Dando continuidade à parceria com o GDF para imunizar a população do Distrito Federal, o Sesc-DF passará a aplicar vacinas contra Covid-19 na Rodoviária do Plano Piloto a partir da próxima segunda-feira (6). Desde março deste ano o Sesc-DF oferece estrutura e profissionais para ajudar na vacinação


Fotos: Renan Oliveira.

A Rodoviária do Plano Piloto recebe mais de 700 mil pessoas por dia. Para o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo Silva, essa é uma forma de manter a entidade perto da população, especialmente neste momento de pandemia. "Continuamos nessa caminhada junto ao GDF buscando essa plena vacinação da população. Entendemos que somente com a população toda vacinada teremos a volta da normalidade e a retomada plena da economia. A Rodoviária tem vários aspectos positivos, especialmente pela convergência de pessoas. Lá poderemos atingir uma camada extensa da população. É uma forma de dar visibilidade à campanha de vacinação, que ainda não acabou e é uma forma de estarmos perto da população. Tenho certeza que muitas pessoas que não puderam se vacinar ainda vão aproveitar essa oportunidade com nossas equipes", afirmou.

O atendimento será na Plataforma F, ao lado da Administração da Rodoviária. O horário de funcionamento será das 9h às 16h. A Secretaria de Saúde do DF ainda não informou quais públicos poderão ter acesso à vacinação.

Jarbas da Silva Motta Junior, médico intensivista e coordenador da UTI Covid do Hospital Marcelino Champagnat
Créditos: divulgação

 *Jarbas da Silva Motta Junior

Há 13 anos, passo um grande pedaço do meu dia em um ambiente que, infelizmente, passou a fazer parte da história de muitas famílias a partir do ano passado: a Unidade de Terapia Intensiva. Talvez os significados das palavras desse nome nunca fizeram tanto sentido. Unidade de profissionais que não fazem nada sozinhos, que precisam uns dos outros tanto para as ações  “operacionais” como para virar um paciente de bruços ou  para discutir os procedimentos cada vez mais multidisciplinares. Terapia atualizada e individualizada com uma rapidez jamais vista, graças à agilidade e ao esforço da ciência. E intensiva em todos os detalhes.

Nas últimas semanas, esses ambientes estão diferentes do que vivenciamos ao longo de quase 20 meses. Vemos as altas de pacientes sem que seus leitos sejam imediatamente ocupados por outros e novos - e em determinado momento da pandemia, literalmente, cada vez mais novos - pacientes. Em alguns dias, deixamos inclusive de ter casos ativos de covid-19. Isso significa que, pela primeira vez, em mais de 500 dias, não havia pacientes com potencial de transmissão da doença. Para os profissionais de saúde esse é um marco que nos emociona e enche de esperança.

Ao olhar os leitos vazios, não podemos nos esquecer da trajetória até aqui. Uma realidade que nem os mais experientes profissionais estavam preparados. Foram dias em que precisamos encarar como principal desafio manter o paciente vivo para que o próprio corpo pudesse ter forças para combater o coronavírus. E, para isso, recorremos a procedimentos complexos. Em algumas instituições, o uso da ECMO, por exemplo, chegou a ser nove vezes mais frequente do que antes da pandemia. O aparelho que funciona como coração e pulmão artificial  representou novos suspiros para muitos homens e mulheres. Já as diálises, ainda no leito de UTI, cresceram quase 60%.

O médico intensivista reconhece o seu papel como divisor de águas no tratamento de um paciente. A entrada dele em ação deve ser precisa no momento em que o quadro do paciente se agrava e que pode ser irreversível sem esse suporte. E assim, também ser o momento da saída. Mas talvez essa definição nunca foi tão nebulosa quanto na covid-19. Como  doença sistêmica e imprevisível, em cada paciente ela agia de uma forma. E foi a união entre assistência e pesquisa que nos deu o suporte para seguir. 

Em muitos momentos, tivemos que lutar com os braços que tínhamos. E eles eram escassos de norte a sul do Brasil. Apenas 1,6% dos médicos brasileiros registrados são intensivistas. A Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) estima que o país precisaria ter, pelo menos, cinco vezes mais profissionais da área para atender toda a demanda de leitos de UTI. A matemática deixa claro o cansaço, mas as súplicas para voltar da intubação escancaram o peso que esses braços carregaram.

No início, observamos como a doença se comportava e compartilhamos conhecimento com o mundo. Agora, experimentamos os resultados desse movimento, que passa a ser coletivo. Vacinas em tempo recorde, adesão da população e a esperança de volta.

As ligações para as famílias e as longas semanas - até  meses - de internamento nos aproximaram de cada um que venceu ou perdeu essa luta. Lidamos como uma tragédia social e humanitária e, apesar de acreditarem que somos heróis, sairemos dela mais humanos. 

*Jarbas da Silva Motta Junior, médico intensivista e coordenador da UTI do Hospital Marcelino Champagnat




A prática de exercícios físicos por idosos mantém a independência em tarefas do cotidiano e ainda garantem a manutenção das forças musculares


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A prática de exercícios físicos por idosos mantém a independência em tarefas do cotidiano e ainda garantem a manutenção das forças musculares. A relação entre atividade física, qualidade de vida e envelhecimento vem sendo discutida e analisada cada vez mais, e os profissionais de saúde chegaram a um consenso de que um estilo de vida ativo é o determinante do envelhecimento com qualidade.

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   Sinterklaasfeest comemora o início das festas de fim de ano; tradição holandesa é celebrada no Brasil

                                                                                      Créditos: divulgação

Não é só o Papai Noel que chega para trazer os presentes das crianças no mês de dezembro. Conhecido como São Nicolau ou “Sinterklaas”, o tradicional personagem da cultura holandesa desfila em seu cavalo pelas ruas da cidade distribuindo mimos para as crianças que colocam sapatos na lareira para que o amigo das crianças deixe um presente durante a noite; cenouras também são colocadas para alimentar o cavalo.

Nicolau foi um bispo da Turquia, santificado no século IX, que ficou famoso por sua bondade e ajuda que prestava aos pobres e desamparados. Após um tempo, foi criada uma lenda sobre o santo. Nos dias de hoje, as crianças de origem holandesa acreditam que todos os anos ele embarca em um navio vindo da Espanha com seus ajudantes para presentear as crianças que se comportam.

Tradição mantida por imigrantes e adaptada à pandemia

Para celebrar a data, os imigrantes holandeses que moram na região dos Campos Gerais (PR) mantêm a tradição do país. Neste ano, devido à pandemia, a comemoração será por drive-thru, com horário marcado, e cada um terá sua chance de ganhar o presente e tirar fotos com o Sinterklaas e seus ajudantes, no dia 4 de dezembro, no Clube Castrolanda, em Castro.

Em Arapoti, colônia holandesa no Paraná, a celebração será durante a tarde com as crianças aguardando a chegada do Sinterklaas. Tânia Gerdiena Bronkhorst Kool, que é voluntária na diretoria do ensino holandês do Colégio Colônia Holandesa, conta que os pequenos ficam ansiosos com a data. “A expectativa é sempre muito grande para a chegada deste dia, começando com o calçado na frente da lareira, onde pela manhã tem um presentinho. Há também ansiedade e curiosidade para ver se o Zwarte Piet, ajudante do Sinterklaas, está à espreita, observando o comportamento das crianças”, diz Tânia.

Katia Loman, secretária da diretoria da Associação Cultural Brasil-Holanda (ACBH), reforça que cada costume mantido e incentivado por imigrantes é importante para que novas gerações preservem as histórias de seus antepassados. “As tradições sempre valorizam e são o diferencial de toda cultura, e com o Sinterklaas não é diferente”, comenta.

Sobre a ACBH

A Associação Cultural Brasil-Holanda (ACBH) é uma organização formada por holandeses e descendentes de holandeses no Brasil, oriundos de diversas colônias. Visa preservar o patrimônio histórico artístico e cultural holandês e brasileiro para a posteridade. Também quer incentivar, desenvolver e divulgar as várias formas de expressão cultural. Mais informações: https://www.acbh.com.br/


O primeiro, dos 13 e-books, conta a história do ADE Chapada Diamantina e Regiões


Crédito: divulgação/Instituto Positivo


Para registrar e disseminar a experiência dos Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADE) em funcionamento no Brasil, o Instituto Positivo lança uma série com 13 e-books que resgatam os detalhes da implantação, do crescimento e dos planos para o futuro de cada uma das iniciativas. Todo o conteúdo foi desenvolvido a partir do diálogo e da aplicação de uma pesquisa com as lideranças dos Arranjos, valorizando a cultura e as particularidades de cada região. Os e-books serão lançados ao longo dos próximos meses de 2021 e 2022.

O primeiro e-book conta a história da iniciativa pioneira no Brasil: o ADE Chapada Diamantina e Regiões, na Bahia, primeiro Arranjo do país, atualmente formado pelos municípios: Boa Vista do Tupim, Boninal, Ibitiara, Iraquara, Jacobina, Lençóis, Mucugê, Novo Horizonte, Palmeiras, Piatã, Seabra e Souto Soares. Há mais de 20 anos, o território trabalha em colaboração para superar desafios da alfabetização, evasão e reprovação escolar, especialmente por meio da formação continuada de professores e coordenadores pedagógicos. Muitos frutos já foram colhidos e os resultados são visíveis nos índices educacionais. A média do Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb) do território, por exemplo, passou de 2,84 em 2005 para 5,77 em 2019.

“Queremos apresentar o trabalho, os desafios e as conquistas dos municípios que atuam em Regime de Colaboração por meio do ADE. Esses e-books podem servir de inspiração para outras regiões implantarem o Arranjo e avançar na qualidade da educação dos municípios envolvidos. Temos histórias de sucesso para mostrar e é isso que faremos”, explica a coordenadora de Produção e Disseminação de Conhecimento e Comunicação no Instituto Positivo, Maria Paula Mansur Mäder.

Atualmente, 225 municípios brasileiros trabalham em 13 diferentes Arranjos, alcançando resultados importantes como diminuição da evasão, correção de distorção idade/série escolar, elevação dos Índices de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), formação continuada e aprimoramento da grade curricular. 

Para conhecer mais sobre o ADE Chapada Diamantina e Regiões, é possível baixar o e-book pelo site conteudo.instituto.positivo.com.br/ade-chapada-diamantina. O próximo e-book contará a experiência do ADE Noroeste Paulista.

Instituto Positivo

O Instituto Positivo (IP) foi criado em 2012 para fazer a gestão do investimento social de todo o Grupo Positivo em favor da comunidade. A missão do Instituto Positivo é contribuir para a melhoria da qualidade da Educação Pública do Brasil por meio do incentivo ao Regime de Colaboração. Para tornar isso possível, o IP incentiva e apoia a implantação de Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADE) em todo o país, desenvolve pesquisas e publicações sobre o tema e participa de discussões em instâncias como MEC, CNE, Senado e Câmara de Deputados a fim de contribuir em propostas de lei e resoluções que favoreçam esse modelo de Regime de Colaboração. O Instituto também é responsável pela gestão do Centro de Educação Infantil Maria Amélia, em Curitiba, que atende gratuitamente cerca de 100 crianças em situação de vulnerabilidade social. Para ter mais informações, acesse o site do Instituto Positivo: instituto.positivo.com.br.



Para quem estava com saudade de curtir as canções de Oswaldo Montenegro ao vivo, ele, que é um dos mais importantes artistas da música popular brasileira, confirmou uma apresentação acústica em Nova Lima. O show, que vai embalar a Festa Lua & Flor, acontece em 17 de dezembro, sexta-feira, a partir das 21h, no Bellagio Villa Bar, (Av. Dr. Marco Paulo Simon Jardim - Vila da Serra). Os últimos ingressos estão à venda por meio da plataforma Sympla.

O artista promete uma noite inesquecível para quem for ao Bellagio Villa Bar, pois vai presenciar um show inédito e com o clima intimista, que é uma das características marcantes do local. Na apresentação acústica, Oswaldo Montenegro reveza entre piano e violões, criando uma atmosfera especial que faz uma fotografia dos desencontros do nosso tempo, ao som de belas canções recheadas de lirismo.

Nesta  apresentação, cujo nome é o mesmo da música "Balada para um ex-amor", que já ultrapassou mais de 5 milhões e 500 mil visualizações no YouTube,  Montenegro aborda diversos tipos de separação e sentimentos de ex- casais, nessa época de constantes trocas de parceiros e sonhos. Através de canções que compôs ao longo de sua carreira e se tornaram atemporais,  como "Bandolins" (a dificuldade em admitir o fim do sentimento/da relação), "Lua e flor" e "Por brilho" (a paixão que se transforma em amor fraterno e sem fim), "Eu quero ser feliz agora" (a alegria de se libertar das relações sufocantes) e "Taxímetro" (sobre o término sem dor), os artista conduz o público por subtemas e cria um espetáculo inesquecível, como      um filme em câmera lenta, despertando as mais profundas emoções e sentimentos intrínsecos em cada um de nós.

Assim, passeando pelos afetos em suas diversas cores e matizes, Montenegro questiona a si e ao público sobre como lidar com esse novo tempo, em que nos separamos a toda hora e, paradoxalmente, sonhamos   com o amor eterno. Entre uma canção e outra, o menestrel conta histórias e propõe reflexões, como em "A Lista" ("Faça uma lista de grandes amigos / Quem você mais via há dez anos atrás / Quantos você ainda vê todo dia? / Quantos você já não encontra mais?").

Clima intimista e conforto

O clima intimista e a comodidade são características já conhecidas do Bellagio Villa Bar, inaugurado em junho deste ano em um dos locais mais charmosos e badalados de Nova Lima. E para proporcionar uma experiência inesquecível, aliada ao conforto e atendimento premium, a organização do show de Oswaldo Montenegro disponibiliza três setores para a escolha do público.

Quem quiser garantir a presença nesta noite memorável deve se adiantar. Restam poucos ingressos para a Mesa Ouro, com quatro lugares, para a Mesa, com dois lugares, e para o Camarote Backstage.

 

 


Festa Lua & Flor apresenta Oswaldo Montenegro Acústico. Quando: 17/12/2021 – Sexta-feira.

Onde: Bellagio Villa Bar, Nova Lima, MG.

Endereço: Av. Doutor Marco Paulo Simon Jardim, S/n. º- Vila da Serra.

Abertura da casa: 21h

Show: 22h30

 

Setor I - Mesa Ouro 4 lugares (Lote 3)

R$ 695,00 (+ R$ 69,50 taxa)

Em até 12x R$ 79,07

 

Camarote Backstage (Lote 3)

R$ 250,00 (+ R$ 25,00 taxa)

Em até 12x R$ 28,44

 

Mesa 02 lugares (Lote Extra)

R$ 360,00 (+R$ 36,00 taxa)

Em 12x R$ 40,96

Obs.: A escolha das mesas será por ordem de chegada.

Ponto de Venda: Online pelo site Sympla:

https://www.sympla.com.br/festa-lua--flor-convida-oswaldo-montenegro 1372005

+Informações: (31) 9.9930-4189


Maria Tereza Uille Gomes e Clarissa B. Wandscheer*


Recentemente, quase 200 países concluíram a rodada de reuniões da COP26, em Glasgow. Esse encontro corresponde ao órgão supremo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), que se reúne para revisar periodicamente as obrigações das partes e sugerir emendas e protocolos.Tradicionalmente, as convenções que envolvem temas ambientais são caracterizadas por normas soft law, isto é, sem meios coercitivos para obrigar as partes a executarem seus compromissos.

A proposta das chamadas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs), que surgiram no âmbito do Acordo de Paris, e foram revisadas na COP26, representa manifestações de intenções;  espera-se esforços por parte dos países para o seu cumprimento.

Como não há outra forma de obter os resultados das NDCs, é necessário que os países signatários, ao apresentarem suas metas, enviem esforços para o seu cumprimento, o que inclui a edição de novas regulamentações internas, estabelecimento de incentivos financeiros, dentre outros.

As novas metas anunciadas na COP26 pelo Brasil de redução de 50% das emissões até 2030 e neutralização até 2050 estão de acordo com os dois projetos de lei recentemente aprovados pelo Plenário do Senado Federal (PL1.539/21 e 6.539/19), e enviados à Câmara.

Atingir as metas é possível, pois elas são fixadas a partir da análise de dados dos Inventários Nacionais de Emissão e Remoção de Gases de Efeito Estufa, documentos que vêm sendo elaborados pelo Brasil, com registro de série histórica de 1990 a 2016, em cinco setores: energia, processos industriais, agropecuária, LULUCF e resíduos.

A análise desses dados revela que o único setor com potencial para remover as emissões de gases de efeito estufa da atmosfera é o LULUCF (sigla em inglês para uso da terra, mudança do uso da terra e florestas). A soma desse período entre 1990 e 2016, consolidado no Inventário Nacional, revela que a emissão líquida total do Brasil foi de 34.916.316 Gg toneladas de CO2. 

Desse total, 28.111.824 Gg toneladas de CO2, ou seja, 81% das emissões, se referem à soma do subitem "Áreas Convertidas em Pastagem". Se essa conversão não tivesse existido ao longo dos anos, a emissão líquida do Brasil não seria de 34.9 milhões e sim de 6.8 milhões de Gg toneladas de CO2.

A remoção de GEE que o Brasil conseguiu contabilizar no subitem Florestas, permanecendo como Florestas = 7.348.618 Gg ton. de CO2, não impactou de forma significativa em razão das áreas de florestas convertidas em pastagens.

Como acelerar o cumprimento das NDCs antes da COP27?

Publicar a metodologia do processo de criação e de emissão de títulos de direito ao crédito de carbono para manter a floresta em pé e colocar o título em circulação no mercado, de forma que os proprietários de terras com florestas públicas e privadas recebam pela sua manutenção e aumento do estoque de carbono.

Publicar a Estratégia da Polícia Judiciária e do Sistema de Justiça para coibir o crime de desmatamento da floresta, previsto no art. 50-A da Lei 9.605/1998, com valoração do dano climático, e coibir com eficácia a exportação ilegal dos produtos.

Enfim, para atingir os objetivos de redução de GEE e recuperação das condições climáticas é preciso um engajamento maior, não só dos estados e municípios, mas também de toda a sociedade. Isso implica na adoção de ações e sistemas inter-relacionados que só serão possíveis com ações em múltiplas frentes.

*Maria Tereza Uille Gomes, doutora em Sociologia e professora do Mestrado em Direito da Universidade Positivo. 

*Clarissa B. Wandscheer, doutora em Direito Econômico e Socioambiental e professora do programa de mestrado e doutorado em Gestão Ambiental e do Mestrado em Direito da Universidade Positivo.

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