José Pio Martins*

O desejo de ser livre e o desejo de viver em sociedade são duas vontades e dois objetivos inerentes à condição humana, em qualquer lugar do mundo e em qualquer cultura. Quando indivualmente ou em grupo o homem aceita abrir mão de sua liberdade, seja para perdê-la parcialmente ou totalmente, em geral o faz em obediência a uma força capaz de obrigá-lo ou por ser um meio de garantir sua sobrevivência. Dessa premissa, mas não só dela, deriva o poder. 

Qual a definição de poder? Em essência, poder é a capacidade de decidir, impor e determinar as ações de outrem, com o direito ou a força para punir em caso de desobediência. No Estado de Direito, o poder deriva da lei. Na Ditadura, o poder deriva da força armada. Mas não é só isso. Alguém somente tem poder se dispuser dos meios de ação que o torne efetivo, isto é, que seja obedecido. As fontes do poder são várias, mas há três que se destacam. 

A primeira, não necessariamente por ordem de importância, é o “poder das ideias”. A ideia é uma formulação composta dos elementos conceituais e descritivos de uma ação real, seja um ato físico (como produzir um bem ou serviço, ou castigar alguém) ou um comportamental (como o jeito de se portar em um ambiente, votar em alguém). Uma vez que a ideia formulada seja explicada, ela tem o poder de convencer se for dotada dos componentes capazes de convencer o ser humano. 

Nesse sentido, o “poder das ideias” é um poder intelectual. Quase tudo o que acontece no mundo, uma guerra ou revolução, nasce primeiro no intelecto de uma pessoa ou de um grupo. A revolução soviética de 1917, por exemplo, não foi obra de operários, como queria Marx; foi uma revolução de intelectuais. Lenin, Stálin, Trotsky, só para citar os mais proeminentes, nunca foram operários. Eram intelectuais marxistas e revolucionários bolcheviques.  

A segunda fonte do poder é o “dinheiro”. Em uma economia de mercado, aquele que contrata alguém para fazer algo consegue seu intento porque paga. Ou seja, um empresário ou o comprador de qualquer coisa leva o outro a produzir um bem ou serviço mediante remuneração. É um poder econômico, que responde pela maior parte de tudo o que é fabricado no mundo. O próprio Estado e o governo exercem em esse poder em larga escala. Eu não executo tal ou qual serviço porque sou obrigado. Executo porque meu patrão ou meu cliente assim o quer, e é de meu interesse atendê-lo. 

A terceira fonte é o “poder de intimidar”. Ou seja, o poder das armas, da força. É o caso da força policial. Lembro a história de Cassius Clay (1942-2016), o grande pugilista norte-americano, o melhor do boxe em todos os tempos. Ele fora convocado pelo exército para lutar na Guerra do Vietnã, recusou-se a ir para a guerra e, em junho de 1967, foi condenado a cinco anos de prisão e perdeu todos seus títulos. Quantos jovens somente foram à guerra para não ir à prisão?

Os liberais em economia e em política defendem que é possível alcançar os dois objetivos, portanto, é possível ser livre e viver em sociedade, e mais: a ordem liberal é a organização social mais adequada para cumprir quatro objetivos principais: o respeito à condição humana; o desenvolvimento das potencialidades individuais; a prosperidade material; e a justiça social. Liberdade é a ausência de coerção de indivíduos sobre indivíduos. 

O poder das ideias (um poder intelectual) e o poder do dinheiro (transações livres no mercado) não são fontes coercitivas, pois não podem obrigar a quem não queira agir conforme o que se lhe ordena. A coerção existe quando os indivíduos são levados, sob algum tipo de pressão, a colocar-se a serviço de interesses alheios e, portanto, em detrimento dos seus propósitos e interesses pessoais, como bem lembrou o grande Friedrich Hayek (1899-1992), aduzindo: “A coerção é má porque anula o indivíduo como ser que pensa, avalia e decide, já que o transforma em mero instrumento dos interesses e fins de outrem”.

Esse tema me surgiu lendo as polêmicas envolvendo Brasil e China no episódio da importação de insumos para as vacinas contra o coronavírus. A China é um país comunista, um regime político ditatorial, com informação e opinião controladas pelo Estado e, embora com enclaves capitalistas e determinadas zonas de liberdade, está longe de ser uma democracia e uma economia de mercado. Mas o Brasil resolveu que isso é o direito de autodeterminação da China e estabeleceu amplas relações comerciais com aquele país, como se pode ver pela expansão do comércio bilateral entre os dois países nos últimos 40 anos. 

A política comercial da China atual tem origem em 1979, ano em que Deng Xiaoping (1904-1997) tornou-se o líder supremo do país. Disposto a fazer reformas liberalizantes e determinado a promover o crescimento econômico a taxas elevadas, Deng Xiaoping assustou seu próprio povo com abertura comercial exterior e reformas econômicas internas. Quando indagado sobre o que pretendia, ele respondia com uma só frase: enriquecer o país rapidamente. 

Na prática, era um plano para reduzir a imensa pobreza chinesa, que aliás persiste até hoje para amplas faixas da população (a população chinesa anda perto de 1,4 bilhão, equivalente a 6,5 vezes a população brasileira). Questionado se as reformas inspiradas pelo capitalismo não agrediam o ideário político comunista, Xiaoping respondeu: “Não importa a cor do gato, desde que ele agarre o rato”. Então, a China escolheu um caminho e persiste nele até hoje. 

O problema do Brasil é esse vai-e-vem sobre a política externa, conforme o governante de plantão, e essa mania de qualquer político iletrado, sobretudo no poder federal, se achar no direito de usar os holofotes para dar palpite e criticar – ou elogiar – governos estrangeiros, sem se dar conta que, na diplomacia internacional, qualquer frase mal colocada cria um monte de problemas e melindres. Voltarei ao assunto, mas fico me indagando quantos de nossos políticos, sobretudo no parlamento federal, têm conhecimento sobre ciência política e o esquema do poder internacional, suficiente para serem autoridade no que falam.

*José Pio Martins, economista, reitor da Universidade Positivo.



Hoje é aniversário do nosso querido deputado distrital, Rodrigo Delmasso (Republicanos)


Delmasso ao lado do povo - Foto: Rogério Lopes.

Ele é um político engajado na luta por melhorias para seu povo, foi eleito deputado distrital em 2014, com o lema em nome da família.

A equipe do site, deseja um feliz aniversário ao deputado, que neste dia 09 de junho completa quarenta e um anos no meio da quarentena.

Que seus dias sejam repletos de saúde, união, amor, garra e vitória. Essa é uma homenagem de todos que integram este portal de notícias.


Quem abre a porta, fecha a porta, pergunta quem é, abre a porta, fecha a porta. É o porteiro, esse nosso amigo de todas as horas

Foto: Rogério Lopes.

Pensando em valorizar, ampliar e institucionalizar no DF, o dia de hoje (09/06), data que já é reconhecida nacionalmente como Dia do Porteiro, o  vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), vai apresentar amanhã (10/06), o Projeto de Lei que institui e inclui no calendário oficial de eventos do Distrito Federal o "Dia do Porteiro", a ser comemorado anualmente em 09 de junho.

"O porteiro de condomínio é um ser humano trabalhador e sempre atento, que é cuidadoso com as crianças e atencioso com os idosos. Os porteiros protegem nossa moradia e sempre anunciam qualquer visitante. Passam a noite na portaria sempre atentos para que nós moradores, possamos descansar tranquilos. Por isso, neste dia 9 de junho, que também é o meu aniversário, eu resolvi apresentar esse PL para empoderar esses importantes trabalhadores de condomínios", comentou o deputado Delmasso.

Cargo cheio de responsabilidades e necessária habilidade para lidar com o ser humano, o porteiro deve ficar atento a tudo à sua volta. Desde outubro de 2002, a CBO – Classificação Brasileira de Ocupações, nº 5174-10, do Ministério do Trabalho e Emprego tem a seguinte descrição para o trabalho dos porteiros em todo o Brasil: Zelam pela guarda do patrimônio e exercem a observação de condomínios, edifícios públicos, privados, fábricas, armazéns, residências, estacionamentos e outros estabelecimentos, percorrendo-os sistematicamente e inspecionando suas dependências para evitar incêndios, roubos, entrada de pessoas estranhas e outras anormalidades. Controlam fluxo de pessoas, identificando, orientando e encaminhando-as para os lugares desejados; recebem visitantes em condomínios; acompanham pessoas e mercadorias; fazem manutenções simples nos locais de trabalho.

Essa categoria é responsável, muitas vezes, pela ingrata missão de lidar com visitantes indesejáveis, e nestes tempos de violência e pandemia ele nos dá a segurança necessária para nossas residências e locais de trabalho. Além disso, esse profissional tem que ter uma boa comunicação, "Jogo de cintura", atenção e simpatia são alguns dos atributos necessários para o bom porteiro.

"Parabéns a todos os porteiros, profissionais que estão sempre de prontidão para proteger e salvaguardar a quem adentra no ambiente domiciliar ou residencial, sempre com um costumeiro sorriso no rosto. A função de um porteiro é cheia de responsabilidades e também de grande importância, já que o cargo compreende a segurança do condomínio, controlando a entrada de pessoas e automóveis, sutileza e educação ao lidar com o ser humano e um conhecimento geral do prédio para auxiliar os moradores", comentou Delmasso ao parabenizar os porteiros do DF pelo seu dia.

Veja abaixo o Projeto de Lei que será apresentado amanhã:


PROJETO DE LEI Nº , DE 2021
(Do Senhor Deputado DELMASSO – REPUPLICANOS/DF)
Institui e inclui no calendário oficial de eventos do Distrito Federal o "Dia do Porteiro", a ser comemorado anualmente em 09 de junho.
 
A CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL, decreta:
A rt. 1º. Fica instituído o "Dia Distrital do Porteiro", a ser comemorado anualmente no dia 09 de junho no Distrito Federal.
A rt. 2º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
A rt. 3º. Revogam-se as disposições em contrário.
Sala das Sessões, 10 de junho de 2021.
JUSTIFICAÇÃO
Desde outubro de 2002, a CBO – Classificação Brasileira de Ocupações, nº 5174-10, do Ministério do Trabalho e Emprego tem a seguinte descrição para o trabalho dos porteiros em todo o Brasil: Zelam pela guarda do patrimônio e exercem a observação de condomínios, edifícios públicos, privados, fábricas, armazéns, residências, estacionamentos e outros estabelecimentos, percorrendo-os sistematicamente e inspecionando suas dependências para evitar incêndios, roubos, entrada de pessoas estranhas e outras anormalidades. Controlam fluxo de pessoas, identificando, orientando e encaminhando-as para os lugares desejados; recebem visitantes em condomínios; acompanham pessoas e mercadorias; fazem manutenções simples nos locais de trabalho.
 Essa categoria é responsável, muitas vezes, pela ingrata missão de lidar com visitantes indesejáveis, e nestes tempos de violência e pandemia ele nos dá a segurança necessária para nossas residências e locais de trabalho. Além disso, esse profissional tem que ter uma boa comunicação, "Jogo de cintura", atenção e simpatia são alguns dos atributos necessários para o bom porteiro.
Sala das Sessões, em 10 de junho de 2021.
DELMASSO Deputado Distrital



Para capacitação de eletricistas, serão selecionados 100 profissionais entre mulheres e homens. A contratação de profissionais e estagiários seguirá pelos próximos 12 meses 


Fotos: Marcelo Alves.

Para marcar os 100 dias de atuação no Distrito Federal, a Neoenergia Distribuição Brasília anuncia um programa de geração de emprego de renda. A distribuidora, com apoio do Governo do Distrito Federal, lança oficialmente, nesta quarta-feira (09), a primeira Escola de Eletricistas, oportunidade de formação gratuita para homens e mulheres. Ainda neste mês de junho, serão abertas 100 vagas destinadas aos públicos feminino e masculino. A companhia também prevê a contratação, nos próximos 12 meses, de 350 colaboradores.

As oportunidades de emprego serão destinadas para diversas formações acadêmicas de curso superior, além de técnicos e eletricistas. Os profissionais serão selecionados para atuarem em diferentes áreas da empresa. Os interessados devem efetuar cadastro por meio do endereço  www.neoenergia.com/pt-br/pessoas-e-talentos/trabalhe-conosco.

A Neoenergia já efetivou a contratação de 14 colaboradores e a demais vagas serão preenchidas até o primeiro semestre do próximo ano. "Como empresa socialmente responsável, estamos contribuindo com a formação de mão de obra qualificada e investindo no Distrito Federal com a criação de novos postos de trabalho destinados a homens e mulheres", comenta o presidente da Neoenergia Distribuição Brasília, Frederico Candian.

O processo para Escola de Eletricistas irá selecionar 100 profissionais, entre homens e mulheres, que serão distribuídos em quatro turmas formadas por 25 alunos. Os participantes serão submetidos a uma carga horária de 480 horas de disciplinas teóricas e práticas. As aulas, nas cidades de Taguatinga e Sobradinho, serão ministradas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-DF), parceiro da Neoenergia no projeto. Após a conclusão do curso, os profissionais capacitados a exercerem atividades nas redes de distribuição de energia estarão aptos a participar do processo seletivo para integrar a força de trabalho da empresa, além de estarem preparados para atuar no mercado de trabalho do Distrito Federal.

A Escola de Eletricistas tem a finalidade de formar e inserir mão de obra qualificada no mercado de trabalho. "Em nome da equidade de gênero, optamos por um modelo que oferece oportunidades iguais para homens e mulheres", assegura Régia Barbosa, superintendente de desenvolvimento Organizacional e Cultura da Neoenergia. "Ao criar e incentivar turmas mistas, estamos quebrando paradigmas e desmistificando a ideia de que a função de eletricista é exclusivamente masculina. Temos a intenção de ampliar cada vez mais a participação feminina na profissão", conclui.

Em decorrência da pandemia, as disciplinas teóricas serão ministradas remotamente. As aulas onlines poderão ser acessadas por meio de computadores, smartphones ou tablets. As aulas práticas serão presenciais, em ambientes abertos e seguindo os protocolos sanitários, conforme as normas de saúde e segurança. Haverá obrigatoriedade do uso de máscaras, o distanciamento de dois metros entre os alunos e as orientações de prevenção ao Covid-19.

Em meio a cenário desafiador, as iniciativas de geração de emprego e renda surgem como uma alternativa às adversidades econômicas do País. "Estamos oferecendo oportunidades a esse público que busca recolocação e formação profissional em meio à crise para ajudá-los a participarem de processos seletivos e se inserirem com rapidez no mercado de trabalho", destaca o diretor de Relações Institucionais da Neoenergia, João Paulo Rodrigues.

Após a conclusão do curso, os profissionais formados pela Escola de Eletricistas que não forem contratados imediatamente, permanecerão em Banco de Currículos da Neoenergia Distribuição Brasília e poderão ser contratados nos meses seguintes, de acordo com a necessidade da empresa por mão de obra. Além disso, os participantes estarão aptos a exercerem essa função de eletricista no mercado de trabalho em geral, sendo essa também uma contribuição social da Neoenergia para o fomento do emprego e renda nas comunidades onde atua.


 

Wania Emerich Burmester*

A educação de crianças com necessidades especiais, transtornos do desenvolvimento ou dificuldades de aprendizagem sempre foi um enorme desafio, tanto para escola e os educadores, quanto para os pais e os próprios alunos em questão. Essa dificuldade talvez tenha a ver com o fato de que nossa sociedade valoriza a cultura da padronização e seletividade, restringindo o espaço para as singularidades e necessidades individuais. 

Quando nos vemos diante de uma pandemia que trouxe ainda mais desafios e dificuldades para a Educação, falar em inclusão se torna ainda mais complexo. A integração em diferentes níveis e setores de uma sociedade, incluindo aí um dos mais essenciais - a Educação -, é o que vai determinar o futuro e a vida do indivíduo com alguma necessidade especial. O Abril Azul, campanha realizada todo mês de abril para promover a conscientização sobre o autismo,  traz visibilidade para o tema neste período e precisamos então aproveitar o momento para gerar reflexão e ação no sentido de uma sociedade cada vez mais inclusiva, mesmo diante de desafios como a pandemia.

Manter a concentração durante as aulas remotas é um desafio para a maior parte dos estudantes, de qualquer idade e em qualquer nível escolar. Mas, para alunos com necessidades especiais, a experiência de só ter contato com professores e colegas por meio de uma tela de computador é ainda mais difícil. No caso de alunos com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), surgem inúmeras questões quando são colocados para aprender por meio do ensino remoto: o autista consegue permanecer em frente a uma tela e se concentrar para absorver o conteúdo? Por quanto tempo isso é possível? Há que se considerar também as dificuldades na comunicação virtual, não apenas no que diz respeito ao aluno entender o que é dito, mas também no sentido de se fazer entendido. 

Por maior que seja a preocupação de escolas e educadores em adaptar a realidade atual para que o ensino remoto também seja inclusivo aos autistas, é preciso levar em conta que o isolamento e a suspensão das aulas presenciais afetam uma das principais premissas da inclusão desse público, que é a socialização. Quando um aluno autista entra na escola, a socialização é um dos principais objetivos desse processo. A interação e a comunicação com o outro podem se tornar grandes desafios. O ensino remoto para esse estudante vai exigir estratégias personalizadas, um olhar diferente para a aula que está sendo oferecida. O professor precisa aplicar uma metodologia, expressão facial e corporal específicas para se conectar a esse aluno. A integração entre família e escola é igualmente importante no processo de aprendizagem, que também tem como finalidade a interação com os demais colegas da turma em atividades cotidianas, que lhe permitirão a socialização tão fundamental para seu processo de inclusão social. 

Abraçar a causa da educação inclusiva - com ou sem pandemia - é trabalhar diariamente para quebrar as barreiras que sempre se apresentam pelo caminho. Escola e educadores precisam buscar alternativas que garantam àqueles com necessidades especiais as adaptações necessárias para viabilizar o aprendizado, mas sem deixar de lado uma questão importante: o aluno precisa estar inserido no mesmo contexto dos demais, sem que tais adaptações acabem por excluí-lo do meio ao qual deve pertencer. Sem essa condição, a inclusão não acontece de fato. Não podemos apartar um aluno de seu grupo apenas porque para ele a aula virtual é mais difícil. Quem sabe criar momentos, mesmo que curtos, de interação com pequenos grupos? Os professores podem sugerir que uma vez por semana um grupo se reúna, virtualmente, para conversar e trocar ideias sobre algum tema das aulas ou sobre assuntos que possam chamar a atenção dos estudantes. Dessa forma, o aluno com TEA, ou outra necessidade, tem a oportunidade de interagir, ouvindo e participando.

Outra estratégia pedagógica é agendar um momento individual do aluno com o professor, para que possa haver uma comunicação mais dirigida para essa criança ou jovem, visando às expressões faciais, à fala personalizada e até à comunicação não verbal, estratégias tão importantes quando se trata de estabelecer o vínculo com o aluno autista e a adequação do conteúdo para a realidade individual. É certo que o nível de autismo e as formas de manifestação do transtorno em cada aluno também determinam o grau de complexidade do processo de inclusão, sendo, por isso mesmo, necessário lançar um olhar individualizado sobre cada caso. O que não se pode é incorrer no erro da padronização ou da acomodação.

*Wania Emerich Burmester é consultora pedagógica do Sistema Positivo de Ensino.

 

Crédito: Envato


Psiquiatra alerta para medo excessivo relacionado à Covid-19

O coronavírus continua trazendo muitos problemas nesses 17 meses de pandemia - o número de mortes por conta do vírus, juntamente com o medo da população mundial, continua crescendo. Essa aflição, quando excessiva, ganha um novo nome: coronofobia.

Sintomas de ansiedade e medo de contrair o vírus da Covid-19 têm feito com que pessoas se sintam inseguras em todo e qualquer lugar. Um estudo feito pela National Library of Medicine analisou 500 casos de ansiedade e depressão e certificou que todos estavam ligados à crise da Covid-19. O termo “coronofobia” foi criado no final de 2020 e traduz uma ansiedade grave diante do vírus e da pandemia, tanto em contraí-lo, quanto em disseminá-lo.

Segundo a psiquiatra e professora de Saúde Mental no curso de Medicina da Universidade Positivo, Raquel Heep, quem tem essa fobia não percebe e acredita que o seu comportamento está correto e os outros é que estão errados, causando um sofrimento muito grande para a pessoa. "É importante ressaltar que esse tipo de ansiedade não é saudável, fugindo dos padrões de incertezas que todos nós temos. É normal ter um certo grau de ansiedade, mas essa preocupação excessiva traz prejuízos físicos e funcionais. É claro que lavar as mãos, usar álcool em gel, máscara e manter o distanciamento social são atitudes necessárias, mas quem sofre com a coronofobia possui comportamentos como lavar as mãos a ponto de machucá-las e usar máscara dentro de casa, ou até mesmo para dormir. São pessoas que não saem de casa mesmo quando necessário", aponta.

Pessoas com coronofobia também dão muita importância a sintomas que não são preocupantes e acabam até mesmo se automedicando, podendo gerar crises de pânico e problemas físicos. A professora recomenda que, quem identificar sinais de medo excessivo deve agendar uma avaliação com um profissional especializado em saúde mental, principalmente psicólogo ou psiquiatra, que vai avaliar a necessidade, ou não, de medicação para o controle da ansiedade. "Esse segundo ciclo da pandemia trouxe mais inseguranças a todos nós, mas temos que nos manter esperançosos e não deixar que toda essa situação nos traga ainda mais prejuízos", salienta.



Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em ensino superior entre as IES do estado do Paraná e uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta, mais de 400 mil m² de área verde no câmpus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de Graduação, centenas de programas de especialização e MBA, sete programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam mais de 3.500m². Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em universidade.up.edu.br/

 

Créditos: Divulgação

Para incentivar debate sobre saúde emocional, Valmet cria canal de suporte que oferece orientação psicológica e financeira a colaboradores e seus familiares

Uma recente pesquisa do Instituto Ipsos, encomendada pelo Fórum Econômico Mundial, revelou que a saúde mental de 53% dos brasileiros piorou nos últimos 12 meses. Os índices brasileiros colocam a nação em quinto lugar entre os trinta países que mais têm sentido as consequências da pandemia em seu bem-estar emocional, atrás apenas de Itália, Hungria, Chile e Turquia.

Os impactos desse movimento já são sentidos em todos os aspectos das relações humanas, seja em casa ou no trabalho. Por isso, empresas têm buscado melhorias por meio da implantação de projetos voltados à saúde emocional dos colaboradores. É o caso da Valmet, líder mundial no desenvolvimento e fornecimento de tecnologias, automação e serviços para os setores de celulose, papel e energia. A empresa, que possui um amplo programa chamado 'Our Way', para atuar nos pilares bem-estar, sustentabilidade e renovação, lançou recentemente na América do Sul o programa "Valmet Viva a Vida", um canal de suporte que oferece orientação psicológica, financeira e de serviço social, totalmente confidencial e gratuito, para atender às necessidades dos colaboradores e seus familiares.

“Alinhado ao nosso valor ‘Pessoas’, o programa foi implementado como suporte adicional aos nossos funcionários e familiares permitindo o gerenciamento das adversidades oriundas principalmente da pandemia, reflexos que impactaram nossas rotinas e hábitos. Nossos funcionários são os recursos mais valiosos e na Valmet cuidamos do seu bem-estar”, ressalta a diretora de Recursos Humanos, Meio Ambiente, Saúde e Segurança da Valmet na América do Sul, Flávia Vieira.

“Nosso objetivo é prevenir e suportar nossos colaboradores em desafios relacionados principalmente aos problemas emocionais. Um canal exclusivo está disponível para atendimento à Valmet, com profissionais especializados para dar orientação e suporte necessários", explica.

Bem-estar, sustentabilidade e renovação

A iniciativa do Viva a Vida complementa as ações já realizadas dentro do Our Way, um amplo programa criado em 2019, para oferecer uma comunicação transparente em relação às melhorias do ambiente de trabalho, tornando-o ainda mais saudável e seguro, além de ações recorrentes que criam uma mentalidade focada na saúde e no bem-estar de todos os funcionários da América do Sul. “Ao desenvolver esse engajamento, é importante lembrar que pequenas ações podem trazer grandes resultados. Queremos que as pessoas estejam cientes do seu valor para a empresa e do seu próprio papel no bem-estar no local de trabalho, por exemplo”, observa Pedro Paciornik, diretor de Estratégia, Qualidade e Marketing da Valmet na América do Sul.

Sobre a Valmet

 A Valmet, que em 2020 completou 60 anos de atividades no Brasil, é a principal desenvolvedora e fornecedora global de tecnologias de processo, automação e serviços para as indústrias de celulose, papel e energia. Sua atuação de tecnologia inclui fábricas de celulose, linhas de produção de papel, cartão e papel, além de usinas de energia para produção de bioenergia. Os serviços e soluções de automação melhoram a confiabilidade, o desempenho dos processos e aprimoram a utilização de matérias-primas e energia.

Em todo o mundo, a empresa finlandesa possui mais de 14 mil colaboradores diretos e, em 2019, as vendas líquidas foram de aproximadamente 3,5 bilhões de euros. A sede está localizada em Espoo, na Finlândia, e suas ações estão listadas na Nasdaq Helsinki. Na América do Sul, as unidades estão localizadas em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile. Mais informações: www.valmet.com.br.

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