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As medidas tomadas pelo governador, durante esse longo período de pandemia, são os fatores que estão turbinando a popularidade do emedebista em todos os segmentos sociais do DF



A célebre frase do governador Ibaneis Rocha(MDB), que diz que  o seu governo "é para servir aos pobres, os ricos basta não atrapalhar", vai ao encontro do levantamento feito pelo instituto de pesquisa eleitoral Exata OP, realizado no mês passado que o site teve acesso.

Conforme demonstrativo, o chefe do Executivo local aparece com prestígio em meio às classes sociais de A a E. Ou seja: Ibaneis faz um governo voltado para todos. 

Apesar da devastação na economia mundial, provocada pela pandemia do novo coronavírus, Ibaneis soube fazer uma gestão, em socorro a todos os segmentos da sociedade, ajudando as grande, médias e micros empresas a superar a crise, com as medidas protetivas baixadas para conter o avanço da covid. 

Entre as ações, o governador decidiu postergar o pagamento de impostos, além de propor leis para isentar outros tributos para os setores mais afetados, medidas que ajudaram a aliviar as contas de mais de 37 mil empresas. De salões de beleza, barbearias, esmalterias e outros estabelecimentos, que deixaram de funcionar nos períodos mais trágicos, causados pela pandemia, tiveram o pagamento do ISS (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza), postergado até 2027. 

Os mais de 20 programas como Prato Cheio, Cartão Material Escolar, Programa Creche, Mobilidade Cidadã, Renda Emergencial, Bolsa Alimentação Creche, Programa Alimentação Escolar e Renova-DF, além dos auxílios emergenciais, serviram para proteger as famílias mais vulneráveis do Distrito Federal. Somando tudo, esses  programas beneficiam 218 mil famílias, o que dá mais de 900 mil pessoas. 

Na quinta-feira passada(15), uma  proposta de Ibaneis, aprovada pela CLDF, serviu de alívio para o bolso dos motoristas do DF, com a redução de três pontos percentuais em três anos, a partir de 2022, sobre os preços dos combustíveis. Agora, o próximo passo do governador,  é ter outro projeto, enviado ontem, para ser aprovado pela Câmara Legislativa. A proposta social visa baixar o ICMS de 14 produtos da cesta básica. Mais de três milhões de famílias serão beneficiadas com alimentos mais baratos. Todas  essas iniciativas, tomadas nesse longo período de pandemia, Ibaneis Rocha não deixou de tocar as grandes obras por todo o DF, gerando milhares de empregos e aquecendo a economia. 

O resultado da pesquisa realizada no mês passado pela Exata OP, é uma demonstração de que a população está satisfeita com o governo do emedebista e o credencia para a reeleição em 2022.


A prevenção ao suicídio. Este é o foco do Setembro Amarelo, campanha que teve início no Brasil, no ano de 2015, pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e também pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), que vem desde então conscientizando a população sobre a importância de falar sobre o assunto. Uma situação que não é tão abordada é o cuidado necessário às famílias de pessoas com deficiência intelectual. Por esse motivo, o CENSA Betim, instituição que é referência nacional, há 57 anos, no suporte aos indivíduos com a condição, chama a atenção sobre a importância do acompanhamento psiquiátrico, já que conforme dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 800 mil pessoas tiram a própria vida todos os anos por motivos que envolvem a pressão do cotidiano e a depressão, muitas vezes oriundas dos desafios enfrentados durante a vida, como cuidar de uma pessoa que demanda um apoio generalizado nas diversas áreas da vida.

De acordo com Natália Costa, diretora do CENSA Betim, as famílias das pessoas devem procurar ajuda profissional quando sentirem que não estão conseguindo lidar com as situações do dia a dia. "O Setembro Amarelo é necessário lembrar a sociedade de que todos precisam se cuidar. No caso do círculo familiar das pessoas com deficiência, lembro que a rotina demanda cuidados específicos e pode ser bem exaustiva, tanto física quanto psicologicamente. O acompanhamento profissional é muito eficaz para nos ajudar a ter resistência para o enfretamento das adversidades da vida", comenta.

Segundo Natália Costa, não somente os familiares precisam ter um acompanhamento psiquiátrico e psicológico, mas também, os filhos com deficiência. "No caso das pessoas com deficiência, o acompanhamento profissional é fundamental para a aquisição de uma melhor qualidade de vida. Temos casos aqui no CENSA de indivíduos acompanhados pela nossa equipe transdisciplinar, que inclui psicóloga e psiquiatra, que apresentaram uma melhora substancial do quadro emocional e consequentemente maior sucesso nas interações sociais. Isso só reforça a importância deste tipo de trabalho. Portanto, seja para a sociedade como um todo, ou para as famílias de pessoas com deficiência, ao menor sintoma de depressão, procure ajuda", recomenda.

CENSA Betim

O CENSA foi fundado em 1964 pela educadora Ester Assumpção, mulher à frente de seu tempo, que trabalhou com Helena Antipoff no Instituto Pestalozzi. Dona Ester, como era carinhosamente chamada, acolhia em seu próprio lar crianças com deficiência cujas famílias não podiam fixar residência em Belo Horizonte. Assim nasceu o CENSA, de um sonho, um ideal de uma educadora, cujo desejo de cuidar e amparar crianças com deficiência e suas famílias era genuíno e se materializou em quatro instituições por ela fundadas: CENSA, APEX, Instituto Ester Assumpção e Clínica São José. "Lembrar de Ester Assumpção é honrar nossas raízes, zelar por esse legado que recebi e sinto-me privilegiada de servir com afinco e alegria. Sou da terceira geração de gestoras de uma organização que nasceu, primeiro no coração de uma mulher magnífica, e se materializou através de muitas mãos, sendo hoje referência nacional no atendimento transdisciplinar da pessoa com deficiência intelectual na idade adulta", pontua Natália Costa.

Natália Costa lembra que milhares de pessoas tiveram suas vidas transformadas pelo CENSA. "Nesses 57 anos, mais de dois mil alunos com deficiência intelectual já passaram por aqui, o que ajudou não só as famílias dos educandos, estimulando a inclusão e a educação, como também na formação de mão de obra especializada, já que antigamente o local abrigava o hospital Nossa Senhora D'Assumpção, que possuía residência médica na área de psiquiatria", relembra. Com cerca de 100 educandos atualmente, a instituição possui uma equipe de profissionais da área da saúde e educação que somam esforços para criar condições favoráveis para o desenvolvimento e a inclusão desses indivíduos. Além disso, o CENSA é um espaço de formação e parceria com escolas públicas e privadas, além de faculdades e universidades. Seus profissionais estão sempre engajados na produção científica de artigos, livros e teses e, com isso, se mantêm atualizados na busca de soluções estruturadas para pessoas com deficiência intelectual e seus familiares.

CENSA Betim

Local: Rodovia Fernão Dias, Km 494 – S/N Betim – MG

Instagram: @censabetim

Facebook: https://www.facebook.com/censabetim/

Site: www.censabetim.com.br



As tecnologias têm trazido bastante comodidade na vida das pessoas. No entanto, nem todos os setores da economia conseguem garantir a confiança para o consumidor através de um robô digital. E quando o assunto é negociação de imóveis, seja para comprar, vender ou alugar, a atuação humana é indispensável, conforme apontam Glauce Santos e Dyogo Vieira, diretores da RE/MAX Rio de Janeiro – Zona Norte, regional da maior franquia imobiliária do mundo. Eles destacam que, mesmo com todo o movimento que existe a respeito da substituição do profissional em negociações por aplicativos, nada sobressai sua expertise, conforme posicionamento do sistema COFECI-CRECI, que já alertou que qualquer nova unidade imobiliária tem o dever de obedecer aos parâmetros estabelecidos pela lei nº 6.530 para o funcionamento. Ou seja, no que diz respeito ao atendimento aos clientes, de acordo com o artigo 3º, só pode ser feito por profissionais corretores de imóveis.

Para Glauce Santos, a presença física do profissional é imprescindível para uma transação imobiliária segura e confiável para ambas as partes. "É importante ter o corretor de imóveis para esclarecer pontos e trazer mais clareza para o cliente. Entendo que a popularização da internet mudou sim os hábitos de compra do consumidor, não só no mercado imobiliário, mas em todos os setores da economia. No entanto, na metodologia adotada pela empresa, essa revolução tecnológica é vista apenas como aliada e parceira, e não como o foco principal dos negócios. Sabemos que muitas pessoas, hoje, utilizam os smartphones e com os clientes imobiliários isso não é diferente, já que boa parte deles fazem esse primeiro contato e busca através do celular pelos sites e internet. Todavia, a segurança para o fechamento de um negócio é conquistada através do atendimento pessoal do corretor com o cliente. Ou seja, frente a frente", comenta a diretora.

Já para Dyogo Vieira, um pouco diferente do que é visto em todo o Brasil, onde a imobiliária é o ponto de apoio ou referência para o cliente, na RE/MAX o corretor é o grande condutor e especialista do negócio. Por isso, ele lembra que as novas tecnologias são importantes para agregar ao método já utilizado, mas jamais dispensam a atuação do profissional. "Com o passar dos anos, temos tido cada vez mais tecnologias para ajudar a vida das pessoas, como esses de imobiliárias que sempre vão existir. No entanto, nós as vemos como facilitadoras do processo do trabalho e do contato com o cliente, mas não como um substituto dele. Para nós, nada conseguirá substituir, verdadeiramente, o papel de um profissional corretor de imóveis que, além de ter toda a sua expertise no negócio, tem uma rede de networking que não é encontrado através de um aplicativo, até porque os aplicativos são programados, não pensam e agem como um humano", diz o diretor.

Qualificação sempre

Sempre antenada no que acontece para alavancar ainda mais o seu crescimento, a empresa investe na qualificação constante de seus corretores associados por meio da Universidade RE/MAX Brasil, plataforma on-line com funcionamento 24 horas por dia, 7 dias por semana, e a Academia RE/MAX, com treinamentos mensais e semanais, tanto presenciais, quanto via Google Meet, para os franqueados, Agentes e staffs da regional Zona Norte carioca. Há ainda a Escola RE/MAX, com treinamentos in-loco oferecidos pelos franqueados aos seus Agentes RE/MAX, sem contar com outras plataformas da rede mundial, que oferecem cursos via web em diversos idiomas.

Para Glauce Santos, a excelência do corretor no atendimento ao cliente e relacionamento com os demais colegas dão garantia à profissão diante das inovações tecnológicas. "As novas tecnologias são importantes, mas não devem ser uma preocupação para os corretores atuantes, e sim um desafio. A única forma que eles têm de neutralizar essas intermediações através de aplicativos, se é que isso tem como mesmo, é se mostrar, e ser, cada vez mais, imprescindível nessa intermediação. Ou seja, demostrando ao cliente que está preparado e sempre bem capacitado para entender e atender as necessidades que ele procura. Por isso, na Universidade RE/MAX sempre oferecemos cursos que englobam exatamente as necessidades de mercado", concluem os diretores da regional carioca.

Sobre a RE/MAX

Com 48 anos de atuação, a RE/MAX é uma franquia americana que ganhou notoriedade mundial e se tornou referência em negócios imobiliários em todo o planeta. A marca chegou ao Brasil em 2009, mas hoje a franquia já alcançou 124 países, presente em todos os continentes, com mais de 137 mil corretores em mais de 8.600 unidades franqueadas. A Zona Norte do Rio de Janeiro passou a ter uma regional em 2018, que, só naquela região, conta com oito franquias.

O direcionamento da RE/MAX está presente no lema: "todos ganham", uma máxima que tem permitido a sua liderança, conquista e reconhecimento do mercado. Com esse conceito, a RE/MAX revolucionou o mercado imobiliário. Este sistema permite recrutar e reter os melhores profissionais do mercado, ter equipes motivadas e produtivas, diminuir a rotatividade dos corretores e prestar o melhor serviço aos clientes.

Mais informações: https://remaxriodejaneironorte.com/    


 

                                                                                     Créditos: divulgação


Cirurgia de retirada foi feita com auxílio da robótica que permite melhor visualização e maior precisão de movimentos operatórios


A comerciante Andressa Tauro Imoto, 42 anos, descobriu um tumor no tórax após fazer uma tomografia do pulmão para acompanhar uma lesão causada pela covid-19. Sem nenhum sintoma ou desconforto, a tumoração que estava crescendo próximo à junção da costela com a coluna é incomum e, na maioria dos casos, benigna, com necessidade de tratamento cirúrgico.

“Esse tipo de cirurgia não é usual e optamos em realizá-la com auxílio da robótica pela precisão dos movimentos e melhor visualização das estruturas do tórax”, explica o cirurgião torácico do Hospital Marcelino Champagnat, Liu Estradioto. “O procedimento é realizado por pequenos orifícios no tórax para introdução das pinças cirúrgicas robóticas, com imagem em 3D e em alta definição - full HD. A utilização da plataforma de cirurgia robótica diminui a dor após a cirurgia, o tempo do internamento e ainda permite o retorno em menor tempo às atividades do dia a dia”, complementa o médico. 

“Tive alta após dois dias. Não senti mudanças no geral, já que eu não tinha nenhum desconforto em relação à presença do tumor. Sinto-me muito aliviada e grata por tê-lo descoberto precocemente e evitar prejuízos maiores no futuro”, relata Andressa.

Diagnóstico 

O diagnóstico desse tipo de tumor é feito por meio de exames de imagem, como tomografia computadorizada do tórax ou por ressonância nuclear magnética do tórax. O médico esclarece que, em sua maioria, os pacientes são assintomáticos. Porém, com o tempo, o crescimento do tumor pode gerar compressão de órgãos do tórax e ocasionar sintomas, assim como pode crescer para dentro do canal medular e comprimir a medula espinhal. “Falta de ar, dificuldade de engolir, dor torácica e perda da força são os sintomas mais comuns em um estágio mais avançado do tumor”, explica Estradioto.

Robótica

No Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba (PR), o investimento na aquisição da plataforma robótica Da Vinci X foi motivado pela possibilidade de uma visão tridimensional, 20 vezes maior que a humana, que garante movimentos mais precisos.

Ideal para procedimentos que precisam de maior detalhamento anatômico ou cirurgias realizadas em pequenos espaços e cavidades, o robô possui quatro braços, sendo que um deles carrega a câmera, enquanto os outros três ficam livres para portar instrumentos cirúrgicos como pinças, tesouras e bisturi. 

O médico realiza a cirurgia a partir da mesa de controle, com movimentação dos instrumentos feita pelo manuseio de dedais, de forma bem delicada. À medida que move as mãos e os dedos, o robô reproduz os movimentos dentro do corpo do paciente, assim, os gestos são mais precisos, proporcionando uma cirurgia mais segura mesmo em casos de alta complexidade como no tratamento do câncer de pulmão e dos tumores do mediastino.




O Mega Space (Av. das Indústrias, 3000 - Distrito Industrial II, Santa Luzia, Região Metropolitana de BH) será a sede do Vai ter Samba novamente. É que neste sábado, 25 de setembro, a partir das 20h, o primeiro evento de samba e pagode com atrações nacionais no entorno da capital mineira vai agitar o público com os shows de Vitinho, Sorriso Maroto, Mumuzinho, Akatu e Samba Brother. Os ingressos estão disponíveis no site da Central dos Eventos: www.centraldoseventos.com.br.

Sorriso Maroto

Com uma carreira recheada de sucessos, o Sorriso Maroto, um dos maiores expoentes do pagode, trará para o Samba Prime, parte da sua vasta discografia e canções que estão registradas nos últimos trabalhos, como, Ao Cubo Ao Vivo em Cores. O trabalho do cantor Bruno Cardoso e banda traz as canções Outros Ideais, Teoria e Prática, Reprise, 50 Vezes, Me Arrependi, Rolo Compressor e outras para alegrar o público do início ao fim. 

Mumuzinho

Mumuzinho, um dos destaques da música brasileira, também vai alegrar os fãs com suas músicas e toda a sua irreverência. Eu Mereço Ser Feliz, Confiança, Curto Circuito e outras canções que fazem parte da sua história farão parte da apresentação.

Grupo Akatu

Formado atualmente por Angelo (reco e voz), Caique (tantan e voz), Lucas (pandeiro), Lukas Gabriel (voz) e BEG (voz), o Akatu foi criado em 2015 por jovens apaixonados por pagode na capital mineira. Hoje é uma banda em ascensão, que a cada dia ganha mais espaço no cenário musical, inclusive, sendo divulgada até pelo jogador Neymar Jr, graças ao sucesso do projeto Encontro de Gerações, com o grupo Revelação.

Semente boa e mundo melhor: essas são as traduções do nome de origem Tupi, que hoje ecoa entre o público. Há seis anos, o grupo segue conquistando fãs com o seu pagode animado e irreverente. O show é uma mistura de canções autorais, que já estão na ponta da língua do público que acompanha a banda, e hits do samba e pagode, embalados pelo jeito irreverente e animado que os músicos conduzem a apresentação em cima do palco.

Vitinho

O cantor Vitinho é considerado uma das revelações nacionais do samba e pagode. Muito querido em Belo Horizonte, ele, que fez uma participação especial no projeto Encontro de Gerações, do Akatu e Revelação, chega na capital mineira para cantar os seus grandes sucessos no Vai Ter Samba.

Samba Brother

Também para animar a festa, o Grupo Samba Brother vai trazer grandes sucessos do samba e pagode. Conhecidos pelo grande carisma, eles vão tocar Som do Tambor, Traição, Eu Juro, Climatizar e outras canções que o público conhece muito bem. 

Último Vai ter Samba

A temporada do Vai Ter Samba será encerrada com grandes nomes da música brasileira. Estão confirmados os shows de Dilsinho, Turma do Pagode, Suel e Akatu, com as participações especiais de Matheusinho e Adriano Ribeiro. Os ingresso já podem ser adquiridos pelo site da Central dos Eventos: www.centraldoseventos.com.br.

Serviço

Vai Ter Samba

Data: 25 de setembro, sábado

Horário: 20h

Atrações: Mumuzinho, Sorriso Maroto, Grupo Akatu, Vitinho, Samba Brother

Local: Mega Space (Av. das Indústrias, 3000 - Distrito Industrial II, Santa Luzia – MG)

 

Ingressos:

Mesas (para 4 pessoas)

Valor individual: R$70  (1º lote)

 

Obs: Todos as mesas são para 4 pessoas e os ingressos serão vendidos de forma individual.

 

A posição das mesas será por ordem de chegada no evento

 

Lounges (Para 15 pessoas) – R$ 3 mil (1º lote)

 

Obs: Todos os lounges são para 15 pessoas e será vendido apenas o lounge completo com 15 ingressos.

 

Vendas do Lounge: 31 99383-4099 (whastapp)

 

Daniel Moreira*


A pandemia trouxe novas necessidades, além de amplificar as que já existiam no ambiente escolar, e acelerou a revolução digital na Educação. O fechamento das escolas virou toda a comunidade escolar de cabeça para baixo. O currículo não estava adaptado para um novo formato, bem como os professores não estavam preparados para ensinar de maneira remota. Uma pesquisa do Instituto Península revelou que, após seis semanas de isolamento, 83% dos professores brasileiros ainda se sentiam nada, ou pouco, preparados para o ensino remoto. Quase 90% dos docentes nunca tinham dado aula virtualmente antes da pandemia e 55% não tiveram qualquer suporte ou capacitação durante o isolamento social para ensinar fora do ambiente físico da escola.

Já os estudantes, em suas casas, precisaram de muito mais do que uma conexão wi-fi e uma tela para absorver o conteúdo das aulas remotas. Acostumados com milhares de estímulos simultâneos, vimos que é muito difícil mantê-los concentrados por 50 minutos em uma única tela. E os menores, em fase de socialização e alfabetização, tiveram que aprender a brincar e a ler as primeiras palavras à distância. As escolas e os educadores perceberam, então, que a transformação digital não se resume a aplicar a mesma aula em formato digital, mas sim a uma mudança cultural (e estrutural) na maneira de ensinar e aprender dentro e fora da escola.

Com o tempo, a tecnologia se tornou a mais poderosa aliada da escola e dos estudantes, digitalizando diversos processos de aprendizagem. Educação 4.0 e 5.0, realidade virtual, computação em nuvem, IoT, gamificação, ambientes virtuais de aprendizagem, redes sociais, bibliotecas virtuais, realidade aumentada, m-learning, u-learning, metodologias ativas e tantos outros conceitos foram sendo incorporados às práticas de ensino, com o objetivo de reduzir distâncias, aumentar o engajamento, personalizar o aprendizado, facilitar o acesso ao conhecimento, melhorar o desempenho, aumentar o alcance e garantir resultados melhores para todos os envolvidos.

Diante desse cenário, a mudança das escolas e seus mindsets para se adaptar à transformação digital é fundamental. O erro mais comum, porém, não é a resistência à digitalização de processos. A tecnologia, por si só, não é suficiente para a transformação digital. Porque a tecnologia não funciona se o ser humano não souber fazer uso dela. Ou seja, não adianta implantar os melhores materiais didáticos, com recursos de realidade aumentada, gamificação e inteligência artificial, se não tivermos professores capacitados e alunos preparados para usar toda essa tecnologia em benefício do aprendizado. Um plano efetivo de integração de tecnologia requer a participação de todos. É uma mudança estrutural nas escolas, que deixam de ver a tecnologia como um recurso pontual para utilizá-la no cotidiano.

A transformação digital na Educação abrange a complexidade de repensar os processos, os modelos de negócio e a experiência dos alunos, familiares, professores e demais agentes da comunidade escolar por meio de uma completa imersão na tecnologia digital. Os estudantes precisam compreender que esse novo cenário traz mais autonomia para o aprendizado, permitindo que eles tenham um papel de protagonismo. Além disso, os professores devem reconhecer a flexibilidade que a tecnologia oferece, além dos recursos que qualificam os métodos de ensino, produzindo resultados mais satisfatórios.

Importante ter em mente que a transformação digital da escola não acontece de uma só vez, nem tem data para terminar. Ela acontece todos os dias, o tempo todo. É uma adaptação às exigências e às novidades do mundo. É um processo que acontece ao vivo e fica ultrapassado rapidamente. O que não pode sair do foco é a qualidade do serviço educacional prestado. Os alunos devem sentir que estão aprendendo tanto quanto, ou mais, do que antes.

No Brasil, os desafios ainda são gigantes. Mas uma coisa é certa: a tecnologia veio para ficar e não existe mais escolha: nós teremos de nos reinventar. A Educação nunca mais será como antes e não é mais possível voltar atrás. Sejamos todos bem-vindos à Nova Educação.

* Daniel Gonçalves Manaia Moreira é diretor geral da Positivo Soluções Didáticas.

Mozart Neves Ramos*


Uma das razões da falta de efetividade do Plano Nacional de Educação (PNE) quanto ao cumprimento das metas estabelecidas é a dificuldade que o país tem de colocar em prática o regime de colaboração. O Art. 205 da Constituição Federal (CF) é muito claro quando afirma que, para oferecer uma educação de qualidade, é preciso trabalhar em colaboração. Quem melhor faz isso no Brasil é o estado do Ceará. Um dos frutos dessa colaboração entre o estado e os municípios é o exitoso programa de alfabetização das crianças cearenses.

Não é por falta de instrumento que os estados e municípios brasileiros não conseguem colocar em prática o regime de colaboração. O Art. 7º do PNE, em seu inciso 7º, ressalta a existência dos chamados Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADEs) como um instrumento que pode ser estratégico para esta finalidade. Os arranjos são um modelo de trabalho em rede no qual um grupo de municípios com proximidade geográfica e características sociais e educacionais semelhantes buscam trocar experiências, planejar e trabalhar em conjunto – e não mais isoladamente –, somando esforços, recursos e competências para solucionar as dificuldades na área da educação. 

Desde 2009, algumas regiões brasileiras, prefeituras, escolas e educadores já vêm trabalhando de acordo com essa concepção, porém tais iniciativas decorrem muito mais do resultado da articulação da sociedade civil com os municípios do que de uma ação organizada e induzida pelo Ministério da Educação, órgão que poderia coordená-las nacionalmente.

Mas agora surge uma real possibilidade de isso acontecer, em função da homologação, por parte do ministro da Educação Milton Ribeiro, do parecer produzido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) sobre esse tema, que propõe de maneira clara diretrizes operacionais para colocar em prática este valioso instrumento de colaboração entre municípios. E isso se dá num momento muito oportuno, em que mais do que nunca os municípios vão precisar trabalhar em conjunto para vencer os déficits de aprendizagens que foram fortemente ampliados por conta da pandemia.

Esse modelo colaborativo de atuação no campo da educação tem se mostrado particularmente importante para os pequenos municípios brasileiros, que sofrem com a falta de recursos humanos e financeiros. Os resultados verificados nos últimos dez anos podem ser encontrados no livro do pesquisador da FGV-SP Fernando Luiz Abrucio, Cooperação intermunicipal – experiências de arranjos de desenvolvimento da educação no Brasil (Curitiba: Instituto Positivo, 2017). Trabalhando juntos, eles têm conseguido enfrentar com mais eficiência os desafios comuns, especialmente na redução das desigualdades educacionais.

*Mozart Neves Ramos é membro do Conselho Nacional de Educação, titular da Cátedra Sérgio Henrique Ferreira da USP-Ribeirão Preto e membro do Conselho de Governança do Instituto Positivo.

  

Hamburgueria promove burger “hand made” e unifica o cardápio em suas quatro unidades no Rio de Janeiro. De acordo com a preferência do público carioca, a marca aperta o play na retomada gradual devido à pandemia

Rio de Janeiro, de setembro de 2021 – Prestes a completar seis anos de existência, o Fabuloso Burger – hamburgueria com o melhor artesanal em quatro localidades cariocas – unifica o cardápio de suas unidades em Campo Grande, Centro e Barra da Tijuca, todas no Rio de Janeiro.

“Começamos com um cardápio totalmente aprovado pelos nossos clientes em Campo Grande, onde começamos a operação. Com o passar dos tempos, vimos que havia preferência de sabores entre os clientes. Fizemos um estudo e unificamos o cardápio pelo gosto do carioca, sem abrir mão de dois lanches que são nosso carro-chefe, ou melhor, são o DNA do Fabulos. Estamos falando do Cheesburger e do Cheesebacon, nossos primogênitos”, brinca Raphael Barbosa, um dos sócios do Fabuloso Burger.

Com a unificação, o cardápio - além de milkshakes elaborados (um deles com bacon), entradinhas exclusivas e bebidas -, contará com burgers exclusivos (cardápio abaixo).

Os preços giram em torno de R$ 25. A rede conta sempre com o apoio de marcas fortes, como a Coca-Cola, que aposta em campanhas e ações especiais junto à marca.

“Sempre temos uma rotatividade de campanhas em nossas lojas e o público responde fielmente em cada uma delas. Gostamos de fidelizar nossa clientela, apaixonada pelos artesanais”, conta Fabio Souza, um dos sócios da marca.

Hoje, a rede conta com as lojas e o sistema via delivery para atrair internautas e seguidores. “A fila de gente virou fila de carros nas ruas de campo grande em tempos de fases alaranjadas da pandemia”, diz Rafael.

Sobre o Fabuloso

Prazer, somos o Fabuloso Burger! Nossa missão é servir a melhor experiência “hambúrguistíca”. Pra isso usamos ingredientes frescos e totalmente harmonizados. Nossos Blends são moídos diariamente e nossos molhos produzidos na casa artesanalmente todos os dias!

Mas vamos à história: O motivo de tanto sucesso está no hambúrguer inspirado nos primórdios do fast-food, mas não esquecendo do conceito artesanal. A ideia do conceito de pão, carne e queijo criado pelos sócios Raphael Barbosa e Fabio Souza tem a medida certa, tamanho ideal e o melhor: preço justo ao bolso e estômago do consumidor.

No cardápio é possível encontrar muitas combinações de hambúrgueres. Do tradicional ao smash, com acompanhamentos que farão a experiência gastronômica muito interessante.

Destino certeiro para os que procuram sanduíches bons e preço justo, o Fabuloso Burger está lançando uma tendência no mercado carioca e iniciando um novo ciclo no mercado das hamburguerias cariocas desde 2015, ano de lançamento da marca.

Os ingredientes exóticos das casas gourmets deram, definitivamente, lugar à uma nova cadencia de sanduíches despretensiosos, completamente artesanais que apostam nas combinações clássicas (essência do pão, carne e queijo) e são servidos de forma rápida com entrega diferenciado dentro da loja e no delivery.

Todos os hamburgueres são cuidadosamente preparados no momento em que o cliente faz o pedido.

“Todos nossos Burger levam carne 100% Angus, na medida da fome. Para valorizar as combinações clássicas que oferecemos, nossos sanduíches são montados em pão Artesanal, enquanto os discos de carne recebem cuidado especial e são preparados de maneira tradicional ou através da técnica chamada de Smash Burger, comum nos Estados Unidos, e que chegou ao Brasil há alguns anos”, conta Raphael.

A ideia do Fabuloso, na verdade, surgiu de uma brincadeira dos amigos Raphael Barbosa e Fábio Souza, que faziam “hamburgadas” em casa e artesanalmente. Sempre patrocinando o encontro com os amigos e experimentando novos blends e combinações, a brincadeira foi crescendo, atraiu mais pessoas e, de repente, tomou as ruas do bairro com inauguração da primeira Loja em Campo Grande. A partir daí conquistamos corações. Isso aqui é Fabuloso!

Endereços:

·         Loja do Centro, na Rua da Assembléia 77c - Centro do RJ

·         Loja Barra - Avenida das Américas 5000 - NewYorkCityCenter – Barra da Tijuca

·         Loja 1 - Campo Grande - R. Campo Grande, 2500 - Campo Grande, Rio de Janeiro

·         Loja 2 - Rua Professor Gonçalves 43 - Campo Grande, Rio de Janeiro

Cardápio / Burgers:

Cheeseburger: Pão de Brioche com Gergelim colorido, Carne 100% ANGUS e Queijo Prato.

Ruculino: Pão de Brioche com Gergelim colorido, Carne 100% ANGUS, Queijo Minas Padrão, Rúcula e Maionese artesanal de ervas.

Smash: Pão de Brioche com Gergelim, Carne 100% ANGUS esmagada na chapa, Queijo Prato, Cebola Caramelizada e Maionese artesanal de alho.

Cheese Salada Clássico: Pão de Brioche com Gergelim colorido, Carne 100% ANGUS, Queijo Prato, Alface americana, Tomate, Cebola roxa, Picles de pepino e Maionese artesanal de ervas.

Impostor: Pão de Brioche com Gergelim, Carne 100% ANGUS, Queijo Cheddar, Picles de Cebola roxa, Molho Especial Fabuloso Burger e Bacon em tiras.

Provocante: Pão de Brioche Prime, Carne 100% ANGUS, Queijo Provolone, Onion Rings, Farofa de Bacon e Maionese artesanal de Chimichurri.

Australiano: Pão Australiano, Carne 100% ANGUS, Queijo Cheddar artesanal, Onions e Barbecue

Gorgô: Pão de Brioche Prime, Carne 100% ANGUS, Queijo Gorgonzola, Geleia de Damasco da casa e Chips de Bacon.

Melbourne: Pão Australiano, Carne 100% ANGUS, Queijo Cheddar artesanal, Cebola caramelizada, Bacon em tiras e Molho Ranch.

Fabuloso Origens: Pão de Brioche com Gergelim colorido, Carne 100% ANGUS, Queijo Gouda, Molho de Goiabada Picante da casa e Bacon em cubos.







Conscientizar a população sobre a importância de inserir as pessoas com deficiência em diferentes aspectos da vida social, seja econômica, política e cultural. Esses são alguns dos objetivos do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, criada no dia 21 de setembro do ano de 2005 pela Lei Nº 11.133, entretanto, já é celebrada desde 1982 e lembrada por órgãos e instituições importantes, como o Instituto Ester Assumpção, instituição sem fins lucrativos e nenhum tipo de apoio governamental que trabalha pela inclusão das pessoas com deficiência na educação e no mercado de trabalho.

Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 8,4% da população brasileira acima de 2 anos tem algum tipo de deficiência, o que corresponde a 17,3 milhões de pessoas. As informações fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019 e foram divulgadas em agosto deste ano.

Os dados  levantados pelo IBGE apontam que a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho ainda tem muito o que avançar, já que apenas 28,3% dos indivíduos com 14 anos ou mais de idade estão ativos. Para efeito de comparação, entre as pessoas sem deficiência, 66,3% estavam atuando no mercado durante o estudo. E no nível de escolaridade, quase 68% da população com deficiência não tem instrução ou possui o ensino fundamental incompleto. Para pessoas sem deficiência, o índice é de 30,9%.

 

Ação para a inclusão no mercado de trabalho

Fomentar a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Este é um dos desafios do Instituto Ester Assumpção, fundado em 1987, sem fins lucrativos e nenhum apoio governamental. Para facilitar o processo de busca de vagas e contratações pelas organizações, a instituição lançou recentemente uma plataforma 100% on-line e acessível para facilitar as vidas dos candidatos e gestores de recursos humanos. Os profissionais com deficiência já podem se cadastrar pelo site www.ester.org.br.

Pessoas com deficiência são amparadas pela Lei 8213/91, conhecida como Lei de Cotas, que determina a contratação de 2% a 5% de trabalhadores com deficiência em organizações com 100 ou mais funcionários. De um lado, há profissionais capacitados, mas que não conseguem ter acesso às informações sobre vagas. E do outro, gestores de Recursos Humanos que tentam encontrar perfis adequados para as demandas das empresas.

Para otimizar o processo de contratação de pessoas com deficiência, o Instituto Ester Assumpção, que atua há 34 anos promover a cultura de inclusão nas organizações, utiliza a plataforma "Banco de Talentos" totalmente acessível, como aliada no elo entre vagas e candidatos. De acordo com a psicóloga e coordenadora de projetos da instituição, Cíntia Santos, o Banco de Talentos chega para suprir uma carência do mercado. "O nosso desafio diário é conscientizar os gestores das empresas sobre a importância de enxergar as potencialidades do profissional com deficiência e, ao mesmo tempo, ser uma ponte entre candidatos e oportunidades de trabalho. Com a nossa nova plataforma, vagas são facilmente divulgadas e as pessoas podem concorrer às oportunidades. Ao mesmo tempo, os responsáveis pelas contratações podem avaliar os perfis e buscarem os profissionais ideais para a demanda que precisa ser suprida, explica.

Para a psicóloga, o lançamento da plataforma é um marco para a inclusão no mercado de trabalho brasileiro. "Cada dia mais cresce a necessidade de otimizar a vida das pessoas. Os sites que existem hoje voltados as oportunidades de trabalho acabam oferecendo pouquíssimas vagas para esse público e nem sempre contam com acessibilidade para as pessoas com deficiência. O nosso intuito é mostrar que as empresas não precisam ser meras cumpridoras da Lei de Cotas, mas que podem aumentar a sua produtividade e serem socialmente responsáveis", comenta.

E para as empresas que ainda não têm a cultura de inclusão implementada, Cíntia Santos ressalta que um dos objetivos do Instituto Ester Assumpção é ajudar as empresas, por meio de consultorias, a se adequarem. "Às vezes as organizações não atuam de forma inclusiva por falta de conhecimento e capacitação dos seus gestores. O nosso trabalho visa, além e criar a cultura organizacional inclusiva, mostrar que algumas adequações são necessárias, tanto estrutural quanto de conduta. Com o nosso trabalho, esperamos tornar o mercado de trabalho mais inclusivo e com a nossa nova plataforma, a união entre candidatos e vagas será facilitada", conclui.

Educação inclusiva

O Instituto Ester Assumpção a atua em parceria com o Criança Esperança pela segunda vez. A equipe da instituição se prepara para potencializar ainda mais o trabalho realizado há mais de 30 anos em prol da inclusão da pessoa com deficiência. O próximo grande passo da iniciativa é a implementação do Paideia - Programa de Assessoria e Intervenção voltado para o Desenvolvimento Educacional Inclusão e Acessibilidade, que vai promover a educação inclusiva em 10 escolas públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte, que foi contemplado com recursos da campanha realizada pela Rede Globo em parceria com a UNESCO.  

O intuito do Paideia é oferecer capacitação em educação inclusiva aos profissionais das escolas, principalmente professores e gestores, além da capacitação na metodologia 'Treinamento de Pais', conforme aponta a psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Ester Assumpção, Cíntia Santos. "Nosso projeto baseia-se na Lei Brasileira de Inclusão que diz 'A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurando sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem'. Sendo assim, tem como objetivo assessorar escolas públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte/MG na implantação de práticas pedagógicas que respeitem as diferenças individuais dos alunos com deficiência. Ou seja, seguindo todos os trâmites legais para o melhor atendimento e assessoramento aos alunos e suas escolas", comenta a especialista.

Segundo Cíntia Santos, o Instituto Ester Assumpção vai atuar no sentido de instrumentalizar a comunidade escolar para a adaptação de materiais pedagógicos. "Vamos criar um comitê gestor das ações inclusivas composto por professores, gestores e representantes dos alunos com deficiência, oferecer atividades de intervenções psicopedagógicas para as crianças com deficiência e realizar palestras sobre educação inclusiva. Além disso, teremos oficinas para adaptação de materiais pedagógicos e cursos sobre educação inclusiva, em especial para educadores e gestores, para ampliar o alcance do projeto", complementa.

A equipe do Instituto Ester Assumpção elaborou um planejamento de intervenções que seguirá três fases. "A primeira é o diagnóstico de atitudes inclusivas, em seguida a intervenção junto ao público, como pais, crianças com deficiência e professores e depois, a mais importante, que é a manutenção das ações inclusivas. Dessa forma, pretendemos criar um ambiente favorável para que os professores, gestores e demais atores envolvidos no processo educacional absorvam os conhecimentos trazidos pelo instituto e sejam capazes de replicá-los com autonomia na prática escolar", conclui Cíntia Santos.

Instituto Ester Assumpção

Fundado no ano de 1987, o Instituto Ester Assumpção é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos criada por Ester Assumpção, educadora nacionalmente conhecida pelo caráter pioneiro e inovador no campo da educação. A instituição atua no campo da inclusão da pessoa com deficiência e tem como foco contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva, onde a diversidade seja aceita e respeitada na sua integralidade. As principais frentes de atuação são a qualificação e inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e a consultoria para que as organizações se adequem e cumpram o papel social de promover a inclusão.

Site para cadastro de vagas e currículos: https://www.ester.org.br

Instagram: https://www.instagram.com/institutoesterassumpcao/

Facebook: https://www.facebook.com/institutoesterassumpcao/



A cultura da inclusão é uma necessidade cada vez mais difundida, mas nem sempre colocada em prática. A psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Ester Assumpção, Cíntia Santos, que atua na inserção da pessoa com deficiência, alerta que uma sociedade inclusiva começa a ser construída com a educação e, para isso, é necessário que a comunidade escolar esteja preparada.  

E o objetivo do Instituto Ester Assumpção, que não tem ajuda do governo e fins lucrativos, é trabalhar em prol da inclusão. Recentemente, a instituição anunciou que vai atuar em parceria com o Criança Esperança para a implementação do Paideia - Programa de Assessoria e Intervenção voltado para o Desenvolvimento Educacional Inclusão e Acessibilidade, que vai promover a educação inclusiva em 10 escolas públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com Cíntia Santos, o intuito do Paideia é oferecer capacitação em educação inclusiva aos profissionais das escolas, principalmente professores e gestores, além da capacitação na metodologia 'Treinamento de Pais'. "Nosso projeto baseia-se na Lei Brasileira de Inclusão que diz 'A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurando sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem'. Sendo assim, tem como objetivo assessorar escolas públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte na implantação de práticas pedagógicas que respeitem as diferenças individuais dos alunos com deficiência", comenta a especialista.

O Instituto Ester Assumpção vai atuar no sentido de instrumentalizar a comunidade escolar para a adaptação de materiais pedagógicos. "Vamos criar um comitê gestor das ações inclusivas composto por professores, gestores e representantes dos alunos com deficiência, oferecer atividades de intervenções psicopedagógicas para as crianças com deficiência e realizar palestras sobre educação inclusiva. Além disso, teremos oficinas para adaptação de materiais pedagógicos e cursos sobre educação inclusiva, em especial para educadores e gestores, para ampliar o alcance do projeto", complementa.

A equipe do Instituto Ester Assumpção elaborou um planejamento de intervenções que seguirá três fases. "A primeira é o diagnóstico de atitudes inclusivas, em seguida a intervenção junto ao público, como pais, crianças com deficiência e professores e depois, a mais importante, que é a manutenção das ações inclusivas. Dessa forma, pretendemos criar um ambiente favorável para que os professores, gestores e demais atores envolvidos no processo educacional absorvam os conhecimentos trazidos pelo instituto e sejam capazes de replicá-los com autonomia na prática escolar", conclui Cíntia Santos.

Instituto Ester Assumpção

Fundado no ano de 1987, o Instituto Ester Assumpção é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos criada por Ester Assumpção, educadora nacionalmente conhecida pelo caráter pioneiro e inovador no campo da educação. A instituição atua no campo da inclusão da pessoa com deficiência e tem como foco contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva, onde a diversidade seja aceita e respeitada na sua integralidade. As principais frentes de atuação são a qualificação e inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e a consultoria para que as organizações se adequem e cumpram o papel social de promover a inclusão.

 

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Ação ocorre no Dia Mundial da Limpeza juntamente com o projeto da Adasa, 'Semana Lago Limpo'


Com a participação da ADASA, Órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), a Marinha do Brasil e o Movimento Ocupe o Lago se reuniram, neste sábado (18), para limpar um dos cartões postais da capital: o Lago Paranoá. Mergulhadores encontraram todo tipo de resíduos sólidos, como pneus, latinhas, garrafas pet e de vidro, tampa de bueiro, roupas, máscaras, entre outros.


"Quando idealizamos esse evento, queríamos mostrar para a sociedade que a água precisa ser preservada", explica o diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro. "Talvez daqui a alguns anos a gente não precise fazer a Semana Lago Limpo, mas sim comemorar que não tenha mais sujeira. A ideia é que no ano que vem a gente envolva as escolas porque o grande vetor é a criança, que sensibiliza seus pais", afirma.

Adelaide Santa Fé, 57 anos, costuma pedalar com frequência às margens do lago e ficou espantada com a quantidade de lixo resgatado. "Há outras partes que estão limpas, que conseguimos ver o fundo. Isso mostra que é possível que as pessoas tenham consciência na hora de utilizar essa área. Precisamos de mais ações como essa!", comenta.

"Infelizmente, muito lixo é retirado. Nosso desejo é que em cada edição essa quantidade diminua para a preservação não só de lagos, mas rios e mares"Comandante Tenório, da Marinha do Brasil

A ação acontece no Dia Mundial da Limpeza (World Cleanup Day), movimento cívico que une 180 países e milhões de pessoas ao redor do mundo para limpar o planeta em um único dia. A quarta edição do evento se junta ao projeto Semana Lago Limpo – criado em 2011 pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do DF (Adasa).

"Quando idealizamos esse evento, queríamos mostrar para a sociedade que a água precisa ser preservada", explica o diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro. "Talvez daqui a alguns anos a gente não precise fazer a Semana Lago Limpo, mas sim comemorar que não tenha mais sujeira. A ideia é que no ano que vem a gente envolva as escolas porque o grande vetor é a criança, que sensibiliza seus pais", afirma.

Da água foi retirado todo tipo de resíduos sólidos, desde pneus e garrafas pet e de vidro até tampa de bueiro e roupas

O comandante Tenório, da Marinha do Brasil, reforça a importância de conscientizar a população sobre o descarte correto do lixo. "Hoje estamos atuando em todo território nacional. Infelizmente, muito lixo é retirado. Nosso desejo é que em cada edição essa quantidade diminua para a preservação não só de lagos, mas rios e mares", ressalta.

Destinação
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) fará a gravimetria – diagnóstico dos resíduos – , pesagem e separação de todo material coletado. "Além de encaminhar para o local correto. Os recicláveis irão para as cooperativas e os rejeitos para o aterro sanitário", informa o diretor-presidente do órgão, Sílvio Vieira.

Além da Adasa, Marinha do Brasil, SLU e a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), o evento teve participação do Movimento Ocupe o Lago. "Estamos fazendo um mutirão de limpeza na Praia do Cerrado, Deck Sul e Praça dos Orixás. Gostamos do meio ambiente e temos esse cuidado com os recursos hídricos. Usamos o lago, temos uma ligação afetiva com esse lugar", salienta uma das integrantes, Erika Gadelha.

Durante muitos anos, ter o território da cidade cortado pela ferrovia e contar com uma estação era a garantia de uma cidade com possibilidade de crescimento e riqueza. Hoje, muitas vezes, de tudo que veio com a locomotiva, só ficou a memória


Por Givaldo Corcinio

A ferrovia tem uma presença constante no imaginário coletivo. Em Goiás, isso por ser observado seja por meio de expressões (quem nunca exclamou: "Mas que trem é esse?" diante de algo espantoso?) ou por meio de desejos de mobilidade rápida e barata (como o desejo de ver a conexão Brasília / Entorno / Goiânia por trem, o chamado popularmente expresso pequi, efetivada) ou simplesmente nostálgica e de entretenimento (um trem turístico na região de Caldas ou Pires do Rio).

Para economia a ferrovia também pode trazer agilidade e lucros e é em com essa perspectiva que a ferrovia ressurge em Goiás, e mesmo no Brasil, como uma fênix das cinzas, apesar de ainda ter muitas dificuldades nessa reconstrução de um modelo de transporte que foi muito importante até os anos 1950.

A febre dos trilhos chega ao Brasil
A ferrovia brasileira surge, efetivamente, em 1854, com a inauguração da Estrada de Ferro Mauá, ligando o porto do Rio de Janeiro a uma localidade chamada Raiz da Serra, próximo a Petrópolis. Foram 50 anos desde a primeira experiência bem sucedida de um veículo a vapor sobre trilhos. Desde a chegada da ferrovia no Brasil, a expansão desse meio de deslocamento de cargas e pessoas foi notável. Em 1884 haviam 6116 quilômetros de ferrovias; em 1922, eram 29 mil quilômetros. Desde quando o governo Washington Luís passou a priorizar a rodovia o ritmo de expansão foi diminuindo. Seu lema de campanha era "governar é abrir estradas". Nos anos 1960 tínhamos 37 mil quilômetros de linhas por todo o país e a partir dos anos 1970 esse tamanho vai diminuindo, ficando ao redor de 30 mil quilômetros desde então.

O trem vem a passo de tartaruga
Goiás demora para receber os trilhos. A modernidade técnica e econômica associada ao uso de trens lutava contra a distância e os interesses locais e nacionais, que faziam o estado ficar em um cabo de guerra entre elites estaduais paulistas, paraenses e baianas. Mesmo surgindo planos para a implantação de ferrovias tanto norte da província de Goiás (no que hoje é o Tocantins) como no sul, apenas em 1912 a ferrovia entra em Goiás, e muito lentamente avança desde Minas Gerais. Um misto de desinteresse por limitações econômicas regionais e mundiais fazem com que a ferrovia chegasse a Goiânia em 1950, depois de 19 anos parada em Leopoldo de Bulhões (Anápolis recebe uma estação em 1935, que foi o ponto final da linha até a inauguração do novo ramal para Goiânia).

A linha, recebida com festa e marcando uma grande obra de conexão com as capitais do sudeste e a então capital federal do país a época , ainda foi prolongada até Campinas em 1959, sem nunca ter alcançado seu objetivo de avançar até o Rio Araguaia depois de passar pela cidade de Goiás. Mesmo pouco citada, a Estrada de Ferro Goiás teve importância marcante para a construção de Brasília, tendo sido estabelecida uma linha ramal que levou material até canteiros de obras da nova capital federal e, com ela já implantada, estações que permitiam levar cargas e passageiros até o Núcleo Bandeirantes e os arredores da cidade, na estação Rodoferroviária.

Um dia passou um trem por aqui
Se os trilhos demoraram quase 40 anos para chegarem em Goiânia, levaram outros 40 para serem retirados do centro da cidade. Na década de 1960 a ferrovia mobilizou muitos aspectos da vida cotidiana em Goiânia. Com a ampliação da linha até Campinas e a transferência da administração de Araguari para a capital goiana, muitas mudanças ocorreram. Até mesmo um time de futebol, o Ferroviário, apareceu e chamou atenção, chegando as finais do campeonato estadual em 1968. Contudo, nos anos 1970 a administração ferroviária nacional passou a suprimir "trechos antieconômicos" e com essa premissa, os trens para passageiros vão sendo descontinuados e, em algumas regiões os trilhos são retirados do espaço urbano, dando lugar a construções e a malha rodoviária, como ocorreu em Anápolis em 1973. Em Goiânia esse movimento ocorreu a partir de 1970, com a desativação do trecho até Campinas e gradual redução do trafego de passageiros, até a partida final o último trem de passageiros em 25 de junho de 1983. Apenas a estação (transformada em museu), o prédio da estação de Campinas (que virou guarnição militar) e o leito dos trilhos, hoje transformados na avenida Leste-Oeste sobreviveram na cidade. Outros espaços ferroviários foram transformados, virando a rodoviária, um centro de compras e a própria Câmara Municipal.

E lá vem o trem…
Nos últimos anos o transporte ferroviário tem voltado a moda no Brasil. E como no passado, seu papel principal é o transporte de bens para exportação. Entretanto, ainda se vê na ferrovia uma alternativa para diversas questões de mobilidade e agilidade não só nas cidades, com o transporte metroviário, mas também nos espaços intermunicipais e interestaduais. A construção de novas ferrovias e a reabilitação de trechos desativados reforçam essa perspectiva, mas ainda distante de ter termos no cotidiano de Goiânia sons e imagens como as presentes em outras partes do país e do mundo.


*GIVALDO CORCINIO é historiador da ABC Digital.



A um ano e dois meses das eleições do próximo ano, o deputado distrital Leandro Grass (Rede), decidiu montar o seu "gabinete do ódio" para atacar adversários políticos e veículos de comunicação que não rezam na sua cartilha


Foi o que o distrital fez contra o Portal Imparcial, o qual ele classificou como "site fantasma", o que levou à ABBP, entidade representativa do segmento das mídias digitais alternativas do DF e Entorno, a reagir contra o parlamentar, exigindo retratação.

Nada contra a estrutura do seu gabinete do ódio, criada para atuar nas redes sociais, se o dinheiro utilizado para financiar o esquema ilegal, não fosse patrocinado com recursos do contribuinte.

Um exemplo claro da atuação ilegal de Grass são os mais de R$ 16 mil por mês, mais auxílio-alimentação no valor de R$ 1,3 mil e um fabuloso plano de saúde, destinados a bancar o blogueiro e ex-secretário de Comunicação de Rollemberg, Hélio Doyle.


Foto: Reprodução/Portal CLDF

É notório nas redes sociais do distrital que o serviço contratado é voltado para fazer a campanha eleitoral do distrital ao Buriti e, por tabela, atacar seus adversários.

Em meio a pandemia que empurrou grande parte da população trabalhadora do DF para o desemprego e gerou uma restrição econômica a todos, o que se vê nesses últimos sete meses é que o deputado distrital Leandro Grass escancarou seu desrespeito à legislação quanto ao uso dos recursos públicos de seu gabinete.

Na soma dos gastos, o deputado torra mensalmente mais de R$ 18 mil com os "serviços" do blogueiro Hélio Doyle nomeado na estrutura de seu gabinete com um Cargo Especial de Gabinete, CL-15.

Doyle é um dos 26 funcionários comissionados pendurados na pesada folha de pagamento da CLDF para servir Leandro Grass em seu projeto eleitoreiro.

Segundo um funcionário do gabinete de Leandro Grass, a função do "novo conselheiro" é cuidar do marketing político da campanha eleitoral do deputado, que já se apresenta na internet como pré-candidato a governador do DF para a próxima eleição.

Atualmente, o DF tem mais de 2,1 milhões de eleitores. Na eleição de 2018, Grass conseguiu se eleger com uma pífia votação de 6 mil e poucos votos, o último colocado entre os 24 eleitos para a Câmara Legislativa.

A maioria dos colegas de parlamento faz chacota do projeto político do distrital ao Buriti, principalmente, porque seu minúsculo partido não tem condições sequer de convencer outros partidos na formação de uma chapa majoritária. Ou seja, o deputado está blefando.

O uso escancarado do dinheiro público de forma ilegal, que já começa a chamar a atenção do Ministerio Público Eleitoral, fica ainda mais evidente quando o próprio deputado anuncia a contratação de um profissional para ser o coordenador de sua campanha.


Foto: Reprodução/WhatsApp

O salário que será pago com o dinheiro público não foi revelado.

Veja o anúncio:

"Mulherada,

Estamos com uma vaga de coordenador aberta no Gabinete, mas especificamente para a comunicação. Precisamos de alguém com experiência em comunicação política e de campanhas eleitorais, gestão de redes e gerenciamento de equipe.

Se tiverem recomendações ou conhecerem alguém que possa se encaixar na vaga, o link esta abaixo!"

A  convocação feita pelo gabinete de Leandro Grass fez chover de pessoas interessadas de várias partes do país. Confira o link: https://www.linkedin.com/jobs/view/2686542301/

Foto: Divulgação/Leandro Grass



O governador Ronaldo Caiado, durante início da entrega de 250 mil cestas básicas a famílias afetadas pela pandemia de Covid-19: "Tem sido uma preocupação do nosso governo cuidar das pessoas mais vulneráveis e buscar alternativas para incluir as famílias no sistema produtivo, para que amanhã elas possam ser autossuficientes, gerar renda e ser capazes de se sustentar" 


Foto: Wesley Costa.

O governador Ronaldo Caiado começou, nesta sexta-feira (17/09), na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), em Goiânia, a entrega de mais 250 mil cestas básicas no Estado, com o apoio das prefeituras. As cestas foram adquiridas pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds) e serão distribuídas pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), em parceria com Emater, Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.

Os donativos beneficiam famílias em situação de vulnerabilidade impactadas pela pandemia. Evento contou com presença do presidente da Conab, Guilherme Ribeiro. Segundo ele, "este é o "momento de ajudar uns aos outros".

Com a quarta etapa de entrega, Goiás destina mais de 1 milhão de cestas, desde o início a pandemia de Covid-19, a todos os 246 municípios, além de assentamentos rurais, acampamentos e comunidades quilombolas. Este é o maior número de donativos adquiridos com recursos próprios por um Estado brasileiro neste período.

"Tem sido uma preocupação do nosso governo cuidar das pessoas mais vulneráveis e buscar alternativas para incluir as famílias no sistema produtivo, para que amanhã elas possam ser autossuficientes, gerar renda e ser capazes de se sustentar. Peço que os municípios distribuam a cesta básica para levar alegria à mesa das pessoas", afirmou o governador.

O Governo de Goiás já investiu, desde março de 2020, aproximadamente R$ 90 milhões na segurança alimentar das famílias goianas. Desses, mais de R$ 70 milhões foram para a compra das cestas básicas, sendo que R$ 28 milhões foram repassados diretamente aos municípios para investimento em assistência social, com utilização em despesas emergenciais geradas pela pandemia, o que inclui aquisição de cestas básicas e ações de proteção social. "Todos os municípios receberam aquilo que é fundamental: apoio à assistência social", reforçou Ronaldo Caiado.

"Temos que trazer segurança alimentar e nutricional. Essas cestas são 100% do governo do Estado, mas estamos em parceria promovendo o armazenamento e toda a isenção de manutenção", pontuou o presidente da Conab, Guilherme Ribeiro.

"É um momento de superação que começou no primeiro ano de governo. É uma ação emergencial para levar comida às famílias imediatamente, mas temos todo um leque de programas sociais implantados. Esses programas vão levar justiça social ao nosso Estado", destacou o secretário de Desenvolvimento Social de Goiás, Wellington Matos.

A diretora-geral da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), Adryanna Melo Caiado, ressaltou que a entidade é parceira do Governo de Goiás na aquisição, arrecadação e distribuição das cestas básicas. "A gente tem uma gama de ações, cada dia mais fortalecida, junto com outras Secretarias e o Gabinete de Políticas Sociais (GPS). Recebemos muitas pessoas que precisam de doação, então pedimos que quem puder continue ajudando", pediu Adryana Caiado.

Representante do prefeito de Goiânia, Rogério Cruz, o secretário municipal de Desenvolvimento Humano e Social, José Antônio da Silva Netto, pontuou que o trabalho de assistência social deve ser feito "junto às pessoas e sem distinção". "Este é um governo que cuida das pessoas. Expressamos nossa gratidão, reconhecimento e parceria em cuidar de quem mais precisa", disse.

Investimento bilionário
O Governo de Goiás realiza investimentos da ordem de R$ 1,1 bilhão em programas sociais nos 246 municípios do Estado. Entre projetos e entregas realizados, já foram mais de R$ 364 milhões, que ganham reforço de R$ 830 milhões para novas iniciativas, como reforma e construção de casas sem custo ou parcela de financiamento para os moradores.

Além das mais de 1 milhão de cestas, o trabalho garante segurança alimentar para 530 mil estudantes, 100 mil famílias contempladas pelo programa Mães de Goiás, distribuição de 130 mil cobertores, 10 mil bolsas concedidas pelo Universitário do Bem (ProBem) e 5 mil vagas para o Aprendiz do Futuro.

Ainda foram disponibilizados R$ 20 milhões pelo Crédito Social, programa que promove a inclusão social de famílias em vulnerabilidade, por meio de mecanismos de suporte financeiro e profissionalizante, voltados ao empreendedorismo. A ação faz parte do Goiás Social.

Também foram doados à Campanha de Combate à Propagação do Coronavírus 700 mil frascos de álcool 70% e mais de um 1,6 milhão (1.635.658 unidades) de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), como máscaras de tecido ou descartável, capotes, aventais, luvas, macacões, protetores faciais, óculos de proteção, propés, toucas e visores de proteção.

Durante o evento desta sexta-feira, o presidente da Federação Goiana dos Municípios (FGM), Haroldo Naves, evidenciou a gestão municipalista de Ronaldo Caiado. "Nós, prefeitos, queremos agradecer essa parceria republicana do governo, que leva aos 246 municípios do Estado de Goiás, sem olhar partido", disse.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), deputado federal José Mário Schreiner, enfatizou que o auxílio às famílias vulneráveis precisa ser urgente. "A fome não espera para amanhã. Não adianta falar para ter calma porque precisa resolver hoje. Essa parceria é muito válida e isso tem chegado a todos os cantos do interior de Goiás", disse.

Da mesma forma, o deputado estadual Maycllyn Carreiro manifestou apoio da Assembleia Legislativa de Goiás no que tange às ações sociais no Estado. "É um momento ímpar esta nova etapa de ação do governo, que é sensível principalmente às pessoas que mais precisam", comentou.

De acordo com a primeira-dama de Diorama, Viviane de Deus, as 150 cestas básicas destinadas ao município vão beneficiar famílias "que vivem na cidade, comunidade rural e assentamentos. Ficamos muito feliz com a entrega porque sabemos que, infelizmente, a pandemia afetou muitas famílias. E essa cesta, às vezes, é a única opção naquele momento", declarou.



Além dos benefícios à natureza, parque também servirá como área de lazer e recreação para famílias que moram na região


Foto: Rogério Lopes.

O vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputado Delmasso (Republicanos), protocolou projeto de lei que cria o Parque Urbano da Super Quadra Sul 412, localizado na Região Administrativa do Plano Piloto – RA I, sob a responsabilidade da Administração do Plano Piloto.

"A grande vantagem dos parques urbanos é proporcionar aos moradores de metrópoles a opção de visitar áreas naturais, com paisagens verdes, fauna e flora, sem a necessidade de percorrer grandes distâncias. É neles que grande parte da população urbana desenvolve sua relação com a natureza, o que faz deles uma importante ferramenta para conscientização ambiental.", afirmou Delmasso.

A criação do Parque Urbano da SQS 412 tem como principais objetivos a conservação das áreas verdes do local, a proteção dos recursos naturais e o estímulo ao desenvolvimento da educação ambiental e das atividades físicas e de recreação e lazer.
Para defender a proposta, o deputado Delmasso afirmou que a criação deste parque é um desejo antigo da comunidade local "Os moradores da SQS 412 anseiam, há vários anos, pela criação do Parque Urbano, voltado ao desenvolvimento da educação ambiental e de atividades de recreação e lazer em contato harmônico com a natureza", disse.

Após a aprovação do projeto de lei, caberá ao órgão responsável do governo o desenvolvimento territorial e urbano da definição do local. O órgão também deverá definir a área no interior do parque que será destinada ao recebimento de feiras e eventos, fixos ou temporários, relacionados ao meio ambiente, à sustentabilidade, à alimentação saudável e qualidade de vida e à educação ambiental.

A Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa, na reunião extraordinária desta terça-feira (14), aprovou o PLC n° 135/2018, que altera a lei 840/2011 para impedir a contratação de servidor público condenado por crimes contra a mulher no Distrito Federal

Foto: Rogério Lopes.

De autoria do deputado Rodrigo Delmasso (Republicanos), a proposta proíbe a admissão num prazo de oito anos após o cumprimento da pena. Em sua justificativa, o distrital destacou o atendimento ao princípio da moralidade.

"A possibilidade legal de nomeação e investidura em cargo público em condição de condenados por colegiados pelos crimes de feminicídio ou de violência doméstica e familiar contra a mulher pode acarretar situações de patente violação desse estruturante princípio da administração pública", argumentou.



Consultas também tiveram aumento de 30% em comparação ao ano passado. Este ano, 1.779 pacientes já foram atendidos

Fotos: Paulo Henrique Carvalho
A fila nos centros de radioterapia do Distrito Federal está zerada. As consultas desse tipo de atendimento para pessoas com câncer, oferecido nos hospitais de Base, Taguatinga, Universitário de Brasília – além das unidades contratadas junto à rede privada – aumentaram quase 30%. Até julho de 2021, 1.779 pacientes foram atendidos. No mesmo período do ano passado, 1.376 pessoas tiveram assistência.

O Centro Radiológico do HRT completa um ano este mês e já realizou 367 tratamentos | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília

A aposentada Maria Aparecida Bragança, 65 anos, foi uma dessas pacientes. Ao sentir falta de ar, cansaço e dor no corpo no ano passado, ela procurou a Unidade de Saúde Básica (UBS) do Recanto das Emas, onde mora. "Fiz exames e descobri que era câncer de pulmão. Me encaminharam para o Hospital de Base, mas, na mesma época, o centro radiológico foi inaugurado em Taguatinga. Fiz meu tratamento lá", lembra.

Até julho de 2021, 1.779 pacientes foram atendidos nos centros de radioterapia do Distrito Federal

O Centro Radiológico do HRT completa um ano este mês e já realizou 367 tratamentos. O governo local investiu R$ 9,1 milhões no espaço, dos quais R$ 3 milhões foram usados na compra do acelerador linear. O equipamento gera uma forma de radiação por meio de corrente elétrica, direcionada para a área que precisa ser tratada – destruindo o tecido doente. "É capaz de tratar todos os tipos de câncer de maneira satisfatória", afirma o referência técnica distrital da radioterapia no DF, Vitor Xavier.

O médico radioterapeuta explica que só foi possível acelerar os atendimentos graças ao aumento da performance de todas as unidades que ofertam a radioterapia. "Necessitamos de profissionais extremamente qualificados para que o tratamento seja realizado de maneira segura e efetiva para a população. Nossa prioridade atual é expandir o atendimento do HRT para os períodos vespertino e noturno e fazer um upgrade no equipamento. O processo aguarda liberação da Secretaria de Economia. Dessa forma, vamos conseguir atender ainda mais pacientes no DF". informa Vitor Xavier.

Só foi possível acelerar os atendimentos no HRT graças ao aumento da performance de todas as unidades que ofertam a radioterapia na rede de atendimento do DF | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília

"Somos privilegiados por ter um emprego no qual somos pagos para fazer o bem ao próximo. Com o desenvolvimento tecnológico que temos aqui, é possível aumentar as chances de cura ou diminuir sintomas, desconfortos"Ricardo Reis, físico médico do Centro de Radiologia do HRT

Atendimento de excelência
Maria Aparecida fez cerca de 30 sessões e segue com o tratamento na rede pública da capital. "Eu só tenho a agradecer a toda equipe. Desde quem fica na portaria até os médicos e ao nosso governador Ibaneis Rocha", destaca. "Fui muito bem atendida desde o início do procedimento. Ter essa assistência com profissionais tão dedicados faz toda diferença no resultado final", ressalta.

O físico médico Ricardo Reis, 34 anos, faz parte da equipe do Centro de Radiologia do HRT. Além de auxiliar os médicos durante o tratamento, ele também é responsável por garantir a segurança e eficácia do equipamento e a dosagem de radiação. Ele também cuidou de Maria Aparecida e valoriza a importância de um bom atendimento.

"Conseguimos montar uma boa equipe, com valores institucionais. É muito gratificante trabalhar aqui", comemora Ricardo. "Somos privilegiados por ter um emprego no qual somos pagos para fazer o bem ao próximo. Com o desenvolvimento tecnológico que temos aqui, é possível aumentar as chances de cura ou diminuir sintomas, desconfortos", salienta o profissional.

Outros serviços
Esta semana, os primeiros exames feitos com o equipamento PET-CT – que gera imagens de alta definição para diagnósticos mais precisos de câncer e outras doenças – foram realizados no Hospital de Base. A unidade é a primeira e única da rede pública que tem esse equipamento. A previsão é de que na próxima semana sejam feitos mais procedimentos.

O aparelho, que pesa cinco toneladas, foi adquirido em 2013 ao custo de 1 milhão de dólares. Em 2019, ele começou a ser instalado. Já este ano, profissionais da saúde recém-contratados foram treinados para operar o equipamento sofisticado.

Em junho, após longa batalha judicial e negociação por parte do governo local, as obras da primeira unidade oncológica do DF começaram. O Hospital Oncológico Doutor Jofran Frejat está sendo erguido ao lado do Hospital da Criança, no Setor de Áreas Isoladas Norte (Sain), ao custo de R$ 99,9 milhões. O local terá capacidade de atender até 9 mil pessoas por ano. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o DF registra, anualmente, cerca de 5,5 mil casos da doença em adultos.

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