna Paula Caldeira na próxima sexta-feira (22), às 18h; entrevista será transmitida pelo perfil da Sociedade no Instagram 


A primeira live de 2021 promovida pela Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) será com Anna Paula Caldeira, primeiro bebê a nascer a partir de uma fertilização in vitro (FIV) no Brasil e na América Latina. Liderado pela presidente da SBRA, Hitomi Nakagawa, o bate-papo ocorrerá na próxima sexta-feira (22), a partir das 18h, no perfil da SBRA no Instagram (@movimentodafertilidade).


Graduada em nutrição e pós-graduada em marketing, Anna Paula mora hoje nos EUA. Durante a live, ela falará sobre projetos pessoais, vida profissional, sobre a sua saúde e desafios enfrentados até o momento. 


Dados mais recentes divulgados em 2019 pela Rede Latino-Americana de Reprodução Assistida (REDLARA) mostram que o Brasil lidera o ranking latino-americano dos países que mais realizaram fertilização in vitro, inseminação artificial e transferência de embriões – 83 mil bebês brasileiros nasceram, em 25 anos, por meio de tratamentos de reprodução assistida.


A paranaense nasceu em 1984, seis anos após o nascimento do primeiro bebê de proveta no mundo, Louise Brown, na Inglaterra. Segundo explica a presidente da SBRA, desde o nascimento delas, as técnicas de reprodução assistida evoluíram em ritmo acelerado. “Hoje conseguimos gerar uma gravidez com um único espermatozoide, além de prever várias síndromes genéticas incapacitantes ou que causam mortes precoces antes de o embrião ser transferido ao útero da mulher”, ressalta Nakagawa. 


O último relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões – SisEmbrio, publicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), também mostra o protagonismo brasileiro em relação aos procedimentos e aponta o crescimento da confiança das pessoas nas técnicas de reprodução assistida. O levantamento mostra que, em 2019, a média da taxa de fertilização in vitro (FIV) nos bancos de células e tecidos germinativos (BCTG) do país atingiu o percentual de 76%, um padrão elevado diante do cenário médio internacional, cujo padrão exige resultados acima de 65%. Foram realizados 43.956 ciclos de fertilização, o que representou um crescimento de mais de 800 ciclos em relação ao ano anterior, cerca de 2%. 


“Isso reforça as constantes melhorias das tecnologias utilizadas pelo setor, a qualidade dos procedimentos realizados no Brasil e o excelente nível de qualificação técnica dos profissionais. Mostra também que, hoje, as pessoas conhecem e confiam mais nas técnicas de Reprodução Assistida graças às mais diversas campanhas de esclarecimento sobre tratamentos para correção das situações que interferem na procriação e informações a respeito da preservação da fertilidade realizadas pela SBRA”, finaliza Nakagawa.

 Dados divulgados pelo IBGE neste mês apontam o aumento da faixa etária em que as mulheres têm filhos na última década.


O número de mulheres brasileiras que se tornaram mães após os 35 anos aumentou. É o que revelam os dados divulgados neste mês pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 10 anos, a quantidade de mães com menos de 15 anos de idade que deram à luz  caiu 26,3%. Em compensação, as gestações entre 35 e 39 anos aumentaram 63,6%. Entre os 40 e 44 anos de idade, a alta no número de partos foi de 57% e na faixa etária dos 45 aos 49 anos, de 27,2%. Já entre as mulheres com mais de 50 anos de idade, a alta foi de 55%.


Segundo médicos da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), os principais motivos para o adiamento da gestação apontados pelas mulheres que chegam em seus consultórios são a escolha do parceiro certo para constituir uma família, busca por estabilidade financeira e maturidade para conceber um filho, além de novos relacionamentos. 


Para a ginecologista e presidente da SBRA, Hitomi Nakagawa, independentemente das escolhas por trás dessa mudança, é de fundamental importância que essas mulheres estejam informadas de que a chance de poder engravidar mais tarde, com uma vida profissional e financeira mais estabilizada, pode vir acompanhada de um problema: a queda da reserva ovariana. “Isso reflete no resultado dos procedimentos, uma vez que a quantidade e qualidade dos óvulos nessa faixa etária já está mais comprometida. O tratamento não é impossível, mas tem maior risco de abortamento e a chance de engravidar por transferência mesmo nos tratamentos de reprodução assistida demora mais, exceto quando a paciente faz estudo genético do embrião”, afirma.


Além disso, os riscos na gravidez impactados pela idade da mãe podem gerar maiores índices de complicações gestacionais, o que requer um acompanhamento profissional mais intensivo nas mulheres a partir dessa idade. “Por isso, é fundamental estar informada sobre os reais benefícios que a reprodução assistida pode alcançar para aquela mulher que deseja postergar a gestação e ter bebês com o seu material genético”, diz. 


No caso de mulheres que desejam conceber após os 40 anos, os cuidados devem ser ainda maiores. “Embora existam exceções, infelizmente as técnicas de reprodução assistida não se destacam tanto em relação às chances de concepções espontâneas que resultam em nascidos vivos sadios após os 43 anos. O Conselho Federal de Medicina (CFM) estipula 50 anos como a idade limite para que uma mulher seja submetida a técnicas de reprodução assistida”, ressalta Manoela Porto, médica certificada pela SBRA.


De acordo com a médica, a gravidez tardia também aumenta o risco das síndromes cromossômicas, ou seja, a saúde do bebê também pode ser afetada. “Além das medidas aplicadas a todas as gestantes, as mães mais maduras devem ter uma vigilância mais precoce pelo risco aumentado de aborto e gestação fora do útero, rastreamento e aconselhamento para o risco de síndromes cromossômicas e intervenções para diminuir riscos como diabetes e pré-eclâmpsia (hipertensão que ocorre durante a gestação)”, diz.


A ginecologista ressalta que para muitas mulheres com idade reprodutiva avançada, a reprodução assistida só terá êxito se recorrerem a óvulos doados por mulheres em idade mais jovem, conclui a médica.


Informação e acolhimento - Foi justamente pensando nessas mulheres que passaram dos 35 anos e desejam ser mães, que a jornalista Aline Dini criou o projeto Mãe aos 40. O foco do perfil é informar sobre os prós e contras de encarar a maternidade na maturidade, por meio de entrevistas semanais com especialistas. O veículo também apresenta toda semana histórias de mulheres que se tornaram mães na faixa dos 40 anos, pelos mais variados meios (gestação natural, ovodoação, barriga solidária e adoção), e acolhe as mulheres que estão passando por dificuldades de engravidar ou já sofreram abortos espontâneos. Com a curadoria de conteúdo que já dura 7 anos, a jornalista Aline Dini criou recentemente o curso Fertilidade na Maturidade, que conta com 8 profissionais especializados em fertilidade para ajudar as mulheres a entenderem seus corpos e também a lidarem com as emoções envolvidas nessa fase de espera por um filho.


RISCOS PARA MÃES ACIMA DE 35 ANOS


Aborto espontâneo: no geral, o risco ocorre em cerca de15 % das gestações em mulheres com menos de 35 anos. Mas, entre 35-39, este risco aumenta para 25%, entre 40-44 anos para cerca de 50% e, após 45 anos, para mais de 90%.


Gestação ectópica (fora do útero): esse risco aumenta de quatro a oito vezes mais após os 35 anos.


Hipertensão arterial: o risco de desenvolver hipertensão é duas a quatro vezes mais alto após os 35 anos.


Pré-eclâmpsia: o risco de desenvolver pré-eclâmpsia é de 3% nas gestações em geral. Esse risco aumenta para cerca de 10% após os 40 anos e 35% após os 50 anos.


Diabetes mellitus: o risco de desenvolver diabetes na gestação é de cerca de 3%, mas aumenta de duas a quatro vezes após os 35 anos.


Anormalidades da placenta: após os 40 anos existe risco aumentado para o descolamento prematuro de placenta e a implantação baixa da mesma. 


RISCOS PARA O BEBÊ DE MÃES ACIMA DE 35 ANOS


Síndromes cromossômicas: riscos aumentados de anormalidades cromossômicas como a síndrome de Down. Aos 30 anos, o risco de ter um bebê com esta síndrome é de cerca de 0,1%. Esse risco aumenta em três vezes aos 35 anos e cerca de 20 vezes aos 40 anos.


Malformações: mesmo em bebês sem anormalidades cromossômicas existe um risco aumentado para malformações, sendo as alterações cardíacas as mais prevalentes.


Baixo peso ao nascer e prematuridade: o risco destas condições pode aumentar em até duas vezes após os 35-40 anos.


Óbito fetal intrauterino sem causa aparente: esse risco tem um sensível aumento após os 37 anos.

  Novo curso, totalmente on-line, nasce para atender à crescente demanda por profissionais que venham a entender do mercado de ações 

A Estácio, instituição de ensino superior que possui a maior pós-graduação do país, lança, em parceria com a Empiricus, maior plataforma 100% digital de investimentos do país, o MBA em Finanças e Análises de Ações. A parceria, desenhada estrategicamente por quem entende do mercado de ações, vai levar para sala de aula on-line, a experiência bem-sucedida de quem está há anos nesse segmento.

O curso, criado sob o olhar atento de quem conhece esse mercado em ascensão e que oferece salários iniciais de até R$ 25 mil, ensinará como fazer análise de ações, ajudará a entender melhor o funcionamento da bolsa de valores, apontará quais as formas mais assertivas de se investir atualmente e apresentará de forma clara e didática as operações que ocorrem no mercado acionário. Para isso, o MBA envolve durante as aulas professores renomados da Estácio e analistas expoentes da Empiricus como, por exemplo, Felipe Miranda, Rodolfo Amstalden, Max Bohm, João Piccioni, Henrique Florentino, Sergio Oba e Alexandre Mastrocinque. 

De acordo com Marcel Desco, vice-presidente de Marketing da Estácio, por estar sempre olhando tendências, a instituição enxergou, juntamente com a Empiricus, a necessidade de formar pessoas que possam atuar ativamente no mercado financeiro.

“A construção do curso e, mais especificamente das disciplinas, dosou o rigor acadêmico com a aplicabilidade do trabalho para, assim, atender de forma plena os profissionais que estão interessados em migrar para o mercado financeiro, aproveitando esse momento novo no país”, diz Marcel.   

Voltado para capacitar profissionais com expectativa de atuar em corretoras, bancos e mercados de análises e, até mesmo aqueles que buscam uma promoção dentro das empresas onde atuam, o curso, por envolver profissionais de ponta, oferece aos estudantes novas perspectivas profissionais dentro de um mercado de finanças que é bem remunerado, que tem muitas oportunidades de trabalho e que nesse momento está efervescente com uma série de players de investimentos surgindo a todo momento.   

Ao concluir o MBA, além de todo o conhecimento adquirido, o aluno receberá gratuitamente um conteúdo preparatório para a CEA (Certificação de Especialista em Investimentos Anbima), que é uma das certificações necessárias para recomendação de produtos de investimento. Com isso, o discente pode ser classificado como “investidor qualificado”, tendo acesso a opções de investimento disponíveis apenas a grandes investidores. Os alunos que apresentarem os melhores desempenhos, terão a oportunidade de participar de um processo seletivo para trabalhar na Empiricus, com salário de até R$ 25 mil.

"É um curso sem precedentes e paralelos no Brasil, com teoria e prática. Vai haver, sim, modelagem, teoria, estudo dos clássicos, mas também lições para ganhar dinheiro, dadas por quem realmente ganha dinheiro. Coisas práticas e objetivas, para serem aplicadas imediatamente. Tenho convicção de que montamos o melhor MBA do Brasil", diz Felipe Miranda, sócio-fundador da Empiricus.

Inscrições: De 10 a 15 de novembro  

Siteestacio.br/mbaempiricus



Em sua quarta edição, Semana Rede Pedagógica abordará uso de ferramentas tecnológicas no ensino e fornecerá certificado de 120h de capacitação aos participantes 

O uso das tecnologias como ferramenta didática tem sido um desafio para os profissionais da área de educação no contexto da pandemia da Covid-19. Com o objetivo de discutir essa temática e capacitar os profissionais a obterem resultados mais eficazes na aplicação dos recursos digitais, ocorrerá, de 24 a 31 de outubro, a IV Semana Rede Pedagógica, promovida pela Rede Pedagógica, maior rede de educadores da América Latina.

 

A capacitação, totalmente gratuita e online, é voltada para professores, coordenadores, orientadores, diretores e outros profissionais da educação que desejam aprender mais, para ensinar ainda melhor. A formação inclui lives interativas no Instagram @redepedagogica, videoaulas e material didático para download na plataforma de cursos online da Rede Pedagógica, a RPEAD, e terá a participação de especialistas, mestres e doutores em Educação. Os participantes do evento receberão um certificado com registro de 120 horas de atividades.

 

De acordo com a diretora pedagógica da Rede, Erika Radespiel, o tema “Educação Digital” foi escolhido a partir de votação entre os participantes da última edição do evento. “Professores tiveram de se reinventar durante a pandemia, e a questão tecnológica é um desafio para muita gente. Não basta utilizar a tecnologia para cumprir uma carga horária; é preciso fazer um uso das ferramentas de forma associada à didática, à pedagogia, para que o resultado seja efetivo”, pontua.


Ao todo, as três edições anteriores – realizadas em abril, maio e agosto de 2020 – contabilizam a participação de mais de 250 mil pessoas. Nesta quarta edição do evento serão abordados, entre outros pontos, os novos paradigmas da educação, educação digital e a BNCC, recursos digitais na contação de histórias, educação infantil na era digital e literatura na era digital. Diversos especialistas em educação renomados participam do evento, entre eles, o mestre em Tecnologia Educativa e Ph.D. em Educação, Gilberto Lacerda; o pedagogo e doutor em Psicologia, Lino de Macedo e o professor Celso Antunes, outro ícone da educação e escritor de mais de 100 livros na área. “O evento está imperdível. Todos estão convidados para participar do evento e aproveitar ao máximo a capacitação para que possam utilizar os conhecimentos obtidos tanto no ensino híbrido, quanto no presencial”, finaliza Radespiel.

 

Para participar da Semana, basta entrar no site www.redepedagogica.com.br e realizar cadastro do nome completo, endereço eletrônico (e-mail) e senha para acesso aos conteúdos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diretamente no link: https://www.rpead.com.br/courses/iv-semana-rede-pedagogica. Nesse endereço, os interessados também podem ter acesso à programação do evento e ao conteúdo das edições anteriores.

 

Serviço: IV Semana Rede Pedagógica

 

Quando: 24 a 31 de outubro de 2020

Onde: Instagram @redepedagogica

Programação e inscrições: www.redepedagogica.com.br

E-mail: rede@redepedagogica.com.br

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado e o presidente da Goinfra, Pedro Sales, estiveram na GO-347 (Nova Iguaçu de Goiás/Santa Terezinha de Goiás), GO-439 (Pilar de Goiás/Guarinos) e GO-156 (Uirapuru/Mundo Novo). Meta é “valorizar o interior e dar apoio às regiões”, destaca 

Rodovias vistoriadas pelo governador Ronaldo Caiado e pelo presidente da Goinfra, Pedro Sales, fazem parte do pacote, lançado em agosto, de implantação e reconstrução de 540 quilômetros de rodovias goianas, com investimentos de R$ 270 milhões - Foto: Hegon Corrêa.

O governador Ronaldo Caiado e o presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Pedro Sales, vistoriaram, nesta quarta-feira (14/10), obras em três rodovias estaduais da região Norte do Estado. Os dois estiveram na GO-156, entre Uirapuru e Mundo Novo; GO-347, trecho de Nova Iguaçu de Goiás a Santa Terezinha de Goiás; e GO-439, que liga Pilar de Goiás a Guarinos. Os investimentos giram em torno de R$ 61,8 milhões.

Durante o giro pelos canteiros de obras, o governador destacou a atuação da Goinfra. “Nossa equipe faz manutenção digna daquilo que o governo paga. Antes, vocês sabem que [dinheiro público] não era para consertar estradas”, disse Caiado, em referência aos escândalos de corrupção que envolviam a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop).

O governador ainda alegou que a prática exercida em sua gestão é “valorizar o interior e dar apoio às regiões”, inclusive no sentido de fazer girar o dinheiro no próprio município beneficiado pelas obras. “Peço sempre [às empreiteiras] que contratem a mão de obra local. Vamos fazer as compras ali no comércio, vamos dar viabilidade para as pessoas sobreviverem, fico imensamente feliz em ver como está sendo feito”, reafirmou.

As três obras visitadas fazem parte do pacote, lançado em agosto, de implantação e reconstrução de 540 quilômetros de rodovias goianas, com investimentos de R$ 270 milhões. No caso das GOs 347 e 439, as novas pistas são feitas no padrão de qualidade do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), com tratamento superficial duplo (TSD), o que prolonga a vida útil do asfalto. São 9,60 metros de largura, sendo 7 metros de rolamento e 1,30 metro de acostamento de cada lado. 
Uirapuru a Mundo Novo

A série de vistorias começou pela GO-156, entre Uirapuru e Mundo Novo. O trecho não pavimentado de 35,7 quilômetros recebe os serviços de patrolamento e revestimento com cascalho, que vão garantir a trafegabilidade no local. Os investimentos são de R$ 1,1 milhão. “Tem 30 anos que não é feita a conservação dessa rodovia, ou seja, 30 anos que essa população aqui estava esquecida”, frisou o governador, durante visita ao povoado de Vila Sertaneja, no município de Uirapuru.

Caiado informou que as intervenções da Goinfra dão “garantia para que todos possam transitar em qualquer período, de seca ou de chuva”, e que o próximo passo nesse trecho será o asfaltamento. “Graças à credibilidade do seu governo, e às ações da Goinfra, atendemos cada vez mais a população de Goiás, com melhorias de uma forma geral e qualidade das rodovias goianas”, observou Pedro Sales. 
Santa Terezinha de Goiás a Nova Iguaçu de Goiás

Já as obras de pavimentação da rodovia GO-347, entre Santa Terezinha de Goiás e Nova Iguaçu de Goiás, têm investimentos de R$ 50 milhões e foram retomadas em agosto, após assinatura de ordem de serviço pelo governador. Na ocasião, foram liberados R$ 18,2 milhões, a executar, oriundos do tesouro estadual, da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e de empréstimo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). 

O trecho tem 38 quilômetros e fará a interligação de várias rodovias à Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), essencial ao escoamento da produção goiana. Do total, 64% já foi executado. “Estamos trabalhando com passo acelerado para, até o final do ano, entregá-la totalmente pronta e asfaltada”, planejou o governador. “A população sabe a importância desse eixo para transporte e a locomoção, principalmente daquilo que se produz na região”, complementou. 

O presidente da Goinfra reiterou a fala de Caiado e reforçou que a rodovia é estratégica para o desenvolvimento econômico da região e de Goiás. “Estive aqui ao lado do governador no início das obras e retornamos agora para atestar a qualidade nos cinco primeiros quilômetros de pavimentação concluídos”, destaca. 
Pilar de Goiás a Guarinos

Caiado e Sales vistoriaram, ainda, na GO-439, a frente de serviços que trabalha para a conclusão de 7,3 quilômetros entre os municípios de Pilar de Goiás e Guarinos, trecho importante para a integração das regiões Norte e Noroeste do Estado. Com investimentos de R$ 10,7 milhões, a rodovia será a primeira ligação por asfalto a Guarinos, e também é fruto da parceria do Governo de Goiás com o BNDES. 

“Quero te agradecer. É um sonho para Pilar, Guarinos e toda a região. Parabéns pelo seu trabalho”, disse o prefeito de Pilar, Sávio de Sousa Soares, ao governador. Em resposta, Caiado falou do seu contentamento em levar o benefício à população local e, projetou, que “nos próximos meses toda a rodovia estará pavimentada e sinalizada”.

Sobre Guarinos, Caiado disse que é um município que tem muito a ver com a história de vida dele. “Desde os 12 anos, eu participo da Romaria de Guarinos. E, hoje, como governador do Estado, posso trazer asfalto a uma das poucas cidades que ainda não têm esse acesso.”

No local, o governador ainda recebeu homenagens de alunos e professores ligados à Coordenação Regional de Educação (CRE) de Itapaci. Além de celebrar os resultados e a liderança de Goiás no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), a comunidade escolar agradeceu os investimentos do Governo de Goiás destinados à região. No último dia 25 de setembro, Caiado autorizou repasse R$ 1,8 milhão para construção de quadras esportivas das escolas. “No dia do aniversário, o senhor nos presentou”, agradeceu a coordenadora Milene Silva. “Ainda vai chegar tênis e mochila [aos alunos]”, garantiu o Caiado.

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