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Evento de 17 a 20 de novembro tem como destaque mentorias, palestras e visitas a startups, coworkings e projetos sediados no DF

Startups, empreendedores, entidades e investidores atuantes no mercado local estarão reunidos na 2ª edição do Brasília Innovation Week, de 17 a 20 de novembro, no Biotic - Parque Tecnológico de Brasília. O evento integra o projeto Startup Brasília 2030 (SB2030), realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAPDF) e executado pela Associação das Startups e Empreendedores Digitais (Brasil Startups). A proposta é unir os mais diversos atores do ecossistema por meio de ações que promovam mais interações entre os stakeholders, capacitem os empreendedores e ofereçam ambientes propícios para a inovação aberta.

"O nosso objetivo nesta edição é dar publicidade ao que há de melhor na nossa cidade no que tange a empreendedorismo e startup, gerando mais conexões, sociedades, negócios. Para isso, convidamos empreendedores locais para palestrar para que o público conheça os cases que a nossa cidade possui na área de empreendedorismo e startups”, destaca o presidente da Brasil Startups, Hugo Giallanza. 

As inscrições para esta segunda edição já estão abertas, são gratuitas e podem ser efetuadas pelo link:https://bit.ly/eventos-brasilstartups. As vagas são limitadas.

Na primeira edição do evento, foram realizadas mais de 16 horas de mentorias, 8 horas de meetup, quase 30 horas de networking e mais de 10 investidores. Também houve, na ocasião, o pré-lançamento do Portal Observatório do Ecossistema -  um portal que permite incluir e mapear dados do ecossistema do Distrito Federal e  Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE), para elaborar ações e atender às necessidades da região de forma objetiva e efetiva -, e o início das discussões para a criação do Fundo Patrimonial do Empreendedorismo do Futuro. 

“Essa série de eventos realizados em curto intervalo de tempo possibilita mais conexões e negócios para os empreendedores da nossa capital. Então, as pessoas que não conseguiram participar da primeira edição poderão vir nesta segunda”, ressalta o presidente da Brasil Startups. 

Destaques – Um dos destaques do Brasília Innovation Week é a realização do Innovatour Investor, com uma van que levará investidores e atores principais a conhecerem startups, coworkings e projetos sediados em Brasília, além de outras atividades promovidas pelos parceiros.

“Com o Innovatour Investor, vamos levar vários investidores para visitar um grupo seleto de startups do DF. Isso pode gerar um potencial muito grande, pois estamos possibilitando que empresas locais tenham contato com essa estrutura financeira e, quem sabe, consigamos converter isso em investimentos para nossa cidade. Essa situação só é possível pela nossa existência, promovendo essas conexões”, salienta o presidente da Brasil Startups, Hugo Giallanza. 

A programação também é composta de mentorias e workshops com profissionais experientes na área e meetups no estilo happy hour com a participação de atrações musicais, em ambiente propício para realização de networking, novas parcerias e novos negócios. Alguns dos temas abordados nas mentorias nos quatro dias de evento serão: Vendas e relacionamento com clientes; Passos para estruturar o financeiro da sua empresa; Networking, Marketing digital, entre outros. 

“Durante a programação dos meetups, também vamos promover pitches, que são apresentações rápidas de startups para investidores presentes no evento. Será uma excelente oportunidade para geração de networking e negócios estratégicos”, ressalta Tatiana Marques, diretora da Brasil Startups e coordenadora de drive de inovação do Startup Brasília 2030. “Outra novidade é a realização de agendas direcionadas à startups da área jurídica, que integram o drive Legaltech. Em parceria com a Probono, vamos oferecer mentorias e palestras direcionadas a esse público”, completa.

Os mentores são profissionais ligados à Brasil Startups, Centro de Operação, Talento e Inovação operado pela Cotidiano Aceleradora de Startups (C.O.T.I), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF), entre outros parceiros.

Outro destaque do evento é a transmissão de toda a programação nas redes sociais da Brasil Startups, permitindo que os inscritos impossibilitados de estar no local do evento acompanhem as palestras e toda a programação. Apesar das recentes flexibilizações divulgadas no Distrito Federal, todos os protocolos de prevenção à Covid-19 serão mantidos a fim de mitigar ao máximo o contágio da doença e quaisquer outras infecções virais durante atividades dessa natureza.

“Estamos com uma boa expectativa de público no modo presencial, mas o evento será transmitido pelas redes sociais e, com isso, também oferecemos a possibilidade de acesso às palestras de forma online", ressalta Giallanza. 

Entre as medidas adotadas pela organização, estão o uso obrigatório de máscara para participantes, palestrantes e visitantes durante todo o evento, a disponibilização de dispensers de álcool em gel, além de monitoramento de temperatura e distanciamento social nos ambientes. 

Ainda como parte das ações previstas no projeto Brasília Startup 2030, durante esta edição do Innovation Week, será dada continuidade à construção do Manifesto do Ecossistema do Distrito Federal e RIDE - uma declaração pública de intenções, motivações e visões das lideranças e stakeholders locais. O documento, que começou a ser criado durante a primeira edição do evento, tem a proposta de manifestar a visão e os desejos dos atores-chave, o que deve aumentar o apoio das lideranças empresariais e governamentais e atrair mais empreendedores.

Sobre o projeto - O projeto Startup Brasília 2030 atua em cinco drives de inovação. São eles: Edtech (startups que atuam na área de educação e que incorporam o uso da tecnologia nos métodos de aprendizagem ou no gerenciamento das instituições); Fintech (startups que trabalham para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro); Healthtech (startups que desenvolvem tecnologias para otimizar o sistema de saúde e tudo a ele relacionado); Socialtech (startups que garantem que a revolução tecnológica produza um impacto social positivo) e Govtech (startups que têm como propósito gerar inovação para a gestão pública e auxiliar na economia de recursos públicos através de soluções tecnológicas).

Saiba mais sobre o trabalho da Brasil Startups em: brasilstartups.org/sobre.

Serviço

O quê: Brasília Innovation Week - 2ª edição

Quando:17 a 20 de novembro (2ª edição) e de 8 a 11 de dezembro (3ª edição).

Onde: Parque Tecnológico de Brasília – BIOTIC, Lote 4, Granja do Torto,

Brasília/DF

Horário: das 16h às 21h

Inscrições e programação: https://bit.ly/eventos-brasilstartups

Live será realizada na próxima quinta (11), às 15h, com transmissão pela TV Controladoria DF no YouTube



Afinal, qual a diferença entre um ato de gestão e um ato de assédio moral? Como lidar com o assédio sexual? Essas e outras perguntas serão respondidas na live “Assédio na administração pública: o que é preciso saber para prevenir e denunciar”, na próxima quinta-feira (11), às 15h. O encontro terá certificação da Escola de Governo do Distrito Federal para os participantes que o solicitarem durante o evento, que terá transmissão gratuita pela TV Controladoria DF no YouTube.Arte: Divulgação/Controladoria-Geral do DF

A live contará com duas palestrantes: a chefe da Assessoria de Apoio ao Julgamento da Controladoria-Geral do DF (CGDF), Michelle Heringer, que fará a contextualização do tema no DF e apresentará conceitos gerais; e a procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho em Rondônia e no Acre, Camilla Holanda, que abordará a perspectiva da chefia – como diferenciar o assédio moral dos atos de gestão.

“O objetivo é propor uma ação preventiva ao assédio, encorajando denúncias e divulgação dos canais apropriados, além de promover um ambiente de trabalho saudável”, afirma o controlador-geral do DF, Paulo Martins. Serão abordadas as perspectivas do servidor e da chefia e as consequências do assédio.

O evento é uma realização da CGDF, da Secretaria da Mulher (SMDF) e da Secretaria de Economia (Seec), com o apoio da Escola de Governo (Egov) e da Secretaria Executiva de Qualidade de Vida (Sequali). O controlador-geral do DF, juntamente com o secretário de Economia, André Clemente, e a secretária da Mulher, Ericka Filippelli, participarão da abertura.

Programação

15h – Boas-vindas e apresentação
Ericka Filippelli, secretária da Mulher
André Clemente, secretário de Economia
Paulo Martins, controlador-geral

15h20 – Contextualização do tema no DF e conceitos gerais
Michelle Heringer, chefe da Assessoria de Apoio ao Julgamento da CGDF

16h – Perspectiva da chefia: Como diferenciar o assédio moral dos atos de gestão?
Camilla Holanda Mendes da Rocha, procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Rondônia e no Acre

Perguntas e respostas

17h – Encerramento

OBS: A programação poderá sofrer alterações.



Por determinação do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), que tem o objetivo de diminuir os impactos negativos da pandemia no setor produtivo, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem colocado em prática incentivos para a abertura de empresas. De janeiro a setembro deste ano, a Junta Comercial, Industrial e de Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF) registrou 53.215 inscrições, um aumento de 24,3% se comparado ao mesmo período de 2020 (42.800)



Até o fim de novembro, o GDF espera implementar o programa Balcão Único, iniciativa do Governo Federal criada para simplificar a abertura de empresas, sem necessidade de percorrer vários órgãos públicos. Mais um reforço para a desburocratização do processo, que já havia contado com o investimento de R$ 19 milhões no sistema digital da Jucis-DF no ano passado.

De acordo com a Jucis-DF, quando o processo era feito de maneira analógica, o tempo médio de abertura de uma empresa era estimado entre 15 e 30 dias. Com a automatização dos procedimentos, os investimentos em sistemas digitais e a iminente chegada do Balcão Único, estima-se que o mesmo processo, atualmente, demore entre uma e duas horas.

Um processo de abertura mais ágil para empresas incentiva o setor e fortalece a economia, como avalia o consultor da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra-DF), Antônio Carlos Navarro. "Os programas do GDF beneficiam todo o setor produtivo. Simplificar e reduzir esse tempo significa atrair mais empresas para o DF, inclusive indústrias, gerando empregos, renda e arrecadação", explica.

Para mais informações sobre os serviços de registro na Jucis-DF, acesse os links de tutoriais  em texto e em vídeo sobre o assunto.


Governador Ronaldo Caiado durante inauguração da reconstrução da GO-577 em Valparaíso de Goiás: "A todo momento, estamos no Entorno" Foto: André Saddi, Lucas Diener e Júnior Guimarães

Fotos: Katia Barreto.

O governador Ronaldo Caiado participou de eventos em quatro municípios goianos, nesta quarta-feira (03/11), na região do Entorno do Distrito Federal e no Sudeste goiano, para inaugurar reconstrução de rodovias, lançar etapas do programa Goiás em Movimento – Eixo municípios e entregar ônibus escolares e Chromebooks para estudantes. As obras entregues somam investimentos da ordem de R$ 16,2 milhões e, as lançadas, de R$ 8,3 milhões.

"A todo momento, estamos no Entorno", disse Caiado. Na divisa entre Valparaíso de Goiás e Novo Gama, ele inaugurou a reconstrução da GO-577. A rodovia é rota turística de acesso ao Lago Corumbá IV. "Isso aqui significa dignidade, trafegabilidade, segurança e mais desenvolvimento", afirmou o governador. "Era uma rodovia totalmente intransitável e hoje você tem padrão de qualidade. Não é asfalto de R$ 1,99, meia-boca, que uma chuva acaba não", observou Caiado.

A recuperação da pista beneficia mais de 50 mil moradores e ainda fomenta o turismo e a economia local. O valor investido foi de mais de R$ 3,7 milhões no trecho de 6,7 quilômetros, que recebeu nova capa em Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). Em Valparaíso são executadas ainda as obras de recuperação de trechos de 24 ruas no Bairro Céu Azul, com investimentos de R$ 1,9 milhão, e, em Novo Gama, de 23 ruas, em três bairros, com R$ 1,9 milhão aplicado.

Ambas são realizadas pelo programa Goiás em Movimento Eixo – Municípios. "Sem dúvida, amplia a trafegabilidade. Esta passa a ser um fluxo paralelo, que diminui o congestionamento para as pessoas terem acesso a Brasília, dando qualidade aos moradores que aqui estão", assegurou o governador.

"Agora está bom demais", celebrou Maria Margarida da Silva, moradora de Novo Gama. "Era um sacrifício. A gente saía de um buraco e caía em outro", relatou a dona de casa. "É um sonho realizado para a população. Caiado tem sido um grande parceiro dos municípios do Entorno. Há tanto tempo nossa região era esquecida, abandonada", afirmou Carlinhos do Mangão, prefeito de Novo Gama. "O governador tem sido republicano e olhado o Entorno de forma diferenciada. Hoje, não preciso ir a Goiânia, porque ele está presente aqui", ponderou Pábio Mossoró, prefeito de Valparaíso de Goiás. "Quando as pessoas se unem para o bem, as coisas acontecem. É junto que a gente caminha", disse Fábio Corrêa, de Cidade Ocidental.

Educação
Caiado também assinou ordem de serviço para retomada imediata e conclusão das obras dos colégios estaduais Alphaville Paiva e Residencial Alvorada, nos respectivos valores de R$ 4.174.421,23 R$ 3.966.661,06, com investimento total de R$ 8.141.082,29. Realizou ainda, em Valparaíso, a entrega de Chromebooks para alunos da 3ª série do Ensino Médio. "Sessenta mil alunos serão beneficiados com o que há de mais moderno no mundo. Assim, terão, cada vez mais, acesso à informação e pesquisa", disse Caiado.

A coordenadora Regional de Educação de Novo Gama, Carla Moreno, destacou as comodidades do aparelho, tanto para alunos quanto para os professores. "É com grande satisfação que os recebemos. É uma tecnologia super inovadora e que nos ajudará demais", avaliou. "É uma conquista e vai nos auxiliar em estudos do Enem [Exame Nacional do Ensino Médio] e concursos que virão pela frente", afirmou a estudante Vitória Ester. "Nós éramos esquecidos, mas isso mudou com a gestão Caiado", completou o jovem Thiago.

"Antes éramos considerados a região do 'nem', mas hoje somos como temos de ser: filhos de Goiás, respeitados por um governador que ama e defende seu Estado", reconheceu o deputado estadual Wilde Cambão.

"A inspiração de estarmos aliançados veio do Entorno de Brasília. A gente observa, hoje, que a classe política daqui teve a maturidade de compreender a necessidade de estar unida, em prol de um trabalho para que o governo do Estado possa estar efetivamente presente na vida das pessoas", afirmou o ex-deputado federal Daniel Vilela. "Estamos juntos com o governador e em reconhecimento àqueles que fazem trabalho sério e têm compromisso", continuou Vilela, que ainda informou: "muitas obras virão nos próximos meses para dar oportunidades ao cidadão."

Entre os representantes da Câmara dos Deputados, Célio Silveira reconheceu Caiado pelos avanços que proporcionou aos municípios limítrofes ao Distrito Federal. Destacou, especialmente, a segurança pública, com a presença das forças civis e militares, e na saúde, já que a região não tinha leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) público e hoje dispõe de 50. "O senhor foi firme e competente, como homem e como médico, durante a pior pandemia da humanidade. Isso foi uma determinação que os goianos têm que se lembrar para sempre", pontuou Célio.

"A sociedade presencia um governador que tem feito a diferença. Era sonho do Entorno de Brasília ser aclamado como povo goiano, porque era abandonado. Essa rodovia era muito esperada", reforçou Delegado Waldir. "Nunca vi trabalhar desse jeito na minha vida, igual esse homem tem trabalhado pelo Estado. Com seriedade e postura leva Goiás adiante", reconheceu Glaustin da Fokus. "Não me esqueço de quando fui convidado a participar do projeto de governo de Caiado, que desde os primeiros dias dizia que iria entregar obra e é isso que viemos fazer nesta reconstrução da GO-577", finalizou Glaustin.

Padre Bernardo
Também na região do Entorno, Caiado esteve em Padre Bernardo para lançar o programa Goiás em Movimento – Eixo Municípios. A solenidade foi realizada na Avenida Martins, esquina com a Rua Minas Gerais, no Setor Sul, uma das pistas a serem recuperadas pelo programa. Serão reconstruídos trechos de seis vias, em cinco bairros. O valor destinado é de quase R$ 1,9 milhão. No município, o Estado aplicou ainda R$ 579 mil para recapeamento em CBUQ da GO-230, no perímetro urbano, e R$ 571 mil para recuperação em CBUQ, na GO-435, perímetro urbano de Padre Bernardo.

O prefeito Joseleide Lázaro Luz da Silva afirmou que o município experimenta o crescimento e desenvolvimento e, desta forma, "a parceria do prefeito com o governador vai acontecer porque melhora a qualidade de vida das pessoas". "O governador traz esse benefício importante que é infraestrutura urbana", afirmou o assessor especial da Governadoria, Marcos Cabral.

Gameleira de Goiás
Do Entorno, o governador seguiu para Gameleira de Goiás, Sudeste Goiano. No município, ele inaugurou a recuperação asfáltica da GO-437. Por meio da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), o Governo de Goiás destinou R$ 12,6 milhões para a reforma do trecho de 35,1 quilômetros que liga o município a Anápolis. Além da inauguração, durante a solenidade, Caiado lançou o programa Goiás em Movimento – Eixo Municípios e fez a entrega de dois ônibus escolares e Chromebooks para alunos da 3ª série do Ensino Médio.



"Para nossas rodovias estaduais, levamos segurança e benefício para toda população de Goiás, que transita em estrada sinalizada, e asfalto de qualidade. É o que tenho dito, estamos devolvendo Goiás aos goianos. Ao invés do dinheiro ir para o bolso da corrupção, ele vai para o benefício da população", ressaltou o governador.

Em Gameleira, no perímetro urbano, também serão recuperados trechos de 14 ruas do Centro da cidade, com assinatura de ordem de serviço nesta quarta-feira. Além disso, o Governo de Goiás já recuperou trechos de seis ruas no distrito de Mocambinho, que pertence a Gameleira, com investimentos que somam R$ 1,4 milhão.

Por fim, o governador ainda fez o repasse de 51 Chromebooks para os alunos da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Estadual Salvador Gomes da Silva. "Com toda plataforma de educação, essa é uma ferramenta que dá a vocês o que nenhuma instituição particular no Estado e no Brasil tem hoje. Oferece condições para serem preparados e ter informações e capacidade de competir em qualquer lugar", ponderou.

Progresso
O prefeito de Gameleira, Wilson Tavares, caracterizou as entregas como geradores de progresso e de desenvolvimento. "Estamos em festa com esse bolso cheio de benefícios a nossa população". Segundo o gestor, é possível ver no semblante de cada morador a alegria de ter a rua onde mora restaurada. "Foi uma promessa minha recuperar todas as ruas habitadas e, graças a ajuda do governador, vou conseguir fazer isso até o fim do mandato. O senhor tem se tornado um homem realizador, mas que, sobretudo, transformou nosso Estado para melhor", assegurou.

"Se tem uma palavra que podemos dizer aqui é gratidão. Governador, temos que externar isso ao senhor. São atribuições que não são do Estado, mas que o senhor tem contribuído com os municípios", destacou em discurso o presidente da Associação Goiana dos Municípios, o prefeito de Goianira, Carlão da Fox, ao avaliar o programa Goiás em Movimento – Eixo Municípios.



Comitiva formada por gestores do governo, pilotos e ex-pilotos acompanha reforma da famosa pista do DF; atual etapa é a remoção do asfalto antigo

Fotos: Jaquelines Husni.

A reforma da pista do Autódromo de Brasília segue a todo o vapor. O local, que está fechado desde 2014, será reaberto no próximo ano para receber provas de automobilismo e, com o tempo, se transformar em uma grande arena multiúso.

No momento, o Governo do Distrito Federal (GDF) concentra os esforços para devolver a famosa pista para a cidade. Nesta sexta-feira (5), pilotos, ex-pilotos e gestores do governo visitaram o local para acompanhar os trabalhos.

Atualmente, a obra está na etapa de fresagem, ou seja, retirada do asfalto antigo. Por se tratar de uma pista de alta performance, deve ter o asfalto todo homogêneo para evitar desníveis ao longo dos seus mais de 5 km de comprimento.

Responsável por essa etapa, o DER também vai demolir as zebras (zonas pontilhadas que delimitam a pista) para a execução de novas, conforme as especificações da Federação Internacional de Automobilismo (FIA). O órgão também fará a manutenção da rede de drenagem pluvial.

Obra está na etapa de retirada do asfalto antigo. Por se tratar de uma pista de alta performance, ela deve ter o asfalto todo homogêneo | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Essa etapa de retirada do asfalto ainda vai durar mais 15 dias. Em seguida, começa a aplicação da nova camada de asfalto, específica para o autódromo, atendendo os critérios da FIA.

Visita para acompanhamento
Em visita ao local, o governador em exercício do Distrito Federal, Paco Britto, lembrou do esforço da atual gestão de tirar o autódromo do ostracismo. "São muitos anos [com o local] parado; temos um autódromo no centro da cidade em que não foi feito nada, foi só destruído nesse período. Por determinação do nosso piloto Ibaneis Rocha, agora nós vamos entregá-lo. Vamos resgatar e dar credibilidade aos pilotos de Brasília", afirma.

Segundo o diretor-geral do DER, Fauzi Nacfur Jr, mais de 3 km do asfalto já foram retirados. O material será reaproveitado. "Será usado para trabalhos sociais, em acessos de escolas que não têm pavimento e outros locais. Esse é um pedido do governador Ibaneis Rocha", informa.

"Graças ao esforço em tirá-lo da inércia de anos, após várias tentativas, esse governo conseguiu. Eu não piloto mais, mas devo muito a esse lugar. É um espaço que precisa continuar, muita gente vai se formar com ele"Vítor Meira, ex-piloto da Fórmula Indy, da Stock Car e da Fórmula 3 Sul-Americana

O Autódromo de Brasília pertence à Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) e não recebe uma prova desde 2014. Segundo o presidente da agência, Izidio Santos, a parceria com o Banco de Brasília (BRB) é fundamental para a obra ter melhor andamento. "A Terracap, por si só, não teria o know-how para fazer o que está sendo feito hoje. Conversamos muito com pilotos e entidades para fazer a coisa como deve ser, para que essa pista seja homologada e receba as provas. Sem a ajuda deles, a gente demoraria muito mais, e talvez não chegaria ao nível a que vamos chegar na homologação da pista", aponta.

Gerações comemoram
O retorno do autódromo anima as novas e antigas gerações. Ex-piloto da Fórmula Indy, da Stock Car e da Fórmula 3 Sul-Americana, Vítor Meira não esconde a emoção de ver um dos principais palcos do automobilismo brasileiro retomando o funcionamento. "Não é um autódromo apenas para corridas, é um autódromo para a cidade. Graças ao esforço em tirá-lo da inércia de anos, após várias tentativas, esse governo conseguiu. Eu não piloto mais, mas devo muito a esse lugar. É um espaço que precisa continuar, muita gente vai se formar com ele. Uma grande sensibilidade que o governo teve que ninguém conseguiu fazer", avalia.

Já o campeão da Porsche Carrera Cup 3.8, Enzo Elias, jamais disputou uma prova na sua cidade de origem. Com apenas 19 anos, ele ainda não havia começado a carreira quando o autódromo foi fechado. Agora, nutre esperança e já planeja correr em Brasília. "É uma alegria ver o Autódromo de Brasília nascer para mim pela primeira vez. Um dos meus maiores sonhos, que é ganhar em Brasília, eu ainda não pude realizar, mas espero trazer a Porsche Cup para Brasília e realizar isso, que é ganhar em casa. É uma das maiores conquistas que posso ter na vida", diz.

Arena multiúso
O Banco de Brasília vai assumir a gestão do autódromo, que pertence à Agência de Desenvolvimento (Terracap), e tem como parceiro na reforma da pista o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF).

A intenção do BRB é transformar o local em uma arena multiúso, com espaço para ciclistas, caminhadas e corridas, kartódromo, concessionárias de veículos, pista off-road, centro médico e a manutenção do Drive-in.



As oportunidades fazem parte do projeto Escola da Comunidade, com inscrições até 08 de novembro. O  Curso de Formação de Síndico para Gestão Condominial é gratuito, online e comporta até 500 alunos



O prazo de inscrições para quem deseja participar do projeto Escola da Comunidade, promovido pela Administração Regional do Guará, está aberto até o dia 09 de novembro. A iniciativa, organizada em parceria com instituições da sociedade civil organizada, oferece 500 vagas para o Curso de Formação de Síndico para Gestão Condominial  .

Com o objetivo de apoiar o trabalho de lideranças comunitárias, o Governo do Distrito Federal, por meio da Administração Regional do Guará, criou a Escola da Comunidade, um espaço voltado para a promoção de cursos e palestras para zeladores, porteiros, síndicos, prefeitos de quadras e membros de associações comunitárias de moradores.

A administradora Luciane Quintana afirma que a iniciativa é uma antiga reivindicação das lideranças comunitárias do Guará. "É uma conquista de toda a comunidade do Guará, pois sabemos o quanto é difícil o papel do líder comunitário, síndicos, prefeitos, presidentes de associações e funcionários de condomínios numa sociedade cada vez mais individualista com conflitos permanentes", avalia a administradora.

Podem participar dos cursos pessoas com mais de 16 anos residentes em qualquer cidade do Distrito Federal e Entorno do DF. As inscrições devem ser realizadas pelo site ou pessoalmente, na administração, com o preenchimento de uma ficha.

Os cursos de capacitação profissional da Escola da Comunidade abordam temas diretamente relacionados ao dia a dia dos trabalhos das lideranças comunitárias. O curso para porteiros abrange estratégias de segurança, motivação e perfil profissional; o de síndico aborda gestão de condomínio, estratégias de negociação, motivação, contabilidade, direito, eventos, organização, engenharia; enquanto as aulas para zelador prestam informações que ajudam no planejamento da limpeza de edifícios, como os melhores horários e momentos, com metodologia específica.

Os outros cursos abrangem estratégias de segurança, motivação, regras de limpeza, estratégias de negociação, noções de contabilidade, direito, eventos, organização, engenharia, entre outros temas.

Para o vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), o curso será um importante instrumento de apoio aos síndicos. "Esse Curso de Formação de Síndico para Gestão Condominial Online tem o apoio da vice presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal, pois acreditamos que o treinamento e o aperfeiçoamento possa ser um importante instrumento de apoio aos síndicos e gestores condominiais e pode gerar uma aproximação de gestores públicos e gestores condominiais, também é uma oportunidade de apresentação de leis de autoria de nossa mandato em defesa de síndicos, condomínio e fortalecimento das comunidades", comentou Delmasso.

As aulas serão ministradas por engenheiros, advogados, contadores, administradores, policiais, bombeiros e demais profissionais ligados aos temas. A carga horária total do  Curso de Formação de Síndico para Gestão Condominial é de 60 horas, e os formandos receberão certificado de conclusão. Todas as aulas serão online e terão início em abril. Os participantes recebem um certificado, que é reconhecido pelo Ministério da Educação como curso livre.

Segundo a administradora do Guará, Luciane Quintana, a Escola da Comunidade é uma ação importante, que veio para ficar, continuará melhorando cada vez mais e oferecendo mais cursos no próximo semestre do ano que vem. As inscrições para essa turma do Curso de Formação de Síndico para Gestão Condominial, serão feitas pelo site da administração do Guará, www.guara.df.gov.br.

Também está prevista a abertura para mais sete cursos, nas áreas de condomínios, empreendedorismo, eventos, administração do tempo, concurso e pré-enem.

Serviço:  Curso de Formação de Síndico para Gestão Condominial oferecido pela Escola da Comunidade da Administração Regional do Guará

Curso de Formação de Síndico para Gestão Condominial

Inscrições: Até o dia 08 de novembro de 2021 - pelo site www.guara.df.gov.br ou na Administração Regional do Guará, ou no LINK: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfj1Fi4fUzmQk3sSgruK_KD7cuV9k74kzRPdB0swzzUm1OulA/viewform

Local do curso: Online pela plataforma do Zoom.

Início do curso: 09 de novembro de 2021.

Carga horário: 60h/a.

Valor do curso: Gratuito.

Mais informações: 61 3383-7242 | 4101-6378 | 9 9807-2015 (WhatsApp).

Público alvo: Síndicos, subsíndicos, conselheiros fiscais, moradores de condomínios e trabalhadores da área administrativa de condomínios.



Deputado já havia solicitado nomeação após ser procurado por comissão de aprovados no concurso de 2018


Fotos: Rogério Lopes.

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, deputado Delmasso (Republicanos), encaminhou o ofício n. 490/2021 à secretaria de Saúde do Distrito Federal para solicitar, novamente, a nomeação dos enfermeiros de família e comunidade aprovados no concurso de 2018, a partir da solicitação da comissão dos aprovados no referido concurso.

O GDF nomeou, recentemente, 38 enfermeiros de família e comunidade e 64 enfermeiros obstetras, porém, este quantitativo não supre a demanda crescente de profissionais da saúde em Brasília.

No portal da transparência, há 1.367 cargos vagos para enfermeiros. Além disso, também foi realizado um levantamento de vacâncias entre 2015 e 2021. Verificou-se a necessidade de contratação de 396 enfermeiros somente para suprir os cargos vagos.

As vacâncias não foram preenchidas por novos profissionais, mesmo em situação de pandemia pela qual passa o país. Isto significa que, nas regiões administrativas, famílias estão sentindo na prática a falta de profissionais para atendimentos básicos que necessitam dos profissionais enfermeiros.

Desta forma, a Comissão dos Aprovados no Concurso solicita a nomeação de, no mínimo, 306 enfermeiros com carga horária de 40 horas semanais. A quantidade solicitada ainda não é suficiente para suprir à quantidade de cargos vagos no total, mas já amenizaria o impacto da falta destes profissionais.

Somente em 2020, Delmasso solicitou, via ofício, duas vezes à secretaria de Saúde a nomeação dos enfermeiros aprovados em 2018. Alguns deles foram nomeados, embora não tenha sido suficiente para a demanda do Distrito Federal.

Com relação a viabilidade financeira, destaca-se que o próprio secretário de Economia do DF publicou portaria em março deste ano com a adequação orçamentária e financeira para a nomeação de aprovados em concursos de saúde. Também há disponibilidade orçamentária aprovada para o provimento de novos profissionais de saúde.

 




A Comissão Eleitoral da OAB-DF acatou os fundamentos apresentados pela defesa de Thais Riedel para manutenção do Painel do Comitê Central da chapa Você Na Ordem, situado na W3 Norte. A placa estava coberta desde o dia 1/11 porque o atual presidente da OAB-DF, que concorre à reeleição, Délio Lins e Silva Jr, ingressou com representação alegando que a identificação do Comitê descumpriria as regras de publicidade nas eleições e havia conseguido em caráter liminar, a retirada da placa. 

 

 

“Essa é mais uma manifestação sem fundamentos e que demonstra incômodo com o crescimento da nossa campanha. A atual gestão da OAB-DF não tem propostas para a Ordem e nem desculpas por ter sido omissa durante três anos e está tentando vencer as eleições no tapetão. Nós já fomos alvos de mais representações que todas as representações apresentadas por todos os candidatos nas últimas eleições. O grupo da atual gestão se utiliza de representações para esconder o vazio de propostas”, disse Thais Riedel.






 


Hospital Brasília

Cirurgia robótica: procedimento menos invasivo, com menor tempo de recuperação e mais qualidade de vida para o paciente

 

Um dos poucos a oferecer a tecnologia, Hospital Brasília realizou mais de mil cirurgias com apoio da tecnologia, que traz diferenciais positivos, como menos dor, mais precisão, menos sangramento e alta precoce

 

Dezesseis dias após a realização do procedimento robótico de tireoidectomia, a aposentada Izabel Cristina Gadioli já estava em casa, ajudando os netos nas tarefas da escola. “Senti algum desconforto por conta do local da cirurgia, precisei reaprender a engolir os alimentos e beber líquidos, mas nada comparado ao que precisaria passar se tivesse realizado a cirurgia tradicional” relata a aposentada, de 66 anos.

 Ela sentia dores de garganta, acompanhadas por caroço na lateral do pescoço, diagnosticada constantemente como infecção de garganta comum. No começo de 2020, um especialista pediu uma ressonância, que apontou câncer de orofaringe. A intervenção aberta seria muito invasiva:  exigiria a abertura do maxilar com imobilização pós-cirúrgica da mandíbula por placas de metal.

Foi então sugerida a cirurgia robótica no Hospital Brasília, pela cirurgiã de cabeça e pescoço, Marina Azzi. “Ela foi um anjo, cuidou de me explicar detalhadamente e me tranquilizou, pois era algo completamente desconhecido e é claro que fiquei apreensiva”, conta Izabel, que após a realização do procedimento, ficou apenas com uma pequena cicatriz atrás da orelha. Feita em abril de 2020, a cirurgia teve 9h30 de duração, mas, após 24h na UTI, a aposentada foi para o quarto, onde ficou por cerca de 15 dias.


cirurgiã de cabeça e pescoço Marina Azzi


José Roque dos Santos carregou por 20 anos dores, o desconforto e as dúvidas sobre o que fazer com as dificuldades para urinar. Em 2021, o nódulo que vinha sendo monitorado nas duas últimas décadas por indicação médica começou a avançar e veio a se tornar uma hiperplasia prostática benigna. Quando chegou a um ponto em que José não pode mais se esconder atrás do monitoramento da doença, o aposentado foi encaminhado ao urologista Fransber Rodrigues e conta que que “tremia nas bases, mas não tinha intenção alguma de operar”.


urologista Fransber Rodrigues

Pacientemente, o cirurgião e coordenador do Centro de Robótica do Hospital Brasília explicou as vantagens do uso da tecnologia para aquele procedimento. Explicou que a cirurgia seria menos invasiva e que o tempo de internação seria menor em relação ao procedimento comum principalmente por conta de as mãos do robô serem mais flexíveis, terem movimentos mais amplos e realizarem movimentos que a mão humana não conseguem executar. Tornando assim o procedimento mais preciso.

Com 73 anos, o José, que até então nunca havia sido submetido a um procedimento cirúrgico, mudou de ideia após as explicações sobre a cirurgia robótica. “Dr Fransber foi muito transparente. Me disse sobre que o procedimento era seguro, mas me alertou que ainda assim era uma cirurgia e tinha seus riscos”. 20 dias após a consulta, em junho deste ano, o baiano, pai de seis filhos e avô de 13 netos, submeteu-se à cirurgia robótica por cerca de quatro horas e recebeu alta na manhã seguinte. “Esse câncer estava minando meus sonhos. Tive medo do procedimento convencional e de suas possíveis sequelas. Após a cirurgia robótica, carrego cicatrizes muito pequenas. Só digo que é muito bom estar vivo e poder usufruir dessas modernidades”, fala José.

Histórias como a de Izabel e a de José são exemplos de como a realização da cirurgia robótica para determinados tratamentos oferece mais conforto e qualidade de vida para o paciente. Nesse tipo de procedimento de altíssima precisão e menor invasão que as cirurgias convencionais, o cirurgião opera braços robóticos acoplados a uma estrutura que permite a visualização tridimensional e amplificada do campo cirúrgico. O médico conta também com um sistema que filtra possíveis tremores, oferecendo maior precisão ao trabalho.

“Toda essa tecnologia é capaz de proporcionar um pós-operatório menos doloroso, com menor sangramento, maior chance de alta precoce, retorno mais rápido às atividades e menos complicações relacionadas às grandes incisões”, explica o urologista Fransber Rodrigues, que hoje coordena, também, cursos e treinamentos de capacitação nessa área, para o hospital.

 

Hospital Brasília


Bazar pela saúde oferece mercadorias apreendidas pela Receita Federal, com preço abaixo do mercado
Créditos: Divulgação

 Evento acontece nos dias 6 e 7 de novembro no campus da PUCPR no Prado Velho, em Curitiba (PR), e oferece mercadorias apreendidas pela Receita Federal

O Hospital Universitário Cajuru realiza, nos dias 6 e 7 de novembro, o “Bazar pela Saúde”. O evento será na Quadra 1 do campus da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) no Prado Velho, em Curitiba (PR), das 9h às 18h. Com valores abaixo das lojas convencionais, estarão disponíveis produtos apreendidos e destinados pela Receita Federal, como eletrônicos, brinquedos, artigos de pesca, perfumaria, ferramentas e muito mais. Todos os recursos arrecadados serão investidos em melhorias na instituição, que oferece atendimento 100% SUS e é referência para casos de traumas e emergências de alta complexidade para Curitiba e Região Metropolitana.

O acesso será gratuito e organizado por senha para evitar aglomerações. O bazar terá limite de R$ 700 ou de apenas um produto acima desse valor por CPF. As compras poderão ser pagas em dinheiro ou com cartão de crédito e débito, com a possibilidade de parcelamento em até 4 vezes desde que a parcela mínima seja de R$100. Por serem produtos apreendidos pela Receita Federal, não haverá garantia ou troca, nem a emissão da nota fiscal. Também não é permitida a revenda das mercadorias compradas no bazar.

Serviço

Ação: Bazar pela Saúde

Datas: 6 e 7 de novembro, sábado e domingo

Horário: 9h às 18h

Endereço: Quadra 1 PUC-PR - Rua Imaculada Conceição, 1155 - Prado Velho, Curitiba/PR.

Outras informações: (41) 99685-9405

João Alfredo Lopes Nyegray e Danielle Denes dos Santos*


Depois de 13 anos da primeira reunião, as 19 maiores economias do planeta – o G20 – reuniram-se em Roma no último final de semana de outubro para debater o futuro do planeta. Essas nações representam cerca de 90% do PIB mundial, mais de 80% do comércio e investimentos internacionais e 66% de toda população do mundo. Trata-se não apenas de um grupo com poder suficiente para tomar as decisões globais mais relevantes, mas também uma grande oportunidade para os líderes que participam dos debates sobre as mudanças climáticas e as metas de comprometimento de cada nação sobre o tema.  

Correspondentes locais afirmavam que, enquanto Merkel, Macron e Guterrez conversavam amigavelmente em um dos ambientes da conferência, e os primeiros-ministros da Austrália, do Canadá, da Índia e do Reino Unido pareciam negociar acordos para problemas conjuntos; nesse cenário, o Brasil estava – infelizmente – isolado: não participou de nenhuma reunião bilateral com os demais líderes, e sequer compareceu à Fontana di Trevi para a foto oficial da reunião. 

Anteriormente muito requisitado nas importantes negociações internacionais, o que se viu foi um Brasil despercebido e ignorado. Uma política externa mais ativa para as questões comerciais é exatamente o que precisávamos nesse momento. A abertura de novos mercados para os produtos brasileiros pode – num momento de real desvalorizado – estimular as exportações e movimentar nossa economia combalida pelo desemprego e pelas pressões inflacionárias. 

Outro ponto de destaque dos últimos dias é a reunião da COP26 (Conferência das Partes), a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021, sendo realizada na Escócia. Eis aqui outro ponto de pressão sobre o Brasil, o governo e a imagem de nosso país. As atuais políticas ambientais brasileiras, muito criticadas nacional e internacionalmente, seriam certamente algo a se esclarecer e se debater em Glasgow. Essa é, provavelmente, uma das razões pelas quais o presidente brasileiro não esteve presente na abertura do evento. 

Os discursos ali foram bastante ambiciosos, e o comprometimento das nações com as metas de redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE) e seu clima de urgência refletem o ponto de não retorno ao qual estamos chegando: aquele em que nenhum esforço será suficiente para retornar ao status anterior de recursos naturais e ambiente equilibrado. 

Nos principais tópicos em discussão na COP26, o Brasil deixa a desejar: o país não apenas não cumpriu com o que se comprometeu a fazer para frear as mudanças climáticas, como seguiu na contramão e elevou as emissões de GEE durante a pandemia. Sobe a emissão, desce a reputação – além de não cumprir com o prometido no Acordo de Paris, a métrica foi alterada pelo governo, o que significa que o país passa a calcular de forma diferente as emissões, gerando desconfiança e falta de transparência nos dados publicados. 

Mais do que tomar medidas concretas pela preservação conjunta do meio ambiente, sabe-se que a inação climática é pior do que metas pouco ousadas. Enquanto a consciência a respeito dos fatores ambientais cresce em todo o mundo, fronteiras se fecham para produtos que vêm de países não comprometidos com a pauta ambiental. O acordo comercial Mercosul-União Europeia está travado, dentre outras razões, pelas políticas brasileiras de preservação do meio ambiente.

Desde a conferência de Estocolmo em 1972 e, principalmente, a conferência do Rio de Janeiro em 1992, o Brasil sempre foi protagonista nas discussões sobre sustentabilidade. O que estamos perdendo no momento não é apenas esse protagonismo, mas o prestígio construído em décadas de esforços por um mundo limpo e uma economia mais sustentável.

A COP26 acontece anualmente com o objetivo de avaliar o andamento de cada país com relação aos seus compromissos para o combate ao aquecimento global e as mudanças climáticas. O futuro do planeta, assim como das relações comerciais e até mesmo da sua vida cotidiana, é discutido na conferência, tendo em vista que, cada vez mais, os acordos comerciais estão pautados nas políticas ambientais e climáticas das nações. Inspirar confiança no cenário internacional requer maturidade, transparência e políticas claras de combate às mudanças climáticas, apoio às comunidades mais afetadas e o estabelecimento de uma agenda equitativa. Não há mais o que esperar: o momento de mudar é agora.

*João Alfredo Lopes Nyegray, doutorando em estratégia, coordenador do curso de Comércio Exterior e professor de Geopolítica e Negócios Internacionais na Universidade Positivo.

*Danielle Denes dos Santos é doutora em administração e pós-doutora em políticas para inovação e coordenadora adjunta do Programa de Pós-Graduação em Administração da Universidade Positivo.

Representar uma categoria, por meio do trabalho sindical patronal, é um desafio e tanto. São muitas frentes que exigem esforço e dedicação: articulação de parcerias que beneficiem as empresas associadas; organização de eventos técnicos e motivacionais; representação junto aos órgãos governamentais; relacionamento e articulação parlamentar; canais de comunicação com os públicos interno e externo; diálogo e conciliações com a representação laboral; entre outros

Por Lysipo Gomide

Tudo isso para tornar mais robusta a representatividade da categoria que representamos. Nós, do setor atacadista do Distrito Federal, comemoramos em agosto 20 anos de sindicato. Um marco histórico para um setor que já sofreu tantas mudanças de lá pra cá.

Entre os desafios diários, que muitas vezes nos confrontam concomitantemente com as nossas demandas empresariais, conquistamos, recentemente, uma vitória coletiva muito importante para o nosso setor - fruto, em grande parte, do nosso trabalho nos bastidores do Congresso Nacional.

A boa notícia é que o governo sancionou, sem vetos, a Lei Complementar (186/21), que prorroga por mais dez anos os incentivos fiscais concedidos pelos estados para empresas comerciais, como as do setor atacadista, estendendo o prazo de vigência do que ficou conhecido como guerra fiscal. O fim desses incentivos passou de 2022 para 2032.

Para quem não sabe, a guerra fiscal é como foi chamada a política de descontos no ICMS adotada por estados como forma de atrair empresas para seus territórios. Uma lei complementar aprovada em 2017 (Lei Complementar 160/17) previu o fim das reduções de ICMS e estabeleceu prazos de validade diferentes, dependendo do setor. As indústrias, por exemplo, ganharam prazo de 15 anos. Já para o setor de comércio, o prazo tinha sido de apenas cinco anos.

Após a aprovação da prorrogação na Câmara, o autor do projeto, deputado Efraim Filho (DEM-PB), disse que a lei não estava criando qualquer incentivo fiscal novo, apenas equiparando o setor de comércio aos demais.

Na verdade, este é um projeto que corrige distorções. Ele equipara as condições que a indústria e o agro já possuem para o comércio e serviço – segmentos que mais empregam no Brasil; e um dos que mais paga impostos e tributos.

Em resumo, os desafios são diários até porque o mundo muda o tempo todo. Pensar estrategicamente para uma empresa já é muito difícil. Imagina, de forma coletiva? Mas este é o nosso papel! Seguiremos trabalhando para que o setor produtivo encontre soluções para seguir de pé, empregando, gerando renda, investindo cada vez mais em logística e apoiando a distribuição de produtos em todo país.  

*Lysipo Gomide  é presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do DF (Sindiatacadista/DF).

Sobre o Sindiatacadista/DF – O Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal (Sindiatacadista/DF) representa todo o comércio atacadista de Brasília, entre os quais estão: gêneros alimentícios, autosserviço, autopeças, material de construção, drogas e medicamentos.  Ao todo, são, aproximadamente, 400 empresas representadas pela entidade sindical sem fins lucrativos. E, atualmente, sua base é composta de 187 empresas associadas.

Além de coordenar, proteger, apoiar, integrar e representar legalmente o segmento de atacado e distribuição em todo o Distrito Federal exerce um papel relevante no crescimento da representatividade de seus associados e parceiros. É filiado à Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ABAD) e à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal.

A entidade é o elo entre o setor atacadista, governo, varejistas e a sociedade em geral, além de defender os interesses e anseios de seus associados, agregar forças na criação de melhorias e promover a integração da classe atacadista.

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) abriu inscrições para o curso "Denúncia, representação e consulta ao TCDF: fundamentos e prática", voltado aos agentes públicos em exercício em órgãos do Governo do Distrito Federal, da Câmara Legislativa e do próprio TCDF


Foto: Renato Alves.

A capacitação será realizada a distância pela Escola de Contas do TCDF no dia 18 de novembro, das 14h às 18h, e os interessados têm até o dia 16 de novembro para se inscrever, por meio do Sistema de Gestão Educacional (SIGED), no endereço https://escon.tc.df.gov.br/cursos/novo/evento/previstos.

O instrutor do curso será o Auditor de Controle Externo do TCDF Gabriel Heller, Mestre em Direito e assessor da Secretaria de Fiscalização de Gestão Pública, Infraestrutura e Mobilidade do TCDF.

No encontro, ele irá apresentar e analisar quais são as exigências legais e regimentais para a proposição de denúncias, representações e consultas ao TCDF. O objetivo é capacitar os gestores e agentes públicos em geral para que contribuam de maneira eficaz e efetiva para o exercício da ação fiscalizadora do Tribunal.

De acordo com a Bain & Company, foco das organizações está na mudança da definição das metas a serem alcançadas para reduzir emissões de gases de efeito estufa



Com a realização da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, a COP26, em Glasgow, na Escócia, é mandatório que os líderes empresariais unam esforços para acelerar a chamada transição para carbono zero. De modo a contribuir com essa discussão, a Bain & Company elaborou um guia com quatro princípios para que as organizações reduzam suas emissões de gases de efeito estufa.

Na esteira dos seis anos do Acordo de Paris, em que cerca de 200 nações estabeleceram a meta de neutralizar as emissões de carbono até 2050, a COP26 representa um marco nos esforços mundiais para uma ação coordenada. De acordo com a Bain, a iniciativa mais importante que as organizações possam tomar seja se preparar para uma grande aceleração em áreas como regulação, transparência nas divulgações financeiras, objetivos alinhados com a ciência e atingir as expectativas dos consumidores.

De acordo com Alfredo Pinto, sócio da Bain & Company, os impactos das mudanças climáticas já são uma realidade, e as empresas devem cada vez mais assumir o seu papel para a redução de emissão de carbono. "Nós entendemos que a discussão da COP26 é um primeiro e importante passo e que é preciso haver coordenação de todos os stakeholders. Na Bain, acreditamos fortemente que a movimentação em temas relacionados a ESG é mais forte e efetiva quando há colaboração entre as partes. E a discussão em relação ao carbono não deve ser diferente", afirma.

Dada essa aceleração, o foco está na mudança da definição das metas a serem alcançadas. No trabalho da Bain com grandes companhias que estão agindo de acordo com esse propósito, reduzindo suas emissões, quatro princípios específicos têm orientado essas decisões. São eles: transição do carbono como um pilar estratégico, obtenha mais retorno para seu investimento em "net zero", incorpore a transição do carbono à estrutura do negócio e evite o efeito ampulheta.

Transição do carbono como um pilar estratégico
As estratégias de sustentabilidade e transição de carbono são formuladas como resultados de outras estratégias. Mas em vez de ser assim, elas devem fazer parte de um processo estratégico central, abordando tanto a mitigação de riscos como também novas oportunidades. As ambições das empresas na jornada de transição de carbono devem orientar as decisões sobre onde atuar - novos produtos e mercados que se beneficiam dessa transição - e como vencer - com novos modelos de negócios e diferenciais focados em baixo carbono. Isso deve ser traduzido em alocação de recursos e construção de capacidade.

Obtenha mais retorno para seu investimento em "net zero"
Cada vez mais, as empresas estão promovendo suas transições de carbono com o mesmo rigor de qualquer outra iniciativa de negócios, o que significa melhorar a eficiência e a eficácia do esforço, ao mesmo tempo em que mede e reduz os custos. Isso também significa encontrar oportunidades para monetizar investimentos em tecnologias sustentáveis.

Incorpore a transição do carbono à estrutura do negócio
Sem as práticas corretas, a melhor estratégia e o plano de criação de valor cairão por terra. Três táticas em particular estão ajudando as empresas em suas transições de carbono:

Preço - a precificação interna do carbono está se tornando dominante. Mais de 2.000 empresas que representam US$ 27 trilhões em valor de mercado adotaram a prática. Uma vez que o carbono é precificado, as empresas o consideram como qualquer outro custo em suas decisões sobre, por exemplo, investimentos em bens de capital (capex), compras e Pesquisa & Desenvolvimento. Além disso, isso orienta as decisões de portfólio.

Bonificação - vincular incentivos de curto e longo prazo à transição garante que a estratégia permaneça na agenda. As empresas líderes têm uma parcela significativa da remuneração variável vinculada à sustentabilidade e implantam esses incentivos em toda a organização.

Rastreamento - as empresas líderes tratam cada vez mais as emissões de gases de efeito estufa como se fossem custosas, e as rastreiam, relatam e gerenciam de maneira semelhante. Em vez de ser uma prática de conformidade legal, baseada em planilhas, essas organizações usam as mais recentes plataformas no modelo de Software como um Serviço para extrair dados de seus sistemas e converter atividades em emissões precisas de carbono. Isso os ajuda a entender sua pegada e orienta a melhoria.

Evite o efeito ampulheta
As iniciativas de sustentabilidade têm uma taxa de sucesso menor do que outras transformações de gestão, com apenas 7% delas atingindo todas as suas metas, em comparação com 12% de todos os esforços. Um dos motivos é o efeito ampulheta. A alta administração abraça a transição e os novos funcionários costumam escolher suas empresas com base em credenciais de sustentabilidade. Isso deixa a média liderança com a missão de traduzir essa ambição em realidade, ao mesmo tempo que gerencia outros aspectos da companhia, como receitas, custos e segurança. Esse nível hierárquico pode ter conhecimento limitado do assunto e pouca experiência em gerenciar as compensações. A alta liderança pode ajudar simplificando metas, esclarecendo os efeitos negativos e positivos e fornecendo o treinamento e a educação que os colaboradores precisam para tomar boas decisões estratégicas. Como acontece com qualquer transformação, um programa rigoroso de gerenciamento de mudanças garante resultados bem-sucedidos.

Sobre a Bain & Company
Somos uma consultoria global que auxilia empresas e organizações a promover mudanças que definam o futuro dos negócios. Com 63 escritórios em 38 países, trabalhamos em conjunto com nossos clientes, como um único time, com o propósito compartilhado de obter resultados extraordinários, superar a concorrência e redefinir indústrias. Complementamos nosso conhecimento especializado integrado e personalizado com um ecossistema de inovação digital a fim de entregar melhores resultados, com maior rapidez e durabilidade.

Com o compromisso de investir mais de US$1 bilhão em serviços "pro bono", em 10 anos, usamos nosso talento, conhecimento especializado e percepção em prol de organizações que enfrentam atualmente os desafios urgentes relacionados ao desenvolvimento socioeconômico, meio ambiente, equidade racial e justiça social. Recentemente, recebemos a classificação ouro da EcoVadis, plataforma líder em classificações de desempenho ambiental, social e ético para cadeias de suprimentos globais, o que nos coloca entre os 2% melhores de todas as companhias.

Desde nossa fundação em 1973, medimos nosso sucesso pelo de nossos clientes e temos o orgulho de manter o mais alto nível de satisfação em nossa indústria. Saiba mais em www.bain.com.br e em nosso LinkedIn Bain & Company Brasil.



A programação acontece no próximo fim de semana e conta com diversas atrações.

O natal está chegando! E para comemorar, a 365Store promove um evento superespecial voltado para a criançada, o 365Kids - Edição Natalina, que vai acontecer nos próximos dias 6 e 7 de novembro, na 402 Sul.

Nos dois dias, a programação conta com a participação da contadora de histórias Mary Bussom. Além disso, haverá pintura de rosto, pula-pula e bolhas de sabão.

Já no sábado, 06 de novembro, terá a presença de dupla de palhaços de circo.

E as atrações não são só para os pequenos. Os papais poderão desfrutar das feirinhas de vários parceiros, que estarão expondo seus produtos durante todo o evento. Entre eles, Encanto Kasa, Flor de Alecrim, Akita Doces e muito mais.

365 Kids Edição Natalina
Quando? 6 e 7 de novembro
Onde? Espaço Store, 402 Sul
Horário? 13h às 19h sábado. 12h às 16h domingo.
Ingresso? Evento Gratuito.




Com o final de ano se aproximando, uma luz no fim do túnel acende para os trabalhadores que estão atrás de uma recolocação. Isso, porque as empresas começam a se preparar para as contratações temporárias e, neste ano, as expectativas são bem animadoras conforme dados divulgados pela Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem). De acordo com a entidade, a expectativa é que sejam criadas mais de 565 mil vagas de empregos provisórios no país até a virada do ano e, somente em Minas Gerais, as novas oportunidades devem superar em 20% o resultado do exercício anterior, já iniciando a partir deste mês, através da Black Friday. No entanto, mesmo sendo uma notícia animadora, André Leonardo Couto, da ALC Advogados, com mais de 25 anos de experiência no Direito Trabalhista, lembra aos candidatos que existem direitos e deveres ao qual eles devem se atentar para não transformar está possível oportunidade em uma chateação.

De acordo com o advogado, é preciso entender que o contrato de trabalho temporário é diferente dos moldes da CLT. "O serviço temporário foi disciplinado pela Lei 6.019/74 e regulamentado pelo Decreto 10.060/2019, que o conceitua como sendo o serviço prestado por pessoa física à empresa para atender a uma necessidade transitória.  Pela lei, um trabalhador nesse regime pode ser contratado por até 180 dias, consecutivos ou não, o que equivale a seis meses. Esse prazo pode ser estendido por mais 90 dias, que também podem ser consecutivos ou não. Assim, o trabalhador temporário pode cumprir 270 dias de serviço para uma mesma empresa, na área no qual ele foi contratado. Para que essa companhia possa contratá-lo novamente, ela deverá esperar 90 dias após o fim desse período para fazê-lo. Caso não seja possível esperar esse momento, é necessário que o vínculo entre a empresa e o trabalhador temporário seja formalizado, desta maneira, que ele seja contratado", explica.

Segundo o especialista, o trabalhador deve se atentar a respeito dos direitos que ele tem como prestador temporário. "Quem acha que a modalidade de trabalho temporário tem menos direitos, está errado. Essa é uma concepção ultrapassada e não condiz com a realidade do que é oferecido ao trabalhador temporário em um contrato firmado. Isso, porque o trabalhador nessa categoria, conforme o artigo 12 da Lei 6.019 de 1974, está assegurado por direitos, como, remuneração equivalente à mesma recebida pelos empregados fixos que exercem a mesma função dentro da empresa utilizadora de serviços, uma jornada de oito horas com a remuneração das horas extras não excedentes de duas, com acréscimo de 50% e até férias proporcionais. Além disso, 13º salário proporcional,  FGTS, repouso semanal remunerado, adicionais em caso de trabalho noturno, seguro contra acidentes de trabalho e até mesmo, proteção previdenciária. Desta maneira, o trabalhador possui direito ao piso da categoria da empresa utilizadora de serviços naquela função, não podendo ser menos", completa André Leonardo Couto.

Deveres

Já no quesito deveres, tanto para a empresa, quanto para o empregado temporário, o advogado André Leonardo Couto adiciona. "É fato que a empresa tem a total responsabilidade de garantir as condições de segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores temporários quando o trabalho for realizado em suas dependências ou em outro local designado por ela. Fora isso, deve dar aos temporários o mesmo atendimento médico e de refeição destinados aos empregados contratados existentes nas dependências ou locais designados por ela. Porém, mesmo sendo um funcionário temporário, o profissional deverá seguir todas as normas da companhia como cumprir horário e bater ponto, utilizar uniforme, que deve ser fornecido pela empresa, além de outras regras de conduta.  Para a empresa, uma chance de ter um novo talento e para o trabalhador, a possibilidade de voltar ao mercado de trabalho, enriquecer o currículo e ter novas experiências profissionais" conclui o especialista da ALC Advogados. 

ALC Advogados

No mercado há mais de 10 anos, o escritório ALC Advogados é sediado na cidade de Pedro Leopoldo, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com atuação e vários cases de sucesso, o negócio, que tem à frente o advogado André Leonardo Couto, trabalha principalmente nas áreas do Direito do Trabalho, Cível e Imobiliária, com clientes em diversos Estados. Em 2020, o negócio passou a integrar o grupo empresarial ALC Group.

Siga no Instagram @alcescritorio: www.instagram.com/alcescritorio 

Site: https://andrecoutoadv.com.br/ 

 


Livre de vírus. www.avast.com.

Walcir Soares Junior*


Sempre começo uma aula de economia para não economistas com a frase: “Se o problema do Brasil é dinheiro e o governo tem uma máquina de fazer dinheiro, por que então não imprime dinheiro e resolve o problema de todo mundo?”. Rapidamente, mãos se levantam e ouço de todos os lados “porque isso causaria inflação”. Repito a pergunta de outro modo: “Então, se o dinheiro não é a solução, por que alguns países são ricos e outros são pobres?”. Silêncio. As pessoas, em geral, entendem que riqueza não é exatamente a quantidade de dinheiro, mas têm dificuldades em entender de onde a riqueza vem.

A riqueza de uma sociedade é, geralmente, medida pela quantidade de coisas reais que essa sociedade tem: produtos, prédios, carros, infraestrutura etc. Na verdade, essas coisas importam menos do que nossa capacidade de produzi-las: países ricos são ricos porque são mais produtivos. Como os países conseguem ser mais produtivos? A resposta inclui acessos aos insumos (capital e trabalho) e a quantidade de produtos que conseguimos tirar com a combinação desses insumos. Em resumo, depende da educação, seja formal ou não.

Desde meados dos anos 1970, a evidência dos retornos da educação não parece mais ser segredo. Já entendemos que não basta ter muitas escolas, mas sim escolas de qualidade. Já entendemos que qualidade não está, necessariamente, atrelada aos gastos, mas que gastos são um componente importante. Já aprendemos que dentre os ciclos educacionais, a educação infantil é a fase de maior retorno. Ainda assim, parece que o Brasil segue atrás em termos de suas prioridades. A falta de uma política educacional igualitária não só mantém nossos problemas sociais, como amplificam o abismo da desigualdade.

O relatório “Education at Glance”, publicado recentemente pela OCDE, confirma o ciclo vicioso: os países com menor escolaridade e baixo desempenho são os que fecharam as escolas por mais tempo durante a pandemia de covid-19. O Brasil, infelizmente, mas não surpreendentemente, é o segundo país no estudo com maior tempo de fechamento das escolas (atrás apenas do México) e entre os de pior desempenho. O dado reflete não só a má gestão da pandemia, o que nos dá a sensação de ser pior do que poderia ser, mas também, a má gestão educacional, tida pelos especialistas da área como o principal problema no Brasil.

Seria muito fácil criticar o fechamento das escolas, mas, na verdade, é justamente a falta de investimento e cumprimento das metas na área educacional que estão por trás dessa desigualdade. Ainda que alguns pensem diferente, essa desigualdade pressiona a economia para baixo em momentos de crise. Pessoas sem escolaridade não conseguem se inserir produtivamente na sociedade, recebem pouco porque produzem pouco, e, sem renda, não geram demanda e o resultado nós já conhecemos. A baixa escolaridade é, na maior parte das vezes, herdada dos pais, o que leva à falta de mobilidade intergeracional: filhos de pais com baixa escolaridade tendem a ter baixa escolaridade, ampliando os abismos da desigualdade.

Em termos de recursos, o Brasil investe em educação apenas um terço do investido, em média, pelos países da OCDE. A partir de 2018, desmontou-se a falácia de que o Brasil investe acima da média da OCDE em educação, ainda que os gastos por aluno, principalmente no ensino infantil, tenham sido sempre abaixo dessa média. Os dados mostram que alunos de nível socioeconômico mais baixo são justamente aqueles com maior dificuldade de estudar remotamente, o que acaba refletindo na alta proporção da população que não completou o ensino médio (28% contra a média de 15% da OCDE), e baixa proporção com ensino técnico e profissionalizante (9% contra a média de 28% da OCDE).

Por que, ao que parece, temos uma capacidade tão grande de ir contra as evidências científicas? Por que queremos sempre fazer as coisas do nosso jeito, mesmo que os resultados seculares apontem que estamos na estratégia errada há décadas? Por que entra governo e sai governo e as políticas educacionais, sociais e contra a desigualdade "passeiam" de um lado para outro como se a sua relevância fosse de fato, volátil e duvidosa? Talvez a educação seja, ela mesma, uma resposta a todos esses questionamentos. Enquanto isso, o Brasil continua sendo o país do futuro, aquele que nunca chega.

*Walcir Soares Junior é doutor em Desenvolvimento Econômico e professor de Economia da Universidade Positivo.

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