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Thais Riedel e Aline Marques anunciaram, nesta quarta-feira (10), que unirão os movimentos que lideram e estarão juntas nas eleições da OAB-DF, que ocorrem em 21 de novembro.

“Nosso objetivo é resgatar o Respeito para a advocacia do Distrito Federal. É um objetivo comum aos dois grupos e decidimos unir esforços para construir uma campanha vitoriosa. Juntas vamos devolver à OAB-DF para os advogados”, afirma Thais Riedel, que é a pré-candidata à presidência OAB-DF. 

Thais anunciou, na terça-feira (19) o advogado, professor e diretor do Grupo Educacional Projeção, Pierre Tramontini, como seu vice na corrida à OAB-DF.



Projeto do GDF, que já formou cerca de 3,2 mil estudantes em áreas de tecnologia, certifica mais 500 adolescentes no curso de robótica


Fotos: Rogério Lopes.

Com apenas 17 anos, Diego da Rocha Barros, do Paranoá, está cheio de expectativas para ingressar no mercado de trabalho em seu primeiro emprego. Ele faz parte do grupo de 500 estudantes de diversas cidades do Distrito Federal que receberam, na manhã desta quarta-feira (20), certificado de conclusão do curso de robótica oferecido pelo Projeto Include, do Governo do Distrito Federal (GDF) em parceria com o Instituto Campus Party.

O programa oferece cursos para jovens entre 10 e 18 anos, gratuitamente, e já formou aproximadamente 3,2 mil estudantes. O objetivo é possibilitar o ingresso dos adolescentes no mundo digital e no mercado de trabalho. "Com a conclusão do curso, já quero trabalhar. Pretendo continuar no projeto, como monitor, mas meu foco agora é um emprego na área", afirmou Diego.

"A formação pelo projeto Include vai abrir portas para o futuro. A tecnologia é um dos ramos mais importantes hoje, independentemente da área de atuação"Ayshah Santana Dantas, 14 anos, aluna do Itapoã

Além do Paranoá, jovens de cidades como Itapoã, Sol Nascente, Estrutural, Água Quente, Gama, Santa Maria, Granja do Torto, Samambaia, Recanto das Emas, Taguatinga e do Café sem Troco – área rural da região do Paranoá – puderam desfrutar dos laboratórios e dos cursos de metodologia e linguagem de software, hardware, programação eletrônica, sensores e mecânica, além da robótica.

Por cerca de dois meses, a estudante Ayshah Santana Dantas, de 14 anos e do Itapoã, participou do curso. Agora, com o certificado nas mãos, ainda não decidiu se pretende ir em busca de uma vaga no mercado de trabalho ou priorizar os estudos. Mas uma coisa para ela é certa: "A formação pelo projeto Include vai abrir portas para o futuro. A tecnologia é um dos ramos mais importantes hoje, independentemente da área de atuação", concluiu.

O vice-governador Paco Britto, que participou da entrega dos certificados aos estudantes, lembrou da importância de adquirir conhecimento e enfatizou as ações do GDF neste sentido. "Temos a responsabilidade de transferir a vocês educação e cultura. E o governador Ibaneis Rocha vê, em cada jovem do Distrito Federal, a esperança de uma cidade melhor porque vocês são sim, a esperança do futuro", afirmou. Paco agradeceu, ainda, emendas parlamentares na casa de R$ 4 milhões, disponibilizadas por deputados distritais para a realização do projeto.

De acordo com o secretário de Governo, José Humberto Pires, o curso oferecido aos jovens deve ser visto como uma forma de "alavancar o futuro". "Comecei como empacotador de supermercado e isso alavancou a minha vida. Hoje vejo pais e mães, ao lado de seus filhos, comemorando essa oportunidade de mudança de vida", assegurou.

Com aulas que passaram a ser on-line, devido à pandemia, o Include retomou as aulas presenciais em 30 de agosto deste ano. Para o presidente da Campus Party, Francesco Farruggia, alguns estudantes tiveram dificuldade com o acesso à internet e a possibilidade de que as atividades voltem a ser presenciais em 2022 vai permitir que os alunos apliquem na prática os conhecimentos adquiridos na teoria.

O secretário de Ciência e Tecnologia e Inovação, Gilvan Máximo, pasta que gerencia o projeto, apontou o Include como uma forma de suprir a demanda do mercado com profissionais capacitados na área de tecnologia. "O mercado precisa de milhares de pessoas na área de tecnologia. Nós não temos desenvolvedores de software, pessoas preparadas na área de TI, e essas vagas oferecem excelente remuneração. Agora, vocês estão aptos", destacou. Discurso que foi reforçado pela diretora do projeto, Sidiane Zanin: "Queremos que vocês ocupem esses espaços", completou.

Para o vice-presidente da Câmara Legislativa do DF, deputado Rodrigo Delmasso, o papel dos políticos é fazer com que os sonhos dos jovens que participaram do projeto se tornem viáveis e que o conhecimento dos estudantes, adquirido no DF, seja absorvido pela capital. "São mentes brilhantes, que não podem ir para fora de Brasília", ponderou.

Visita ao gabinete
O governador Ibaneis Rocha recebeu alunos do programa Include em seu gabinete no Palácio do Buriti. "Parabéns pelos estudos, pelo curso no Programa Include. É possível ir longe com a inclusão digital. Acreditem no potencial de vocês", disse o governador aos jovens.

Moradora de Ceilândia, a jovem Emanuelle Alves, de 18 anos, foi uma das alunas recebidas por Ibaneis Rocha. "Um curso desses nunca passou pela minha imaginação de ser gratuito e oferecido pelo governo, então é uma oportunidade bacana", comemora. Para o jovem Rian Gomes, de 15 anos, ter participado do Include foi uma experiência incrível. "Foi muito divertido, aprendi a fazer robôs. Foi legal ter acesso a essas coisas", disse.



A despesa com juros acaba sendo menor do que os gastos com energia elétrica, que não param de subir. Além disso, se encerra com a quitação


Foto: Marcelo santos.

A disparada na tarifa de energia elétrica tem feito os brasileiros buscarem alternativas e investir em energia solar tem sido uma delas. Quando o consumidor não dispõe do total dos recursos necessários, a opção do financiamento se mostra vantajosa. Afinal, mesmo com as taxas de juros que incidem sobre o valor financiado, no final das contas, o resultado é a economia de dinheiro: cortam-se as despesas com a conta de luz e seus contínuos aumentos.

Só neste ano, a conta de luz deve ficar 12% mais cara, em média. A tarifa convencional já sofreu reajuste de 7% e, a bandeira vermelha (valor para cada 100 kWh), de 52%, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para 2022, a estimativa é de um aumento médio de 16,68%.

São percentuais acima da taxa básica de juros da economia, a Selic, atualmente em 6,25% ao ano. A taxa baliza o valor do crédito, que é acrescido de outros custos, e o total varia de instituição para instituição. Mas, além de ficar dentro da média dos aumentos da conta de luz, o custo com juros se encerra depois que o financiamento é quitado; já os reajustes da energia não cessam.

Quem faz o comparativo é o diretor da Entec Solar, desenvolvedora de tecnologia para geração de energia fotovoltaica, Tiago Sarneski. "Na prática, não se trata de um juro real, pois a taxa [paga no financiamento] substitui o aumento da tarifa que o consumidor deixa de arcar ao investir em geração própria de energia", assinala o especialista.

Tiago Sarneski, Diretor da Entec Solar
Além disso, depois que o financiamento é pago, essa despesa (com juros) é eliminada. De acordo com Tiago Sarneski, os investimentos em geração de energia fotovoltaica oferecidos no mercado pela Entec Solar podem ser pagos em até 96 meses. Em média, as vendas são feitas para pagamento em cinco anos. "Ou seja, depois desse período, o consumidor não tem mais nem os reajustes da conta luz, nem os juros do financiamento", reitera.

Mais da metade (54%) dos investimentos em instalação de painéis e geração de energia solar no Brasil é feita por financiamento, segundo o "Estudo Estratégico – Geração Distribuída: Mercado Fotovoltaico", da Greener, empresa de assessoria na área. É um mecanismo muito utilizado por micro e pequenos consumidores – grupo que responde por quase três quartos (74%) dos financiamentos.

Outro dado que faz o investimento compensar é o chamado "payback", isto é, tempo para que os recursos despendidos inicialmente sejam compensados. O gestor da Entec Solar exemplifica citando um investimento médio de R$ 420 mil. Ano a ano, com o corte nos gastos com conta de luz, esse montante vai sendo amortizado. Até que, no quarto ano, com a economia alcançada, os recursos aplicados são recuperados.

"Tanto para residência, como para estabelecimentos comerciais, é de fato um investimento considerável. Porém, com as possibilidades de financiamento, com o 'payback', e ainda mais neste contexto de crise hídrica que tem elevado o encarecimento da energia no Brasil, é um investimento com retorno financeiro, sem falar da importância da sustentabilidade ambiental", observa o diretor da Entec Solar.

Sobre a Entec Solar: https://www.entecsolar.com.br/

A frase acima é de Antônio Matoso, um dos fundados da UCCDF, entidade que foi criada para dar voz aos anseios da população e cobrar do GDF uma atuação mais incisiva e próxima da comunidade


Foto: Divulgação.

 Uma das maiores preocupações dos moradores do DF, nos últimos anos, tem sido manter as características da cidade projetada por Lúcio Costa para posicionar Brasília entre as mais aprazíveis para se viver no Brasil. Assim, foi criada recentemente a União dos Conselhos Comunitários do DF (UCCDF), para convergir demandas e esforços de representantes comunitários do Distrito Federal e promover debates no sentido de pensar projetos e iniciativas que busquem preservar os diferenciais que tornam única a capital de todos os brasileiros.

Segundo Antônio Matoso, prefeito da Associação de Vizinhança Prefeitura Comunitária da Península Norte (Lago Norte) e um dos fundadores da UCCDF, Brasília talvez seja a unidade da federação onde mais se desrespeita o planejamento urbano. "Há grande disponibilidade de áreas livres não construídas e isso aguça a vontade de ocupação, inclusive mediante adensamento do tecido urbano ou implantação de expansão urbana não prevista no Plano Diretor. Se observarmos com rigor os locais em que áreas verdes de uso público foram substituídas por novos lotes – tanto residenciais como comerciais –, por vias de acesso e estacionamentos para edificações cada vez mais altas ou até mesmo por setores habitacionais inteiros, chega a ser assustador", exemplifica.

Para ele, os rígidos gabaritos de Brasília têm sua razão de ser: servem para garantir a essência da cidade tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade e seu entorno imediato. "A setorização é imprescindível para resguardar as escalas que a caracterizam e dão sentido a Brasília, segundo o urbanista que a criou: a residencial, a monumental e a gregária, além da escala bucólica", enumera, lembrando que cada escala deve ficar no seu quadrado.

Nesse sentido, tem causado grande apreensão entre os moradores dos bairros eminentemente residenciais (Lago Sul, Lago Norte e Park Way) a liberação de atividades econômicas empresariais em residências. Afinal, a mistura de empresas e moradias no mesmo conjunto ou setor fere totalmente o projeto urbanístico dessas localidades, agride o meio ambiente (constatou-se isso onde essa mistura já ocorreu) e corrói a qualidade de vida das áreas concebidas para abrigar apenas residências unifamiliares, assim como os aspectos paisagísticos envolvidos, uma vez que os referidos bairros compõem a denominada Zona Urbana de Uso Controlado I, que se insere na bacia do Lago Paranoá, alcançando grandes extensões de linha de cumeada, que garantem a visibilidade do horizonte a partir da área tombada e também do próprio Plano Piloto, por meio de mirantes naturais existentes nesta mesma cumeada.

Atualmente, a UCCDF está buscando aumentar o diálogo com o poder público e fazer com que as comunidades mais impactadas sejam ouvidas na CLDF e no GDF, com relação a essa e muitas outras modificações que estão sendo propostas no Projeto de Lei Complementar 69/2020, em mais uma revisão da Luos, apenas dois anos após a revisão anterior.

Para quem não sabe, a Luos é a Lei de Uso e Ocupação do Solo. Trata-se da norma que define as regras para ocupação das unidades imobiliárias na parte urbana das cidades do Distrito Federal. Fixa, por exemplo, área e altura máximas que a edificação pode ter, afastamentos obrigatórios dos limites dos lotes, além de determinar o uso específico para os terrenos — comércio, indústria, habitação, serviços. A lei é instrumento complementar do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) e deve estar compatível com tal instrumento maior de planejamento urbano.

A UCCDF, portanto, pretende intensificar a interação com os poderes Legislativo e Executivo para que a legislação preserve as características de Brasília e para que os órgãos de fiscalização, em suas diversas frentes, atuem proativa e tempestivamente no que se refere a transgressões ao PDOT e à própria LUOS.
 
Mas como os conselhos comunitários têm apoiado a atuação das Administrações destas cidades? Segundo Antônio Matoso, "as missões principais dos conselhos e prefeituras comunitárias são identificar e levar ao conhecimento das administrações regionais os anseios, prioridades e necessidades gerais das comunidades que representam. Em alguns casos, essa interação é prejudicada por circunstâncias ocasionais (esta pandemia, por exemplo) ou pelo próprio perfil do governo e/ou do administrador em ter maior ou menor disponibilidade e sistemática para estreitar esses relacionamentos com as comunidades".

A UCCDF dá dicas e orientações para quem desejar defender a qualidade de vida em Brasília. Confira:

1)    Procure a Associação Comunitária de sua região. O fortalecimento das representações de moradores torna mais efetiva a interação com os órgãos do Poder Público e, em consequência, o atendimento às demandas da comunidade.

2)    Fique atento aos chamamentos para Audiências e Consultas Públicas nos jornais de grande circulação:  alterações de uso e ocupação do solo devem ser precedidas desses instrumentos de participação popular. Nessas ocasiões o governo deve expor, em linguagem popular, o projeto proposto e seus impactos.

3)    Cobre dos Deputados Distritais que façam valer a missão institucional do Poder Legislativo de fiscalizar os atos da Administração Pública, em especial quanto ao respeito ao projeto urbanístico de Brasília e às escalas que o caracterizam.

4)    Proteja os espaços verdes, pois constituem área de recarga do Lago Paranoá. Observe e denuncie construções ou projetos de uso e ocupação incompatíveis com a preservação do Meio Ambiente.

5)    Seja um cidadão atuante! Informe-se, participe de fóruns e debates, preserve sua cidade! Quem ama, cuida!
 

Lideranças comunitárias
Compõe a liderança da União dos Conselhos Comunitários do DF: Luiz Guilherme Jaganu, presidente do Conselho Comunitário do Lago Sul (CCLS); Natanry Osório, 1ª vice-presidente do CCLS e ex-administradora do Lago Sul; Viviane Becker, 2ª vice-presidente do CCLS; Antônio Matoso Filho, prefeito da Prefeitura Comunitária da Península Norte; Francisco Sant'Anna, presidente da Associação dos Moradores e Amigos da Região do Parque Ecológico do Córrego do Mato Seco – AMAC/Park Way;  e José Jofre Nascimento, presidente da Associação Comunitária do Setor de Mansões Park Way.

Sobre a UCCDF – Além de defender os anseios e necessidades para melhor qualidade de vida dos moradores das mais diversas regiões do DF, a União dos Conselhos Comunitários do DF (UCCDF) nasceu com a proposta de conscientizar as comunidades e trazê-las para o debate e atuação cidadã ativa, como forma de influenciar as decisões governamentais e legislativas, as quais devem respeitar o querer e o não querer das populações diretamente atingidas.

Com processo de seleção totalmente online, programa oferece vagas em áreas como vendas, marketing, planejamento, logística, operações, controladoria e RH



A Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis, encerra na próxima segunda-feira, dia 25 de outubro, as inscrições para seu Programa de Trainee 2022 – Talentos diversos, futuros possíveis. O processo é 100% virtual e oferece oito vagas nas áreas de vendas, marketing, planejamento estratégico, controladoria, gente (RH), logística, Viter (insumos agrícolas) e Verdera (gestão de resíduos e coprocessamento). A intenção da empresa é que as pessoas selecionadas sejam contratadas nessas áreas no final do programa.

Realizado em parceria com a Eureca, consultoria que conecta talentos com o mercado de trabalho, o processo seletivo requer candidatura pelo site traineevotorantimcimentos.eureca.me. Para se inscrever no Programa de Trainee 2022 da Votorantim Cimentos é necessário ter, no máximo, três anos de formação, mobilidade nacional e – por se tratar de oportunidades específicas - graduação em algum dos cursos indicados para a vaga escolhida. O processo não delimita universidade, região de procedência ou idade das candidatas e candidatos.

"Seguindo o modelo que implantamos nos últimos anos, buscamos talentos diversos, pessoas engajadas, práticas e criativas, que estejam em busca de uma chance para construir a sua carreira em uma empresa com uma história sólida e inovadora como a Votorantim Cimentos", afirma o gerente de Diversidade & Inclusão e Captação na Votorantim Cimentos, Aldo Frachia.

O Programa de Trainee 2022 da Votorantim Cimentos tem duração de 16 meses, com início em janeiro de 2022. As pessoas selecionadas vão atuar na área para a qual foram aprovadas com a realização de projetos específicos e job rotation em áreas correlatas. Em paralelo aos projetos, também participarão de sessões de mentoria com Lideranças e do Programa Potenciar junto com talentos internos de todas as empresas investidas do Grupo Votorantim, com três semanas de formação e desenvolvimento de projetos. Os interessados podem entender melhor como funciona o Programa de Trainee 2022 da Votorantim Cimentos neste podcast.

Serviço

Programa de Trainee 2022 da Votorantim Cimentos – Talentos diversos, futuros possíveis

Oportunidade: 8 vagas nas áreas de vendas, marketing, planejamento estratégico, controladoria, gente (RH), logística, Viter (insumos agrícolas) e Verdera (gestão de resíduos e coprocessamento).

Inscrições: até o dia 25 de outubro.

Requisitos: Formados no ensino superior entre dezembro de 2018 e dezembro de 2021.

Link para inscrição: traineevotorantimcimentos.eureca.me

Mais informações: podcast Diálogos VC podcast Diálogos VC  

Sobre a Votorantim Cimentos

Fundada em 1933, a Votorantim Cimentos é uma empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis. O portfólio de materiais de construção vai além dos cimentos e inclui concretos, argamassas e agregados. A companhia também atua nas áreas de insumos agrícolas, gestão de resíduos e coprocessamento. São quase 12 mil empregados e uma receita líquida de R$ 16,7 bilhões em 2020. As unidades da Votorantim Cimentos estão estrategicamente próximas aos mais importantes mercados consumidores em crescimento e presente em dez países, além do Brasil: Argentina, Bolívia, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Luxemburgo, Marrocos, Tunísia, Turquia e Uruguai. Mais informações em www.votorantimcimentos.com.br


Mostrando toda a sua força no setor imobiliário, a RE/MAX, que é a maior franquia imobiliária do mundo, segue em expansão. Prova disso, é que a marca acaba de inaugurar uma unidade no Méier, um dos bairros mais promissores da Zona Norte carioca. Esta é 9ª franquia da regional e a segunda do empreendedor Roberto Amorim, juntamente com os seus sócios, Heloisa Guasti, Christiane Azeredo e Mario Cardoso.   

Para Glauce Santos, diretora da regional RE/MAX Rio de Janeiro – Zona Norte, é uma honra poder instalar a 9ª franquia em uma região tão importante. "O Méier é um dos bairros mais conhecidos da Zona Norte do Rio de Janeiro, não obstante, a região é o centro histórico da Área dos Engenhos, que hoje é conhecida como Grande Méier. Prova disso, é que seu nome tem herança nobre, já que veio do nome de um dos acompanhantes do Imperador D. Pedro II, Augusto Duque Estrada Meyer. É uma área bem robusta e com um vasto comércio e variedade de serviços e transportes, além disso, tem um dos primeiros shopping centers do Brasil, o Shopping do Méier, inaugurado no ano de 1963. Estamos falando de um bairro com dois estilos, sendo um mais agitado, como uma diversidade de comércios nas áreas próximas da famosa Rua Dias da Cruz e da estação ferroviária e, o outro mais calmo, quando vai entrando para dentro do bairro nas áreas residenciais", ressalta.

Segundo Glauce Santos, o Méier tem grande potencial a ser explorado pela nova franquia. "Estamos falando de um local que tem muita história e tradição e tudo isso gera valor para o mercado imobiliário. É um bairro antigo, mas que não parou no tempo, já que essa região foi se modernizando e hoje é descrita como um bairro de classe média, com bom custo-benefício para quem está procurando comprar ou alugar na capital carioca. Fora isso, temos o Centro Cultural João Nogueira, também conhecido como 'Imperator', que é um espaço que oferece diversas opções culturais, tais como salas de cinema, peças de teatro e até mesmo shows de grandes artistas nacionais e internacionais. Para aqueles que curtem a noite carioca, o 'Baixo Méier', é um ponto que reúne vários restaurantes e bares de prestígio", explica.

Além de toda a diversidade cultural, Glauce Santos ainda lembra que o local tem muitas outras vantagens para quem deseja investir no ponto. "Além do que eu já mencionei, o bairro  tem supermercados, academias, escolas, faculdades, consultórios médicos e até mesmo hospitais. Sem contar com o fator mobilidade, já que no Méier os trens são o principal meio de transporte e ali temos as estações Méier e Silva Freire, responsáveis pela ligação aos grandes centros. Caso o morador queira sair da região para outros pontos da cidade, conta com dois terminais rodoviários. Feliz será de quem apostar nesta região e nesse sentido eu lembro que a RE/MAX Destaque está à disposição para atender vendedores e compradores na área imobiliária", conclui.

Para Roberto Amorim, empreendedor que está à frente da franquia RE/MAX Destaque com três sócios, escolheram o Méier para abrir a segunda unidade, por perceberem que investir na região é aproveitar as oportunidades que só a Zona Norte carioca pode oferecer. "É uma alegria consolidar ainda mais a parceria como franqueado da RE/MAX. Estou falando de uma das marcas mais reconhecidas no mercado internacional graças à cultura de valorização do profissional. Chegar ao Méier, sendo o responsável pela 9ª  unidade da melhor franquia do Brasil na Zona Norte, é uma honra", comemora o prêmio recebido recentemente pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios.

Segundo o franqueado, a RE/MAX oferece segurança para quem deseja investir na área. "O fato é que a empresa revolucionou o mercado imobiliário brasileiro, trazendo um novo modelo de gestão e nova metodologia de trabalho, embasada no sistema de negociações ganha-ganha, na qual todos os Agentes e clientes envolvidos numa transação imobiliária saem ganhando. Isso devido às grandes parcerias e aplicação das melhores práticas do mercado e essa metodologia aplicada conta com diversas vantagens e ferramentas que podem auxiliar o Corretor a construir uma maior rede de relacionamentos e também fazer a gestão do seu trabalho de forma muito mais profissional. Com tudo isso, é uma satisfação fazer parte desse time gerindo a 9ª unidade da regional da Zona Norte carioca e a nossa segunda unidade", conclui Roberto Amorim.

Sobre a RE/MAX

Com 48 anos de atuação, a RE/MAX é uma franquia americana que ganhou notoriedade mundial e se tornou referência em negócios imobiliários em todo o planeta. Eleita pela Forbes como uma das melhores empresas para as mulheres trabalharem, a marca, que chegou ao Brasil em 2009, já alcançou 124 países e é presente em todos os continentes, com mais de 141 mil corretores em mais de 8.960 unidades franqueadas. A Zona Norte do Rio de Janeiro passou a ter uma regional em 2018, que, só naquela região, conta com nove franquias.

O direcionamento da RE/MAX está presente no lema: "todos ganham", uma máxima que tem permitido a sua liderança, conquista e reconhecimento do mercado. Com esse conceito, a RE/MAX revolucionou o mercado imobiliário. Este sistema permite recrutar e reter os melhores profissionais do mercado, ter equipes motivadas e produtivas, diminuir a rotatividade dos corretores e prestar o melhor serviço aos clientes.

Mais informações: https://remaxriodejaneironorte.com/

 


Amigos de palco e companheiros da estrada, Bruno & Lucas vem se destacando cada vez mais cenário sertanejo. Após o sucesso da música Beija ou Passa, que está tocando nas rádios de todo o país, e disponibilizar a canção Stalkeando nas plataformas digitais, eles acabaram de soltar o clipe do último lançamento. A segunda faixa do DVD Na Pegada D'us Brutos já pode ser acessada no canal da dupla no YouTube.

Bruno, que escreveu a letra, conta que a inspiração veio dos relacionamentos modernos. "A faixa é bem animada e traz um reflexo muito forte do que acontece hoje entre os casais nesta era digital. Quando as coisas não estão tão bem, ou se eles brigam, acabam se bloqueando nas redes sociais para que um não veja o que o outro está fazendo. Mas, mesmo assim, eles ainda ficam vendo o que um e o outro estão fazendo e desta forma, stalkeando o amado ou amada. O clipe ficou muito legal e mostra um pouco do que foi aquele dia incrível da gravação do  nosso primeiro DVD ao vivo", comenta o sertanejo.

Já Lucas aposta em Stalkeando como mais um hit para a dupla. "Além de a letra expressar o que  acontece nos relacionamentos modernos, nestes tempos de Reels e Tik Tok, a música tem tudo para embalar aquelas indiretas, que na verdade são bem diretas", brinca o artista.

Assista agora: https://youtu.be/SlNjGmFJPuc

 

Confira a letra de Stalkeando

Tô vendo aqui você acabou de bloquear alguém que um dia já chegou a escutar queixar de relacionamentos infeliz

Então pode ir parando de me stalkear já vi perfil até da França e do Catar diz aí pra que fingir pro sentimento

Que você me odeia eu te odeio você sabe tudo isso é falso

Mas é que a gente evita de se ver pra não causar transtorno nesse quarto

Refrão

Quando a gente se encontra é álcool no fogo e cama bagunçada é tudo de novo mas é melhor assim a gente fica longe e vai fingindo de bobo

 

Ficha técnica da gravação do DVD

Músicos

Arranjos: Fábio Fu e Marlon Dy Faria

Violões: Fábio Fu e Bruno Bahia

Bateria: Herick Magalhães

Baixo: Davi Seixas

Teclados: Marlon Dy Faria

Percussão: Nilson Santos

Sanfonas: Dudu Aguiar e Lucas

Vocais: Bruno e Lucas

 

Equipe técnica

Direção de filmagem: Gustavo Kangussu / Zero3um Filmes

Co-produção: Amós Rodrigues

Gravado e mixado no Hotel Fazenda Pouso Real

Engenheiro de gravação e mixagem: Neno Caldas

Iluminação: Daniel Dothling / DMC Leds e Iluminação

Direção geral: Lauro Marques e Tuti

Realização: Bruno e Lucas Produções Artísticas

 

Sobre Bruno & Lucas

A dupla Bruno & Lucas chega com um trabalho inovador, trazendo referências do sertanejo raiz juntamente com o sertanejo universitário de uma forma muito especial. Os artistas seguem conquistando o público sertanejo de Minas Gerais, mostrando que isso tudo é só o começo. Uma dupla em perfeita sintonia na vida e na música, que espalham alegria, ousadia e paixão por onde passam.

Belorizontino, com 33 anos, Bruno teve seu primeiro contato com a viola caipira aos 17 e bastou um simples ponteado para se apaixonar profundamente pela música.  De Lajinha, Lucas, com 32 anos, sempre teve uma grande referência musical em casa, já que seu pai era sanfoneiro e ele sempre o acompanhava nos forrós da sua cidade. E foi bem nessa época, com apenas 8 anos de idade, que começou sua jornada no mundo musical.

Bruno & Lucas se conheceram através de amigos em comum do mundo musical e bastou tocarem juntos uma vez para nascer essa bela parceria que está estabelecida até hoje. A antiga dupla, Bruno Bahia e Rock Sanfoneiro, que futuramente se tornaria Bruno & Lucas, ficou muito conhecida no interior de Minas Gerais, passando por várias cidades e deixando fãs por onde passavam.

Em 2017, os artistas lançaram suas primeiras músicas autorais: Dia da Maldade e Volta Aê tocaram em várias rádios de Minas Gerais e Goiás. No final de 2019, houve algumas mudanças na dupla, que assumiu a forma atual e passou a se chamar Bruno & Lucas, iniciando mais alguns trabalhos autorais e conquistando o público por onde passam.

 

Acompanhe Bruno & Lucas nas redes sociais:

YouTube: https://www.youtube.com/c/BrunoeLucas

Instagram: https://www.instagram.com/brunoelucasofc/

Facebook: https://www.facebook.com/brunoelucasofc/

 


Em sessão realizada nesta terça (19), conselheiros elogiaram superávit de R$ 1,4 bi mesmo com gastos extras da pandemia e os investimentos em obras


Em sessão especial, Corte aprovou contas do GDF referentes a 2020 | Fotos: Tony Oliveira.

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) apreciou e aprovou o parecer prévio das contas do Governo do Distrito Federal referentes a 2020. O julgamento ocorreu em sessão especial daquela corte, realizada por videoconferência nesta terça-feira (19). A aprovação foi unânime. Todos os conselheiros presentes à sessão seguiram o voto do relator conselheiro Inácio Magalhães Filho.

De acordo com o secretário de Economia, André Clemente, a decisão foi recebida com grande satisfação pela equipe econômica em virtude dos desafios enfrentados no início da pandemia. "É um julgamento muito importante. Demonstra que, mesmo num cenário extremamente desafiador, o governo conseguiu cumprir a legislação fiscal e administrar os recursos de forma transparente e eficiente", afirma o secretário, que representou o governador Ibaneis Rocha na sessão.

"O relatório diz: 'a despeito das medidas sanitárias que atravancaram a atividade econômica local, o DF obteve arrecadação de receita superior ao previsto na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2020, fato inédito nos últimos 10 anos'"Renato Rainha, conselheiro do TCDF

O ajuste nas contas foi um ponto de atenção positiva na votação do parecer prévio. O atingimento dos limites mínimos constitucionais na saúde e educação, assim como o superávit de R$ 1,4 bilhão em 2020, foram evidenciados na aprovação do relatório de contas. A receita inicial era de R$ 43,3 bilhões, ao final do ano foram arrecadados R$ 43 bilhões e gastos R$41,6 bilhões.

Também foram muito enfatizados os investimentos feitos para o combate à pandemia. No total, o governo desembolsou R$ 1,6 bilhão no ano passado para enfrentar a covid-19. Desse montante, R$ 1,2 bilhão foram recursos recebidos da União e R$ 472,4 milhões do próprio GDF.

Esses resultados foram ressaltados pelos conselheiros em seus votos e no relatório do tribunal. "O relatório diz: 'a despeito das medidas sanitárias que atravancaram a atividade econômica local, o DF obteve arrecadação de receita superior ao previsto na LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2020, fato inédito nos últimos 10 anos'", afirmou o conselheiro Renato Rainha, durante a leitura do seu voto.

As contas foram relatadas pelo conselheiro Inácio Magalhães Filho que afirmou: "as contas estão tecnicamente aptas a receberem aprovação da CLDF". Ele apontou algumas ressalvas a serem solucionadas pelo governo, mas que não impedem a aprovação pelo Poder Legislativo.

Gestão dos recursos
O conselheiro Renato Rainha destacou alguns dos pontos positivos das contas de 2020 e parabenizou o governo pelas medidas adotadas. "A Receita Corrente Líquida (RCL) atingiu o inédito valor de R$ 25,1 bilhões, fazendo com que inobstante o aumento nominal dos gastos com pessoal, a relação da despesa líquida com pessoal e a RCL ajustada, considerada todos os poderes e órgãos, ficasse no patamar de 44,5%, o menor do último quadriênio. Quero aproveitar essa oportunidade para parabenizar o governo", destacou.

Outro ponto enfatizado pelos conselheiros foi a grande redução das despesas sem cobertura contratual. Elas passaram de R$ 696,8 milhões em 2017 para R$ 76,1 milhões em 2020.

Já o conselheiro Paiva Martins destacou a continuidade das obras em 2020, apesar da pandemia. "Gostaria de destacar que o governo do DF, inobstante ter sido surpreendido logo no início do ano de 2020, com o orçamento já aprovado, pela inesperada pandemia da covid-19, conseguiu com grande esforço dar a devida atuação a essa prioridade máxima relativa a saúde de toda a população, contudo, não se descuidou da realização de obras estruturantes que há muito tempo requeriam a devida atenção", elogiou.

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Entre os pontos de ressalvas, os conselheiros mencionaram a baixa execução de recursos dos fundos, como de apoio à pesquisa e dos direitos da criança e do adolescente.

O parecer prévio aprovado pelo tribunal será encaminhado à Câmara Legislativa, a quem compete o julgamento final. A sessão foi presidida pelo conselheiro Paulo Tadeu.


A Corrida W3 km, do Circuito Sesc de Corridas, reuniu mais de 500 atletas na avenida W3 sul na manhã deste domingo (17). Essa foi a primeira corrida realizada pelo Sesc-DF desde que alguns serviços foram paralisados por causa da pandemia


  O evento esportivo foi realizado em parceria com o Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília, que comemora 60 anos de atividades. A corrida teve percursos de 3km e 6km nas categorias: Trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo e seus dependentes; público em geral, pessoas acima de 60 anos; pessoas com deficiência, fuzileiros e pelotão fuzileiros. 

 
Fotos: Kléber Lima/Sistema Fecomércio-DF.

O presidente do Sistema Fecomércio, José Aparecido da Costa Freire, esteve no local e afirmou que o Sesc-DF manterá o compromisso de promover ações de saúde e esporte para a população. "Neste período de pandemia as pessoas não puderam se movimentar muito e com o avanço da vacinação é importante realizar esse tipo de evento para que a população volte a praticar exercícios. Atividades físicas são importantes para a manutenção da saúde e, pensando nisso, o Sesc-DF promoveu essa atividade hoje", afirmou.

O diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo Silva, também correu e falou dos benefícios que esse tipo de evento traz para a população. "Atividades como essas promovem integração, alegria e os valores que o esporte traz. Além disso, tem sido maravilhosa essa parceria com os Fuzileiros Navais de Brasília especialmente na retomada das atividades", contou.

Os participantes que chegaram nos primeiros lugares receberam troféus e todos atletas receberam medalhas.

Diversos membros do grupamento também participaram da corrida. João Martins Fernandes é fuzileiro naval da reserva e correu na categoria de pessoas acima de 60 anos. Ele chegou em primeiro lugar e conta que começou a correr com 55 anos, após se recuperar de três infartos. Hoje ele completou um total de 260 corridas e 136 pódios. "Eu corro com o Sesc há alguns anos em diversos Estados. O Sesc-DF sempre incentiva as pessoas a praticarem esportes e hoje foi uma ótima oportunidade de me exercitar também", contou.


 


 

Matheus Fernandes é um dos maiores nomes do forró atualmente e isso se prova, dia após dia, com o crescimento gigantesco do artista. Recentemente, emplacou duas canções entre as mais ouvidas do país: "Baby me Atende" e "Coração Cachorro". Nesta semana, MF recebeu a notícia de duas indicações ao maior prêmio de música do país, o Prêmio Multishow. O cantor concorre nas categorias "Experimente" e "Hit do Ano", com seu sucesso em parceria com Dilsinho. O prêmio acontece no dia 08 de dezembro, com transmissão pelo canal, e os vencedores serão anunciados pelas anfitriãs da noite Iza e Tatá Werneck.

 

O cearense comprova seu talento versátil como cantor e compositor em cada novo trabalho e seu mais recente projeto, o audiovisual "Matheus Fernandes Na Praia", evidencia muito essas características. MF consegue misturar com forró outros ritmos como sertanejo, piseiro, arrocha, brega, funk, pagode e batidas eletrônicas e transformá-los em potenciais hits.

 

A primeira parte do projeto foi lançada com 10 faixas no mês de julho, e conquistou um importante marco na carreira de MF. O lançamento foi o terceiro mais ouvido globalmente no Spotify (no fim de semana de 10 e 11 de julho) e o único brasileiro a entrar no Top10 da plataforma. Em outubro, o álbum ficou disponível na íntegra, em todas as plataformas e, em destaque, tivemos a parceria com MC Don Juan, na faixa "Tô Com Saudade", que passa de 1 milhão de views no YouTube. Além da música de trabalho, o projeto apresenta as inéditas "Saudade Disfarçada", parceria com Matheuzinho, "Balanço na Rede" e "Idem". Completam o álbum as faixas "Baby Me Atende" (parceria com Dilsinho), "Tá Beba Né", "Bateu na Trave" (com Menos é Mais), "Catucadão" (com Parangolé), "Libera Eu" (com MC Kekel), "Iphone", "Mulherada na Lancha", "Chama o Samu", "Melhor Assim" e "Mesmo na Distância".

 

A faixa, que tem participação de Dilsinho, se aproxima dos 400 milhões de plays nas plataformas de áudio e vídeo e há mais de seis meses se mantém no Top50 do Spotify, plataforma na qual o cantor coleciona mais de 6 milhões de ouvintes mensais. No TikTok, as hashtags da música somam mais de 40 milhões de views.

 

Sobre Matheus Fernandes

Matheus Fernandes, mais conhecido como MF, viu sua carreira decolar aos 23 anos de idade após o estouro de músicas como "Mulherada na Lancha", "Mete Ficha" e "Modo Avião". Hoje, aos 29 anos e com quase uma década de estrada, o cearense é considerado um dos grandes nomes atuais do forró, combinando ritmos como sertanejo, piseiro, arrocha, brega e batidas eletrônicas ao seu trabalho. MF também é dono do hit "Baby Me Atende", canção composta por ele e com participação de Dilsinho, que se aproxima de 300 milhões de visualizações no YouTube.

Com mais de 50 músicas de autoria própria, Matheus começou no mercado musical como compositor e atualmente ostenta um repertório gravado por artistas como Jorge & Mateus, Wesley Safadão, Xand Avião, Inimigos da HP, Humberto & Ronaldo, Cristiano Araújo, entre outros. Ao longo da carreira profissional, coleciona parcerias importantes com cantores renomados na cena musical como: Léo Santana (Sonâmbulo; Do Nada Eu Apareço na Balada), Dilsinho (Baby Me Atende), Zé Neto & Cristiano (Nem Vá), Simone da dupla com Simaria (O Jeito é Beber), Wesley Safadão (Plano de Solteiro), Raí Saia Rodada (Irrecaível), Israel Novaes (Spring Break), Simone & Simaria (Vem Que Eu Vou Te Dar), Humberto & Ronaldo (Cuidar de Você), e muito mais.


Assessoria de imprensa do artista: Caldi Comunicação


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Daniel Medeiros*


Essa foi a frase que o estudante de ensino médio de uma escola cívico-militar de Imbituva, Paraná, escreveu na sua carteira, junto com o desenho de uma folha de maconha. Alguém o denunciou e, durante a aula, o monitor - um cabo aposentado da Polícia Militar - tirou-o da sala para admoestá-lo. Tratava-se de indisciplina escolar, dano ao patrimônio público, além de propaganda de droga ilícita. Vários eram os motivos para chamar a atenção do jovem, afinal, uma escola é um lugar para o exercício de responsabilização e, sem dúvida, nossos atos, na medida em que afetam os outros, os próximos, os distantes e mesmo os que nem estão aqui, como quando causamos danos ao meio ambiente, devem ser sucedidos de explicações, justificativas e, se for o caso, reparações.

O monitor provocou a interrupção de uma aula, causando prejuízo para os demais alunos e alunas. Desnecessário. Um sinal preocupante a respeito da ordem de importância das coisas no universo da escola cívico-militar. Um aluno comete um ato questionável, o aparato de controle disciplinar toma conhecimento do fato e resolve intervir no espaço do aprendizado para retirar o aluno de sala, interrompendo a aula e atrapalhando o trabalho da professora. "A segurança vem em primeiro lugar", endossariam os pais e professores que votaram pela transformação da escola pública em cívico-militar. Outro equívoco, e grave: a escola, por concepção, é lugar de invenção e, por isso, de compromisso com a liberdade. Desde Kant que sabemos que sem liberdade, a razão não se enraíza e o conhecimento não progride. Em um espaço disciplinarizado, ensinou-nos outro filósofo, só se obtém como resultado “corpos dóceis” e não cidadãos criativos e protagonistas de seus próprios futuros. Aliás, nesse ano do centenário de nascimento do maior educador brasileiro, Paulo Freire, a simples ideia de uma escola com policiais aposentados como administradores disciplinares o faria morrer de novo. De tristeza, dessa vez. Ou de vergonha.

Mas a intervenção na sala de aula para cobrar o aluno de sua atitude foi só a ponta do iceberg, segundo a denúncia do Ministério Público do Paraná. O monitor teria ameaçado o aluno de morte, afirmando “que já tinha matado vários e que ele não iria fazer diferença”. O diretor, um sargento aposentado da Polícia Militar, teria, segundo a denúncia, tentado acobertar a ameaça de seu colega de farda. Ou seja, o jovem havia sido constrangido e ameaçado e se os fatos não tivessem chegado aos ouvidos dos promotores, tudo teria permanecido igual na escola pública de Imbituva: o dia começaria mais uma vez com a formação em filas para o início das aulas, com a execução do hino e o hasteamento da bandeira e com o silêncio imposto nos corredores e nas salas de aula. O aluno submetido aos crimes - segundo a denúncia do Ministério Público - de ameaça, vias de fato, violência arbitrária, submissão de adolescente a constrangimento, “não faz diferença” para o policial responsável de colocar “ordem” na escola, com o aplauso de muitos pais e professores e tantos outros, mas que certamente não admitiriam essa atitude com seus próprios filhos, pois para eles seus filhos não são como o jovem que desenhou a folha de maconha na carteira.

Somos um país dividido entre os que gostam de dizer que o salário dos policiais vem dos impostos que eles pagam e os que ganham pouco e veem seus filhos sofrerem a ação violenta desses indivíduos fardados. E que também ganham pouco. Um paradoxo que não parece incomodar a maioria. Disciplina, segurança. Interessante imaginar que poderemos ser um país que progrida com repressão. Quase um oxímoro.

É comum referirmo-nos aos policiais como “agentes da lei”. Não foi, em absoluto, esse caso, com esses policiais. A lei diz claramente o que não pode ser feito com um cidadão, principalmente um menor de idade. Mas os aplausos de muitos pais e professores não são dirigidos para o cumprimento da lei, mas para a exigência da submissão sem qualquer recompensa: a vida pode ser péssima, o transporte público um inferno, o serviço de saúde uma quimera, as possibilidades de melhoria social uma utopia, a invisibilidade a tônica diária mas, mesmo assim, a obediência tem de ser total ou então a repressão torna-se “necessária”.

"Vida loca", isso sim. "Vida loca". De que outra forma é possível descrever um cenário como esse?

*Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo.
daniemedeiros.articulista@gmail.com
@profdanielmedeiros
 

**Artigos de opinião assinados não reproduzem, necessariamente, a opinião do Curso Positivo.

Alysson Diógenes*


Recentemente,  a imprensa repercutiu a notícia de que o Brasil perdeu 15% dos seus recursos hídricos em 30 anos, uma perda de quase o dobro da superfície de água de todo o Nordeste, de acordo com estudo inédito do MapBiomas – grupo de pesquisadores com muita credibilidade e correto em seus dados e conclusões. Por outro lado, faltou apresentar algumas informações históricas, sem as quais esse dado sobre a perda dos recursos hídricos fica descaracterizado, como o do crescimento populacional. Desde a década de 1990, a população brasileira saltou de 150 milhões de habitantes para 211 milhões, um aumento de 40%.

População que tem muitas necessidades no dia a dia: comida, bebida, deslocamento, habitação e lazer. Coisas simples, mas que necessitam de recursos. É, no mínimo, simplista apresentar esse dado e ignorar nosso histórico. Há alguns anos vivemos crises energéticas. No governo Fernando Henrique Cardoso, em 2001, por exemplo, houve uma delas. No governo Dilma, mais uma crise, dessa vez, por causas diferentes. A população e, em especial, a indústria precisam de energia. Muito se critica as recentes obras para geração de energia no rio Madeira e no rio Xingu, mas é mais desejável construir hidrelétricas do que acionar as geradoras termelétricas.

Mas, alguém há de questionar. E as energias alternativas? Solar e eólica, as mais difundidas. Elas não são opções viáveis, por acaso? A resposta é que ambas têm um custo de operação muito maior do que as fontes citadas, as hidrelétricas. No entanto, o mesmo brasileiro que deseja o meio ambiente preservado, não se dispõe a pagar mais na conta de energia.

Outro dado relevante é que na década de 90 as fronteiras do Brasil eram fechadas para o comércio exterior. Mas o governo Collor participou do movimento mundial que ficou conhecido como globalização, trazendo grande desenvolvimento à nossa agricultura e pecuária. Parece outro mundo, mas foi apenas 30 anos atrás. E, é claro, isso teve consequências. Cerca de 70% da água que é consumida no país é para irrigação e outros 10% para consumo animal. Mais do que alimentar a população brasileira, somos grandes exportadores de soja e milho, além de carnes de frango, suína e bovina.

Com esses dados, nota-se um conflito que, esse sim, deve ser abordado. A presença humana é prejudicial ao meio ambiente. E o que é possível fazer? Alguns exemplos: o governo federal, por meio do IBAMA, pode aumentar a fiscalização e multar os infratores da legislação ambiental, incentivando-os a respeitar as leis. O Judiciário, em todas as suas instâncias, não deve anular essas multas por qualquer motivo. O produtor que respeita as leis deve ser premiado por sua boa conduta. Prefeituras e estados devem fazer cumprir seus marcos de saneamento e parar de poluir os rios com esgotos e de autorizar construções em áreas de preservação.

Na outra ponta, o cidadão que pode e deve adotar práticas sustentáveis de vida, que sabemos, são mais caras, mas garantem um futuro melhor para as próximas gerações. Entre as mudanças de comportamento, está o consumo de produtos com selos de sustentabilidade, como o da Rainforest Alliance, que certifica: a prática de agricultura foi sustentável. Nem falarei em usar transporte público, e modais alternativos, como a bicicleta. Se apenas reduzirmos o desperdício de água e de energia elétrica, já será bastante significativo.

Há muito trabalho a ser feito, mas, certamente, as ações renderão frutos – entre eles, inclusive, retorno financeiro. Mas, uma coisa é certa: com ações como as citadas, um futuro mais sustentável estará garantido para as próximas gerações.

*Alysson Nunes Diógenes, engenheiro eletricista, doutor em Engenharia Mecânica (UFSC), é professor do Mestrado e Doutorado em Gestão Ambiental da Universidade Positivo (UP).

diogenes@up.edu.br

Maykon Douglas Marques treina no Centro de Equoterapia João Lucas, entidade sem fins lucrativos  que atua em parceria com Prefeitura Municipal de Jussara e sistema FAEG SENAR


Maykon Douglas Marques, hoje tem 21 anos e é portador de paralisia cerebral desde que nasceu por conta da falta de oxigenação no cérebro na hora do parto. Mas isso é um só detalhe na história de superação dele, que participa do Campeonato Brasileiro de Adestramento Paraequestre, entre os dias 4 e 7 de novembro, no Brasília Country Clube, onde atletas de todo País buscarão vagas para o mundial da Dinamarca em 2022. 


Ele já contabiliza o primeiro e segundo lugar da 1ª, 2ª e 3ª Etapas do Ranking de Adestramento de Brasília.  O campeonato é organizado pela  Federação Hípica de Brasília (FHBr), e Maykon é o favorito da próxima rodada, que também rola em Brasília nos dias 30 e 31 de outubro, no Primeiro Regimento de Cavalaria de Guardas (RCG).


  

Os dois torneios acontecem em Brasília, mas tem movimentado toda comunidade de Jussara que torce e apoia o atleta. Ele treina no Centro de Equoterapia João Lucas, entidade sem fins lucrativos  que atua em parceria com a Prefeitura Municipal de Jussara e o sistema FAEG SENAR. A instituição é pioneira no esporte em Goiás, e vem desenvolvendo novos atletas da modalidade hípica no Estado.


O adestramento paraequestre é uma modalidade Hípica, regulamentada pela Federação equestre internacional (FEI) como esporte olímpico dividido em  4 modalidades hípicas: salto, adestramento, crosscontry e adestramento paraequestre. "Somos os treinadores do Maykon. Nosso papel é oferecer instrução técnica, bem como desenvolver o aspecto físico motor e potencializar as habilidades funcionais nele existentes", explica a coordenadora e fisioterapeuta Isabella Carolina Souza. 


Ela está muito otimista com a participação de Maykon, pois existe uma grande chance de Goiás ter, pela primeira vez, um campeão paraquestre. Além disso, é uma oportunidade para que pessoas com deficiências de todos os lugares do Brasil, principalmente das pequenas cidades do interior, se interessem pelo esporte que vai além de uma terapia para melhoramento da condição física e motora, mas permite a autonomia, liberdade, eleva a autoestima e a qualidade de vida. 




Crédito: Freepik


O mercado de trabalho abre, cada vez mais, as portas para a terceira idade. Mais do que incentivada, a contratação de idosos passa a ser necessária. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 30 milhões de brasileiros têm 60 anos ou mais. Além disso, a OMS (Organização Mundial de Saúde) garante que, em 2025, o Brasil será o sexto país do mundo com o maior número de idosos. “O preconceito que se tinha com relação às pessoas mais maduras no mercado de trabalho, aos poucos, vai ficando de lado, já que muitas empresas perceberam que esse segmento oferece vantagens aos negócios”, afirma o doutor em Administração e professor de Pós-Graduação da Universidade Positivo (UP), Fábio Vizeu.

Diversas ações tentam estimular a contratação desse público. O Projeto de Lei (PL) 4.890/2019, se aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), tem como finalidade oferecer incentivos fiscais, com duração de cinco anos, para empresas que contratarem funcionários com idade igual ou superior a 60 anos. Além disso, nos últimos anos, grandes empresas como Votorantim e Unilever criaram programas para empregar exclusivamente idosos. Startups estão surgindo e prometem lucrar muito com esse segmento. A Maturi, por exemplo, é uma plataforma que gera vagas de trabalho para pessoas acima dos 50 anos de idade. Segundo Vizeu, há pelo menos cinco bons motivos para empresas contratarem idosos. São eles:

  • Experiência de vida

“É inegável dizer que eles já passaram por ‘poucas e boas’, e que têm visão de mundo em funções nas quais, certamente, essa maturidade é importante. Principalmente em relação aos jovens que tiveram que se esforçar um pouco menos por ter o amparo dos pais”, explica.

  • Maturidade emocional 

Segundo Vizeu, a juventude, geralmente, tem pouco controle emocional, justamente por ter tido poucas vivências afetivas. “É comum ver jovens no ambiente de trabalho desafiando a chefia e sendo pouco resilientes. Em grande parte, essa postura se deve à imaturidade e à falta de experiência em lidar com pessoas, que é uma das habilidades que um idoso mais tem”, pontua.

  • Menor necessidade de conquistas financeiras

Para Vizeu, em determinados cargos, nos quais não há muita possibilidade de crescimento, é interessante preenchê-los com pessoas mais maduras, pois os jovens querem constituir uma família, comprar casa, carro, viajar e pagar estudos, por exemplo. “Os idosos não têm tanta necessidade de ganhos financeiros pois, em sua maioria, já alcançaram essas conquistas e não possuem a ansiedade de crescimento na empresa”, salienta.

  • Paciência com trabalhos repetitivos

“Os idosos são mais acostumados com trabalhos ‘monótonos’ do que os jovens, pois foram criados no conceito do trabalho massificado. São mais habituados a seguir uma rotina de trabalhos repetitivos e, consequentemente, mais tolerantes para realizar esse tipo de tarefa”, comenta.

  • Boa vontade das pessoas com os idosos

Todo mundo gosta e se sente bem convivendo com um idoso simpático. “Colocar um idoso para trabalhar no atendimento ao consumidor, por exemplo, pode despertar uma simpatia no cliente, o que se torna  algo proveitoso para uma série de questões de relacionamentos que a organização enfrenta em seu dia a dia. Afinal, o sorriso de um vovozinho ou de uma vovozinha encanta qualquer um”, brinca. 

 

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em Ensino Superior entre as IES do estado do Paraná e é uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta e mais de 400 mil m² de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A Instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de graduação, centenas de programas de especialização e MBA, sete programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam cerca de 3.500 m². Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em up.edu.br/

Pandemia acelerou processo de evasão e ameaça direitos básicos de crianças e adolescentes em todo o país


Créditos: Divulgação


Um levantamento divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) aponta que o Brasil pode regredir duas décadas em termos de educação devido à alta nos números de evasão escolar. Nos últimos anos, o país vinha conseguindo avançar na garantia de acesso à escola, mas tudo se perdeu com a pandemia. Sempre que uma criança ou adolescente abandona os estudos, está perdendo também uma série de outros direitos. Fora da escola, eles se tornam mais vulneráveis - inclusive a situações de violência doméstica e trabalho infantil.

A exclusão escolar impede que se cumpra o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), vigente desde 1990 no Brasil. De acordo com o Unicef, em novembro de 2020 mais de cinco milhões de jovens com idades entre seis e 17 anos não estavam frequentando a escola. Desses, 41% tinham entre seis e dez anos. E a maioria, como é comum acontecer nesses casos, eram de crianças pretas, pardas ou indígenas, principalmente habitantes das regiões Norte e Nordeste do país. Para a oficial de Educação do Unicef no Brasil, Julia Ribeiro, “é muito importante ter um olhar voltado para as crianças e adolescentes de modo a impedir que o vínculo com a escola se rompa. Porque depois que esse vínculo é rompido, é difícil retomá-lo”.

Evitar que jovens em situação de vulnerabilidade deixem de assistir às aulas - sejam elas presenciais ou on-line - deve ser uma prioridade não apenas da escola, mas da sociedade como um todo. A consultora pedagógica do Sistema de Ensino Aprende Brasil, Angela Biscouto, explica que esse não é um problema novo. “Houve um grande crescimento durante a pandemia, mas a evasão é uma realidade histórica da Educação brasileira. Avançamos com políticas públicas educacionais para garantir maior equidade no acesso à escola, mas as políticas de permanência seguem frágeis”, afirma. Ela acrescenta que alimentação, transporte, renda e outras áreas influenciam diretamente nessa permanência.

Busca ativa

Trabalhar em conjunto é fundamental para enfrentar o problema. Uma das sugestões do Unicef é a busca ativa dos estudantes que estão fora da escola ou daqueles que correm o risco de evadir. Atuando em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Unicef criou a Busca Ativa Escolar, uma força-tarefa para trazer essas crianças de volta à escola. 

O presidente da Undime e dirigente municipal de Educação de Sud Mennucci, em São Paulo, Luiz Miguel Martins Garcia, explica que, durante a pandemia, um dos grandes desafios é fazer com que os estudantes encontrem sentido na escola. “Em alguns casos, a vulnerabilidade é tão grande que a criança não vê sentido em continuar estudando. Isso faz com que seja difícil tornar a escola um compromisso diário”, destaca. A busca ativa, nesse sentido, é um resgate dos muitos direitos dessas crianças e adolescentes e envolve não apenas a Secretaria de Educação dos municípios, mas também a Secretaria de Saúde, de Assistência Social e outros órgãos da administração pública.

Garcia e Julia estão juntos no episódio 29 do podcast PodAprender, cujo tema é “Como combater a evasão escolar?”. Todos os episódios do PodAprender estão disponíveis no site do Sistema de Ensino Aprende Brasil (sistemaaprendebrasil.com.br), nas plataformas Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google Podcasts e nos principais agregadores de podcasts disponíveis no Brasil.


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Sobre o Aprende Brasil

O Sistema de Ensino Aprende Brasil oferece às redes municipais de Educação uma série de recursos, entre eles: avaliações, sistema de monitoramento, ambiente virtual de aprendizagem, assessoria pedagógica e formação continuada aos professores, além de material didático integrado e diferenciado, que contribuem para potencializar o aprendizado dos alunos da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental. Atualmente, o Aprende Brasil atende 290 mil alunos em mais de 210 municípios brasileiros. Saiba mais em http://sistemaaprendebrasil.com.br/.


Pierre Tramontini é sócio da Tramontini Advocacia e diretor de Centro universitário 

A pré-candidata à presidência da OAB-DF Thais Riedel anunciou hoje (19) que Pierre Tramnotini será seu parceiro de chapa na corrida à presidência da OAB-DF deste ano. 

Tramontini é advogado há 21 anos, sócio na Tramontini Advocacia, doutor em Filosofia pela Unisinos e mestre em Direito pela Universidade do Porto. É também professor e diretor do Grupo Educacional Projeção. 

“A OAB-DF está mal gerida, a advocacia desrespeitada, a jovem advocacia sem qualquer suporte para ingresso no mercado de trabalho.  O que a advocacia do DF precisa para recuperar o respeito é de pessoas que conheçam profundamente o Direito, que tenham experiência em gestão para que a Ordem volte a ser a casa do advogado, e que tenham sensibilidade para acolher os novos advogados e os que precisam de suporte para enfrentar as mudanças que a advocacia está vivenciando. Por isso, resolvi convidar o Tramontini para caminhar junto comigo. Assim como eu, ele é um advogado consolidado na sua área de atuação, um professor dedicado e um gestor reconhecido por sua competência”, afirma Thais Riedel. 

Tramontini é natural de Espumoso, cidade pequena no Rio Grande do Sul, neto mais velho de uma família de agricultores e professoras. 

“Fui convidado e aceitei o convite com gratidão. Contribuir com a minha energia para que possamos alcançar melhores resultados para a advocacia é uma oportunidade impar. Para quem, assim como a grande maioria, também viveu uma realidade difícil, acredito que o que fazemos quando as oportunidades nos são dadas é o que nos faze diferentes. Na docência e na advocacia, tenho a convicção de que somos transformadores de histórias e fomentadores de oportunidade”, explica Tramontini. 

As chapas devem ser registradas, de acordo com o Edital de Convocação publicado pela OAB-DF, até a próxima sexta-feira (22/10).


A jovem artista autista, Giovanna Cariry, que é um fenômeno nas redes sociais, com mais de dois milhões de seguidores (@giovannacariry), é a convidada para uma entrevista com a jornalista Flávia Freitas. Com o tema A Arte de Transformar, a live será realizada hoje, 20 de outubro, às 21h, por meio do perfil no Instagram @saudecomflaviafreitas. A iniciativa conta com o apoio do CENSA Betim, instituição que, há 57 anos, é referência nacional no suporte a pessoas com deficiência intelectual e autismo na vida adulta.

De Betim, cidade da Região Metropolitana de Belo Horizonte, a artista autista Giovanna Sousa Cariry, que hoje tem 17 anos, começou a demonstrar interesse pela arte aos 6 anos, quando começou a criar seus primeiros quadros, desenhos e peças. Hoje, ela é um fenômeno nas redes sociais, com mais de 2 milhões de seguidores. A jovem ganhou ainda mais projeção após ter os seus trabalhos artísticos adquiridos pelo comediante Whindersson Nunes, um dos youtubers mais populares do mundo.

De acordo com a jornalista Flávia Freitas, idealizadora da live, o tema A Arte de Transformar é uma alusão aos trabalhos manuais desenvolvidos pela Giovanna. "Ela transforma materiais em personagens, esculturas, quadros e desenhos, onde expressa o olhar e a visão dela do mundo. Eu a conheci após a repercussão do trabalho dela na imprensa, que ganhou visibilidade após algumas artes serem adquiridas pelo Whindersson Nunes. Como ela é de Betim e eu sou jornalista de saúde na cidade, fiz o convite para ela participar do bate-papo para mostrar a importância do protagonismo das pessoas autistas, além da inclusão e o respeito às diversidades", explica a profissional de comunicação.

Para Natália Costa, psicóloga e diretora do CENSA Betim, a iniciativa de Flávia Freitas é alinhada com o propósito da instituição, que é a promoção da inclusão da pessoa com deficiência e autismo. "Trabalhamos há mais de meia década como suporte a indivíduos com autismo e suas famílias, com uma equipe transdisciplinar, composta por cuidadores, médico, enfermeira, psicóloga, psiquiatra e monitores. E o nosso objetivo sempre é mostrar que a sociedade precisa ser mais inclusiva. Além de ser uma oportunidade de conhecer mais a nossa ilustre cidadã betinense, a Giovanna Cariry, a live será também uma vitrine de talentos", explica a especialista.

A transmissão ao vivo contará com produtos das oficinas de artesanato realizadas no CENSA Betim. "Nossos educandos produzem lindos palhacinhos que irão compor o cenário da jornalista Flávia Freitas. Isso só reforça as potencialidades das pessoas com deficiência e com autismo, que podem ser protagonistas das suas próprias vidas e nos encantar, assim como fez a Giovanna, que é querida em todo o país", finaliza Natália Costa.

 

Live: A Arte de Transformar  - com a jornalista Flávia Freitas e a jovem artista autista Giovanna Cariry

Data: hoje, 20 de outubro, às 21h

Transmissão por meio do Instagram @saudecomflaviafreitas: https://www.instagram.com/saudecomflaviafreitas

Apoio: CENSA Betim: www.censabetim.com.br

 


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                                            Foto Tara Winstead


Câncer de pâncreas tem maior incidência em pessoas com mais de 60 anos, diabéticos e fumantes


 

 O diagnóstico precoce é possível em apenas parte dos casos, pois a maioria dos pacientes só apresenta sintomas em fases mais avançadas da doença


 

O pâncreas é um órgão muito importante para o funcionamento dos aparelhos digestivo e endócrino, e produz enzimas e hormônios essenciais para o metabolismo, como a insulina. O câncer de pâncreas é um tipo de tumor agressivo que geralmente se desenvolve silenciosamente e somente manifesta sintomas quando a doença já está avançada.

 

A doença é mais comum em pessoas acima dos 60 anos, diabéticos e fumantes. Além disso, a exposição a produtos químicos e solventes, como o estireno, o cloreto de vinila e agrotóxicos, o consumo excessivo de alimentos gordurosos e de bebidas alcoólicas também aumentam as chances de desenvolver a doença. “O elevado número de jovens tabagistas, influenciados muitas vezes pela moda do cigarro eletrônico, com a falsa ideia de segurança, tem preocupado as autoridades de saúde”, relata a oncologista do Hospital Brasília Rafaela Veloso.

 

Os primeiros sintomas do câncer de pâncreas geralmente são bastante inespecíficos: sensação de má digestão e dor abdominal. Por isso, o diagnóstico precoce só é possível em alguns casos. Quando em estágio mais avançado, alguns dos sintomas que devem ser prontamente investigados são icterícia (pele e mucosas amarelas), urina escura, cansaço excessivo, perda de apetite e de peso, além de dor no abdômen superior e nas costas. “Na maior parte das vezes, esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em poucos dias”, destaca a médica.

 

O diagnóstico pode ser feito por meio de exames clínicos, laboratoriais, endoscópicos ou radiológicos em pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença, ou de rastreamento em pessoas sem sinais ou sintomas, mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença. Contudo, como não há evidência científica de que o rastreamento do câncer de pâncreas traga mais benefícios que riscos, até o momento ele não é recomendado.

 

O tratamento depende do tipo de tumor, da avaliação clínica do paciente, dos exames laboratoriais e de estadiamento (que é quando se verifica se a doença se espalhou pelo corpo). De acordo com a oncologista, o estado geral em que o paciente se encontra no momento do diagnóstico é fundamental no processo de definição terapêutica.

 

A cirurgia, único método capaz de oferecer chances de cura, é possível em uma minoria dos casos, pelo fato de, na maioria das vezes, o diagnóstico ser feito quando a doença já se encontra em fase avançada. Nos casos em que a cirurgia não é apropriada, a radioterapia e a quimioterapia são as formas de tratamento, associadas a todo o suporte necessário para minimizar os transtornos gerados pela doença. “O avanço das técnicas de radioterapia e dos tratamentos sistêmicos cada vez mais personalizados estão melhorando a sobrevida e qualidade de vida mesmo dos pacientes diagnosticados nas fases mais avançadas da doença”, finaliza ela.


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