Pediu Pra Sambar Sambô antecipa a folia com show de Sandamí no Bar Cerrado Cervejaria 


Parece natal, mas no Bar Cerrado Cervejaria já é pré-carnaval. Isso porque a casa preparou um show diferentão para dezembro para quem não perde um batuque: "Pediu Pra Sambar Sambô", antecipa a folia de fevereiro com show do cantor Sandamí, que ganhou o Brasil ao interpretar sucessos internacionais ao ritmo de samba e um voz rasgada grave, popularizando o estilo samba-rock. O evento acontece no dia 11 de dezembro, a partir das 19h. 


Batizado Daniel San, o ex-integrante do grupo Sambô assina artisticamente como Sandamí e é dono de uma voz conhecida por uma extensão vocal sem limites. Ele foi um dos responsáveis por levar o samba-rock para todo o País, e se tornou sinônimo dessa mistura de estilos. Sempre que passa por Goiânia arrasta grande público, a exemplo da última edição do carnaval, em 2020, quando ele foi uma das atrações do Cerrado durante o Carnaval dos Amigos. 



Foi com o Sambô que Sandamí gravou versões de "Toda Forma de Amor", de Lulu Santos, para a novela "Sangue Bom", da Rede Globo e chegou a fazer 25 shows por mês se apresentando com nomes como Teatro Mágico, Sidney Magal, Chitãozinho & Xororó, Sérgio Reis e Thiaguinho. A partir de agosto de 2019,  passou a se dedicar a carreira solo para adotar uma linha mais conceitual em seu trabalho, cuja ênfase é o pop rock com pegada de samba, e já lançou canções como Ela te Tapeou, Diário de um Peixe e Na Real. Todas canções que estarão no setlist do dia 11 de dezembro. 


Antes de Sandamí, sobe ao palco o grupo Pagodjhé, projeto formado por Willy Brazuka e Vinícius Amaral que já são figuras conhecidas na casa. Eles esquentam o público com o melhor do estilo passando por Menos é Mais, Di Propósito Belo, Péricles, Turma do Pagode, Pixote, Art Popular, Revelação, entre outros. 



Serviço 

Pediu Pra Sambar Sambô - Com Sandamí   Grupo Pagodjhé - abertura
11 de dezembro 

19h

Cerrado cervejaria 
Av. T3, nº 2456 St. Bueno ao lado do Goiânia Shopping


Ingressos

1° lote 50 ingressos no valor de 30,00 (esgotado)

2° lote 150 ingressos no valor de 50,00

3° lote na portaria do evento no dia 


Bistrô 

03 lugares R$ 100,00 (não inclui valor da entrada)


Mesas
5 Lugares R$150,00  


Produção e informações: 

Patricia Dias: 62 9 8140-9119

Rafael Campos: 62 9272-2018
@cerradocervejaria


Fotos: Divulgação 

www.girocomunicacao.com.br 


O Projeto Música nas Escolas, que está em sua 15ª edição e precisou se reinventar para manter as atividades durante a pandemia, encerrou a temporada de 2021 com uma apresentação especial. Na última terça-feira (30), o maestro Tiago Cox conduziu 25 músicos da Orquestra Vallourec e da Orquestra da Escola Estadual Padre João Botelho, que encantaram os presentes no evento de comemoração aos 20 anos do campus da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais no Barreiro, em Belo Horizonte.

Os integrantes das orquestras subiram ao palco do auditório da PUC Minas – Barreiro a convite dos gestores da instituição de ensino. Um dos coordenadores do Projeto Música nas Escolas, José Roberto Lages, destaca a satisfação em realizar a apresentação em um momento tão importante. "Ficamos lisonjeados pelo pedido para estamos presentes em um marco histórico para a PUC. Foi também uma grande oportunidade para os nossos alunos, que durante esse período de pandemia, ficaram restritos às aulas on-line. Além disso, os concertos que eram comuns em edições anteriores não puderam ser realizados ", relata Lages;

O outro coordenador do Projeto Música nas Escolas, José Roberto Alvarenga, adiciona que o repertório que foi pelos músicos da Orquestra Vallourec e da Orquestra da Escola Estadual Padre João Botelho, foi pensado para agradar até quem não tem o costume de frequentar concertos. "Estamos terminando o ano e encerrando a nossa temporada. Porém, em virtude da pandemia, essa foi a segunda apresentação presencial da edição, que serviu para que nossos alunos matassem a saudade do palco. O setlist foi para lá de especial, com canções muito conhecidas e marcantes no cinema, como, My Heart Will Go On, Libertango, Beauty and the Beast, Over The Rainbow, Greensleaves, Concerning Hobbits e La Valse d'Amelie, que são mundialmente famosas", conclui.

Sucesso

Incentivar e investir na formação musical de crianças e adolescentes das escolas públicas da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Esse é o principal objetivo do Projeto Música nas Escolas, que encerra a 15ª edição com muitos motivos para comemorar. Com a primeira turma iniciada em 2005, a iniciativa só teve uma breve pausa, no início da pandemia, para a adaptação ao formato on-line, executado no decorrer de 2020, continuando firme no trabalho durante ano de 2021, com a marca de mais de 1000 alunos atendidos, o que mudou a história de vida de muitos deles. 

A geração de emprego e renda são as maiores contribuições do Projeto Música nas Escolas para a sociedade. "O nosso trabalho vai além do ensinar a tocar algum instrumento. Com uma base teórica bem construída e uma equipe formada por profissionais que são atuantes na área cultural, mostramos aos nossos alunos que a área musical oferece múltiplas oportunidades que podem ser aproveitadas por eles, como o segmento de casamentos, formaturas e orquestras", salienta José Roberto Lages, que ainda menciona o fato de diversos participantes poderem ter uma formação orquestral, o que é uma espécie de estágio numa orquestra, o que proporciona experiência e favorece o currículo. 

Sobre o Projeto Música nas Escolas

Inspirado no maestro Heitor Villa Lobos, um dos primeiros a introduzir a música nas escolas, o Projeto teve início em 2005, numa iniciativa da Imago Mundi Cultural. O Música nas Escolas incentiva e investe na formação musical de crianças e adolescentes, de escolas públicas, moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Por meio de concertos didáticos e cursos de formação musical, eles têm acesso à história de grandes compositores da música erudita e popular, têm aulas de teoria musical, história da música e apreciação musical.

O Projeto Música nas Escolas foi idealizado e é produzido pela Imago Mundi Cultural, que tem a frente José Roberto Alvarenga e José Roberto Lages. A Orquestra Jovem Vallourec, a Orquestra Jovem da Escola Estadual Padre João Botelho e a Camerata fazem parte do projeto, que já realizou mais de 350 apresentações para cerca de 100 mil espectadores em eventos culturais, escolas, creches, hospitais, metrôs e praças da capital e do interior de Minas Gerais.

Ao ingressarem no projeto, os alunos participam de aulas diárias e gratuitas de instrumentos musicais à sua escolha, como: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta transversal e doce, trompete, fagote, oboé e percussão. As aulas são ministradas por 15 professores, alguns deles integrantes da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, que os aproximam do universo da música erudita e popular.

Depois de anos estudando e respirando música, muitos jovens continuam no projeto aperfeiçoando-se e atuando como multiplicadores do conhecimento adquirido. A qualidade do planejamento pedagógico e da formação musical também favorece a atuação de vários integrantes das orquestras em grupos profissionais, fora do âmbito do projeto, propiciando a geração de emprego e renda para os jovens músicos, assim como o ingresso de vários deles em conceituadas universidades.

A 15ª edição do Projeto Música nas Escolas é patrocinada pela Vallourec através das Leis Estadual e Federal de Incentivo à Cultura.

 

100% digital o aplicativo oferece aluguel e carro por assinatura
Crédito: Ebraim Martini

Após sucesso no Espírito Santo, app V1 pretende revolucionar a mobilidade urbana da capital paranaense

De acordo com o último ranking divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2020, Curitiba está entre as cinco capitais com a maior frota de veículos circulando. A busca por soluções de mobilidade urbana passa pela locomoção intermodal, que utiliza vários meios de transporte, mas também pela conscientização a respeito de como os veículos particulares - principalmente os que são utilizados por apenas uma pessoa - prejudicam o meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas como um todo.

Nesse sentido, uma das iniciativas mais inovadores do ecossistema de inovação do Brasil é o V1, braço da Vix Logística, um dos maiores players do setor no país, que possui 9.500 colaboradores, operações de norte a sul do Brasil e também no Mercosul e atua em locação e gestão de frotas, translado de pessoas, movimentação de cargas, logística automotiva e mobilidade urbana por APP - mais nova solução desenvolvida pela empresa capixaba, que faz parte do Grupo Águia Branca.

É exatamente essa a inovação que chega a Curitiba por meio do V1, que oferece dois tipos de serviço: aluguel de carros 100% digital e veículos por assinatura. Ambos funcionam via aplicativo e já estão fazendo sucesso desde o ano passado na Grande Vitória (ES). A novidade começa a operar na capital paranaense a partir de 10 de novembro com assinatura e aluguel de carros por diversos períodos, inclusive meia-diária (12h) - algo raro dentre as locadoras tradicionais.

A frota terá cerca de 100 veículos de vários portes e inúmeras aplicabilidades. Entre eles, os hatchs compactos e 1.0 Fiat Uno, Chevrolet Onix (nos modelos Joy e LT), a minivan  7 lugares GM Spin, o sedan Toyota Corolla, a SUV Volkswagen T-Cross automática e dois veículos utilitários que serão uma verdadeira "mão na roda" para quem precisa transportar utensílios, ir para o campo ou, simplesmente, necessita de mais espaço: a Fiat Fiorino Furgão e a pick-up Toyota Hilux 4x4.

ALUGUEL PELO TEMPO NECESSÁRIO

No caso do serviço de aluguel, o cliente pode retirar e devolver o automóvel em uma das estações V1 espalhadas pela cidade, além de contar com um serviço exclusivo de leva e traz. Nesta modalidade, o cliente seleciona dia, horário e local e um funcionário V1 levará o automóvel para locação, assim como poderá buscá-lo quando a locação terminar. Nesse momento, aliás, o veículo passa por um serviço completo de higienização e desinfecção para que, a partir daí, possa estar disponível novamente na plataforma.

Para o vice-presidente da divisão de logística do Grupo Águia Branca, Kaumer Chieppe, o serviço, além de incentivar a mobilidade inteligente e promover novas experiências, oferece conveniência, comodidade e praticidade. “Seguimos na missão de estar sempre à frente, criando soluções inovadoras e adequadas às demandas desse mercado em constante ebulição. Com este serviço, trazemos ao mercado paranaense uma solução totalmente digital em aluguel de automóveis, sem fila, burocracia e com disponibilidade de aluguel imediato, a qualquer hora do dia. É um serviço ajustado às necessidades do usuário com autosserviço inovador e exclusivo, via aplicativo de celular”, destaca.

“Enxergamos a tendência do carsharing – compartilhamento de carros – como uma excelente alternativa para melhorar a mobilidade urbana, já que um único automóvel é usado por vários membros da mesma sociedade e apenas quando preciso. Desta forma, há menos circulação de carros nas ruas e melhor aproveitamento econômico, visto que os carros não ficam parados nas garagens para uso esporádico”, complementa Kaumer.

Serviço baseado na confiança

O processo de locação é muito simples. Após o download do app e cadastro inteiramente on-line, o cliente já pode selecionar a modalidade de aluguel e período de contratação. Após o cadastramento de um cartão de crédito válido, o aluguel é efetuado. Em seguida, basta encontrar o veículo no ponto de coleta selecionado, escanear o QRCode localizado no parabrisa e abrir a porta do carro via bluetooth direto do celular. O próprio cliente faz uma rápida checagem do estado do veículo, podendo, inclusive, tirar fotos de possíveis avarias. Por fim, é só desfrutar da comodidade e conveniência do carro V1, para depois devolvê-lo em uma das estações espalhadas pela cidade.

"A frota V1 é formada por carros cuidadosamente selecionados, com menos de um ano de uso e inteiramente automatizada, já que o acesso ao veículo é realizado via QRCode e o motorista encontra as chaves no porta-luvas do automóvel. Outro serviço exemplar é o nosso cuidado com a higienização entre cada locação, assegurando uma entrega segura e de qualidade", complementa a diretora-executiva da Vix, Patrícia Chieppe.

A comodidade dos veículos por assinatura

Além do serviço de aluguel, o V1 também oferece a opção de assinatura mensal, uma tendência que se fortalece a cada dia, baseada no conceito de "uso" e não de "posse". Essa solução inovadora tem como objetivo proporcionar mais economia, segurança e facilidade na hora de conquistar um carro zero-quilômetro. 

Além de ser mais vantajoso financeiramente, essa modalidade elimina toda a burocracia que envolve a compra e a venda de um zero quilômetro, como documentação, desgaste de peças e desvalorização. No modelo de assinatura, o cliente tem a opção de escolher planos que variam entre um e dois anos, e entre 500 km e 2.000 km de franquia para rodar por mês. O pagamento é feito mensalmente no cartão de crédito e já inclui toda a documentação (IPVA, licenciamento e emplacamento), proteção, manutenção preventiva e revenda. Ao final do período, o veículo é devolvido e o cliente tem a opção de assinar um novo carro zero-quilômetro.

ESPAÇO V1

Em Curitiba, serão mais de 10 pontos de entrega e retirada dos carros, entre eles o Shopping Estação (piso G5), onde fica o espaço do V1, com a maior parte da frota. Além disso, as Estações V1 estarão espalhadas pela cidade, em locais como Shopping Estação, Postos Valência e Curió. Para usar qualquer um dos serviços, basta fazer o download gratuito do app disponível para todos os sistemas operacionais. 

Mais informações:

http://app.andev1.com.br/

http://aluguel.andev1.com.br/

http://assinatura.andev1.com.br/

Endereço Loja V1 Curitiba: Shopping Estação - Piso G5 - Av. Sete de Setembro, 2775 - Rebouças

Telefone: 0800 721 1617

 

Ainda adolescente, mas com conquistas que valem uma vida inteira. Essa é a realidade de Amanda Emanuele, que tem apenas 14 anos de idade, mas atualmente é referência no jiu-jitsu mineiro. A menina, que coleciona mais de 90 medalhas, sendo a maioria de primeiro lugar, tem uma história de permeada de dedicação ao esporte e honra à memória do seu irmão, Gabriel Fernando, que praticava a mesma atividade esportiva, mas faleceu com a mesma idade de sua irmã, em 2016.

Fora do tatame, Amanda Emanuele é uma adolescente tímida, mas com um sorriso que contagia quem está ao seu redor. Mas, quando está vestida com o seu kimono, se transforma na atleta de ponta que se tornou, mostrando ser merecedora das mais de 90 medalhas que guarda em sua casa.

A história da adolescente com o jiu-jitsu foi iniciada há 11 anos, quando ainda era uma pequena garota. A trajetória dela no esporte começou graças ao seu irmão. "A minha mãe incentivou o Gabriel a treinar para que a prática o ajudasse a diminuir a hiperatividade. Ela me levou também e nós dois passamos a tomar gosto por tudo. Foi ali que percebi que estar no tatame é o meu objetivo de vida", conta a menina.

Quando a vida lhe pregou uma peça, a atleta concentrou ainda mais as suas forças para chegar ao seu objetivo. "Minha inspiração no jiu-jitsu era o meu irmão Gabriel Fernando. Por uma fatalidade, há 5 anos nós o perdemos e desde então eu busco honrar a memória dele e seguir os passos que eu tenho certeza de que ele gostaria que eu trilhasse", revela a adolescente, que hoje enfrenta uma rotina disciplinada de treinos.

O tempo de Amanda Emanuele é dividido entre a escola, já que está no 8º ano do ensino fundamental, os treinos no tatame e as atividades físicas que visam condicionar o seu corpo para a pesada rotina. "Chego a treinar três horas por dia, além de fazer musculação, natação e todo um planejamento alimentar com o acompanhamento de uma nutricionista esportiva", conta.

Com tanta disciplina e força de vontade, Amanda Emanuele se tornou inspiração, chegando a ser convidada pelo Exército Brasileiro para ministrar treinamento de jiu-jitsu aos soldados. "Já fui duas vezes ao quartel para estar com os cadetes e mostrar algumas técnicas que aprendi. Eu fico feliz e lisonjeada

Investimento

Para a conquista das mais de 90 medalhas e o reconhecimento de Amanda Emanuele como atleta referência no jiu-jitsu mineiro, foi necessário dedicar tempo e muitos recursos financeiros. A responsável por viabilizar o sonho da adolescente é a sua mãe, Gláucia Silva, que tem 44 anos de idade, é divorciada e cria sozinha a jovem esportista e mais um filho. Todo o dinheiro empregado na carreira da filha é fruto do seu trabalho como professora.

A mãe coruja conta que não tem sido fácil dar conta de tudo, mas que ver a realização dos seus filhos é um combustível para lidar com as adversidades. "É tudo muito caro, pois, além dos treinos, temos que ter uma nutricionista acompanhando, mensalidade da academia, personal trainer, acompanhamento médico, natação e, principalmente, a alimentação, pois tenho dois adolescentes em casa e, além da comida que já tenho que comprar normalmente, há a dieta prescrita que deve ser seguida à risca", relata.

Além das despesas cotidianas, Gláucia Silva precisa se desdobrar para fazer com que as contas fechem no azul quando Amanda Emanuele precisa viajar para competir. "Tudo sai do meu bolso, inclusive as passagens para os campeonatos fora da cidade. Tenho tentado buscar apoios e patrocínio para ajudar a viabilizar o sonho da minha filha e, aos poucos, com muita persistência e força de vontade, vamos seguindo em frente e fazendo acontecer", conta.

Títulos conquistados

2012: campeã mineira de jiu-jitsu

2013: bicampeã mineira e campeã brasileira de jiu-jitsu

2014: tricampeã mineira de jiu-jitsu; campeã da 3ª Copa do Mundo de Jiu-Jitsu; e campeã da Liga Brasileira Interclubes de Jiu-jitsu

2015: tricampeã mineira de jiu-jitsu, campeã da Copa Leão Dourado de jiu-jitsu, bicampeã brasileira de jiu-jitsu; campeã panamericana de jiu-jitsu; vice-campeã da Copa do Mundo de jiu-jitsu; e vice-campeã mundial de jiu-jitsu.

2016:  pentacampeã mineira de jiu-jitsu; vice-campeã brasileira de jiu-jitsu; campeã mundial de jiu-jitsu; bicampeã panamericana de jiu-jitsu; campeã Copa do Mundo de jiujitsu e bicampeã brasileira Interclubes de jiu-jitsu.

2017:  hexacampeã mineira de jiu-jitsu; tricampeã panamericana de jiu-jitsu; campeã latinoamericana de jiu-jitsu; campeã sul-americana de jiu-jitsu; campeã Copa Leão Dourado de jiu-jitsu; 2º lugar na Copa Mundial de jiu-jitsu; 3º lugar no mundial de jiu-jitsu; e 3º lugar no brasileiro de jiu-jitsu.

2018:  campeã mineira de jiu-jitsu e vice-campeã brasileira de jiu-jitsu.

2019:  octacampeã mineira de jiu-jitsu; tetracampeã panamericana de jiu-jitsu; campeã panamericana no gi de jiu-jitsu; tricampeã brasileira de jiu-jitsu; campeã internacional Abu Dabhi pro de jiu-jitsu.

2020: não foram realizadas competições em virtude da pandemia de Covid-19.

2021: campeã do Panamericano no gi de jiu-jitsu e 3º lugar no panamericano de jiu-jitsu.

 

Patrocínio

Em outubro deste ano, Amanda Emanuele passou a contar com um patrocinador master para ajudar a custear as suas despesas como atleta. O Aquabeat, que será o maior parque aquático de Minas Gerais, com a maior piscina de ondas do Brasil, está em construção em São José da Lapa, cidade que fica próxima ao município de Matozinhos. O empreendimento, que tem a sua logomarca impressa no kimono da atleta, banca grande parte do valor necessário para a manutenção da carreira da esportista.

De acordo com o empresário Tassar Neto, um dos sócios do Aquabeat, o patrocínio do parque aquático reafirma o compromisso do empreendimento com a região em que se encontra. "Buscamos o desenvolvimento de todo o Vetor Norte, nas mais diversas áreas. Acreditamos que o esporte também é um indutor de crescimento e por isso apostamos na carreira da Amanda Emanuele, pois além de fomentar o jiu-jitsu, projetamos ainda mais esta atleta que, apesar da pouca idade, já é reconhecida internacionalmente", completa.

 

  
Procedimento que utiliza equipamento de ondas de ultrassom terapêutico cavitacional pode reduzir até 35% da gordura localizada  e amenizar a celulite 


Conhecida popularmente como lipo sem cortes, a lipocavitação é um procedimento feito por um equipamento que emite ondas de ultrassom terapêutico através dos tecidos adiposos, promovendo a quebra das células de gorduras. O tratamento caiu no gosto de homens e mulheres que buscam diminuir medidas sem passar por cortes, anestesias e repousos e por conseguir reduzir em até 35% a gordura da região em que é aplicado. 


De acordo com a farmacêutica esteta Mayara Camargo (CRF 18576) , que comanda a Farmalaser Estética Avançada, o tratamento gera muita curiosidade e os resultados deixam os pacientes satisfeitos. Contudo, ela explica que o equipamento não resolve sozinho, isso porque, sua ação transforma a gordura localizada em energia que precisa ser eliminada do organismo através de exercícios físicos. "O que ele faz é acelerar esse processo que o corpo já faz ao praticar exercícios. Por isso é extremamente importante fazer, ao menos, caminhadas durante o tratamento", pontua. 


A lipocavitação pode ser feita por qualquer pessoa em boas condições de saúde e que não sejam 100% sedentárias em áreas do corpo como abdômen, braços, costas, flancos, abdômen, interior da coxa, pernas e bananinha do bumbum.  Os melhores resultados são alcançados por quem adere também a uma dieta balanceada. "A única contraindicação são as mulheres que usam o DIU de cobre por ter efeitos nas ondas emitidas pelo equipamento".  



Vale ressaltar que, cientificamente, a lipocavitação pode quebrar até 35% da gordura localizada na região tratada, porém, para completa eliminação dessa gordura é necessário prática de atividade que possa consumir está energia gerada através do procedimento. "Para tanto, eu indico no mínimo 5 sessões, e a cada 10, fazemos uma nova avaliação", ressalta Mayara, que indica também para pessoas que passaram por lipoaspiração, mas ainda ficou com aquela gordurinha que não pôde ser retirada na cirurgia. 


 



Após uma semana já é possível perceber as mudanças nas medidas e nos contornos, além de melhorar o aspecto provocado pelas celulite. "As sessões podem variar de R$ 89,90  a 150,00, uma região. Neste fim de ano estamos com pacote com 10 sessões por R$ 199,90  para dar uma motivação aos nossos pacientes para chegarem no natal e réveillon com auto estima lá em cima", avisa Mayara. 



A sessão de lipocavitação  demora em média 40 minutos, é feita com a pessoa de roupa íntima com aplicação de um gel sobre a área a ser tratada e movimentos circulares durante todo o procedimento. As ondas do tipo ultrassom penetram sob as camadas da pele e através das vibrações emitidas quebram as células de gordura e estimulam a sua destruição, direcionando os restos celulares para corrente sanguínea e linfática para ser eliminado pelo organismo. Esse procedimento é simples e não causa dor, no entanto durante o tratamento a pessoa escuta um ruído que é gerado pelo equipamento.



Fotos: 
Mayara Camargo 
Resultados da lipocavitação da Farmalaser Estética Avançada 

Créditos: acervo da clínica 

 


       senivpetro


Acompanhamento odontológico durante a gestação é uma forma de cuidar da mãe e do bebê

 

A falta do Pré-natal odontológico aumenta risco de parto prematuro

 

Desde o início da gestação, muitas mulheres fazem o pré-natal para esclarecer dúvidas, receber orientações sobre os cuidados com o bebê, realizar exames e consultas. Ainda é comum que o acompanhamento odontológico seja negligenciado durante esse período, o que pode afetar tanto a saúde da mãe quanto do bebê.

“O pré-natal odontológico ainda é pouco difundido entre as gestantes. Quando a mulher tem a oportunidade de fazer o acompanhamento da gravidez, acaba sendo atendida apenas por médicos e enfermeiros e nem sempre as futuras mães são alertadas sobre a importância da participação do dentista. O desenvolvimento e a progressão das cáries, de inflamação gengival ou de periodontite podem ser agravados durante a gestação”, conta a professora de Odontologia do Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos (Uniceplac) Hanna Ganim.

Segundo a docente, a paciente está mais sujeita ao acúmulo de placa bacteriana e, portanto, à cárie e a inflamações na gengiva. “Geralmente, a gestante sente náuseas, vômitos e pode apresentar dificuldade de se adaptar com o sabor do creme dental. Além disso, por conta do aumento da necessidade nutricional, ela faz um maior número de refeições ao dia e nem sempre a higienização dos dentes acompanha esse ritmo. Assim, a paciente está mais sujeita ao acúmulo de placa e ao desenvolvimento de cárie e inflamação gengival”, explica.

Os hormônios alterados contribuem também para o surgimento ou, caso a paciente já apresente a doença, a piora da gengivite. Estudos mostram que a periodontite (a segunda fase da inflamação na gengiva) em gestantes, quando não tratada, tem relação com o nascimento de bebês de baixo peso e a ocorrência de partos prematuros.

“Geralmente, o segundo trimestre da gestação é mais tranquilo para o pré-natal odontológico, pois nesse período, geralmente, a mulher sente menos náuseas e cansaço. Entretanto, se não for desconfortável para a gestante, o ideal é que a primeira consulta seja feita no primeiro trimestre para identificar quais são as demandas dela e se há necessidade de tratamento imediato ou posterior”, explica Hanna.

O pré-natal odontológico não se limita apenas a prevenir ou tratar doenças relacionadas à saúde bucal da mãe, mas também trata de informações relacionadas ao bebê, a respeito da introdução alimentar e os cuidados desde o nascimento dos dentinhos.

“Hoje, o pré-natal odontológico está mais em evidência, mas ainda não é uma prática tão difundida como deveria. Muitas pessoas ainda encaram a odontologia como uma área separada da saúde geral, enquanto ela deveria ser considerada como parte essencial do bem-estar do indivíduo”, finaliza a profissional.



 Escolas preparam a maior alta de mensalidade desde início da Covid

Pesquisa com 65 estabelecimentos em cinco Estados indica que reajuste deve ser de 7% a 10% no ensino fundamental e médio

reajuste da mensalidade escolar é um dos principais canais de transmissão da inflação | FREEPIK

Após um longo período de colégios fechados, com o valor das mensalidades sem alteração ou com reajustes modestos, o próximo ano deve começar com uma herança pesada da inflação de 2021 para o orçamento das famílias com filhos na escola.

Mais da metade (53%) das escolas de ensino fundamental e médio planejam aumentar as mensalidades e as matrículas do ano que vem entre 7% e 10%, aponta pesquisa com 65 estabelecimentos em cinco Estados da consultoria Meira Fernandes, especializada em educação.

"Acredito que o reajuste vai ficar um pouquinho maior até porque a inflação deste ano está em dois dígitos", diz o presidente do Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo), Benjamin Ribeiro da Silva. Ele espera alta entre 10% e 13%.

O reajuste da mensalidade escolar é um dos principais canais de transmissão da inflação de um ano para o ano seguinte. "É a inércia inflacionária, a inflação de 2021 se materializando na inflação de 2022", afirma o economista André Braz, coordenador de índices de preços da FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Esse movimento, segundo ele, torna mais difícil o trabalho do Banco Central (BC) de trazer a inflação para mais próximo da meta de 3,5% de 2022, porque aumenta a persistência da alta de preços.

Com a inflação esperada para 2021 em 10,12%, segundo o Boletim Focus do BC, a expectativa de escolas e outros prestadores de serviços é incorporar aumentos de despesas de 2021 nos preços de 2022.

Rogério Caramante, gestor comercial da consultoria, argumenta que em 2020 e 2021 as escolas fizeram investimentos em tecnologia por causa do ensino a distância. "Muitas usam a plataforma do Google, com preços em dólar", exemplifica.

Também houve gastos com Equipamentos de Proteção Individual e infraestrutura para trazer os alunos e professores presencialmente para as salas de aula de forma segura, sem contar com os reajustes salariais, na faixa de 6% para auxiliares e de 11% para professores, argumenta Caramante.

Além disso, as escolas terão de ampliar os quadros de pessoal para cumprir a nova grade curricular do ensino médio prevista para 2022, que aumentou o número de disciplinas e a carga horária. Nas contas do consultor, os aumentos de custos das escolas hoje, no geral, variam entre 15% e 20%.

Silva diz que 60% da mensalidade correspondem a gastos com pessoal. Ele diz que a conta de luz aumentou 70% este ano, fora os aluguéis, que tiveram reajustes na faixa de 30%. Mas, segundo a prévia oficial da inflação, o IPCA-15, as variações foram mais modestas. No ano até novembro, o aluguel subiu 6,11%, e a energia elétrica, 26,13%. Em 12 meses a alta foi de 31,28% na conta de luz.

"A escola é intensiva no uso de energia, só que uma parte desse aumento não é permanente", alerta Braz. O reajuste da tarifa ocorreu por causa da escassez de chuvas que levou à cobrança de uma bandeira mais cara. A perspectiva é de que essa bandeira de escassez hídrica acabe a partir de maio. "Uma parte desse aumento é transitório", diz o economista.

Flexibilidade

Negociar é a saída para compatibilizar a queda no poder de compra das famílias com a pressão de custos das escolas. Com a pandemia, a evasão chegou a 15%. Com temor de perder alunos, as escolas estariam mais flexíveis. A pesquisa mostra que quase 25% das escolas pretendem reajustar as mensalidades em até 7%, índice inferior à inflação projetada para o ano.

Apesar da menor concorrência nos ensinos médio e fundamental, comparados ao superior, Braz acredita também que a negociação entre pais de alunos e escolas nesse segmento seja a solução. Ele adverte que a alta no gasto com educação vira permanente, a partir do momento que o contrato com a escola é assinado. "Não é um serviço com preço flutuando ao longo do ano."

Plano “B”

Apesar da flexibilização das escolas particulares em negociar mensalidades mais acessíveis aos pais, a situação econômica de muitas famílias brasileiras piorou, com demasiadas demissões por todo o Brasil, o que de acordo com especialistas, a diminuição da renda familiar pós-pandemia é um dos principais motivos para essas transferências, e muitos pais ainda estão sofrendo os efeitos, recorrendo ao “Plano B”, como alternativa para manter os filhos na escola, a busca por escolas públicas aumentou.

Segundo um levantamento feito pela Secretaria Municipal de Educação (SME) de São Paulo aponta que, na capital, o número de estudantes que migrou de escolas particulares para a rede pública de ensino aumentou 34% entre janeiro e agosto deste ano em comparação com o mesmo período de 2020.

No estado, o cenário é outro, e os números são menores em relação a 2020: 9.752 estudantes de escolas particulares foram transferidos para colégios públicos entre janeiro e agosto, contra 12.677 no ano passado.

FONTE: CNN BRASIL - O ESTADO DE SÃO PAULO | EDIÇÃO: REDAÇÃO GRUPO M4

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